Video MBT Boston Legendas em Português – perguntas e respostas por Tom Campbell

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Video MBT Boston Legendas em Português – perguntas e respostas por Tom Campbell

Este vídeo recente está super interessante.

Tom faz uma breve exposição sobre sua mais recente atividade e objetivo, em uma breve introdução, e depois abre uma seção para responder a qualquer pergunta dos participantes presentes.

Na introdução explica sobre os experimentos que está projetando (tipo experimentos de Dupla-Fenda), com o objetivo de permitir confirmar em laboratório, que o modelo MBT de Realidade Virtual permite responder muitas das questões, ainda hoje pendentes, sobre o funcionamento da Física Quântica.

Na sequencia, e talvez ainda mais interessante, responde a várias questões diretas sobre a metafísica da MTB e suas explicações para temas tão controversos e interessantes como: OBE (viagens fora do corpo) e porque é mais fácil para alguns conseguir ou não, além do que fazer para chegar lá, conexão com o Todo (Amor), percepções, consciência pontual, meditação, consciência em animais, e muito mais…

Vale ver.   (Mario Jorge)

Link para o video completo no Youtube em Português (clique aqui).

Video MBT Boston Legendas em Português – perguntas e respostas  por Tom Campbell

Evento MBT em Boston – Perguntas e Respostas com Tom

Thomas Warren Campbell 2

Evento MBT em Boston – Perguntas e Respostas com Tom

Estes 2 vídeos recentemente divulgados pelo autor no Youtube estão supre interessantes.

Tom faz uma breve exposição sobre sua mais recente atividade e objetivo, em uma breve introdução, e depois abre uma seção para responder a qualquer pergunta dos participantes presentes.

Na introdução explica sobre os experimentos que está projetando (tipo experimentos de Dupla-Fenda), com o objetivo de permitir confirmar em laboratório, que o modelo MBT de Realidade Virtual permite responder muitas das questões, ainda hoje pendentes, sobre o funcionamento da Física Quântica.

Na sequencia, e talvez ainda mais interessante, responde a várias questões diretas sobre a metafísica da MTB e suas explicações para temas tão controversos e interessantes como: OBE (viagens fora do corpo) e porque é mais fácil para alguns conseguir ou não, além do que fazer para chegar lá, conexão com o Todo (Amor), percepções, consciência pontual, meditação e muito mais…

Vale ver. Para quem compreende inglês, é só assistir no link abaixo. Para quem não compreende, estamos trabalhando para legendar este vídeo, em partes menores. A 1ª meia hora já está pronta. Em breve divulgaremos.  (Mario Jorge)

Link para o video completo no Youtube em Ingles (clique aqui).

Evento MBT em Boston – Perguntas e Respostas com Tom

Tom Campbell – Entrevista (Buda na Bomba de Gasolina)

Tom Buddha Gas Pump 1

Tom Campbell – Entrevista (Buda na Bomba de Gasolina)

Clique na figura acima, que contém um link para o site onde a entrevista foi dada, com vídeo ou apenas áudio!

Em fevereiro de 2003, Tom publicou a trilogia My Big TOE (MBT) a qual representa o resultado e conclusão de sua exploração científica da natureza da existência. Este super abrangente modelo de realidade, mente e consciência explica tanto o paranormal como o normal, coloca a espiritualidade dentro de um contexto científico, resolve toda uma hoste de paradoxos científicos e prove direção para aqueles que buscam experimentar pessoalmente uma percepção expandida do “Tudo Que É/Há”. O modelo da realidade da MBT explica a metafísica, a espiritualidade, o amor, e o propósito do homem ao seu nível mais fundamental, prove uma teoria completa da consciência e resolve problemas destacados da física de nosso tempo, derivando ambos, teoria da relatividade e mecânica quântica, dos princípios iniciais – uma coisa que a física tradicional ainda não pode fazer. Um trabalho de ciência baseado em lógica, My Big TOE não tem base em crença ou dogma.

266. Tom Campbell

Tom CampbellIn February of 2003, Tom published the My Big TOE trilogy (MBT) which represents the results and conclusions of his scientific exploration of the nature of existence. This overarching model of reality, mind, and consciousness explains the paranormal as well as the normal, places spirituality within a scientific context, solves a host of scientific paradoxes and provides direction for those wishing to personally experience an expanded awareness of All That Is. The MBT reality model explains metaphysics, spirituality, love, and human purpose at the most fundamental level, provides a complete theory of consciousness, and solves the outstanding fundamental physics problems of our time, deriving both relativity theory and quantum mechanics from first principles – something traditional physics cannot yet do. As a logic-based work of science, My Big TOE has no basis in belief, dogma, or any unusual assumptions.

Interview recorded 11/14/2014.

Tom Campbell – Entrevista (Buda na Bomba de Gasolina)

On Love and Sadness – Sobre o Amor e a Tristeza

Thomas Warren Campbell 2

On Love and Sadness – Sobre o Amor e a Tristeza, e os impactos da situação do mundo sobre você!

Nota: Este esclarecimento foi feito em função de pergunta feita sobre o sofrimento sentido pelas pessoas que tem uma maior percepção / semsibilidade ao ver o sofrimento alheio em casos fortes com guerras, terror,  miséria, fome doença …

Compaixão é uma coisa boa – muito boa – uma parte essencial de nossa conectividade aos outros, na medida em que crescemos e ultrapassamos nosso ego. Compaixão e equilíbrio são ambos atributos de um amor carinhoso.

Contudo, a pessoa precise aceitar esta realidade VIRTUAL (nossa realidade física-material – PMR), este pacote de experiências e gerador de oportunidades que nós chamamos lar, DA FORMA QUE ELE EVOLUIU – porque ele é uma reflexão de nós mesmos. Nos reflete com muita precisão. Aceite-o e deixe-o ir e ser o que seja – a tristeza do amor é um resultado direto do carinho e da compaixão. Ficar furioso com a depravação, miséria e especialmente a dor dos inocentes, ou o constante torcer de mãos em exasperação ou chorar sobre isto, não é produtivo e acaba sendo em si mesmo uma forma de apego. PMR (nossa realidade física) é como é, porque nós somos como somos – a pessoa precisa seguir adiante com seu aprendizado e crescimento pessoais dentro desta experiência em realidade virtual e evitar perder-se no apego a tristeza, ao sofrimento dos outros – mesmo que seja muito difícil faze-lo (especialmente para uma pessoa sensível e carinhosa). Equilíbrio é tão importante quanto compaixão.

 Os participantes desta realidade virtual são todos voluntários. Muitos escolheram pacotes de experiência com os quais eles possam aprender aquilo que mais precisam. Existem muitas formas de experiência virtual cada uma tendo seu próprio conjunto de oportunidades e desafios. Estas oportunidades podem ou não ser sempre claras para nós pela perspectiva da nossa realidade (PMR). Dentro de uma visão mais ampla (big picture) cada tipo de experiência virtual PMR tem algumas vantagens de aprendizado ou ninguém teria aceito tal papel de bom grado. Todos os papéis são aceitos de bom grado.

Estar confortável e feliz em nossa realidade PMR não é o “jogo principal”, redução da entropia pessoal (evolução) é o “jogo principal” – a nossa realidade PMR é apenas uma ferramenta (oportunidade) usada para que cada entidade aqui, possa atingir o crescimento necessário através de experiência direta.

A dor em seu coração devido ao sofrimento alheio é real, valorize-a, aceite-a, e siga adiante, com o que você tenha de fazer aqui. Grande compaixão e tristeza surgindo do coração é um atributo muito valioso de alguém que realmente se importa, alguém que realmente ame – ainda assim, elas podem também tornar-se uma expressão de necessidade, desejo, culpa, pena, medo – isto é, um apego, uma armadilha. Equilíbrio é também um atributo de amor – não confunda equilíbrio com falta de compaixão.

Eu realmente espero que você veja isto mais como um comentário de ajuda do que como sal na sua ferida. Sofrer – sentindo-se um com o mundo – é um caminho duro para seguir porque ele te envolve de tal forma, em tal nível (você acaba ficando proporcionalmente fino pelo espalhamento por todo o problema) que o seu equilíbrio e crescimento se torna excepcionalmente desafiador. Seu ponto de equilíbrio pessoal é algo totalmente pessoal. Encontre-o, onde quer que ele esteja e faça as pazes com sua existência.

Tom C

Compaixão e cuidado são atributos muito bons, isto é, são necessários para dar coragem e e crescer. Até onde sua compaixão e cuidado seja sobre eles (o objeto da sua compaixão) e não sobre você (as necessidades do doador) não há problema. Quando a compaixão e o cuidado é também sobre você tanto quanto pelos outros, quando este sentimentos estão preenchendo o seu ego (necessidades) tanto quando as necessidades físicas e espirituais deles, isto pode se tornar uma armadilha. A diferença está na intenção. Intenção expressa quem você é dentro do contexto dos outros – seu objetivo é crescer através da interação. Se o ego está envolvido, a intenção tende a expressar quem você pensa que deveria ser em termos da ação. Ação correta é vista como o gerador de qualidade de consciência (de ser). De fato, a verdade é a oposta – crescimento pessoal (qualidade de consciência) é o gerador da ação correta. Suas ações expressam e assim seguem o seu crescimento. Não é frequente que a ação lidere e assim gere o crescimento – pensar que ela o faça, cria uma armadilha.

 Atendendo as necessidades físicas dos outros e as necessidades de ego do eu (self), enquanto negligenciando as necessidades espirituais de ambos, os outros e o eu (self), geralmente não é o caminho ótimo (melhor) para nenhum dos envolvidos. Estes são os pontos que estou fazendo aqui. Compaixão e carinho são aquilo sobre o que o amor é. Tornar-se amor, é sua missão.

Tom C

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On Love and Sadness

Compassion is a good thing — a very good thing — an essential part of our connectedness to others as we outgrow ego. Compassion and balance are both attributes of a caring love.

However, one must accept this PMR VIRTUAL reality, this experience packet and opportunity generator we call home, AS IT HAS EVOLVED — because it reflects us. Very accurately reflects us. Accept it and let it go to be what it is — the sadness of love is a direct result of caring and compassion. Raging at depravity, misery and especially innocent pain, or constantly wringing one’s hands in exasperation or weeping over it, is not productive and is itself a form of attachment. PMR is as it is, because we are as we are — one must go on with one’s learning and personal growth within this virtual reality experience and avoid getting lost in an attachment to the sadness, the suffering of others — however difficult that is to do (especially for a sensitive caring person). Balance is equally as important as compassion.

Participants in this virtual reality are all volunteers. Most choose experience packets from which they can learn what they need most to learn. There are many forms of virtual experience each having its own set of opportunities and challenges. These opportunities may not always be clear to us from the perspective of PMR. In the big picture each type of PMR virtual experience has some learning advantages or no one would willingly accept such a role. All roles are accepted willing.

Being comfortable and happy in PMR is not the main game, personal entropy reduction is the main game — PMR is just a tool, a virtual tool used by every entity here, to achieve needed growth from direct experience.

The pain in your heart due to other’s suffering is real, treasure it, accept it, and go on, with what you are here to do. Great compassion and sadness welling up from the heart, is a very valuable attribute of one who truly cares, one who truly loves — nevertheless, it can also become an expression of need, desire, guilt, pity, fear — i.e., an attachment, a trap. Balance is also an attribute of love — don’t misinterpret balance as a lack of compassion.

I truly hope you find this more a helpful comment than salt in a wound. Suffering — one with the world — is a hard path to walk because it spreads you so thin that balance and growth become exceptionally challenging. Your personal balance point is yours alone. Find it, wherever it lies, and make your peace with existence.

Tom C

Compassion and caring are very good attributes, i.e., necessary attributes to encourage and grow. As long as your compassion and caring is about them (the object of your compassion) and not about you (the needs of the giver) there is no problem. When compassion and caring is also about you as well as them, when it is fulfilling your (ego) needs as well as their physical and spiritual needs, it can become a trap. The difference is in the intent. Intent expresses who you are within the context of others — your goal is to grow through interaction. If ego is involved, intent tends to expresses who you think you should be in terms of action. Right action is seen as the generator of consciousness quality. In fact, the opposite is true — Personal growth (consciousness quality) is the generator of right action. Your actions express and thus follow your growth. Action does not often lead and thus generate growth — to think that it does, creates the trap.

Tending to physical needs of others and the ego needs of self, while neglecting spiritual needs of both others and self, is generally not the most optimal growth path for anyone involved. These are the points I am making here. Compassion and caring are what love is all about. Becoming love, is your mission.

Tom C

Experimento da Dupla Fenda – Video

Experimento da Dupla Fenda – Vídeos Interessantes

DS Experiment

Capture

Veja clicando nas fotos acima os dois excelentes, curtos e interessantes videos que mostram o experimento da dupla fenda, feito de forma muito simples. Eles tornam facil entender a luz mostrando o comportamento de onda e particula…. O segundo esta com legendas e vale uma olhada, já só pelo visual da compreensão… O primeiro é uma animação e apesar de estar em ingles é ótimo.

Ambos, muito exclarecedores…

Também publicada por nossa página no Face: https://www.facebook.com/MyBigToeBrasil

Veja ainda nossa matéria sobre vivermos em uma simulação ou realidade virtual, baseada na consciência fundamental que tudo gera…

Vivemos em uma Simulação, como isto nos afeta?

Mario Jorge

Consciência e Evolução

Consciência e Evolução

Women face in pixel windHá muito tempo os físicos, filósofos e teóricos em geral vem buscando teorias e modelos que expliquem a “nossa realidade” de uma forma abrangente e compreensível. O que se procura é depender menos de um “ato mágico” de origem desconhecida ou um ser onisciente e todo poderoso, e que após esta criação estaria monitorando cada mínimo detalhe daquilo que consideramos nosso cotidiano, tomando notas de nossas atitudes, para depois emitir seu parecer, quando cheguemos ao fim desta caminhada. Realmente tudo místico demais, para o gosto de muita gente.

Os físicos em especial fizeram progressos extraordinários nesta direção, conseguindo criar modelos que expliquem melhor o porque das coisas serem como são. Infelizmente, até aqui nada muito completo que fechasse as pontas soltas que constantemente aparecem para atormentar os criadores destas teorias.
O próprio Albert Einstein, definitivamente um gênio por qualquer parâmetro, fez avanços incríveis e verdadeiros saltos “milagrosos” em nossa compreensão das coisas como elas são. Mas por fim entregou também os pontos quanto a chegar a uma Teoria Unificadora (o Santo Graal da física). Algo que pudesse ser usado como um modelo sem “furos” para explicar o universo e nossa existência, tanto ao nível macro (dos planetas, das estrelas, galáxias, quasares, etc.) como ao nível micro (moléculas, átomos, e a infinidade de sub partículas hoje conhecidas), e o campo da física quântica.
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Einstein2Albert Einstein (Físico)
Albert Einstein, David Bohm e uma troca de ideias sobre a Teoria do Campo Unificado na primeira metade do século anterior:

– “A realidade é uma mera ilusão, ainda que seja uma verdadeiramente persistente.” – Albert Einstein

– “ Por isso está claro que o espaço da física não é, em ultima análise, nada que seja dado pela natureza ou que seja independente do pensamento humano. Ele é uma função do nosso esquema conceitual (mente). O espaço como concebido por Newton provou ser uma ilusão, ainda que para os objetivos práticos uma ilusão muito frutífera.” – Albert Einstein

David_BohmDavid Bohm (Físico)

– “Para dar conta do desafio diante de nós, nossas noções de cosmologia e da natureza geral  da realidade, precisam abrir espaço dentro delas para permitir que a consciência seja levada em conta de forma consistente. E de forma inversa, nossas noções de consciência devem igualmente abrir espaço para entender o que significa para seu conteúdo ser “realidade como um todo”. Os dois conjuntos de noções deveriam então ser tais que permitissem um entendimento sobre como a consciência e a realidade estão relacionadas.” – David Bohm  (Físico)
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Tom Campbell e a Teoria de Tudo (Big ToE)

Thomas Warren CampbellThomas Warren Campbell (Físico)

O Físico nuclear norte americano Thomas (Tom) Campbell acredita ter encontrado a forma de chegar onde os demais ainda não tinham chegado, quanto a uma teoria que possa explicar a totalidade do nosso universo inclusive seu nascimento e sua natureza, sem falar na inclusão da consciência no cenário, como buscava Einstein.

Para chegar a isto seu principal salto conceitual foi concluir que não é possível descrever o nascimento de um universo considerando apenas pressupostos que estejam dentro deste mesmo universo. Daí viria a dificuldade de toda comunidade física para chegar a modelos válidos que se demonstrem funcionais para todas as situações do nosso universo. Seria uma situação como um “patinho” tentando descrever o ovo antes de sair dele e ter uma visão ampla do mesmo.

Para descrever seu  “modelo da realidade”, Tom Campbell parte tudo de apenas dois pressupostos: o primeiro deles é que existe um Processo Evolutivo Fundamental aplicado a tudo que é consciente, e do qual a teoria da evolução aplicada aos seres biológicos que conhecemos seria apenas um caso específico; o segundo pressuposto seria a existência inicial de uma enorme Consciência Potencial inicial e digital, composta de (para todos os propósitos) infinitas unidades binárias (possíveis de assumir dois estados) e possíveis de ser combinadas de forma infinita.

Este processo evolutivo fundamental se aplicaria inclusive a esta consciência digital fundamental, que passaria a experimentar suas diversas possibilidades de combinação, buscando sempre estados mais evoluídos, ou como explica Campbell: estados de menor entropia (maior organização, o que equivale a dizer, mais evoluído no seu conceito).

A partir desta evolução, chegaríamos ao desenvolvimento do tempo e do espaço com suas diversas limitações (leis naturais, como a velocidade da luz) eventualmente “rodando” em partições desta consciência digital praticamente infinita, onde cada universo estaria sendo “simulado” como experiências em “realidades virtuais”. Dentro deste modelo da realidade cada um de nós seria um pedaço desta consciência, vivendo experiências de vidas virtuais como se estivéssemos participando de um jogo (como The Sims, Assassin’s Creed, ou outro), claro que de muito melhor definição e qualidade. Tudo isto com o objetivo de evolução destas consciências obedecendo ao pressuposto básico do Processo Evolucionário Fundamental. Com as evoluções individuais contribuindo para a evolução global. Nossa percepção desta realidade como sendo sólida, advém então do fato de estarmos imersos em “nosso jogo”, com um conjunto de restrições ou regras que nos fariam perceber a realidade assim.

Existem muito mais detalhes sobre esta atraente teoria e modelo do Tom Campbell que são detalhadamente explicados em sua trilogia My Big ToE (Minha Grande Teoria de Tudo), já publicada. Mas fica patente também a utilização de terminologia moderna, em especial a linguagem específica da Tecnologia da Informação, da Realidade Virtual e inclusive dos jogos eletrônicos, que muito facilita a compreensão das explicações nela oferecidas. Querendo conhecer mais sobre o tema, pesquise aqui mesmo no site da tradução ao Português da My Big ToE, ou no site em inglês do autor, Thomas Campbell.

E lembre-se, a existência de consciência e evolução estão sempre na base de todas as idéias aqui.
Este artigo saiu orginalmente no site Mistérios do Mundo!

Consciência e Evolução

Prólogo: Uma Orientação Conceitual

Thomas Warren Campbell 2

Nota: Este capítulo foi traduzido por Celso Júnior!

Sem a perspectiva apropriada, uma visão clara produz apenas dados. A questão aqui é dar ao leitor a oportunidade de uma espiada inicial, de grande altitude, da floresta antes de iniciarmos nossa trilha dentro de suas profundezas. Neste prólogo, eu vou descrever aonde você estará indo e o quê você deveria esperar realizar. É sempre útil saber qual a sua direção mesmo se você não fizer idéia de como você chegará lá. Este sobrevôo conceitual é projetado para minimizar o efeito desorientador de um território totalmente desconhecido.

Ambos, estrutura e conteúdo da sua percepção da realidade são dependentes da cultura. Como um monge Budista Tibetano ou como um físico norte-americano descreveriam a realidade é tão vastamente diferente quanto as palavras, expressões e metáforas que cada um empregaria para fazer tal descrição. O que faria sentido e seria óbvio para um, pareceria perdido e sem sentido para o outro.  Se nós pudermos subir acima da nossa propensão cultural, temos a tendência de perguntar, ou ao menos querer saber: Qual descrição está certa e qual está errada? Elas parecem claramente incompatíveis  – certamente não podem ambas estar igualmente precisas e corretas. Se formos mais sofisticados, poderíamos perguntar qual porção de cada descrição está certa ou errada e procurar por áreas de possível acordo e também definir áreas que pareçam ser mutuamente excludentes. Esta é uma abordagem melhor, mas é ainda mal direcionada.

Nenhuma das abordagens acima, embora a segunda seja muito mais ampla do que a primeira, irá encontrar a verdade. Qual está certa ou errada não é a pergunta certa – ela representa uma perspectiva estreita e exclusiva. Qual abordagem funciona, qual ajuda seu dono ou dona a atingir seus objetivos, quais objetivos são mais produtivos e levam ao crescimento e progresso do indivíduo – para a felicidade, satisfação e utilidade para os outros?  Estas são perguntas um pouco melhores  porque elas focam nos resultados práticos e em um efeito mensurável que cada visão de mundo tem quando aplicada para os indivíduos – bem como os efeitos secundários que aqueles indivíduos tem sobre os outros. No entanto, algo importante ainda está faltando.

Como se define, percebe, ou se mede a satisfação, crescimento pessoal, qualidade de vida e cumprimento do propósito individual, que é derivado de cada visão de mundo?  Qual é o padrão contra o qual a conquista desses objetivos é avaliada? Agora nós temos um conjunto de questões que tem potencial para nos levar a uma descoberta pessoal em busca da verdade fundamental. Significância da Visão Ampla e valor substituíram a pequena visão de certo e errado como a medida principal do que vale a pena.

A verdade fundamental (Verdade de Visão Ampla ou simplesmente Grande Verdade), embora absoluta e uniformemente significante para todos, deve ser descoberta por cada indivíduo dentro do contexto da experiência daquele indivíduo. Nenhuma abordagem pessoal para aquela descoberta é a certa para todo mundo. A significância da “pequena verdade”, por outro lado, é circunstancial e relativa ao observador.

A Verdade existe em todas as culturas. É apenas compreensível para um indivíduo quando é expressa na linguagem cultural (símbolos, metáforas e conceitos) daquele indivíduo. É a intenção da “My Big TOE” (Minha Grande Teoria de Tudo) capturar a verdade científica e metafísica de várias culturas e múltiplas disciplinas e apresenta-las dentro de um modelo coerente e auto consistente que a mente Ocidental objetiva possa facilmente compreender. Afinal, uma “TOE” (Theory of Everything – Teoria de Tudo) deve conter e explicar tudo. Esta é uma tarefa difícil. Uma Teoria de Tudo de Visão Ampla ou “Big TOE” deve incluir metafísica (ontologia, epistemologia e cosmologia) bem como física e outras ciências dentro de um único modelo integrado e  sem emendas da realidade. É sobre isto tudo que a trilogia “My Big TOE” se trata.

Verdade é verdade, mas comunicar a verdade é um outro empreendimento difícil, carregado de mal entendidos de sentido e interpretação. Grande Verdade, como sabedoria, não é algo que você pode ensinar ou aprender de um livro. Deve ser compreendido por indivíduos dentro do contexto de sua experiência. Cada um de nós vem com um entendimento da realidade através da interpretação das nossas experiências físicas e mentais.

A experiência dos outros pode, quando muito, fornecer um modelo útil – uma armação para o entendimento – uma perspectiva que nos permite compreender e interpretar nossos dados de experiência de uma maneira que faça um bom sentido prático. Os melhores professores não podem fazer mais do que oferecer um entendimento consistente e coerente da realidade que ajude seus estudantes a encontrar a perspectiva maior, necessária para  que descubram por si próprios a Grande Verdade. Tal modelo somente será correto e compreensivo se ele descrever com precisão todos os dados (físicos e metafísicos) todas as vezes e sobre todas as circunstâncias para todo mundo que o aplicar. A utilidade de um modelo depende do quão corretamente ele descreve os dados da experiência. Um bom modelo deveria ser preditivo. Ele deveria explicar o que é conhecido, produzir um novo conhecimento útil e fornecer um entendimento mais produtivo do todo.

Se “My Big TOE” comunica algo de significância para você por ressoar com seu conhecimento único, então esta expressão particular da natureza se adequa ao seu ser. Se te deixa intocado, talvez uma outra visão da realidade irá falar com você mais efetivamente. A forma que seu entendimento toma não é significante – é o resultado que conta! Se você está estimulado para um conhecimento mais produtivo, você está no caminho certo. A expressão da realidade que mais efetivamente empurra seu entendimento na direção do aprendizado, crescimento e em evoluir para uma  qualidade de ser mais elevada, é a certa para você. “My Big TOE” não é a única expressão útil que a Grande Verdade pode tomar. Todavia, é um modelo singularmente compreensível da realidade que fala a linguagem da abordagem analítica Ocidental. Esta trilogia da “Big TOE” integra completamente uma visão de mundo subjetiva, pessoal e holística com a ciência objetiva. Oriente e Ocidente se fundem, não simplesmente  numa mistura compatível ou reforçada mutuamente, mas como uma única solução totalmente integrada.

Quando algumas pessoas escutam a palavra “modelo”, elas imaginam um modelo de escala – uma versão em miniatura da coisa real. “My Big TOE” não tem nada a ver com modelos de escala. Um modelo é um dispositivo intelectual que teóricos usam para alcançar um entendimento concreto de um conceito abstrato.  Modelos são frequentemente desenvolvidos para descrever uma função desconhecida, interação ou processo (algo que fica além da nossa experiência individual atual) em termos de algo mais compreensivo. O modelo em si pode assemelhar-se de perto a realidade que descreve ou apenas descrever suas entradas e saídas. Em ambos os casos, não confunda o modelo da realidade com a própria realidade. Por favor, repita isso duas vezes antes de continuar.

Se você tem experiência direta o suficiente e um profundo entendimento do que está sendo modelado, o modelo se torna supérfluo. Sem experiência direta, o modelo permite um entendimento  que seria impossível de obter de outra forma. Com experiência direta limitada, o modelo lhe permite colocar sua experiência limitada dentro do contexto da estrutura lógica consistente do mesmo. Para aqueles com experiência suficiente para incitar a curiosidade e formular questões práticas, o modelo trás uma interpretação significante e explicação para os dados (experiência, informação, fragmentos da verdade) que, de outra forma, pareceriam desesperadamente aleatórios e desconectados.

O modelo da realidade desenvolvido dentro desta trilogia permite a você entender as propriedades e características da realidade, como você interage com a realidade, o objetivo da realidade e os limites, processos, funções e mecanismos da realidade. Descreve o “o quê”, o “porquê” e o “como” (a natureza, propósito e regras) da ação recíproca e interações entre substância, energia e consciência. Você irá descobrir a distinção entre o mundo físico exterior e objetivo e o mundo não físico interior e subjetivo da mente e consciência que é totalmente dependente do, e relativo ao, observador.

“My Big TOE” descreve , como qualquer “Big TOE” deve, a unicidade básica, a continuidade e a conexão de Tudo O Que É. Ela sistemática e logicamente deriva a relação natural entre mente e matéria, física e metafísica, amor e medo, e demonstra como o tempo, o espaço e a consciência estão interconectados – tudo com um pequeno mínimo de pressupostos. Adicionalmente, descreve em detalhes o processo mais importante da nossa realidade – como e porquê nossa realidade funciona. Você irá descobrir que os resultados da “My Big TOE” estão em consonância com os dados atuais – e que ela resolve uma série de problemas de longa data  da ciência, física e metafísica.

O modelo de realidade desenvolvido dentro da “My Big TOE” não é a única metáfora ou descrição válida da natureza da realidade maior. Não obstante, este modelo é talvez, o mais compreensível para aqueles de nós acostumados a entender nossa realidade local em termos de processos e medições de casualidade objetiva. Uma definição materialista ou científica da realidade é às vezes referida como “Ocidental”  porque a noção de que a realidade é construída sobre uma casualidade objetiva inviolável fica no centro do sistema cultural de crenças do Ocidente.

“My Big TOE” é escrito para ser especialmente acessível para a mentalidade ou atitude Ocidentais. O Ocidente não tem agora, nem nunca teve, um monopólio sobre a abordagem orientada a processos, materialista e objetiva da existência e da realidade. Nós no Ocidente temos, talvez, perseguido a ciência e a tecnologia de forma mais persistente que os outros e, sem dúvida, adicionamos uma inclinação singular para o nosso tipo particular de materialismo baseado em consumidores e marcas, mas as bases daquilo que eu chamo de atitude Ocidental  estão completamente impregnadas por  todo o mundo e sendo expandidas em todas as direções.

O sucesso esplêndido da ciência e da engenharia no século vinte parecem provar a utilidade e também a exatidão dessa visão Ocidental. O resultado é que muitas pessoas, seja do Leste, Oeste, Norte ou Sul do planeta, veem a realidade de uma perspectiva objetiva e materialista que frequentemente coexistem com alguma forma tradicional de religião e dogma social baseados em sua cultura.

Assim, um equilíbrio ou impasse, entre nossas necessidades internas e externas evoluíram para uma visão de mundo prática que encoraja a produtividade material Ocidental. Um materialismo pragmático que depende da casualidade objetiva é usado para gerar a aparência de uma estabilidade racional e manipulável pelo lado de fora, enquanto um sistema de crenças de algum tipo provê a segurança pessoal necessária pelo lado de dentro. Para eliminar o desconforto das visões de mundo conflitantes, os dois fins dessa dicotomia conceitual bipolar são tipicamente mantidos separados e não se misturam ou se integram em qualquer profundidade significante. Cada uma apoia a outra superficialmente enquanto juntas elas produzem um trabalhador focado na materialidade, responsável, que luta para crescer e com uma boa ética de trabalho, valores cooperativos, uma inclinação para a dependência e uma alta tolerância a dor.

Porque a mentalidade Ocidental está crescendo e se espalhando rapidamente, e por causa do espírito humano geralmente murchar na videira antes dela começar a amadurecer em tal ambiente, é particularmente importante marcar uma trilha para o entendimento da realidade maior em termos, linguagem e metáforas desta mentalidade. Eu mesmo, como produto da cultura norte americana, e como um cientista, tenho me esforçado em elaborar um modelo da realidade maior que não apenas pareça racional para a atitude Ocidental objetiva, mas que também forneça um modelo compreensivo, completo e preciso sobre o qual a ciência Ocidental possa vir a construir.

“My Big TOE” provê um entendimento da realidade que pode proveitosamente ser usado por ambos ciência e filosofia – um que forneça uma perspectiva original e faça uma contribuição significativa para a física e a metafísica e também para várias outras disciplinas tradicionais acadêmicas e práticas.  No momento que você terminar a Seção 6, você terá sido exposto não apenas a física de Visão Ampla e metafísica de Visão Ampla, mas também para a psicologia, biologia, evolução, filosofia, ciência da computação, inteligência artificial e filosofia da ciência  de Visão Ampla. Há até mesmo um osso do TOE¹ (Teoria de Tudo e também dedão do pé) para lançar aos matemáticos – eles vão encontrar novos conceitos sobre fractais e descobrir porque a geometria fractal reproduz com sucesso a aparência dos objetos naturais. Você irá aprender porque Albert Einstein e outros não foram capazes de desenvolver com sucesso a Teoria de Campo Unificada e porque as tentativas atuais de produzir uma “TOE” de sucesso tem sido frustradas da mesma maneira.

O problema que os físicos estão atualmente tendo em descrever uma realidade consistente é primariamente por causa do jeito que eles definem espaço, tempo, objetividade e consciência. Suas ideias atuais destes conceitos básicos contém limitações derivadas de crenças culturais incorretas.  É essa cegueira induzida pela crença que cria os paradoxos científicos (tais como a dualidade onda/partícula e a comunicação instantânea entre um par entrelaçado). Como Einstein apontou mais de meio século atrás, espaço e tempo, como nós interagimos com eles e os experimentamos, são ilusões. Muitos dos melhores cientistas dos séculos vinte e vinte e um perceberam este fato, mas não sabiam e não sabem o que fazer sobre isso ou como prosseguir. Seu problema é de perspectiva – a sua conceitualização de realidade é limitada demais (apenas uma visão reduzida) para conter a resposta.

O campo de espaço-tempo de Albert Einstein (como descrito na sua Teoria de Campo Unificada)  afirmou um campo não físico como sendo base da matéria especificamente e da realidade como um todo, desse modo movendo a ciência mais perto da verdade, mas ele não gostava das propriedades digitais discretas do espaço-tempo ou o papel da consciência (ao invés do espaço-tempo) como o campo primário de energia. O aluno e colega de Einstein, o grande físico quântico David Bohm (junto com alguns dos melhores teóricos da Mecânica Quântica incluindo Niels Bohr, Werner Heisenberg e Eugene Wigner) fizeram a conexão da consciência, mas perderam a conexão digital e a Visão Ampla.

O físico contemporâneo Edward Fredkin e seu movimento da Física Digital faz a conexão digital (espaço e tempo quantificados) e está indo na direção certa, como estavam Einstein, Bohr e Bohm, mas eles estão perdendo a sólida conexão com a consciência. A Física Digital ainda não descobriu que a consciência é o computador. Em todos, falta uma valorização da limitação natural de nossa causalidade objetiva física e uma vista coerente da Visão Ampla que amarra tudo como um conjunto. A você será mostrado não apenas todos os pedaços de antigos e novos quebra-cabeças da realidade, mas você verá também como eles se encaixam – filosofia e ciência, mente e matéria, normal e paranormal – em uma Visão Ampla única, unificada e coerente.

Você irá ouvir mais dos cavalheiros da ciência citados acima, bem como de muitos dos maiores pensadores ocidentais de todos os tempos, na Sessão 6, onde eu integro os conceitos da “My Big TOE” com a base de conhecimento da ciência e filosofia tradicionais do ocidente.

“My Big TOE” representa uma turnê científica e lógica pela realidade que vai consideravelmente além do ponto onde Einstein e os outros cientistas de ponta desistiram em frustração. Enquanto as limitações são removidas de seu pensamento, você verá a fonte da frustração deles claramente, como e porque eles ficaram travados, e a solução que eles não puderam encontrar ou entender.  Que esta seja uma exposição não técnica, desprovida da linguagem matemática da nossa ciência de visão reduzida, não é na verdade uma fraqueza – mesmo de uma perspectiva estritamente científica. Como pode ser? Enquanto você progride pela “My Big TOE”, você virá a entender as limitações naturais fundamentais, e inevitáveis, da lógica, ciência e matemática de visão reduzida.

Eu irei mostrar a você como a física é relacionada a, e derivada da, metafísica. Adicionalmente, você irá descobrir que mente, consciência e o paranormal irão ganhar uma explicação científica que se firma em fundações teóricas sólidas. Não necessariamente da maneira que se esperava pela ciência tradicional – no entanto, como você irá descobrir, ser não tradicional é uma força necessária, e não uma fraqueza inevitável.

A evolução do conhecimento demanda que cedo ou tarde, a verdade deve prevalecer e a falsidade deve se auto destruir. Embora o consenso da opinião baseada na cultura possa ganhar o dia, resultados mensuráveis vão ganhar o dia depois desse. O valor e sucesso de “My Big TOE” devem ser medidos em termos dos resultados pessoais e objetivos que ela produz. Apenas a verdade pode produzir resultados consistentes significantes. Em contraste, a falsidade se sobressai ao produzir crenças assertivas, argumentos e opiniões. Abra a sua mente, mantenha-se cético, busque apenas resultados mensuráveis significantes e deixe as fichas caírem onde elas possam².

“My Big TOE” está na forma de um modelo de realidade em um nível que é necessariamente incomum, mas fácil de entender. Fornece uma exploração das implicações científicas e filosóficas da evolução da consciência, um assunto que tem significado crítico para todos.

Por causa deste material precisar desenvolver paradigmas científicos e da realidade totalmente novos, ele requer uma apresentação extensiva para lançar luz sobre as limitações dos padrões de pensamento culturais habituais – uma meta que não pode ser alcançada ao mesmo tempo rápida e efetivamente.  Tal profunda análise multidisciplinar  fica melhor em uma trilogia do que na estrutura formal condensada de um artigo científico tradicional.

O foco desta trilogia é voltado na direção do significado potencial que a “My Big TOE” tem para cada leitor individualmente. Estes livros foram escritos para você – você achará seu tom mais pessoal do que genérico, mais um compartilhamento de experiências e conceitos do que a apresentação feita por um especialista. É a sua interação potencial pessoal com este material que iniciou, e também guiou, o seu desenvolvimento.

Você vai perceber que uma mente aberta, lógica e cética com uma ampla profundidade de experiência é é muito mais útil do que um conhecimento ou experiência técnicos. Os detalhes da realidade de visão reduzida são, por natureza, altamente técnicos, o território exclusivo da ciência e da matemática modernas. Por outro lado, a realidade de Visão Ampla está disponível e acessível a qualquer um com uma mente aberta e com a vontade de aplicá-la. Não existem requisitos de educação formal ou credenciais técnicas a fim de se entender o que é apresentado aqui.

Existem três desafios principais que devem ser atendidos a fim de se entregar uma “Big TOE” empacotada para o público em geral. Primeiro, com as mangas arregaçadas e as luzes acesas, eu devo transformar uma parcela da metafísica em física pois meu intento é descrever a realidade por completo – mente e matéria, normal e paranormal – não meramente a matéria e a parte normal. Consequentemente, a metafísica é por onde eu devo começar – nossa física contemporânea fluirá naturalmente da metafísica. O segundo desafio é empacotar esse assunto inevitavelmente distante de uma maneira que seja interessante, de fácil leitura, que intelectualmente engaje e não seja ameaçadora. Para este fim, eu uso o formato de “um-para-um”,  (peer-to-peer³ – sem intermediários), de discussão informal entre o leitor e eu.  O terceiro desafio é tornar e manter “My Big TOE” acreditável – permanecer estritamente lógico enquanto diretamente explico os dados de nossa experiência individual e coletiva.

Os reflexos da mente culturalmente condicionada podem precisar ser reexaminados, generalizados e expandidos. O fato de parte do conteúdo desta trilogia  provavelmente ficar muito além da familiaridade confortável de sua experiência pessoal, cria um problema difícil de comunicação para ambos. “My Big TOE” não apenas requer que você pense “fora da caixa”, mas “fora do estádio” (e talvez “fora do universo”) também. Você será desafiado a sobrepujar âncoras culturais instintivas profundamente enterradas a fim de escalar a montanha alto o suficiente para conseguir uma boa vista.

A ciência e a tecnologia modernas somente agora fornecem o conhecimento combinado pelo qual a metafísica pode ser entendida. Não deveria ser tanta surpresa que a ciência, em sua exploração incansável pelo desconhecido, iria algum dia chegar às raízes da própria existência. Como se vê, a natureza da realidade tem um componente tanto objetivo como subjetivo. “My Big TOE” provê  uma descrição científica minuciosa de uma Teoria de Tudo objetiva que cobre todos os aspectos da realidade de uma maneira totalmente genérica. Adicionalmente, ela fornece  um entendimento notavelmente prático e pessoalmente significativo da consciência subjetiva e explica como você está individualmente relacionado a realidade maior. Para apreciar e entender profundamente a natureza pessoal ou subjetiva da consciência, você deve fazer crescer sua própria “Big TOE”. Um dos maiores objetivos de “My Big TOE” é fornecer a plataforma lógica conceitual, materiais, ferramentas e direção que você precisa para, independentemente, criar sua própria  “Big TOE”.

“My Big TOE” proverá a fundação e a estrutura que você precisa para dar sentido a sua experiência tanto objetiva como subjetiva. O seu Grande Entendimento da Grande Verdade particular deve fluir primariamente da sua experiência direta – não apenas do seu intelecto. Esta trilogia unirá sua experiência objetiva e subjetiva sob um entendimento coerente de você como um todo.

Por favor, entenda, eu não coloquei o “My” (Minha)  em “My Big TOE” (Minha Grande Teoria de Tudo)  para ostentar o orgulho da autoria. Nem o “My” indica falta de generalidade ou de aplicabilidade para os outros. O “My” foi inserido para que seja um lembrete constante de que este modelo de realidade não pode servir como o seu “Big TOE” pessoal até que seja baseado na sua experiência pessoal. Por outro lado, a experiência pessoal ou subjetiva é apenas um pedaço do quebra cabeças da realidade. No mundo físico objetivo da ciência tradicional, “My Big TOE” entrega um modelo compreensivo da realidade que subsume (coloca em contexto mais amplo) a ciência moderna, descreve nossa realidade objetiva material e é universalmente aplicável. A física contemporânea mostra ser um caso especial de um conjunto mais geral de princípios básicos. Após ler a trilogia “My Big TOE” você irá entender melhor a natureza universal (objetiva) e pessoal (subjetiva) da percepção, consciência, realidade e dos “Big TOEs”. Você irá aprender a apreciar o fato de que a realidade maior  se estende além da casualidade objetiva, além  do alcance do esforço intelectual, para dentro da mente subjetiva de cada indivíduo. “My Big TOE” é a plataforma de lançamento.  “Your (Sua) Big TOE” é o destino final.

Uma “Big TOE” pessoal é necessária, porque a realidade maior, como sua consciência, tem um componente subjetivo bem como um componente coletivo objetivo. A realidade maior não pode ser totalmente apreciada ou entendida apenas por estudar ou ler sobre ela. Você precisa experimentá-la. Adicionalmente, seu entendimento da Visão Ampla deve ser suficiente para integrar sua experiência subjetiva com o conhecimento objetivo compartilhado ou ambos permanecerão superficiais. Para o cientista tradicional e outros tipos analíticos que usam demasiado o lado esquerdo do cérebro, o que eu acabei de dizer soa suspeito como um misto de ciência de verdade com abracadabra, sentimentalismo e bobagem ligadas a crenças. Não é, mas uma mente cética adequada talvez precise digerir todos os três livro antes que isto fique aparente.

Chegar a conclusões baseado na assumida infalibilidade e aparente verdade dos paradigmas culturais, pessoais e profissionais embutidos, e em dogmas, irá tornar a realidade maior difícil de entender. Mudança e novas maneiras de pensar são geralmente traumáticas, difíceis de integrar e muitas vezes indesejáveis. A resistência a mudança é automática em um nível muito profundo;  nos agarramos a modos familiares pela segurança e conforto que eles fornecem. Não vemos facilmente padrões não familiares. Você deve querer sobrepujar o medo e ascender sobre a cegueira derivada da crença auto imposta se for para ter sucesso em dar uma boa olhada na Visão Ampla.

Nas páginas a frente, nós iremos explorar as terras intocadas da realidade. Esta trilogia é sobre o “como”, o “o quê” e o “por quê” daquilo que é. É sobre física e metafísica, seu mundo e outros mundos. É sobre começos, fins, mente e matéria, razão e propósito – é também sobre a qualidade da sua consciência pessoal.

O seu entendimento intelectual da realidade onde você existe, e é parte, é apenas o começo – um lugar para começar. A ação mais importante, a verdadeira diversão, começa depois que você tiver terminado a trilogia e começado a aplicar o que você aprendeu sobre a realidade e a Visão Ampla para o resto da sua vida – tanto profissional como pessoalmente.

Embora você venha a aprender em breve que existe mais sobre a realidade do que teoria e fatos, aqui vai um fato que você deveria considerar antes de começar: A Grande Verdade, uma vez compreendida e assimilada, sempre modifica a sua intenção e, invariavelmente, leva a uma mudança pessoal.


1- Nota do Tradutor:  O Autor usa o termo TOE-Bone, fazendo um trocadilho com o termo TOE (Theory of Everything – Teoria de Tudo) que também significa dedão do pé, brincando inclusive com a palavra T-Bone que quer dizer  Bisteca em português.

2- NT: A expressão original “let the chips fall where they may”  é utilizada para exprimir a não necessidade de se preocupar com o resultado direto de suas ações imediatas. Algo como: “não se preocupe com as consequências”.

3- NT: O termo “peer-to-peer” refere-se a um protocolo de comunicação em ciências da computação, onde um terminal (computador pessoal por exemplo) se conecta a outro diretamente –  através de uma rede, como a internet –  para transferir informações e arquivos sem a necessidade dessa comunicação passar por um intermediário, como um servidor principal. Por isso o termo foi usado numa conotação de comunicação direta entre o autor e o leitor.

Prefácio: Nota do Autor ao Leitor

Thomas Warren Campbell 2

Nota: Este capítulo foi traduzido por Celso Júnior!

Sim, você deveria ler este prefácio.

Eu entendo que muitos leitores têm pouco interesse, ou paciência, em ler extensos prefácios ou prólogos. A primeira pergunta é sempre: Deveria eu gastar tempo lendo este texto auxiliar ou posso pulá-lo sem perder nada de importante?

A maioria de nós fica ansiosa para passar pelas preliminares e imediatamente cravar nossos dentes na carne do texto principal. Antecipação e expectativa nos impulsionam para chegar até a coisa real. Nós da cultura Ocidental somos pessoas impacientes, orientadas ao objetivo, movidas em direção aos pontos finais. Em nossa pressa para a linha de chegada, quase não percebemos a jornada que nos leva até lá. Tal desapropriação de ênfase geralmente dissipa nossas oportunidades porque, mais frequentemente, a parte mais saborosa e nutritiva da vida está em experimentar o processo, não em alcançar o objetivo.

Ao fim da Seção 6, você irá, sem dúvida, concordar que esses livros são… digamos… diferentes. Como tal eles requerem uma abordagem diferente. O prefácio e o prólogo da trilogia de “My Big TOE” são partes integrais da estória. Já que esta trilogia abre uma trilha original bem distante do caminho conhecido, é essencial incluir um material introdutório que possa ajudar a prepará-lo para o que está à frente. Eu sei que você está ansioso para continuar e descobrir se essa trilogia entrega a mercadoria, mas se apressar rápido demais na direção desse alvo na verdade reduz a probabilidade de que você sequer chegue lá.

A função do prefácio e do prólogo é maximizar o retorno do seu investimento na leitura. O prefácio provê uma visão geral da tonalidade, estrutura, processo e mecânicas da trilogia “My Big TOE”. O prólogo estabelece uma visão ampla do conteúdo da trilogia e rascunha um mapa mais grosseiro de onde você estará indo nesta jornada incomum. Ela fornece o contexto e o foco onde o conteúdo da trilogia fica, em sua maioria, facilmente compreendido. O prólogo e o prefácio juntos melhoram a compreensão e minimizam a frustração ao dar uma visão global da floresta antes de você começar a descer pelas árvores.

Eu fortemente recomendo que você adote uma atitude de paciência quanto a obter um entendimento dos profundos mistérios e segredos antigos que são logicamente revelados por esta nova física. A Minha Teoria De Tudo Com Visão Ampla (My Big TOE) levará você para ambos, início e fim do tempo. Levará fundo dentro do coração humano e também a sondar os limites da mente humana. Irá definir a sua significância e fornecer um novo sentido à sua existência. Irá te ajudar a perceber e a aperfeiçoar seu potencial. Irá desenvolver um entendimento científico totalmente novo tanto do seu mundo interior como do exterior.

Você pode achar mais produtivo se seu ritmo for sobre profundidade de compreensão e não sobre porcentagem de páginas lidas. Evite correr de um conceito a outro do jeito que as crianças perseguem presentes no dia de Natal. Dê um tempo. Um alimento para o coração, cabeça e alma é melhor se ingerido pouco a pouco, mordida a mordida, com muitas pausas reflexivas e muita cogitação cuidadosa para ajudar na digestão. Descobertas genuínas devem ser absorvidas vagarosamente enquanto paradigmas existentes se dissolvem ressentidamente. Paradigmas familiares, como um ursinho de pelúcia predileto, são extremamente difíceis de abandonar.

Toda jornada de sucesso, independentemente quão longa ou difícil, começa com um simples passo que é animado pelo bom senso, dirigido pelos objetivos, e repetido quantas vezes forem necessárias por uma perseverança obstinada. Nesta jornada em particular, o prefácio está localizado no primeiro passo, o prólogo no passo dois, seguido pelos três livros: Despertar, Descoberta e Funcionamentos Internos.

Eu objetivei cuidadosamente o conteúdo desta exposição científica e filosófica para uma audiência comum de experiência variada. Você não precisa de uma experiência científica, filosófica ou metafísica para entender o conteúdo da trilogia Minha Grande Teoria De Tudo Com Visão Ampla. Nenhum salto de fé ou crenças são requeridos para chegar aonde estes livros irão te levar. Um buscador da verdade tenaz e determinado – de forte e independente intelecto que tenha por natureza uma mente aberta e cética – constitui o leitor ideal. Não existem pré-requisitos. Se você tem uma mente lógica, aberta e inquisitiva – uma atitude de pragmatismo científico que aprecia a elegância da verdade fundamental e o arrepio da descoberta – você irá desfrutar esta jornada de descoberta pessoal e científica.

Sob as melhores circunstâncias, o sucesso na comunicação do conteúdo desta trilogia irá exigir muito de nós dois.  Este trabalho apresenta muitos desafios únicos e assustadores para uma comunicação eficiente entre autor e leitor.  Visões do mundo não são colhidas ao acaso, como frutas de uma quitanda: Para fazer as conexões necessárias, precisamos mergulhar fundo.

Bem abaixo das fundações do nosso intelecto, sua cultura lançou o modelo da sua visão de mundo por sobre o sistema de crenças central que define a sua percepção da existência.  As suposições básicas que suportam a sua noção de realidade não são vistas como suposições de maneira alguma – elas são aceitas, sem questionar, como o mais sólido de todos os fatos. Esta é, simplesmente, a natureza da cultura – crença em um nível como ossos e tendões da consciência. A questão é: os conceitos apresentados nesta trilogia irão provavelmente desafiar o sistema de crenças da sua cultura – não importando de qual cultura você vem.

O material de “My Big TOE” pode desafiar suas hipóteses familiares, crenças e paradigmas ao ponto de causar sério desconforto. Se este desconforto levar para uma resolução vantajosa, eu fico satisfeito; se não, fico entristecido. Meu objetivo é ser informativo e prestativo. Eu te encorajo a pegar o que você puder usar proveitosamente e a abandonar o resto.

Existem novos conceitos e perspectivas incomuns apresentadas aqui que seriam o bastante para gerar uma multidão de livros. Propositalmente eu não deixei muito dito pela periferia, a fim de ficar concentrado na ideia central do desenvolvimento de uma “Big TOE”. Ainda que a trilogia permaneça, do início ao fim, firmemente focada em seu objetivo primário, eu vou, às vezes, fazer pequenos passeios laterais na forma de apartes para adicionar cor, explorar conexões relacionadas, e inserir tópicos de interesse especial e valor prático.  Esperançosamente, você irá achar essas passeios  laterais tão interessantes e informativos que você irá, gentilmente, perdoá-los por sua interrupção. Algum esforço será necessário da sua parte para fazer a ponte nestes apartes a fim de manter a continuidade lógica da discussão maior. Para ter certeza de que nunca vá se confundir sobre se está lendo um aparte ou texto principal, os apartes estão recuados, tem sua fonte especial própria, e estão claramente marcados (no começo e no final) com setas parecidas com esta: ▶. Se um aparte secundário residir dentro de um aparte primário, será recuado novamente e marcado com seta dupla ▶▶. Quando um aparte encher a página toda, será difícil julgar quanto do texto está recuado, consequentemente, quando esta condição ocorrer, setas serão também colocadas nos cabeçalhos para que você saiba que o texto é parte de um aparte. Portanto, uma simples olhadela é tudo o que é preciso para determinar se o texto que você está lendo está dentro de um aparte e, estando, em qual nível.

Você pode achar o texto desafiador em alguns lugares ou óbvio em outros. O que é desafiador ou óbvio demais para cada leitor depende em geral da experiência e entendimento daquele leitor individual. Está na minha intenção nunca acelerar através desta exposição de tal modo que você não possa apreciar o cenário, nem afundar-se repetitivamente no óbvio – embora de vez em quando, dependendo da sua experiência, alguns possam ter a sensação que eu ocasionalmente faça as duas coisas.

Embora a língua Inglesa Americana (a linguagem na qual este livro foi originalmente escrito) seja decididamente pobre em descrições conceituais não físicas, ela tem a vantagem de ser inusitadamente rica nas descrições sobre comunicação e tecnologia da informação. Esta última, bem estranhamente, é o que me permite transmitir à primeira. Por estranho que possa parecer, é o alcance da ciência moderna e da tecnologia, especialmente comunicações e processamento de dados, que provê as ferramentas conceituais necessárias para produzir um modelo de realidade maior em que a “mente ocidental” – ou mais amplamente, a “atitude ocidental” ou mais precisamente, o sistema de crenças ocidental – possa se relacionar, entender e trabalhar.

Ciência e tecnologia têm avançado ao ponto onde suas aplicações e entendimento começou a espelhar alguns processos fundamentais da existência. Nós do século vinte e um, apenas recentemente, adquirimos os conceitos necessários para entender e apreciar a natureza da realidade maior dentro do contexto de nosso ponto de vista ocidental contemporâneo. Anteriormente, o conhecimento e entendimento da Visão Ampla e da nossa existência nela era compreendido e descrito por antigos sábios em termos de metáforas que eram pertinentes a suas culturas e especialmente criadas em benefício de seu público em questão. Hoje, vemos essas descrições antes consideradas práticas, como altamente simbólicas e irrelevantes para a visão científica moderna da realidade. Filosofia, teologia e ciência se encontram em desacordo sobre o que é significante.

Eu sou um cientista. Esta trilogia é o resultado de uma longa e cuidadosa exploração científica, focada na natureza da realidade e no indivíduo. Noções preconcebidas serão mais um obstáculo do que uma ajuda. É tarefa desta trilogia clara e completamente construir sua consciência, seu mundo, sua ciência e sua existência de uma maneira universal, lógica e científica que explique de forma compreensível todos os dados pessoais e profissionais que você coletou durante toda sua vida.

Uma teoria de Visão Ampla abrangente que explica tudo pode parecer altamente improvável, se não absolutamente impossível, mas não é.  Tenha coragem: Boa ciência e a ingenuidade humana tem frequentemente entregado o impossível por, pelo menos, duzentos anos… Esteja aberto – a história demonstra repetidamente a aparência de impossibilidade é quase sempre o resultado de uma visão limitada.

Paciência será exigida. Esta aventura de mente, ciência e espírito, é complexa e irá levar um tempo significativo para se revelar. Se fosse imediatamente óbvio, já seria ou notícia velha, ou você estaria lendo um curto artigo de jornal ao invés desta trilogia. Uma mente aguçada que seja cética e aberta é o único ingresso que você precisa para fazer esta jornada.

Baseado nos comentários daqueles que te precederam, eu espero que você ache esta viagem dentro das profundezas da consciência elementar e da realidade fundamental, pessoalmente enriquecedora. Você será impelido a ter alguns pensamentos grandes e ponderar algumas grandes ideias, mas as conclusões a que você eventualmente chegar serão inteiramente suas, não minhas. Estes não são livros que foram publicados para convencê-lo de qualquer coisa, ou persuadir você em direção a um ponto de vista particular. A cada rodada você é fortemente dissuadido de se tornar um crente.  Dados, fatos e resultados mensuráveis são as únicas moedas com as quais esta trilogia negocia.

Ler a trilogia “My Big TOE” não é para ser uma experiência passiva.  Se você decidir agarrar a oportunidade de escalar para fora da caixa, provavelmente acabará fazendo algum trabalho difícil. Você sempre será encorajado a pensar por si mesmo e chegar a conclusões que sejam baseadas na sua experiência pessoal. A despeito de todas as cogitações sérias, iremos também brincar, rir, e nos divertir um pouco enquanto avançamos.

Muito do que você acredita sobre si mesmo, sua existência e a natureza da realidade, será desafiado. Se você está aberto para explorar uma visão maior, estes livros farão você pensar e pensar novamente. A maioria dos leitores não irá considerar esta trilogia como uma leitura fácil – apenas seguir os processos lógicos e sequências enquanto eles absorvem velhos paradigmas irá exigir algum esforço concentrado. Por outro lado, crescimento significativo e aprendizado raramente são fáceis – se forem fáceis, raramente tem significância.

Ao contrário dos meus esforços, as Seções 2, 3, 4 e 5 continuam de certa forma conceitualmente interdependentes. Cada Seção será melhor entendida e fará muito mais sentido depois de ler as outras seções. Não havia o que fazer. A realidade é uma coisa unificada por inteiro com cada uma das suas partes inexoravelmente entrelaçadas com as demais.

Os três livros desta trilogia e as seis seções desenvolvem o conteúdo conceitual de “My Big TOE” de forma aproximadamente sequencial. Consequentemente, ler os livros ou seções fora da ordem numérica provê uma experiência abaixo do ideal. No entanto, entender “My Big TOE” é muito mais dependente na leitura da trilogia inteira do que sobre lê-la numa ordem em particular.

A natureza da realidade e do leitor típico é tal que temos de nos esgueirar pela “My Big TOE” um conceito por vez. Iremos examinar a Visão Ampla de múltiplas perspectivas para assegurarmos que o projeto e a estrutura do todo se torne claramente visível.  Se as coisas parecem ficar um pouco distantes de vez em quando, aguente firme até que tudo se reúna em uma visão completa e coerente.

Pela razão exposta acima, uma leitura lenta e cuidadosa irá aproveitar melhor o seu investimento – não tenha pressa, passeie por estes livros a passos calmos e relaxados.  Se você ficar atolado, é melhor continuar (e voltar depois de quiser) do que sentir como se você devesse ler cada palavra na ordem em que aparecem. Seria lamentável para você não ver uma parte da floresta que poderia lhe ser importante porque você se perdeu, exausto ou desencorajado, vagando improdutivamente entre as árvores de outra parte.

Por toda “My Big TOE”, eu usei uma técnica de semeadura para passar por algumas das ideias mais difíceis. Eu frequentemente planto as sementes conceituais (que rapidamente apresentem ou introduzem uma ideia) dentro das seções, capítulos, páginas ou parágrafos que precedem uma discussão completa e minuciosa da ideia. Eu faço isso porque muitos leitores vão achar os conceitos apresentados dentro de “My Big TOE” totalmente desconhecidos. A compreensão e entendimento desta trilogia são significantemente melhorados se o leitor estiver, pelo menos de alguma maneira, preparado para as discussões conceituais principais.

Questões podem ocasionalmente saltar a sua mente enquanto você lê. Segure suas perguntas, ou melhor, anote-as enquanto você continua. A maioria será respondida dentro de alguns parágrafos ou páginas. Se você tiver perguntas não respondidas depois de completar a Seção 5, elas podem ser usadas produtivamente como o foco inicial na sua própria busca pela Grande Verdade – um assunto que é tomado com prazer na Seção 6.

Tome cuidado para não perder de vista a Visão Ampla por estar demasiadamente focado nos detalhes. É fácil ficar girando em torno de detalhes que atinjam uma ressonância emotiva com suas crenças. A estratégia vencedora aqui é ter um vislumbre da floresta inteira, não ficar argumentando sobre a cor do musgo crescendo em algumas árvores em específico. Controle seu interesse apaixonado na colorização de musgos ou você pode perder por completo o que é importante.

Uma última nota antes de você começar. Aqueles que me conhecem bem, juntamente com alguns leitores iniciais, me sugeriram a alertá-los sobre o meu senso de humor. Se você ler algo nestes livros que puder ser interpretado como humor, sarcasmo, condescendência, arrogância, tolice, futilidade ou todas acima, é provavelmente apenas humor, ou ocasionalmente, humor com um toque de sarcasmo. Se você se sentir inseguro do quanto ofendido você possa estar, eu sugiro que você, temporariamente, suspenda seu julgamento sobre a mentalidade do autor. Disseram-me que eventualmente (ao fim da Seção 4) você estará familiarizado com meu humor dissimulado e com meu estilo informal e tagarela. Consequentemente, um julgamento posterior pode ser mais preciso.

A anatomia estrutural de “My Big TOE” está exposta como um sapo em uma mesa de dissecação nos parágrafos abaixo. A maioria dos leitores vai achar que esta visão geral fornece uma perspectiva prestativa sobre como o livro que você está lendo agora se encaixa em toda a trilogia de “My Big TOE”.

“My Big TOE” é planejado como uma trilogia de três livros. É empacotado como livros separados para aqueles que preferem pacotes menores ou não tem certeza sobre quão grande será a primeira mordida que desejam dar, e como uma encadernação mais econômica com os três livros em um, para aqueles que estão confiantes em querer tudo. Cada um dos livros separados contém a mesma dedicatória, sinopse, índice, agradecimentos, prefácio e prólogo, bem como sua própria lista de acrônimos e duas seções de conteúdo exclusivas. Embora o índice dentro de cada livro separado exiba o conteúdo de todos os três livros, o conteúdo pertencente aos outros dois está escrito em cinza claro ao invés de preto.  Apesar da numeração dos capítulos e páginas reiniciar em cada um dos livros separados, as seis seções estão numeradas em sequência pela trilogia inteira para adicionar uma sensação de continuidade da estrutura. Quando os três livros estão unidos em um único grande livro, a numeração das páginas e dos capítulos, bem como a numeração das seções, corre continuamente, do início ao fim.

Livro 1: Despertar contém as duas primeiras seções. Seção 1 fornece uma biografia parcial do autor que é pertinente para o assunto. Sua função é lançar luz sobre as origens deste trabalho incomum, provendo um olhar sobre a experiência e as credenciais únicas do autor que eventualmente levaram a criação de “My Big TOE”. Seção 2 expõe os blocos de construção básicos necessários para desenvolver a fundação conceitual desta “TOE”. Muitos dos conceitos iniciados na Seção 2 serão totalmente explicados em seções posteriores.

Livro 2: Descoberta contém as duas seções centrais. Seção 3 leva a informação obtida na Seção 2 e desenvolve suas implicações em mais detalhes e profundidade enquanto relaciona-a mais diretamente com a experiência pessoal do leitor. Seção 4 junta às ideias da Seção 2 e 3, enquanto desenvolve os conceitos adicionais exigidos para juntá-los em um inteiro consistente. As Seções 2, 3 e 4 são cuidadosamente projetadas para trabalhar sequencialmente juntas para produzir o entendimento fundamental que é necessário para compreender a Seção 5.

Livro 3: Funcionamentos Internos contém as últimas duas seções. Seção 5 apresenta o modelo da realidade convencional em detalhes. Seção 6 é a embalagem que coloca tudo que foi discutido em uma perspectiva facilmente entendida. Adicionalmente, a Seção 6 aponta a relação de “My Big TOE” com a ciência e a filosofia contemporâneas. Demonstrando a estreita relação conceitual entre esta TOE e algumas das maiores armas científicas e filosóficas de suas fundações. A Seção 6 integra “My Big TOE” na ciência e na filosofia tradicionais do Ocidente.

Existe um lugar no ciberespaço [http://www.My-Big-TOE.com esta URL não é sensível a maiúsculas, mas os hifens são necessários] dê um tempo para você compartilhar sua experiência, exercitar seu intelecto, dar voz a suas opiniões, desabafar sua angústia, ou simplesmente se reunir com seus amigos viajantes.  Você pode enviar e-mails tanto para o autor como para a editora pelo “website” my-big-toe.com, bem como adquirir todos os livros da “Big TOE”. Lá você pode manter-se atualizado com as últimas informações sobre Big TOE, eventos, bate-papo, comentários, pesquisas e grupos de discussão.

– Tom Campbell

09 de Dezembro de 2002

Agradecimentos

Thomas Warren Campbell 2Nota: Este Capítulo foi traduzido por Celso Júnior!

A Única.  Numa categoria só para ela, eu queria agradecer a imensurável contribuição, de todas as formas possíveis, dada pela mais constante, consistente e desafiadora professora: Pâmela – A Única.

Companheiros de viagem. Primeiro e mais importante, agradeço a Bob Monroe e a sua esposa Nancy que permitiram minha exploração pelo caminho que eventualmente me levou a trilogia de  “My Big TOE”. Em seguida a Dennis Mennerich, meu amigo explorador e companhia de viagem. Incentivamos  um ao outro  quando nenhum de nós sabia muito onde estávamos indo ou como faríamos para chegar lá. Então a Nancy Lea McMoneagle, que não foi apenas a primeira viajante, como também a principal facilitadora do sucesso de Monroe. Todos jóias raras, cada um – Eu não poderia partir em uma jornada estranha com uma coleção melhor de amigos e mentores. Finalmente, para os muitos não nomeados  que  me proporcionaram as oportunidades que me permitiram ser o que e quem eu me tornei. Eu gostaria de poder ter feito mais com as oportunidades que vocês me ofereceram. No fim são estes dez, estas centenas, estes milhares, que tornaram essa trilogia possível. Obrigado a todos.

Grandes contribuidores. Em  uma veia mais direta e imediata, há alguns leitores  de indomada fortaleza a quem eu sou eternamente grato. O tempo e esforço voluntários dessas pessoas  extraordinárias fazem toda a diferença no mundo. Juntos nós tentamos tornar todos os três livros tão claros e compreensíveis quanto o possível.

Agradecimentos especiais para Lyle Fuller, Todd Philips, Ina Kuzman e Caroline Lampert pelo seu esforço em melhorar a legibilidade e clareza de My Big TOE. Todos os  três foram rápidos em apontar onde eu deixei pedras de tropeço pelo caminho do entendimento  da Big TOE.  Adicionalmente, os questionamentos de Todd e Ina serviram como catalisadores para desentocar muito material interessante. Muito obrigado a Chris Nelson, quem começou a me escrever em primeiro lugar. Sem a generosidade altruísta e dedicação acima de toda razão, esta trilogia seria uma pobre sombra daquilo  que você tem a sua frente.

Acrescentando, eu agradeço a Nancy Lea McMoneagle e Dennis Mennerich por ajudar e corroborar na precisão da minha memória dos primeiros dias em Whistlefield.  Também um sincero obrigado a Lyle Fuller, Joel Dobrezelewski, Trevor Goldstein e Eric Campbell pelo seu encorajamento e boas perguntas. Agradecimento especial a Steve Tragesser por fazer questões que se tornaram catalisadoras de muito do Capítulo 18, Livro 3.  Da mesma maneira, a Lyle Fuller por obstinadamente caçar perguntas que eventualmente produziram a discussão sobre livre arbítrio encontrada no Capítulo 11, Livro 2 e que adicionaram clareza a minha exposição ao princípio de incerteza psi. Similarmente, a Trevor Goldstein, cuja experiência e perguntas precipitaram a discussão sobre tectônica mental no Capítulo 6, Livro 2; e para Ina Kuzman, por iniciar a discussão encontrada no Capítulo 23, Livro 1 sobre a natureza e a prática da meditação. Também, obrigado para Eric Campbell por iniciar a discussão sobre as restrições naturais de um sistema finito de consciência. Créditos parar Bryan Mott, Ted Vollers, Tom Hand, Zane Young, Rhonda Ganz e Kristopher Campbell por me oferecerem comentários úteis e fazerem boas perguntas. Finalmente, eu gostaria de  agradecer a Steve Kaufman, por estar no lugar certo e na hora certa com seu livro: Teoria da Realidade Unificada: A Evolução da Existência para a Experiência. Eu adoro quando um plano acaba funcionando.

Ajuda Contratada. Duas damas de grande integridade e competência permitiram que My Big TOE fizesse a transição de uma criação amadora para um produto profissional. Kate von Seeburg, dona da K8 & Company , editou o manuscrito enquanto Michele DeFilippo, dona da 1106 Design, produziu a diagramação e a capa.

Família. Grande estima para a minha esposa e filhos, quem paciente e alegremente me permitiram trabalhar “no livro” quando eu deveria lhes dar atenção. Eu espero que o resultado final se prove merecedor do nosso sacrifício coletivo.

Não-contribuidores. Por último, e certamente como mínimo, eu gostaria de pelo menos mencionar Kathy Cyphert e Peggy Rochine, quem, junto de muitos outros, numerosos demais para nomear, contribuíram com absolutamente nada com este esforço, mas queriam ver seus nomes mencionados mesmo assim. Adicionalmente, Boldar, Kiana, Onyx, Joe, Nikki, Chico, Mr. Pickle, Sid, Moe, Sr. Maximus, Snuffy, Sr. Minimus, Kia, Gabrielle, Isabel e Kuga-Bear também merecem uma menção honrosa por sua  marcante não contribuição.

– Tom Campbell,

9 de Dezembro de 2002

 

Minha Grande Teoria de Tudo

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