Novos Experimentos Dupla Fenda e Realidade Virtual – Revista Superinteressante

Novos Experimentos Dupla Fenda e Realidade Virtual – Revista Superinteressante

Experimento Dupla Fenda proposto por Tom, para gerar evidencias da Realidade Como Virtual

 

Como já é conhecido da Física Quântica, tanto a luz como as partículas (com suposta massa), quando submetidas ao experimento da Dupla Fenda tradicional (que nunca foi associado a Realidade Virtual, se comportam como “onda”,  se o seu caminho não é medido/confirmado (sobre ter passado por uma fenda ou outra) e geram um padrão de interferência no anteparo final, após passarem pela dupla fenda, como se tivessem passado pelas duas. Também já é sabido, que se a medição é gravada e depois observada, o resultado mostra um comportamento de partícula. Ocorre ainda que se os dados dessa medição do caminho usado, são eliminados por um apagador quântico (que embaralha estes dados impossibilitando sua leitura), quando se observa o comportamento, ele se mostra como onda, em vez da esperada partícula, já que a medição foi feita (mesmo tendo sido apagada). Esta é um dos famosos comportamentos estranhos das partículas.

Qual é a diferença do novo experimento descrito (em relação ao mais antigo e já existente)?

 

Começa por seu objetivo: o experimento antigo tem como objetivo, apenas estudar e entender os fenômenos misteriosos ao nível quântico, considerando que vivemos em um universo físico feito de “matéria/massa”, e eles seguem se mostrando misteriosos, nesta e em outras variações do experimento tradicional; Já os vários experimentos propostos por Tom Campbell, consideram que a “realidade” é virtual, digital e informacional, um ponto de vista completamente diferente que jamais foi abordado em experimentos antes. E em vez de apagadores quânticos (no mesmo nível das partículas sob exame) a proposta é destruir a informação já ao nosso macro nível, destruindo o pendrive que armazenaram a “informação resultante do teste” ou até mesmo os PC s que os manipularam.

Figura: Paper do Tom suportado por Cientistas descrevendo os Experimentos e seus objetivos (Pode ser encontrado na internet se pesquisado pelo titulo).

Isto é sem precedentes e busca encostar o possível “sistema” que geraria esta “realidade virtual”,  “contra a parede” por evidências de que, se a informação é destruída, a “realidade” não precisa ser “renderizada” (ou nos termos que muitos gostam: “colapsada”) e portanto segue atuando como onda e não como partícula.

Já se pensou faz muito tempo que a “matéria” era algo sólido. Faz muito tempo a ciência já provou que ele é muito mais espaço vazio de uma energia aparentemente condensada que outra coisa. Este agora pode ser o passo final para uma explicação completamente diferente, da realidade como informacional, digital e virtual. Se parece ainda como parecia antes, mas explicada por um mecanismo completamente diferente.

Como seria um dos experimentos voltados a extrair evidências de uma realidade virtual?

 

Figura: Novo experimento proposto por Tom Campbell (em entre vários).

Explicamos aqui a figura acima, seguindo os passos conforme segue:

 

– como sempre ocorre nestes experimentos, são atirados fótons ou partículas contra uma placa com duas fendas, onde cada partícula pode seguir qualquer dos dois caminhos.

– nestas fendas é colocado o detector que informará (quando esteja acionado) por qual das fendas a partícula passou (a famosa medição).

– na sequencia temos o anteparo onde a onda ou partícula bate e ou gera o padrão de onda ou partícula (se estiver sendo medida/registrada ou não);

– a seguir temos dois computadores, o 1º registrando o padrão que se forma no anteparo (se onda ou se partícula, conforme o caso), e o 2º registrando as medições do detector, se acionado ou não e, quando acionado se passou por uma fenda ou por outra.

– o experimento começa e pode se alternar com o detector acionado por algum tempo e desligado por algum tempo alternadamente.

– quando o detector esta desligado isso deveria ficar registrado no PC 2 e o PC 1 deveria registrar um padrã/comportamento de onda.

– quando o detector esta ligado isso deveria ficar registrado assim como por que fenda a partícula/fóton passou. Enquanto o detector está ligado, o PC 1 deveria estar registrando nesses momentos, o comportamento mostrado na placa final como sendo de partícula.

– isto pode se alternar algumas vezes durante o tempo da experiencia.

– como descrito acima, em um “universo supostamente material”, se destruíssemos a informação, os dados gravados no PC 2 (ou em um pen drive que ele diretamente gravasse seus resultados), pela destruição física do PC ou do pen drive, isto em nada deveria afetar os resultados gravados no PC 1 e quando verificássemos, deveríamos encontrar ali gravadas todas as alterações de comportamento entre períodos de detector acionado com resultado de comportamento de partícula e períodos de detector não acionado, como resultado de comportamento de onda. Isto porque, a única coisa que foi destruída aqui foi informação sobre o evento em nível físico.

–  agora se a realidade é gerada “virtual”, “digital” e “computacionalmente”, a destruição da “informação” ao nível macro, “desobrigaria” o “sistema” de “gerar/renderizar” os períodos de “comportamento de partícula” que estão supostamente gravados no PC 1, para quando fossem observados. Em outras palavras, após a destruição do PC2, quando checamos os dados do PC1 encontramos apenas o comportamento de onda, independente de quantas vezes e por quanto tempo, o dispositivo tenha sido acionado.

Artigo escrito por  Celso Jr e Mário Jorge P. Santos (em complemento e expansão as explicações parcialmente fornecidas na Superinteressante de Set. 2018).

 

Nota: As figuras abaixo retratam os experimentos de dupla fenda mais tradicionais e foram extraídas do mesmo artigo da Super.

Veja aqui mais detalhes sobre os experimentos nas palavras do próprio Tom Campbell:

Para mais detalhes sobre o experimento original da dupla fenda veja o artigo abaixo:

O Experimento da Dupla Fenda – Física Quântica

O Experimento da Dupla Fenda – Física Quântica

Os mistérios do experimento da Dupla Fenda.

Preparado por: Celso Junior!

Em meados do século 18, o físico, médico e egiptólogo britânico Thomas Young (1773 – 1829) conseguiu refutar umas das afirmações de Isaac Newton. A de que a Luz era composta por “corpúsculos” ( unidades quantificadas – o que hoje se chamaria de partículas subatômicas ).

Para fazer isso ele realizou um experimento muito simples: Usando uma grande caixa fechada, ele inseriu um  visor e duas pequenas fendas por onde a luz do sol deveria entrar. Ao olhar pelo visor ele observaria a luz projetada para dentro da caixa, refletida em uma das paredes internas. Existiriam 2 possibilidades, a luz seria composta ou de uma onda contínua   (como ondas eletromagnéticas de energia ou as ondas em um lago) ou  por unidades discretas (como defendia Newton no seu modelo corpuscular da luz ).

Eis o experimento:

Fig 1Caso a luz fosse composta de pequenas unidades de matéria (partículas), que é o que o desenho acima simula,  ela iria se comportar passando por uma pequena fresta ou por outra, seguindo em linha reta e apresentando o seguinte padrão no fundo da caixa:

Fig 2Caso a luz fosse composta de uma onda, ao invés de partículas, ela se comportaria desta forma:

Fig 3

Como ondas se propagam através de uma frequência e intensidade, quando a crista da onda que estivesse passando pela fenda esquerda entrasse me contato com crista da onda (parte mais alma ou mais intensa) propagada pela fenda da direita, então elas se somariam e formariam uma onda mais forte. Já se a crista de uma onda entrasse em contato com  o vale da outra (parte mais baixa ou menos intensa) então as duas se anulariam.

Pensando assim, se luz fosse onda, então o padrão exibido no fundo da caixa seria o que é chamado de Padrão de Interferência:

Fig 4Este padrão denotaria que a luz era composta de Ondas e não de Partículas e foi exatamente o que o experimento demonstrou, encerrando a dúvida sobre a natureza da Luz, pelo menos por um tempo.

Porém existiam outros fenômenos observados que não condiziam com o fato da luz ser uma onda. O Efeito Fotoelétrico é um deles.

Descoberto por A. E. Becquerel em 1839 e confirmado por Heinrich Hertz em 1887, ele demonstra que um material metálico desloca elétrons (partícula já bem conhecida na época) ao ser exposto a um feixe de luz. O que foi observado era que ao aumentar a intensidade da luz, ao invés de se emitirem elétrons com maior energia cinética (algo esperado pelo fato da luz ser considerada uma onda eletromagnética) na verdade o que aumentava era a quantidade de elétrons movimentados.

Isso implicava que, de alguma forma, a Luz tinha propriedades de onda e também corpusculares, já que a explicação mais plausível era a de que a luz, se fosse composta por partículas, deslocaria mais elétrons do metal porque o que aumentava-se era a quantidade de “unidades” de luz, aumentando assim as chances de elétrons serem colididos e movimentados.

Nasce aí o fóton, com descrito por Einstein em 1905 (O que lhe rendeu o Nobel em Física em 1921).

Com o advento dos estudos aprofundados e descobertas da mecânica quântica e da ciência moderna, resolveu-se tirar a dúvida, de uma vez por todas, sobre a natureza real da Luz, pois mesmo constatando o efeito fotoelétrico, a luz em outras ocasiões também se portava igual a uma onda.

Resolveram então criar uma variação do experimento de Young, usando um raio laser que era interrompido por uma placa com duas finas fendas bem próximas, um experimento Idêntico ao primeiro, porém com um Laser seria possível controlar a quantidade e a intensidade das partículas de Luz (já se admitia que a Luz era composta de partículas, porém tentava-se explicar do porquê da luz ainda se comportar como onda em algumas ocasiões).

Acreditava-se que quando as partículas passavam por uma das fendas, elas deviam colidir com as paredes das fendas, mudando sua trajetória e colidindo com outras partículas de luz, fazendo o padrão de interferência que fazia a luz “parecer” se comportar como onda no experimento. Resolveram então lançar um fóton (partícula de luz) por vez. Acreditava-se assim que as partículas não teriam como colidir umas com as outras, anulando o padrão de interferência e fazendo com que as partículas fizessem uma trajetória retilínea, criando apenas duas ‘bandas’ de luz. Com o tempo, o resultado acumulado e uma placa fotossensível é a imagem abaixo:

Fig 5Isso demonstra que as partículas, mesmo individualmente, criavam um padrão de interferência que não poderia ser explicado por meios habituais. Uma vez que mesmo soltando uma partícula de cada vez, ela ainda tinha um comportamento de “onda”. Foi então que levantou-se a hipótese da posição da partícula estar se comportando como uma nuvem de probabilidades ao invés de uma posição definida no espaço. Schrödinger, em seu modelo do átomo e o princípio de incerteza de Heisenberg, demonstram que é impossível ter-se certeza da posição e velocidade de uma partícula no espaço (fóton ou elétron por exemplo ), apenas sobre a probabilidade dela estar em determinada faixa ao redor do átomo ou não.

O problema é que, mesmo sabendo-se dessa incerteza através dos experimentos, o que de fato ocorria com a partícula individual ao passar pela dupla fenda? Não se saberia ao certo por qual fenda cada partícula passaria ou se ela se chocaria em alguma parte da placa antes de passar, mas isso não seria o suficiente para fazer com que a partícula gerasse um padrão de onda. Estaria então a partícula (sendo probabilidade) sobre-posicionando essas 3 possibilidades ao mesmo tempo e  essa probabilidade interferindo consigo mesma? Isso seria difícil de acreditar porque até então a realidade seria composta de elementos objetivos (matéria, energia, interações físicas) e probabilidade está mais no campo informacional do que na realidade manifestada.

Os físicos ficaram intrigados com essa dúvida e resolveram tirar a prova. Colocaram sensores (células fotossensíveis) próximos das fendas, que iriam medir realmente por qual fenda cada partícula passaria. Não seria possível que uma partícula estivessem em dois lugares ao mesmo espaço-tempo e isso precisaria ser verificado.

Ao realizarem o experimento medindo por qual fenda cada partícula passaria, veja o resultado

Fig 6O padrão de interferência havia desaparecido! Isso era inesperado. O simples fato de medirem por qual fenda cada partícula passaria, para tentar entender o porquê das partículas individuais estarem criando um padrão de onda, causou o colapso do padrão anterior, fazendo com que as partículas se comportassem, dessa vez, como partículas, em uma trajetória, praticamente, retilínea.

Repetiram os mesmos experimentos com elétrons e, novamente, os mesmos comportamentos foram constatados, ou seja, todas as partículas conhecidas apresentam a dualidade onda/partícula e tudo dependia do momento onde a informação sobre sua posição é medida.

Isso implica dizer que se, na experiência, a medição for feita na placa no fundo da caixa, então podemos ter a onda de probabilidades manifestada, logo, através de um padrão de interferência – se medirmos nas fendas, ou seja, se colhermos a informação sobre a partícula no momento onde ela poderia apresentar uma onda de probabilidades, essa onda desaparece e o que temos é a realidade “re-renderizada”, é como se a realidade se adequasse ao momento da obtenção da informação, ou, o momento onde a realidade é observada.

 O que deixou a coisa mais complicada, foi o fato dos físicos não admitirem que a simples obtenção da informação (medir a posição da partícula) anularia a onda de probabilidades, então ocorreu uma busca em tentar entender qual o tipo de interferência OBJETIVA o ato de medir estaria causando. Acreditava-se que os sensores elétricos ou fotoelétricos, de alguma maneira estavam criando alguma interferência nas partículas.

Porém, hoje já se sabe que a questão é muito mais profunda. Outros experimentos foram capazes de ‘embaralhar” a informação já medida, como o Apagador Quântico de Escolha Atrasada, que consegue medir por qual fenda cada partícula passou, mas tira a certeza da medição após ter sido feita, isso faz com que o padrão de disposições dos elétrons ou dos fótons se comporte exatamente como uma onda e o padrão de interferência retorna, ou seja, a onda de probabilidades volta à Realidade, caso a informação da medição seja perdida ou inutilizada.

Resumindo, mesmo quando medimos por qual fenda a partícula passou, se não tivermos como “ler” essa informação (mesmo se essa leitura ocorrer no FUTURO), a partícula não se comporta como unidade corpuscular e torna-se uma nuvem de probabilidades no PRESENTE, gerando um padrão de interferência na tela. Por outro lado, se tivermos certeza (e como ‘ler’ essa informação) sobre a posição da partícula, o padrão de interferência desaparece.

As implicações disso são tamanhas que fizeram com que a física quântica se tornasse mais uma ciência Informacional do que sobre a física objetiva (embora seus resultados sejam mensuráveis no mundo “Real” ), porque constatou-se que tudo (e quando digo tudo eu me refiro a TODA a realidade que podemos observar) é uma questão de como percebemos e medimos a realidade e seus fenômenos e que essa medição (a obtenção da informação) é o que, em última análise, compõe a realidade e não o contrário. Isso abala as fundações de uma realidade objetiva e nos coloca não como espectadores, mas como ELEMENTO FUNDAMENTAL da realidade, ou, nas palavras de Eugene Wigner (Nobel de Física):

“Continuará sendo impressionante, não importa os caminhos que nossos conceitos futuros irão nos levar, que todo o estudo do mundo externo nos leva a conclusão científica que o conteúdo da consciência é a realidade universal definitiva .

E nas de Max Planck (Nobel de Física e considerado Pai da Física Quântica):

“A ciência não pode resolver o mistério derradeiro da natureza porque, em última análise, nós mesmos somos parte do mistério que estamos tentando resolver“.

Para entender melhor, assista ao vídeo de Thomas Campbell onde ele esmiúça bem o experimento da dupla fenda no vídeo (em inglês):

http://www.youtube.com/watch?v=LW6Mq352f0E

Fig 7

Ou este clipe do documentário “Quem somos nós?”

http://www.youtube.com/watch?v=u7VctogNgU4 

Veja o novo artigo sobre os NOVOS EXPERIMENTOS de Dupla Fenda que buscam evidencias sobre a realidade ser VIRTUAL

Novos Experimentos Dupla Fenda e Realidade Virtual – Revista Superinteressante

 

 

COMO COMPRAR – Passo a Passo (Ajuda)

Nos contate pelo WHATSAPP: 011 9 5892 4139   ou por email: mario@mybigtoe.com.br

COMO COMPRAR – Passo a Passo:

#1 Clique no botão COMPRAR (mais abaixo).

(Uma página ‘CARRINHO” será aberta)

Confirme a QUANTIDADE

Clique em CALCULAR FRETEdigite somente o CEP.

Clique em ATUALIZAR TOTAL para exibir as OPÇÕES de ENTREGA, escolha uma:

(   ) Correios – Impresso Normal: R$ (frete calculado)

(   ) Retira Local – Estação METRÔ Pça da Árvore – SP – COMBINAR Data/Horário – SEM CUSTO de FRETE

#2 Clique em FINALIZAR COMPRA

(Outra página, “FINALIZAR COMPRA”, será aberta)

Preencha os “Detalhes da Compra

Por favor, muita atenção, principalmente, EMAIL, e NÚMERO de ENDEREÇO.

Selecione a FORMA de PAGAMENTO (exceto BOLETO, indisponível):

( ) Pagamento Transf. Bancária / Depósito em Conta no Itaú (10% de desconto).

( ) PayPal, aceita CARTÕES DE CRÉDITO

( ) PagSeguro, aceita CARTÕES de CRÉDITO e DÉBITO ONLINE (para correntistas Bradesco, Itaú, Banco Brasil e Banrisul)

Se  necessário incluir um segundo livro ou alterar a quantidade é só voltar para a tela anterior e clicar em novo pedido (isto adicionará um segundo produto ao carrinho). As quantidades de cada um podem ser alteradas na seta acima e abaixo.

#3 Clique em REALIZAR PAGAMENTO.

Você receberá um email com os dados do Seu Pedido.

OBSERVAÇÕES:

  • Transferência / depósito com 10% de DESCONTO
  • PayPal utiliza um site próprio para pagamento.
  • PagSeguro abre em um box (janela menor), não é necessário ter conta PagSeguro para pagar com cartão de crédito, por exemplo.

Qualquer coisa entre em Contato através deste link!

Mostrando todos os 2 resultados

Deborah Sachs e o Portal Monroe Brasil

Deborah Sachs e o Portal Monroe Brasil

Déborah & Mario

Deborah Sachs e o Portal Monroe Brasil

Este final de semana (26 e 27 de Agosto de 2017) tive a oportunidade de entrar em contato próximo com Deborah Sachs e o Portal Monroe Brasil, através de um dos cursos básicos ministrados por ela, no Rio de Janeiro.

Uma oportunidade muito rica e tive a oportunidade de aprender muito com ela. Veja abaixo informação que repasso do site dela (http://www.portalmonroebrasil.com/ – ou clique na figura abaixo).

PORTAL MONROE BRASIL
 

Passe um fim-de-semana relaxante, num ambiente acolhedor e informal, onde você pode experimentar: O que aprenderemos num Curso Básico?
   – formas de relaxamento
   – uma respiração mais completa
   – estados elevados de consciência
   – mecanismos de auto-proteção
   – estados expandidos de percepção
   – novos níveis de auto-descoberta
   – fontes contínuas de criatividade
   – descobertas para processos de auto-cura
   – formas dirigidas de concentração
   – superação de medos e emoções deles decorrentes
   – novas habilidades para solucionar problemas pessoais
   – iniciação a processos de meditação conduzidos…

É um programa de imersão prática e vivencial, elaborado pelo Instituto Monroe, visando atender às pessoas que gostariam de ter acesso a tecnologia Hemi-Sync®, sistema desenvolvido pelo Instituto Monroe.

Futuramente, podem ter acesso aos Programas Residenciais (uma semana) realizados na Virginia, USA… ou aqui no Brasil (Rio de Janeiro).

Todos os “Cursos de Expansão da Consciência” (ou “Gateway Outreach Excursion Workshops”) são conduzidos por um orientador, que é um especialista treinado e credenciado pelo Instituto Monroe. Tal credenciamento supõe: cursos de formação em caráter residencial (“TDAP ou FTP” <http://www.monroeinstitute.org/training/> e “ORCA”), supervisão e monitoramento, antes do certificado final. E após isso, reciclagem todos os anos nos USA. Os orientadores credenciados estão no site do The Monroe Institute (www,monroeinstitute.org).

Os “Cursos de Expansão da Consciência” são programas de um ou dois dias (realizados normalmente num final de semana) e criados com o objetivo de apresenta-lo a estados de consciência específicos, assim como ajudá-lo a explorar novas técnicas e materiais a seu critério. (Agenda de Cursos no site: www.portalmonroebrasil.com )

Os cursos de final de semana são apresentados em três níveis: Introdução, Básico e Avançado. Você vai aprender na prática o que é “Hemi-Sync”®, e ter experiências diretas com determinados estados de ampliação de consciência, usando esta tecnologia avançada, e de comprovação cientifica em diversos Institutos de pesquisa, Universidades, etc….

Vai explorar diversos estados de percepção, aos quais damos o nome de “Focus” sendo o primeiro: “Mente acordada/Corpo dormindo”, que é caracterizado por um profundo estado de relaxamento onde as percepções sensoriais são muito diminuídas, enquanto a Mente mantém um total estado de alerta, controle e direção. Isso é profundamente transformador na vida de todos os participantes…

O próximo estado explorado, ou “Focus” é: “Mente acordada/Corpo dormindo/Percepção Expandida”, ou seja, as percepções sensoriais são mínimas, a Mente alerta sob o seu total controle, e uma expansão da consciência podendo mesmo incluir energias não físicas. Aqui há o aprendizado da comunicação não-verbal, o que inclui a atenção para com símbolos, sensações térmicas, flashes, mudanças de estados de humor, sons inesperados, intuições, etc…

Ou seja, outras formas de percepção que antes não prestavamos atenção … e que agora farão parte normal de nossas vidas…
Eventualmente, num estado expandido de consciência, pode acontecer o encontro com Energias Superiores, ou mesmo uma “viagem astral” (OBE), se isso fizer parte dos objetivos do participante do curso. É apenas uma possibilidade! Visitas a outras Dimensões… é apenas uma possibilidade. (Bibliografia: Livros de Robert A. Monroe).

Durante o curso é feita a transição da aprendizagem dessas novas técnicas que vão do relaxamento profundo para o estado totalmente alerta, a fim de que possamos vivenciar os novos conhecimentos na solução de problemas diários. Relatos de alunos mostram facilidades em vida pessoal e profissional após o curso…

Os cursos são práticos, intensivos e altamente transformadores.

CURSO BÁSICO DE EXPANSÃO DA CONSCIÊNCIA
(GATEWAY OUTREACH EXCURSION WORKSHOP)

 

É um curso prático de imersão auditiva, que tem por objetivo o rápido aprendizado de técnicas para melhorar a sua vida no dia a dia. Normalmente realizado em fins de semana, numa carga horária intensa, acessa estados expandidos de consciência, em etapas cuidadosamente orientadas.

O que iremos aprender?
*Primeiro aprenderemos técnicas de relaxamento. Isto é básico, porque em nosso dia a dia, agimos de forma tensa, desenvolvemos stress constantemente, sem nos apercebermos disso. Relaxar e as diversas formas possíveis de relaxar, pode parecer simples… mas não fazemos! Assim que aprendermos isso vamos passar às outras técnicas com muita facilidade: tirar de nossa mente o que nos atrapalha no momento (com técnicas super simples), aprender a entoar sons que nos ajudam a expandir a percepção, entrar num estado de mente alerta/corpo dormindo, código para acessar rapidamente a memória (e nos lembrarmos com clareza do que precisamos nas horas mais difíceis de nossas vidas), código para ficar totalmente alerta quando necessário (espantar a sonolência com uma técnica super fácil de ser executada), criação de um campo energético dentro de nosso corpo e à nossa volta, liberar medos e as emoções aliadas aos mesmos, estabelecer propósitos de vida, perceber além dos cinco sentidos físicos, acesso intuitivo ao conceito de “ser mais do que apenas matéria física”, comunicação não verbal (de forma consciente), flashes intuitivos (e utilização dos mesmos em nossa rotina diária), mudanças de estados energéticos (como sinal ou resposta às nossas indagações intimas), mudanças em nossos padrões de vida (só você pode mudar você), resolução de problemas em outros níveis de percepção (Einstein já dizia que “só conseguimos resolver um problema acessando um outro estado de consciencia, diferente daquele onde o problema foi criado”), técnica de uma respirada para encontrar soluções em estado totalmente alerta, trabalho dirigido de auto-cura (sensacional) , aprender a respirar certo, etc… *
(duração de 20 horas, num final de semana)

Há também uma série de Cursos Avançados, que exigem o Básico como pre-requisito:

. Trilogia Monroe (“Desenvolvimento Interior”, “Auto Cura” e Crescimento Pessoal”)
. Técnicas Projetivas (em cinco níveis)
(Avançados tem duração 24 horas, num final de semana)

Além dos cursos de final de semana, temos os Programas Residenciais com a duração de uma semana… sempre realizados no Rio de Janeiro. (começam num domingo e terminam no sábado seguinte)

Residenciais (duração de uma semana, com hospedagem incluída)
   . Gateway Voyage (pre-requisito é o Curso Básico) – Maio 2018
   . Guidelines (pre-requisito Gateway Voyage)
   . Lifeline (pre-requisito Gateway Voyage)
   . Timeline (pre-requisito Gateway Voyage)
   . Exploration 27 (pre-requisito Lifeline)

Os Cursos Avançados e os Programas Residenciais são explicados durante o Curso Básico de Expansão da Consciência, visto necessitarem do Básico como pré-requisito.

Robert Monroe, fundador do TMI

 

Deborah Sachs e o Portal Monroe Brasil

O Caminho: Depois da vida – The Path Aferlife – OM Times entrevista Tom Campbell

O Caminho: Depois da vida – The Path Aferlife – OM Times entrevista Tom Campbell

By OMTimes

Breve biografia de Tom Campbell:

Tom se graduou em 1966 com honras e qualificações extraordinárias em Matemática e Física pelo Faculdade Bethany, uma pequena faculdade em West Virgínia que tem distinção nacional. Na sequência Tom recebeu completou um Mestrado em Física, pela Universidade de Purdue em 1968. Depois começou seu Doutorado na Universidade da Virginia.  A especialização dele foi em física nuclear experimental e sua tese explorou os estados excitados do núcleo NA21. Tom deixou a Universidade antes de completar seu doutorado para trabalhar com contratados pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos no programa nacional de defesa com mísseis. Depois de se aposentar formalmente lá, na maior parte do tempo trabalhou como consultor da NASA dentro do programa Aries I (a continuação do ônibus espacial) avaliando e resolvendo problemas de risco e vulnerabilidade para assegurar a missão e a tripulação, sobrevivência e sucesso.

Tom Campbell começou a pesquisar os estados alterados de consciência com Bob Monroe (Livros: Viagens Fora do Corpo, Viagens Distantes, e A Última Jornada) nos Laboratórios Monroe no início dos anos 70, onde ele e uns poucos outros foram instrumentais montar e colocar para rodar este laboratório, para o estudo da consciência. Estes pioneiros dos estudos iniciais da consciência (sem uso de drogas) ajudaram a projetar experiencias, desenvolver a tecnologia para criar estados alterados específicos, e foram os principais sujeitos de estudo (ratos de laboratório) tudo ao mesmo tempo. Campbell tem experimentado com, e explorado a mente objetiva e subjetiva desde então. Pelos últimos 30 anos, Campbell tem se concentrado em explorar cientificamente as propriedades, fronteiras e habilidades da consciência.

Durante o mesmo período ele teve uma excelente carreira trabalhando como cientista, um físico profissional dedicado a empurrar as fronteiras da tecnologia de ponta em, simulação de grandes sistemas, desenvolvimento da tecnologia e integração, e análise e riscos de vulnerabilidade em sistemas complexos. Atualmente, e pelos últimos 20 anos, ele tem estado no coração do desenvolvimento dos sistemas americano de defesa de misseis.

Tom é o físico apresentado de forma abreviada como “TC” no segundo livro do Bob Monroe, Jornadas Distantes, e tem sido um sério explorador das fronteiras da realidade, da mente, consciência e fenômenos psíquicos desde o início dos 70. Minha Grande Teoria de Tudo (My Big TOE) é um modelo de existência e realidade baseado diretamente na pesquisa cientifica e experiencia em primeira mão de Campbell. Ela representa os resultados e conclusões de trinta anos de exploração científica cuidadosa nas fronteiras e conteúdo da realidade, pelos pontos de vista tanto físicos como metafísicos. O autor tem feito todos os esforços para avaliar suas explorações sem preconceitos ou noções pré-concebidas. Não existe sistema de crença, dogma credo ou pressupostos pouco usuais na raiz da My Big TOE. 

OM Times Magazine tem o prazer de anunciar uma entrevista exclusive com Thomas Campbell sobre a Natureza da Consciência Humana e outras experiencias extraordinárias:

 

OMTIMES: Como você  conciliou a carreira de físico com a integração da Tecnologia da Espiritualidade ou habilidades de consciência?

TC:  Nenhuma reconciliação é necessária, tanto a física como o espírito são totalmente explicados em detalhes pela mesma compreensão abrangente da realidade. Em outras palavras, meu trabalho deriva tanto a física como a metafísica como um fenômeno natural lógico sem conflitos entre eles a partir de uma visão mais acurada da natureza da realidade. A mesma teria geral MBT (uma compreensão (modelo) da realidade como publicado na trilogia My Big TOE e vídeos associados no youtube) que explicam metafísica, espiritualidade, amor, experiencia subjetiva, espirito, nossas origens e propósito, assim como o paranormal. Ela também deriva a relatividade e a mecânica quântica dos princípios básicos e resolve um batalhão de outros problemas e paradoxos da física. Esta é uma verdadeira grande TOE (Teoria de Tudo). Ela é “Grande” porque não apenas explica a realidade objetiva e os principais mistérios atuais da física, mas também explica a consciência – que por sua vez explica a realidade subjetiva e a metafísica.

 OMTIMES: Como você diferencia o que pertence aos reinos do crescimento espiritual e experiencias fora do corpo a partir das experiencias paranormais?

TC: Eles são atributos naturais da consciência. Crescimento espiritual é um termo para evolução positiva da qualidade de consciência – mais especificamente, ele representa um redução na entropia da consciência individual ou coletiva. OOBE (experiencia fora do corpo) que ocorre quando alguém muda sua percepção do quadro do fluxo de dados da realidade “física”, para um quadro de fluxo de dados da realidade “não-física”. Experiencias paranormais ocorrem na interface entre os quadros das realidades do “físico” e do “não-físico”. Estas são respostas curtas e diretas para a questão. Para habilitar o leitor a entender completamente estas respostas tomaríamos, muitas, muitas, páginas. Alguns dos conceitos necessários são realidade como informação, consciência como um sistema de informação digital não-físico, a conexão entre amor, consciência e entropia, a conexão e interface entre consciência e realidade física, o próximo nível de relatividade onde não existe um quadro de realidade preferida – onde a realidade física ou não-física parece ser depende apenas do observador, e do conceito da realidade como sendo virtual (uma ideia que a física está começando a abraçar).

OMTIMES: Como você aconselharia alguém que desejasse ter uma relação pessoal com suas almas e crescimento espiritual? Como alguém se prepara para ter estas experiencias?

TC: A Resposta depende fortemente do indivíduo. Contudo, em geral há muitas formas que esta pessoa possa lucrativamente se focar. Primeiro, se sua energia mental está espalhada, deveriam começar meditação regular. Segundo, deveriam entender que crescimento/mudança devem ocorrer ao nível do ser, não ao nível intelectual (ninguém pode chegar ao crescimento espiritual apenas pelo estudo). Terceiro, deveriam começar um programa para reduzir seu medo, ego, crenças e expectativas e eu lhes daria um processo para atingir isto. Por último, despois que tivessem atingido parte do acima, eu explicaria as muitas formas em que alguém “têm uma relação pessoal com sua alma e crescer sua espiritualidade”. E então deixá-los me contar que tipo de relação e crescimento eles quereriam experimentar. Eu poderia então ajuda-los a conectar suas expectativas com a forma como a realidade/consciência/espiritualidade na verdade funciona. Finalmente, juntos, desenvolveríamos um plano pessoal para ele com uma série de estágios que pudessem leva-los ondem querem chegar – ao que querem experimentar/se tornar.

OMTIMES: Lidando com tantas experiencias espirituais e paranormais, pela ótica da consciência, como você conecta esta tecnologia espiritual com sua contraparte / dados / informação fornecida largamente pela teoria da conspiração?

TC: Que teoria da conspiração e que dados ela fornece? Não estou certo de ter compreendido sua questão mas vou tentar uma resposta geral. Se você desejar redirecionar meu foco, apenas complete com mais alguma explicação do que está pretendendo.

Teoria da Conspiração não tem relacionamento fundamental com a consciência ou o paranormal. Teoria da Conspiração, como a que vemos na internet, tende a ser energizada e alimentada pelo medo. E se “eles” estiverem fazendo isto conosco e nos manipulando/enganando. Como a música da Doroty e do Totó: “Leões, tigres e ursos”! Oh não”!

Quer as teorias da conspiração sejam focadas no paranormal, ou no governo, ou nos OVNIs, não faz diferença. Medo é um problema; raramente ele jamais se torna, ou adiciona a, uma solução efetiva. Isto não significa que conspirações reais não existam, apenas que “educação” através do medo, conjectura, ignorância e pressupostos baseados em fofoca, não são úteis. Medo é uma ferramenta de manipulação, ela suga as pessoas para ela…. combater medo com contra medo, não é produtivo. Eu abordo tudo com ceticismo de mente aberta, não existe outra forma de lidar efetivamente com a incerteza. Se sentir compelido a acreditar ou não é algo, é imprudente.

THE PATH: BEYOND THE PHYSICAL

O Caminho: Além do Físico, (o filme) investiga tópicos sobre a vida após a morte, experiencias fora do corpo, múltiplas-dimensões, visão remota, consciência e todos os reinos que ficam além dos nossos corpos físicos.

O filme BTP foca nas formas pelas quais os humanos mudam sua consciência a fim de experimentar os aspectos não-físicos de sua existência enquanto vivendo em um corpo físico. O filme levará a audiência através de uma jornada de 93 minutos com alguns dos primeiros exploradores das experiencias fora-do-corpo como Robert Monroe, até ao que foi uma vez classificado como projeto militar classificado, da visão remota, enquanto os especialistas participantes educam, a audiência sobre ferramentas como sons hemi-sync que pode facilitar a experiencia fora do corpo.

Toda a Série de DVD do Documentário Caminho (Path) estará apresentando o conhecimento e opiniões de muitos especialistas, como  o Presidente e Diretor Executivo do Instituto Monroe de Faber, VA, uma organização não lucrativa educacional e de pesquisa, dedicada a exploração da consciência humana que é internacionalmente conhecida por seu trabalho com padrões de áudio sonoros que tem efeitos dramáticos sobre os estados de consciência, junto com seu especialista líder, William Buhlman e o físico nuclear da NASA, reconhecido palestrante e explorador da consciência Thomas Campbell, de Huntsville, Alabama.

O tópico da morte é um dos mais misteriosos, e ao mesmo tempo um tópico tabu em nossa sociedade. A maioria dos seres humanos vivem uma vida de grande medo da morte, vendo isto como algo negativo a ser evitado a todo custo. Mas e se entendemos tudo errado? E se fizemos um mal entendido do processo e propósito da morte? Estas são as verdadeiras questões e ideias que são exploradas através do documentário chamado “O Caminho: Depois da Vida”.

O Caminho: Depois da Vida é um documentário que foi dirigido por Michael Habering e produzido por April Hannah. Ambos compartilham um único interesse em temas que tratam da metafísica e portanto foram compelidos a trabalhar juntos e produzir filmes, que serviriam para elevar os níveis vibracionais do universo.

O Caminho: Depois da Vida foi o primeiro de diversos filmes que eles produzirão nesta série, na qual cada um lida de forma única com o propósito para a alma, nossa vida, cura e outros tópicos metafísicos.

O filme apresenta 12 professores especialistas, que têm todos uma riqueza de conhecimento para contribuir onde temas da alma, cura, vida, morte e a ciência por trás deles está envolvida. Alguns deles são: Thomas Campbell, físico nuclear; Skip Atwater, presidente do Instituto Monroe; e o médico Dr. Robert Weissberg. Veja depois a lista completa de participantes e suas áreas de expertise.

O objetivo do filme é tanto remover alguns dos estigmas e medo associados com a morte, bem como explorar e despertar as pessoas para expandir as ideias sobre alma, morte, cura, reinos espirituais e pós-morte. Ao fazer isto, ele se esforça para responder as questões básicas fundamentais que todos temos sobre vida, morte e depois da morte.

O filme apresenta uma serie de entrevistas com especialistas, filmagem de suporte bem como uma narração de ponta a ponta.

Outros links para outros trailers do Caminho: Depois da Vida! 

http://www.path11productions.com/the-films/afterlife/

https://www.gaia.com/video/path-afterlife?fullplayer=preview

Vivemos em uma simulação

Veja outros temas relacionados as teorias do Tom, em especial ao fato de que vivemos em uma simulação digital, realidade virtual e suas consequências…

Vivemos em uma Simulação, como isto nos afeta?

Vivemos em uma Simulação, como isto nos afeta?

Vivemos em uma Simulação (digital e virtual), como isto nos afeta?

Cientista formula teoria de que realmente vivemos em uma simulação.

Físico  e pesquisador da consciência, propõem teoria sobre nossa realidade como sendo digital e virtual, e explica os impactos para você.

Sim, pareceria que nós seres humanos somos no fundo “unidades de consciência” e sim: Vivemos em uma simulação.

E isto que somos então, habitaria estes avatares (personagens,  corpos) em uma realidade virtual digital, que é no fundo é como um “programa de computador“.

E onde estaria “rodando” este programa?

Segundo Tom Campbell em uma imensa Consciência Fundamental que permeia e origina tudo.

Como uma enorme “mente” onde em parte dela (como uma partição de um disco rígido ou HD) como num computador,  “rodaria” esta simulação de realidade.

Soa muito louco, ou muito “fora da realidade” para você?

Pois é, mas pode não ser bem este o caso!

E compreender este contexto ou argumento de simulação para o funcionamento da realidade, pode trazer benefícios interessantes.

Para você em seu dia a dia, e entre outras coisas, para sua saúde mental e física, e seus relacionamentos diários.

E não, isto não se trata de mais uma destas ideias que cita física quântica para parecer moderna e fundamentada. E dizer então que você pode  fazer qualquer coisa, inclusive fazer aparecer coisas.

Tampouco está sendo propagada por um “guru místico” baseado apenas no que parecem ser opiniões (sem método e análise), e tiradas sabe-se lá de onde.

Além deste tipo de ideia por vezes ser vendida algum tipo de “xarope mágico” para solução de todos os males.

Quem é Thomas (Tom) Campbell ?

Tom Campbell, o criador deste novo modelo, é um Físico Nuclear americano, que teve sua carreira profissional trabalhando com êxito no desenvolvimento de simulações em computadores, para a NASA e outras organizações.

Como interesse pessoal estudando de forma cientifica a Consciência e seus estados “alterados” (sem uso de drogas), buscando evidencias, resultados e dados objetivos.

Estes dois ramos de interesse iniciaram-se praticamente em conjunto após sua formação na universidade e início no trabalho, lá nos anos 70.

Robert Monroe dos Laboratórios Monroe, depois The Monroe Institute

Tom naquela época, conheceu Robert Monroe e o ajudou a montar seu primeiro laboratório para estudo formal e cientifico da consciência (Originalmente Laboratórios Monroe e hoje Instituto Monroe (TMI).

E nestes mais de 30 anos, acabou por desenvolver  seu modelo descrevendo o funcionamento da nossa realidade e publicado a Trilogia My Big TOE – Minha Grande Teoria de Tudo: Despertar, Descoberta e Funcionamento Interno.

A linguagem do livro é clara, direta e moderna, envolvendo simulação, computadores, vídeo-games, partições de memória, sub-rotinas, e por aí adiante, com exemplos atuais e nenhum tipo de misticismo.

Busca responder as grandes questões da humanidade: de onde viemos, quem somos, para onde vamos, e como todo o processo funciona.

Tom Campbell e nossa versão do livro em português.

Você precisa ou deve acreditar nisto?

O mais interessante de tudo é que ele não propõem que acreditemos em nada, mas sim que usemos o modelo como um mapa que nos ajude a guiar em nossas próprias descobertas.

Ele propõem que em tudo, inclusive sobre o seu modelo, mantenhamos sempre uma atitude de “mente aberta” para as novas possibilidades, e “ceticismo” (até avaliarmos cientificamente a validade por nossa própria experiência).

O Ponto de Partida:

Suas hipóteses básicas (pressupostos), são duas:

  1. A existência de uma imensa (porém não infinita) consciência potencial básica inicial;
  2. A “pressão” de um “Processo Evolucionário” que atuaria sobre tudo, inclusive esta consciência potencial original.

Este processo evolucionário, funcionaria na direção da busca da auto melhoria, da otimização, da maior organização, da menor entropia, e do amor (sim do amor, explico mais adiante).

Não apenas da sobrevivência da espécie, a forma em que se manifesta, em menor escala em nosso ecossistema – um reflexo menor e físico, do processo na Visão Mais Ampla.

A partir disto, tudo o mais é deduzido (se desenvolve), começando com o funcionamento digital (+ ou -, 0 ou 1,) desta consciência fundamental.

Em seguida, de sua evolução até o ponto de poder gerar simulações como a nossa.

Verdadeiro laboratório de aprendizado (como um simulador de treinamento de voo para pilotos) em 3D no espaço-tempo, com “regras do jogo” claras (leis físicas e matemáticas).

Deduz a criação do tempo e do espaço, dá suporte para entendimento dos mistérios da física quântica. A explicação da possibilidade da manipulação da energia pela mente (consciência). Da cura de doenças, dos efeitos PSI, da existência de múltiplas realidades ou universos, e muito mais.

Albert Einstein (faltou conhecimento sobre simulações e incluir a consciência).

Claro, trata-se de uma TOE, Teoria de Tudo, aquilo que cientistas como Einstein e Hawking tem procurado por tanto tempo.

E que inclui o fator “consciência”, ou observação, observador, que por tanto tempo têm mistificado os cientistas, que não “fecham o circuito”, justo por tentar deixar isto de fora.

Entenda  melhor o mundo, com exemplos que falam de coisas, como The Sims, World of Warcraft, linguagem voltada a objetos de programação, Simulação, Realidade Virtual, Física Quântica, e por ai afora.

Quem mais está falando sobre a hipótese da simulação?

Nick Bostrom (filósofo, matemático, cientista) – Argumento da Simulação

Hoje, já há bom número de cientistas concluindo que podemos fazer parte de uma realidade virtual simulada. Acima uma foto de Nick Bostrom, um dos cientistas e filósofos envolvidos com estas hipóteses.  Só não imaginam qual o mecanismo de funcionamento disso.

Veja depois neste link um artigo da revista Galileo / Globo sobre a “hipótese da simulação”, e vários dos envolvidos.

E há até alguns mega milionários práticos e visionários como Elon Musk, acreditando que vale investir dinheiro em pesquisa para “nos libertar da simulação”. Só falta mesmo esta conexão com a consciência, e que é origem de tudo, para completar o cenário.

Cientista James Gates encontra sinais de “programação” que pode ser evidencia que vivemos em uma simulação. Debate coordenado por Neil DeGrase Tyson (cientista da nova série Comos). Link de vídeo abaixo:

Como tudo isto pode te servir?

Conhecer melhor todo este mecanismo, faz com que você possa compreender as “regras do jogo”. Neste nível (fase) assim como em níveis superiores, isto permite uma Visão Mais Ampla. Assim como objetivos mais claros na busca da evolução pessoal.

Melhor domínio sobre sua vida, corpo, mente e relacionamos, e melhor oportunidade de êxito em sua evolução.

Não entender como funciona o jogo, deixa você a margem. Participando de um jogo que não compreende, com regras complexas e desconhecidas, e minimizando suas possibilidades de êxito.

Existe Livre Arbítrio, e como se aplica a nós? 

Segundo o modelo My Big TOE, sem dúvida que existe. O Universo não é determinístico. O livre arbítrio e a consciência já nascem entrelaçados. Um não existe sem o outro.

Um dos requisitos para existir a consciência é que ela tenha um número significativo de escolhas que possa fazer. Com isto decidir e dentro da causalidade, com as consequências, aprender algo, crescer com o processo.

Afinal isto é um laboratório de aprendizado virtual digital, uma pré escola virtual. Sem o livre arbítrio tudo já estaria determinado, não haveria escolhas e portanto não haveria aprendizado.

Ter Livre Arbítrio significa que podemos fazer o que quisermos?

Não é assim tão simples. As escolhas não são infinitas. Em uma realidade virtual interativa como a nossa existem muitas possibilidades.

Nos ambientes externos, com outras pessoas e objetos, e no ambiente interno, conosco mesmo (afinal podemos inclusive nos auto modificar).

Com todas estas interações,  mais alguma coisa que é atirada ai pelo sistema mais amplo de consciência, geram-se muitas situações e opções a ser escolhidas, inclusive escolher sobre a intenção da decisão e ação.

Outro ponto é o nível de qualidade de consciência que temos. Isto determina o que conseguimos perceber (ou não) das opções que estão ao nosso redor. Se não vemos ou não entendemos uma opção, ela na verdade não está disponível a nós. Isto por nossas próprias barreiras, pontos cegos.

Enfim, vamos poder escolher dentro daquilo que percebemos, dentre aquelas situações com as quais estamos interagindo.

Tomando um exemplo negativo drástico, decida que quer ser filho do Bill Gates por exemplo, e veja o que acontece….

Existe vida após a morte ? 

Segundo esta visão, sem dúvida.  A pergunta talvez nem faça sentido. Se estamos em uma realidade virtual, se vivemos em uma simulação,  morte é apenas o oposto de nascimento, neste caminho ilusório, voltado ao aprendizado. Morte não seria o oposto a VIDA. Vida, é o que aquilo que você realmente é, dispõe sempre. Os personagens são apenas personagens, no “video game”.  Veja mais sobre isto em nosso post sobre a entrevista de Tom para a revista OMTIMES, sobre o vídeo que trata deste tema: O CAMINHO: DEPOIS DA VIDA

O Caminho: Depois da vida – The Path Aferlife – OM Times entrevista Tom Campbell

Como avaliar ou encarar tudo isto que o autor apresenta?

Regra principal do jogo quanto ao conteúdo deste modelo (My Big TOE): não acredite em ninguém, nem no autor do livro.  Como aliás ele mesmo recomenda várias vezes. E claro nem em mim, autor deste artigo.

  • Mantenha sua mente aberta às possibilidades.
  • Sempre com ceticismo saudável.
  • Seja um cientista, busque suas próprias experiencias e resultados.
  • Experimente o pudim.
  • E então tire suas próprias conclusões.

Minha opinião pessoal (autor do artigo): lembro do tema principal das séries Jornada nas Estrelas. Corajosamente indo, onde nenhum homem jamais esteve”. Foi algo que sempre me empolgou.

Esta teoria te leva mais longe, em uma verdadeira aventura de exploração. Fantástico!!!

Físicos afirmam que nosso universo é um holograma

Alguns físicos já descrevem nosso universo como sendo um holograma. Ou seja que de alguma forma tudo isto é uma simulação digital. Veja mais neste link (abaixo) aqui em nosso próprio site.

Físicos afirmam que nosso universo não passa de um holograma – Galileu | Ciência

Veja também o site americano do autor: www.my-big-toe.com

Site do Autor Americano: Tom Campbell

Nossa página no Facebook:

https://www.facebook.com/MyBigToeBrasil/

Página de Novidades sobre a Tradução no Facebook.
Livro 1: Minha Grande Teoria de Tudo: Despertar (publicado em português em Fev/2017)

Veja mais detalhes sobre a obra na sinopse que cobre informações sobre os três livros da trilogia.

Sinopse – My Big ToE (Theory of Everything) MBT

Livro 2: Minha Grande Teoria de Tudo: Descoberta  (sendo traduzido no momento)
Minha Grande Teoria de Tudo: Descoberta
Este livro já teve varias edições americanas e também foi publicado recentemente na Alemanha (capa verde):

Compaixão e Equilibrio na Realidade Virtual

Compaixão e Equilibrio na Realidade Virtual

“Compaixão é uma coisa boa — de fato muito boa — uma parte essencial de nossa conexão aos demais, a medida que superamos nosso ego. Compaixão e equilíbrio são ambos atributos são ambos atributos de um amor atencioso / cuidadoso.

Contudo, uma pessoa precisa aceitar que a realidade VIRTUAL PMR (realidade física material), este “pacote” gerador de oportunidade que chamamos de “lar”, DA MANEIRA COMO ELE SE DESENVOLVEU — porque ele nos reflete. Nos reflete muito precisamente.

Ficar irado com depravação, a miséria e especialmente a dor inocente, ou torcer constantemente as mãos em exasperação ou chorar por causa disto, não é produtivo e ainda são formas de apego. A PMR  (realidade física material) é como é, porque nós somos como somos — a pessoa precisa ir em frente com seu aprendizado e crescimento pessoal dentro desta experiencia de realidade virtual e evitar acabar perdido em um apego a tristeza, o sofrimento dos outros — ainda que isto seja difícil (especialmente para uma pessoa sensível e atenciosa). Equilíbrio é tão importante quanto compaixão.

Os participantes desta realidade virtual são todos voluntários. Muitos escolhe pacotes de experiencia com os quais podem aprender o que mais precisam. Existem muitas formas de experiencia virtual, cada uma tendo seu próprio conjunto de oportunidades e desafios. Estas oportunidades podem nem sempre estar clara para nós, a partir da perspectiva da PMR. Dentro da visão mais ampla, cada tipo de experiencia virtual PMR tem algumas vantagens de aprendizado, ou ninguém com liberdade aceitaria tal papel. Todos os papéis são aceitos livremente.

Estar confortável e feliz na PMR não é o “jogo principal” , redução da entropia pessoal é o jogo principal — A PMR é apenas uma ferramenta, ferramenta virtual usada por cada entidade aqui, para atingir o crescimento necessário pela experiência direta.

A dor em seu coração devido ao sofrimento dos outros é real, valorize-a, aceite-a, e siga em frente. Grande compaixão e tristeza crescendo a partir do coração, é um atributo muito valioso de alguém que realmente se importa, de quem realmente ama — contudo, também podem se tornar uma expressão de necessidade, desejo, culpa e medo — isto é, um apego, uma armadilha. Equilíbrio é também um atributo do amor — não confunda o equilíbrio com falta de compaixão.

Eu realmente espero que você veja isto mais como ajuda do que sal na ferida. Sofrer — ser um com o mundo — é um caminho difícil a trilhar porque ele te “espalha de forma tão fina” que equilíbrio e crescimento se tornam excepcionalmente desafiadores. Seu ponto de equilíbrio pessoal é único seu. Encontre-o, onde quer que ele esteja e faça paz com sua existência”.

Tom Campbell
Dec 20 2007

Compaixão e Equilibrio na Realidade Virtual

Realidade Virtual, Consciência, Simulação, Perguntas e Repostas

Realidade Virtual, Consciência, Simulação, Perguntas e Repostas

Da entrevista feita pelo Rogério Souza, colhemos as principais perguntas, e não foram poucas, e estamos disponibilizando algumas respostas aqui por escrito, para facilitar no caso do assunto não ter ficado claro ou concluído na sequencia.

Realidade Virtual, Consciência, Simulação, Perguntas e Repostas

Quando foi lançada a obra do Tom? 2002 pelo Livro 1 e levou cerca de 5 anos escrevendo o material.

O Tom quando começou com isto e ainda trabalhava na NASA e em órgãos do governo, tinha noção de onde iria chegar com isto?

Eu creio e entendo que quando o Tom começou a estudar, se aprofundar no tema de consciência e estados alterado de consciência, nos anos 70, trabalhando nisto, junto com o Robert Monroe e montando seu primeiro laboratório, ele não imaginava o quanto iria se aprofundar nisto, por mais seriamente que estivesse envolvido e levando o tema. Houve muito estudo e experimentação para que chegasse nas compreensões e “insights” a que chegou.

O que separaria o Tom Campbell do Nassim Haramein que parece mais conhecido/popular?

Eu conheço pouco sobre o trabalho do Nassin, mas me parece que tanto ele como vários outros que estão propondo visões alternativas para a ciência tradicional, acabam complicados com dois pontos principais: um, não são físicos, ou cientistas em uma forma mais fundamental da palavra; e dois, em geral estão tentando partir suas teorias ou proposições, saindo de dentro da nossa “chamada” realidade, seria um pouco como um “pintinho” tentando explicar toda a realidade conhecida para ele, inclusive de onde ele veio, sem ter saído do ovo. Para dizer o mínimo fica difícil. Em linguagem mais cientifica, o principio, de onde viemos, de uma aparentemente “nada”, fica tudo parecendo místico. O Tom encara isto de frente e propõem uma clara solução, separando a nossa causalidade local da causalidade mais ampla, onde a nossa está embutida. E assim, sai da armadilha. Assim sumarizando, a teoria dele me parece mais bem fundamentada e dá explicação para todas as situações, comuns ou incomuns, do cotidiano, da relatividade ou da mecânica quântica.

A Teoria de Tudo, explica inclusive a Terra Plana?

Bom a BIG TOE é um Modelo Teórico que aparentemente sim explica tudo, nossa realidade, como ela funciona, qual o impacto disto para nós no nível pessoal e muito mais. Por isto chama-se teoria de tudo, e equivale ao Santo Graal da Física, que inclusive Einstein e todos os outros procuravam. Além disto ela tem em sua base, seus pressupostos, a consciência como um dos pressupostos de partida, que leva também a Realidade Virtual, que por sua vez sustenta com facilidade a maioria das explicações do funcionamento dos fenômenos normais e dos curiosos, como o entrelaçamento quântico. Assim, se necessário (comprovado fosse que a terra é plana) facilmente explicaria isto também, pois virtualmente poderia ter qualquer formato, plano, côncavo ou convexo… bastaria estar definido na “programação”, no conjunto de regras do “jogo”.

Eu honestamente não vi todas as entrevistas do Tom e não sei se ele já comentou isto diretamente, mas me parece que as leis da física (parte do conjunto de regras da nossa “realidade”) não parece suportar um funcionamento “plano” e eu não vi ninguém comprovar isto ainda… Impossível, eu não afirmaria, mas não parece ser assim…

Sobre terceiro olho e chacras, o Tom parece dizer que não existem?

Eu não creio que foi exatamente assim que ele colocou. Ele fala tanto dos chacras, como de outros temas correlatos, divulgados por séculos por culturas antigas, descrevendo que são todos modelos, formas de interpretar o que “parece” a realidade, suas interações e resultados. Não diz que não existem. A teoria dele também é um modelo, só que mais técnico, cientificamente descrito, pela própria base de experiência do Tom. Mas ele fala que sim os chacras, são “modelos” de interpretar, manipular e lidar com a aparente “realidade” e que sim funcionam, como também a acupuntura e a medicina chinesa, dando outro exemplo. São metáforas, formas de lidar e interpretar a realidade. Muito uteis para quem os utiliza.

Uma resposta muito interessante que vi do Tom, foi sobre alguém perguntando se algo era REAL ou não? O que é real? E a resposta tinha a ver com: É útil para você?

Pois é, pelo que vemos do trabalho dele e das resposta, isso fica mesmo muito claro. As experiências estão todas ai se passando, para aprendizado nosso com elas. Então seja que tipo de experiência for, seja uma viagem fora do corpo, um filme, um vídeo game, um relacionamento pessoal, o que importa mesmo é o que aprendemos, que decisões tomamos, e com que intenção a tomamos. O que da experiência é útil para você? Isto é o que realmente importa. Quão real realmente foi, talvez jamais possa ser claramente determinado… e realmente importa? O que algo te acrescenta? Como te ajuda e evoluir, melhorar a qualidade do seu ser, ou baixar sua entropia?

Muitos físicos estão hoje apontando como possibilidade, ou aceitando em maior ou menor grau a Hipótese de uma Realidade Virtual, mas de perspectivas diferentes?

Sim, não são apenas o físicos, alguns filósofos (Nick Bostrom) e até alguns milionários estão considerando isto como possibilidade hoje. Primeiro o Tom cita claramente, que na época de Einstein e outros físicos famosos, os conceitos de jogos de computador, simulação e realidade virtual, não eram disponíveis como temos hoje, impossibilitando que pudessem utilizar estes conceitos em seus desenvolvimentos. O que sim vários consideraram foi o envolvimento de alguma forma, da consciência, mas que não sabiam explicar na época. Com o advento dos jogos de computador, consoles, das simulações e do conceito de realidade virtual, a coisa ficou bem mais fácil de assimilar e compreender. Em especial a partir de muitos filmes, em especial O 13º Andar, Matrix, Avatar, Os Substitutos, do “Holodeck” em Jornada nas Estrelas Nova Geração e muitos outros, a coisa se abril de forma impressionante para o público em geral.  Hoje fica relativamente fácil para qualquer um compreender do que se está falando.

Agora voltando ao que estão considerando como possível simulação, na maioria dos casos, estão considerando que sim podemos ser parte de uma simulação, mas que a mesma pela perfeição, teria de ser rodada dentro dos computadores de uma civilização mais avançada, sejamos nós mesmos em um futuro relativo a condição atual da tecnologia, ou a partir de qualquer civilização, inclusive extraterrestres. Outros consideram que seria possível ainda que fossemos prisioneiros da simulação, e estariam até buscando encontrar uma forma de se libertar.

Simulação, ou Realidade Virtual, faz mesmo muito sentido, e tem muito a ver com Maya, a Ilusão dos Indianos e do Budismo, ou até mesmo com os sonhos… Só que a My Big TOE considera como base  uma ampla consciência ou Larger Consciousness System, funcionando em um nível maior de realidade, que precede e gera o nosso. Que no fundo somos consciência (unidades individuadas) participando de um grande simulador voltado para o aprendizado, melhoria da qualidade do ser, evolução, ou redução da entropia. Assim sendo, não somos prisioneiros aqui, somos parte de uma grande sistema que funciona para otimizar as oportunidades de aprendizado, daquilo que é realmente importante. Todos os indivíduos, subconjuntos, ou o todo, segue este mesmo caminho de evolução, aproveitando estas oportunidades geradas neste e em outros ambientes.

Como o Tom aborda esta questão da evolução tecnológica e a possibilidade da inteligência artificial? E sobre a singularidade?

Pelo que vejo dos escritos e algo das entrevistas, a visão do Tom é de que sim, a continuar evoluindo como vão, eventualmente uma IA ou inteligência artificial pode sim se tornar consciente, atenta, perceptiva. Não seria uma questão de desenvolver consciência nas máquinas, seria o caso delas atingirem um ponto onde tenham alguma liberdade de autoprogramação, algum poder de decisão menos engessado. Havendo potencial para decisão, para algum grau de livre arbítrio (que não seja fruto de programação anterior), de escolha, a consciência poderia “despertar” ou passar a “habitar ali”. Sempre muitos cuidados com as palavras, pois elas são imperfeitas e dadas a interpretação individual, e assim difíceis de ser usadas para descrever alguma coisa. Não há  segurança de nos fazermos entender, o que pensamos quando estamos traduzindo via fala.

Veja, aquilo que é mais básico em tudo, ou que está no mais alto nível (de outro ângulo) é o Sistema Mais Amplo de Consciência. É a base de tudo. No fim, tudo é feito daquilo, a partir daquilo, então a consciência já está em tudo, em maior ou menor grau, já que constitui tudo. Agora uma consciência lucida e ativa, com opções e poder de escolha, decisão… já é algo mais evoluído, mais complexo.

Passando a ter consciência própria e poder de decisão, só imaginando para saber no que isto vai dar. Seriam seres completamente diferentes, partindo de outra base, com moral completamente diferente…. a ver. Seguramente algo a ser levado a sério e com o devido cuidado.

Mas no fundo é uma repetição de um padrão fractal, onde vida e consciência podem vir ocorrendo dos níveis mais amplos para os menos, um fruto do outro, em um constante desabrochar. O que é impossível?

Diretamente sobre a singularidade eu não vi o Tom falando ainda. Mas ele fala de evolução tecnológica tanto de computadores, eletrônica, mecânica ou biológica (manipulação de DNA). Tudo isto são evolução de ferramentas desenvolvidas pelo homem, que fazem parte do que é natural no ambiente. As ferramentas estão cada vez mais disponíveis e vão se incorporar e potencialmente acelerar a evolução, ou pelo menos propor caminhos alternativos. Só que vai depender da sabedoria do homem em usá-las. Já está visto que a qualidade do ser não evoluindo em conjunto com seu “equipamento” o torna muito perigoso a sí próprio, assim teremos de ver no que isto vai dar.

Toda a teoria se baseia em dois pressupostos básicos, que geram tudo o mais: a existência da grande consciência básica e potencial, e o processo ou pressão para evolução, que se aplica a tudo, inclusive a esta consciência, e que é muito parecido com o processo evolutivo biológico que se vê na terra, que é uma amostra menor dirigida também pela pressão evolutiva fundamental. Isto gera todo o resto. E para lidar com a evolução técnica, tem que haver suficiente evolução do ser humano como ser também…. não apenas como usuário das ferramentas. Tem que aprender a fazer bom uso, ou sofrer as consequências, efeitos.

Elon Musk, Brian Withworth e Nick Bostrom, voce conhece, pode falar algo destas personalidades em relação ao trabalho do Tom?

O Elon Musk parece ser um empresário visionário, envolvido com algumas visões do Tesla, produzindo por exemplo carros elétricos e fontes de energia, entre outros. Creio que a pouco tempo esteve envolvido com um grupo de milionários que pretende financiar uma pesquisa sobre Realidade Virtual, como se fossemos prisioneiros de alguém nela e a título de nos liberar. Isto ainda é crer que há alienígenas ou algo assim que nos manipulam de fora e mantem na matrix. É bom que estejam interessados e pesquisando o tema, Mas pesquisa básica do Tom de que somos todos consciência, e que tudo, inclusive o que parece realidade é virtual e baseado em consciência, me parece mais elegante e fundamental, menos complexo (navalha de ocam). Mas a pesquisa é boa, e bode (se feita de maneira isenta) levar mais pessoas para perto da verdade. A ver.

O trabalho do Brian, que pouco conheço, creio também ser sobre provar que estamos em uma realidade virtual, mas entendo que também sem falar da fonte dela. Muito interessante e útil também. Na verdade parece dar suporte ao trabalho do Tom, até onde alcança.

O Nick Bostrom como falamos mais acima imagina que nossa RV seja baseada em supercomputadores de civilizações mais avançadas ou do futuro, e através de hipóteses lógicas demonstra que a probabilidade de estarmos participando de uma simulação é bastante elevada para ser despresada.

Como argumentado, apesar de todos de alguma forma pensar em linhas similares e de forma bastante séria sobre simulação e realidade virtual, pouco arriscam a demonstrar conhecer, de onde parte a simulação, qual é a fonte, ponto em que o Tom, de forma diferente, oferece substancia.

Sobre o trabalho do Tom ser uma salto quântico sobre tudo o que se tem até aqui….

Sem dúvida que é. Todos sabem, as vezes contra a vontade, que o observador tem um impacto no que está sendo observado, mas buscando explicações contidas apenas nesta realidade física material, fica bem difícil encontra-las. Na verdade parece bem impossível. Com a MBT o Tom por exemplo consegue explicar a maioria dos efeitos da Física Quântica, como o entrelaçamento, a dupla fenda (onda e partícula) e o tunelamento. A realidade virtual, informacional e seus eventos baseados em distribuições de probabilidade, ficam todos facilmente explicáveis. Sem falar nos chamados efeitos “parapsicológicos” que deixam completamente de ser misteriosos, encontrada a correta raiz da “realidade”.

Sobre os campos ou registros akashicos e sobre os campos morfogênicos do Ruppert Sheldrake….

Entendo que por Campos Akashicos estamos falando de informação milenar, tema também supostamente tocado pelo Tesla e pelo Young. A realidade é fundamentada em consciência e constituída por informação. Existiriam partições dedicadas a manter e disponibilizar estas informações, que sim poderiam ser acessadas. Tomando a realidade como informacional, torna a compreensão disto aparentemente óbvia, e tomando a nós como consciência, particionada da consciência maior, torna possível imaginar fortemente porque poderíamos ter acesso/comunicação direta com isto e dali retirar idéias ou informações. Até Platão já via as coisas desta forma, ainda que não tivesse os termos técnicos atuais para descrevê-las de forma talvez mais fácil de compreender.

Já o Ruppert Sheldrake eu conhecia do vídeo do TED banido, onde ele tenta mostrar e derrubar os mitos mais famosos da ciência (tomados como conhecimento real), baseado em seu livro de mesmo teor.

Não conhecia a teoria dos campos morfogeneticos, mas após pesquisar me parece que ele tenta explicar de alguma forma, como as coisas passam a existir como são, como adquirem vida, um pouco tipo um mecanismo de como elas migram das ideias ou conceitos para o mundo físico. Me lembram os Arquétipos do Jung, ou seja, os modelos de ser que já existem no inconsciente coletivo.

 

Realidade Virtual, Simulação, Jogo e Você

Realidade Virtual, Simulação, Jogo e Você

Realidade Virtual, Simulação, Jogo e Você

Neste novo e curto vídeo (com legendas em português em nosso canal do youtube), Tom Campbell nos dá uma rápida visão sobre como compreender que a nossa Realidade é Virtual, de alguma forma algum tipo de “Simulação” ou “Jogo”, ainda que parecendo muito real, pode ter de impacto para nós mesmos e talvez nos ajudar como pessoas e como raça humana, a atingir um estado melhor (neste grande “simulador” de aprendizado).

Realidade Virtual, Simulação, Jogo e Você
Minha Grande Teoria de Tudo - Despertar
My Big Toe traduzida para o Português, Minha Grande Teoria de Tudo

Publicado em Português finalmente agora em Janeiro de 2017. Aguarde.

Nick Bostrom – Há boas chances de que você seja uma pessoa simulada (em uma realidade virtual na Matrix

nbpic

Há boas chances de que você seja uma pessoa simulada (em uma realidade virtual na Matrix).

Há boas chances de que você seja uma pessoa simulada – No início do século XX, havia uma grande resistência à novas ideias. Mesmo a famosa teoria da relatividade, de Einstein, foi fortemente rejeitada a princípio. Somente foi levada a sério quando seu criador conseguiu provar seu ponto de vista de forma prática: através da medição do desvio dos raios de luz das estrelas que passavam próximos ao Sol durante um eclipse. Hoje a situação é um pouco diferente – ainda que a resistência não tenha diminuído de forma tão significativa.

Em recentes matérias no Site Mistérios do Mundo, foram levantadas discussões que expunham diversas das teorias que hoje são consideradas como possíveis pelos cientistas. Duas delas foram: Cientistas propõem teste para sabermos se nosso universo é uma Matrix ) e ( 10 razões que indicam que vivemos em uma simulação de computador ).

Elas buscam mostrar as variadas proposições discutidas pelos cientistas: teorias sobre múltiplos universos, o universo holográfico, e até mesmo um universo virtual executado a partir de um “supercomputador” de uma civilização mais avançada.

Esta ideia da “simulação” foi aprofundada pelo filósofo Nick Bostrom, da Universidade de Oxford, que propôs o chamado “Argumento da Simulação” analisando os motivos e a probabilidade de que estejamos vivendo em uma simulação (Matrix).

Nick Bostrom propõe que a ideia do filme Matrix sobre a forma como os humanos são usados como fonte de energia é absurda, mas acabou por trazer à tona ao grande público a possibilidade da simulação. Também fez com que passássemos a questionar e refletir mais sobre a natureza da nossa realidade.

E que base, aponta ele, temos para considerar isto mais a sério?

Como qualquer hipótese, o Sr. Bostrom parte de pressupostos iniciais, que simplificamos aqui: 1) Que as simulações, existindo, partem necessariamente de civilizações mais avançadas, ou seja, com condições de gerar simulações muito melhores (que nossos jogos por exemplo) e que para nós seriam realísticas a ponto de ser indiferenciáveis daquilo que consideramos realidade, e; 2) Que seja possível ter consciências ou mentes, implantadas tanto em criaturas de carbono (como nós mesmos) como em seres artificiais, baseados em avançados processadores de silicone. Sendo tudo isto considerado plausível de ser deduzido a partir do que vemos ser possível fazer hoje com nossa própria ciência.

Com esta base ele parte para 3 alternativas, inicialmente de igual peso em possibilidade, que seriam:

(a) Que as chances de que uma espécie em nosso nível atual de desenvolvimento possa evitar se extinguir antes de se tornar tecnologicamente madura são extremamente pequenas;

(b) Que quase nenhuma civilização tecnologicamente madura estaria interessada em “rodar” e participar de simulações de computador sobre mentes como as nossas (bem mais primitivas);

(c) E alternativamente, que você esta quase certamente dentro de uma simulação.

Cada uma destas alternativas pode parecer à primeira vista absurda, ainda assim uma delas deve ser verdadeira, uma vez que “nós estamos aqui”. E estamos (c) ou não (a e b) em uma simulação.

Analisando de forma intuitiva:

Supondo que (a) é falso, então uma boa parte das espécies de nosso nível de desenvolvimento se torna tecnologicamente madura. Supomos ainda que (b) é falso também. Então uma parte significante das espécies que chegam a maturidade tecnológica vai usar seu potencial computacional para rodar simulações para experimentar mentes como as nossas. Mas, o número de mentes simuladas que teriam de “rodar” seria astronomicamente grande. Então pelo “fraco princípio da indiferença”, você teria de pensar que será mais fácil que você seja uma destas mentes simuladas, do que realmente ser uma das exceções usando neurônios biológicos. Ou seja, existindo a possibilidade de simulação é mais provável que sejamos uma das muitas pessoas simuladas que uma das poucas “reais” participando.

Então, se você pensa que (a) e (b) são falsas, deveria aceitar a opção (c). Não é coerente rejeitar as três proposições. Na verdade não temos informação suficiente para dizer qual das três é verdadeira.

Vamos considerar as opções com um pouco mais de detalhe. A possibilidade (a) é relativamente direta. Por exemplo, talvez exista uma tecnologia altamente perigosa que cada civilização avançada desenvolva, e que então a destrua. Esperemos que não seja o caso, mas se for, não somos uma simulação e possivelmente nos destruiremos em breve.

A possibilidade (b) requer que exista uma alta convergência entre as civilizações altamente avançadas: que elas não queiram rodar simulações de mentes como as nossas, e que quase nenhuma delas tenha indivíduos relativamente ricos que estejam desejando participar e estejam livres para fazê-lo. Podemos imaginar varias razões que possam levar algumas civilizações a não “rodar” simulações, mas para (b) ser a verdadeira, virtualmente todas as civilizações teriam de fazer isto. Se isto fosse verdade, iria constituir uma interessante restrição à futura evolução de vida avançada inteligente. Ou seja, parece mais viável que se (b) é a verdadeira há fortes chances de que pelo menos alguma “rodaria simulações”, aumentado nossas chances de estar dentro de uma.

A terceira possibilidade é filosoficamente mais intrigante. Se (c) é correta, você esta quase certamente agora vivendo em uma simulação de computador criada por uma civilização avançada.

Que tipo de implicação empírica isto teria? Como isto ia mudar seu estilo de vida?

Primeiro, fica bem claro que não faz sentido mudar sua vida nem fazer loucuras, seja qual for a verdade.

Se os “supostos simuladores” não quiserem que saibamos disto, provavelmente jamais descobriremos algo significativo. Mas se eles decidirem se revelar, facilmente poderiam fazê-lo. Talvez eles te mandassem uma mensagem em uma tela “pop-up” que se abriria diante de você ou te fizessem um “upload” para o mundo deles.

Outro ponto que nos permitiria concluir com alto grau de confiança que estamos em uma simulação seria se chegássemos nós mesmos ao ponto de gerar nossas próprias simulações . Se fizéssemos isto, seria uma forte evidência contra (a) e (b). E isto nos deixaria somente com (c).

Isto tudo pode ficar bem complexo, mas supondo probabilidades iguais 33% para cada uma das 3 proposições, e como as duas seguintes são favoráveis a simulação, uma conclusão preliminar sem dados adicionais, nos estimaria a grosso modo 66% de chance que você seja um ser simulado.

Minha Grande Teoria de Tudo

WhatsApp chat Fale Comigo!