INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL – VIDA APÓS A MORTE

Qual a conexão entre inteligência artificial e vida após a morte?

Faz algum tempo recriaram uma personalidade aparente de Salvador Dali para seu museu na Espanha. Não encontrei a versão com legenas em Português, mas o video é este abaixo (em Inglês).

Inteligência Artificial recriando Salvador Dali – Video

Qual foi a ideia dos criadores desse sistema?

Permitir que os visitantes do museu interagisse com uma personalidade bastante aproximada daquela do artista já falecido, para ajudar assim a terem uma melhor compreensão da obra dele.

Como fizeram isso?

Reuniram todas as informações que tinham sobre Dali, fotos, videos, textos, frases marcantes, etc., que tinham dele e buscaram a ajuda de especialistas em computadores, e programação para criar um Totem interativo com imagens em tamanho real.

Supostamente dizem ter usado inclusive programas de IA (AI) Inteligência Artificial para aprender sobre as expressões, comportamentos e ideias do artista.

Digo supostamente pois creio que se trata apenas do que mais próximos disponhamos de uma IA de verdade, ou seja, um programa de computador muito sofisticado que simula isso de forma muito convincente. Mas isto é apenas um detalhe que não impacta em nosso raciocínio.

O que conseguiram com este esforço?

Algo muito bom, interativo e próximo da realidade. As pessoas conseguem falar com Dali como se ele estivesse de fato ali disponível para aquela interação. Ele chega até a oferecer e fazer selfies como as pessoas que estão ali interagindo.

Para quem não o conheça realmente a fundo, e imagino que não se tratando de diálogos muito elaborados. Isto é “como se” estivessem realmente falando com o falecido Dali. Ele chega até a questionar se as pessoas realmente acham que ele morreu.

Fica de alguma forma a sugestão de que Dali foi imortalizado ali pela reconstrução de sua personalidade ali disponível para interação.

E o que inteligência artificial e vida após a morte tem que ver um com o outro?

Pelo menos dois pontos a destacar.

1 – O primeiro é que fica uma sensação na descrição do feito pelos envolvidos que de alguma forma ele (Dali) estaria mesmo capturado e imortalizado ali, dentro daquele sistema.

Ora, hoje isto é objetivo de muitos, que em geral “têm crenças materialistas”, que através da ciência buscam formas de se imortalizar – ou pelo menos imortalizar o personagem que elas pensam ser.

Existem cientistas efetivamente tentando (entre várias abordagens) criar condições de fazer o download do conteúdo do cérebro (que eles crêem ser a fonte da consciência), para computadores e eventualmente andróides, assim podendo pertetuar o que supõem ser a única vida, de forma indeterminada.

Isto, se alcançado, permitiria uma “vida após a morte”, de algum tipo, para quem se crê ser apenas matéria.

2 – O segundo ponto de conexão seria, que talvez quando supomos ter contato com os mortos, diretamente ou através de algum médium, pode ser que realmente estaríamos falando com uma IA de plantão, disponível apenas para nossa interação, não sendo “de verdade” mais o “falecido” que fica por ali de plantão “esperando” para ser consultado pelos familiares.

Isto pode chocar alguns, mas peço alguma paciência pois vou esclarecer melhor. Uma atitude de mente aberta e cética é no entanto necessária, para dar a você, uma chance de compreender o assunto antes de apenas descartá-lo.

Qual o ponto de vista My Big TOE (Minha Grande Teoria de Tudo) sobre tema?

É bem próximo do 2o ponto considerado acima.

A teoria MBT apontaria aos seguintes fatores:

  • a realidade é virtual, digital e gerada pela consciência fundamental.
  • somos a consciência individuada que “pilota” o avatar, portanto a morte do personagem não é a morte da consciência que continua.
  • experimentamos “pacotes de experiência” (chamados por alguns de “vidas”) nesta realidade simulada/programada.
  • entre pacotes de experiência seguimos existindo como consciência individuada, mudando apenas de “ambiente”.
  • a consciência que somos segue evoluindo e se modificando com cada aprendizado que temos, tanto nas interações nesta realidade, como nos tempo intermediário entre os pacotes sucessivos de experiência.
  • o “sistema mais ample de consciência digital” (LCS) tem toda informação armazenada sobre quem éramos até o momento do fim da “vida” do personagem.
  • a consciência que termina seu pacote de experiência aqui segue sua evolução deixando de ser aquele personagem.
  • o “sistema” utiliza a informação completa sobre os personagens que existiram, permitindo a recriação dos mesmos, “como se fosse uma IA interativa”, para interação com os familiares interessados.
  • essa disponibilização é apenas para beneficio daqueles que podem ser auxiliados por essa interação, na resolução de conflitos ou temas pendentes seus, com a figura do “falecido”.

Ou seja, os “mortos” seguem em frente, seguem crescendo (ou pelo menos tendo oportunidade para isso). Assim, faz muito sentido que deixem de ser o que eram por ser mais do que aquilo. E realmente não faz sentido que fiquem de plantão esperando “contato”.

E os contatos que eventualmente ocorrem, ocorrem com a mais fidedigna cópia congelada (no sentido de sem evolução adicional ou vida própria) recriada pelo LCS para estas interações.

Todos os envolvidos ficam satisfeitos. Quem precisava do contato o tem disponível. Quem precisava seguir em frente pode fazê-lo sem ficar preso ao histórico.

Conclusão: a IA de Dali simula mas da realidade do que parece!

Sim, é isso mesmo. Sou grato a leitora Solange que compartilhou esse video sobre o Dali comigo. Ele é uma descrição muito acurada do que o sistema (LCS) oferece como suporte a quem procura contato com seus entes falecidos. Me deu inspiração para escrever este artigo.

E esta imagem explica muito melhor que muitas palavras.

De forma resumida, o sistema disponibiliza uma interação com um banco de dados inteligente que utiliza todas as informações (muito mais detalhadas e melhor operadas que o sistema do nosso Dali) sobre a pessoa contactada, e a recria sob demanda para cada interação.

Como o sistema é inteligente ele calcula quais seriam as possíveis reações e respostas “daquela pessoa no banco no banco dedos“, mesmo a informações novas, que o “falecido” não dispunha ao momento da sua morte. Isso dá muito mais realismo a coisa.

É “O Sistema”, trabalhando.

Não se trata de apenas mais um computador qualquer.

Veja também este artigo anterior (Reencarnação pelo ponto de vista My Big TOE) para melhor compreensão do acima exposto: https://mybigtoe.com.br/reencarnacao-pela-teoria-mybigtoe/

Artigo escrito por Mario Jorge.

Foi baseado nos conceitos, teoria livros e vídeos de Tom Campbell, autor da My Big TOE.

Colapso de Onda segundo My Big TOE

Veja nosso vídeo clicando acima.

Colapso de Onda explicado pelo ponto de vista da ciência de My Big TOE.

O Colapso de Onda é um termo que vem da física quântica, e em especial do experimento da Dupla Fenda. Se Ainda não viu nosso video anterior sobre a Dupla Fenda veja pois é útil no entendimento do material contido no vídeo deste atrigo. Segue o link do video anterior.

Continue lendo Colapso de Onda segundo My Big TOE

O Experimento da Dupla Fenda – Física Quântica

Novas explicações em vídeo sobre o experimento da Dupla Fenda.

O vídeo acima traz uma explicação atualizada e simplificada sobre o experimento da dupla fenda, por uma solictação dos leitores do blog.

Aproveitei para encadear o video com o artigo sobre Dupla Fenda que já tínhamos no Blog (escrito pelo amigo Celso Jr.) para quem desejar se aprofundar mais ou complementar as explicações do video com os detalhes técnicos do experimento.

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Arquétipos e Consciência de Grupo – Qual o Impacto?

Como My Big TOE enxerga os Arquétipos? E a Consciência Coletiva ou de Grupo? Qual a relação entre eles e qual o impacto para nós?

Bate papo com Tom Campbell especial para o Brasil – transcrição do video.

Boa noite (ou pelo horário daí boa tarde) Tom.

Obrigado mais uma vez por dedicar um tempo para falar com a gente, em especial para o seu público brasileiro e comigo, por nos dar esta honra novamente

Vamos começar a conversa hoje com a pergunta de uma amiga. Eu adentei uma resposta para ela, mas achei muito interessante de fazer à você aqui também.

Era sobre os arquétipos de Carl Jung. Ele tem suas explicações para isso, de que são padrões de comportamento, por exemplo para um pai, uma mãe, ou outro.

Este é um dos seus aspectos e entendo que ele diz ser…. Imagens de padrões arcaicos universais derivados do inconsciente coletivo. Esta é a definição curta para isso.

Mas a pergunta é: como a My Big TOE vê isso (os arquétipos)? Poderia isto ser interpretado como um tipo de ”programação”? Como padrões de programação que estão disponíveis lá para quando você chega aqui, neste vamos chamar de ”pacote de experiência”, para que possa utilizá-los e que eles possam ajudá-lo guiando-o, ajudando a aprender?

Por exemplo: Você vai ser mãe pela primeira vez na vida. Existem alguns instintos que você acessa deste “modelo” e parece, que facilmente isso poderia ser algo programado.

Então qual seria a sua visão, ou a visão da My Big TOE sobre o que estes arquétipos são?

Ok, Para falar a verdade o modelo My Big TOE explica isso muito bem.

Os Arquétipos são resultado do que chamamos de ”Consciência Coletiva”. As vezes também chamada de “Consciência de Grupo”. E ela é uma somatória vetorial de todas as consciências que pertencem a determinado grupo.

Vamos começar com algo simples como, uma multidão. Ela é um grupo, talvez uma multidão de pessoas com raiva, com muita raiva. E esta multidão tem sua própria consciência coletiva.

Se você se juntar a esta multidão, irá se sentir com mais raiva do tinha que antes de ter entrado nela, Por causa desta consciência coletiva.

E a multidão fará mais coisas mais terríveis que qualquer um dos seus membros faria se estivesse sozinho. Juntos são muito mais brutos do que seriam individualmente.

E isto acontece porque aquele modo mental (mindset) de raiva que cada um tem afeta o outro. Cada pessoa com raiva ajuda outras pessoas a se sentirem com raiva também. Esta é uma consciência coletiva que pertence àquele grupo. Se você sente que faz parte daquele grupo.

Agora se faz ou não faz parte daquele grupo depende da sua intenção. Você vê a si mesmo como parte daquele grupo? Se você não sente, então aquela consciência coletiva não vai te incomodar. Só irá incomodar aquelas pessoas que se identificam como membros daquele grupo.

Agora isto funciona em todos os níveis, em todos os tipos de agrupamentos.

Então se nós temos um grupo, como por exemplo a humanidade, ela tem sua própria consciência coletiva. É como se fosse a soma de todos os humanos.

E ela lhe dá… ela contém informações de como é ser humano, do que significa ser humano, como nós somos humanos.

Não é algum tipo de conceito fundamental de ser humano, mas sim a soma vetorial de todas as pessoas no grupo. Ou seja, de todos os humanos.

Então você pode pensar ”uma consciência coletiva da humanidade deve ser ampla”. Não seria algo tão específico. Seria algo muito amplo

Mas há arquétipos humanos, assim como arquétipos masculinos e femininos, assim como você disse, arquétipos de pai e mãe.

Mas você também pode ter arquétipos nacionais. Um país. De todas as pessoas que se identificam com aquele país. Então aquele país tem uma consciência coletiva. E alguém de fora vem e diz ”Ok, eu quero fazer parte deste país agora”.

Bem, agora em suas cabeças eles começaram a se associar com isso e assim começam a receber informações desta consciência coletiva que, no caso, eles começam a agir e pensar um pouquinho mais como as pessoas daquele país. eles começam a se tornar assim.

E até mesmo uma corporação. Se você tem uma corporação como Mercedez Benz ou IBM

Caterpillar

Oh, Caterpillar sim, ou até da Amazon.

Todas as pessoas que são membros de algo, por exemplo, todos que trabalham para a IBM, têm uma consciência coletiva também e quando você começa a trabalhar para a IBM, sente que sua atitude, seus sentimentos e valores, começam a mudar um pouco.

Você começa a parecer mais com as pessoas da IBM. E todas as pessoas da IBM se vestem de forma parecida, meio que tem ideias similares sobre a vida, a realidade, este tipo de coisa.

Então, pode ser um… uma família, pode ser apenas um grupo pequeno de uma família.

Aquela família, se você tem uma família unida onde os membros dela se identificam “eu sou um membro desta família”. Então, há arquétipos desta família com os quais pessoas podem se conectar.

Mas digamos que você trabalha para IBM, mas não sente de fato que faz parte dela, se sente como alguém de fora. Você pode trabalhar lá, mas se não vê a si mesmo como um “cara da IBM”, então, a consciência coletiva não irá te afetar tanto. Você não terá tanto feedback dela, receberá apenas um leve toque dela.

Você pode ser um cidadão brasileiro e se realmente se identifica como brasileiro, então acaba recebendo mais deste arquétipo brasileiro e irá significar mais para você. Quanto mais você se identifica, mais você recebe dele. Agora se vive aí, mas não se identifica muito com a cultura do país… vai receber menos disso.

Então isto é Consciência Coletiva. E é disso que Carl Jung estava falando em seus arquétipos. Ele só não entendia que isso é uma função da consciência, mas de fato entendeu que existem estes arquétipos e que estes arquétipos na verdade têm com conteúdo.

E pessoas que são membros de um grupo em particular recebem este conteúdo. Este conteúdo está conectado à eles, porque quando você diz ”eu sou membro de um grupo”, meio que abre um link, um link psíquico ou mental com aquele grupo.

E agora você também altera o grupo um pouquinho porque você meio que ”compartilha” suas coisas, mas você é apenas um, e o grupo é grande, então na maioria dos casos é o grupo que altera mais a você, do que você ao grupo.

O grupo pesa mais?

Sim o grupo pesa muito mais e então você acaba sendo mais como o grupo.

Então, qualquer organização, seja uma organização religiosa ou uma profissão como por exemplo todos os encanadores. Se eles realmente se identificam com ”eu sou um encanador” então todos eles formam uma consciência de grupo e vai haver um arquétipo que tem algo a ver com a profissão de encanador.

E se você realmente se identifica com isso, você começa a receber informações sobre ser encanador e você se torna um encanador um pouco melhor pelo simples fato de ter se associado, em sua mente, com aquele grupo de pessoas. De repente você começa a receber um pouco daquela informação e interpreta isso como intuição.

Você apenas segue sua intuição, por exemplo “Bem, eu vou usar este tipo de válvula ao invés daquele”. Você sente aquela intuição, e isto é você acessando o arquétipo mais amplo dos encanadores.

Então, é interessante. Todos os grupos em que estamos, se somos membros de uma família,

podemos também ser membros de uma igreja, ou de um clube social, ou de um país, membros de um estado… quem sabe? Nós tempos todos os tipos de coisa. Talvez você seja membro do clube de escoteiros ou das escoteiras, ou de alguma organização social, tudo funciona da mesma maneira.

Conforme nos tornamos parte de uma organização social, começamos a agir mais como as pessoas que fazem parte daquela organização social.

Agora uma das coisas legais sobre esse negócio de Consciências Coletivas, falamos sobre a multidão agitada, onde a multidão empurra todos para um baixo nível de comportamento mais baixo de evolução, simplesmente porque todos começam a ficar mais nervosos.

A mesma coisa acontece com pessoas bastante evoluídas. Se você tem alguém com pouquíssimo medo, cheio de amor, carinho, cooperação e compaixão e você sai com esta pessoa, bem, isto te impulsiona a também evoluir um pouquinho.

E se você se identifica com grupos como este, se interage com pessoas assim e, enfim, se identifica, isto o impulsiona a evoluir um pouquinho. Então você começa a achar mais fácil se livrar do medo, começa a achar mais fácil não ficar desapontado ou com raiva, porque agora você está envolvido com um grupo que tem uma qualidade melhor que a sua.

Então as pessoas com quem você anda é algo extremamente importante.

Porque se você se identifica como parte de um grupo, você começa a se tornar mais como ele. Você começa a receber ”downloads” daquela Consciência Coletiva. Você tem inclinações à ver as coisas como eles veem.

Por isso nós dizemos às nossas crianças que é muito importante quem são seus amigos, com quem estão.

Tenha certeza de escolher algumas pessoas de alta qualidade par serem seus amigos porque

isso irá afetar a sua vida. Se você escolher pessoas de má qualidade para serem seus amigos, isso também afetará sua vida, mas não de uma forma tão boa.

Então é sobre isso que Carl Jung estava falando, desta Consciência Coletiva e é algo interessante porque nós pertencemos à tantos grupos e nem nos damos conta de que eles nos afetam. Eles nos dão ”insights” as vezes, mas as vezes eles nos dão crenças ou as vezes ainda podem nos dar mais medo ou raiva. Podem nos dar todos os tipos de coisa, mas eles também podem nos dar coisas boas.

Então essa é a explicação para isso.

Você acabou de acessar dois aspectos diferentes. Há um aspecto bom e um ruim.

Sim.

E o seu livre arbítrio é muito importante aqui, porque se você decide, digamos, escolher um grupo ruim que gera coisas ruins e você entra nele, se identifica com ele, começa a receber ”input” deste grupo e o aceita, porque você deve ter que aceitar, eu imagino.

Se você decidir delegar seu poder de decidir e fazer apenas tudo o que recebe e pensar nisso como sendo você, ainda assim a decisão é sua…

Sim.

As consequências serão suas.

E você não é obrigado, você não tem a obrigação de seguir aquilo que está recebendo.

Exatamente. Nada te força a se juntar e nada te força a fazer nada, é você quem deve fazer a escolha. Mas ela (consciência coletiva) sim influencia você, influencia as escolhas que você faz, mas só você é quem pode decidir.

Não há desculpas, você não pode culpar ninguém pelas suas escolhas. Todas as suas escolhas são feitas por você e você deve tomar responsabilidade pelas escolhas e pelas consequências delas.

Então digamos que alguns dos vetores de todos os indivíduos em um grupo que gera essa coisa toda, à qual você pode fazer parte ou não.

Eu quero dizer…. Não é algo sozinho e com livre arbítrio certo?

Certo. É apenas algo que está sendo construído por pessoas pensando juntas na mesma coisa, ou modelando a mesma vibração, digamos.

Sim, ela não existe sozinha como um ser, eu quero dizer. Não como um indivíduo com livre arbítrio. Não ela não existe sozinha e por este motivo ela muda conforme mudamos.

Digamos que você comece a falar sobre mães.

Bem, ser uma mãe hoje em dia, em 2019, é bem diferente do que ser uma mãe vinte anos atrás, então ela muda. Aquela consciência coletiva de maternidade, todos que se identificam como mães, então ela muda, ela continua se atualizando e é isso o que a mantém atual.

É por isso que ela não envelhece e para de funcionar, porque ela é sempre atual, e sempre te trará coisas atualizadas que você pode usar.

Se fosse algo que existisse individualmente como você estava dizendo, se fosse apenas uma coisa em si, bem, uma hora ela não faria mais sentido porque a maternidade cem ou mil anos atrás era muito diferente, as responsabilidades eram diferentes.

Mães naquele tempo tinham duas grandes preocupações, que eram 1) permanecer viva e 2) encontrar algo para comer, para ela e para seus filhos e isso consumia a maior parte da sua energia, só essas duas coisas. E protegê-los dos elementos.

Isso não é mais verdade hoje. Mães hoje em dia geralmente não estão mais no mesmo ambiente que as mães daquela época então, os medos são um pouco diferentes, as atitudes para com os medos também são diferentes, então as coisas mudam.

Mas agora a maternidade é um tópico especial porque maternidade tem um outro componente adicionado que são os instintos.

Você vê? Há uma diferença entre Consciência Coletiva e Instintos.

Animais tem instintos e humanos são também animais logo, humanos também tem instintos.

E instintos, seja em humanos ou em qualquer outro animal, tende a girar em torno da sobrevivência.

Eles giram em torno da sobrevivência da espécie, não só a de um indivíduo, mas da espécie. Então, sobrevivência e procriação. Então é sobre conseguir o suficiente para comer, é sobre… fazer mais bebês para que a raça não se extíngua. É sobre abrigos, relacionamentos, enfim, nós temos instintos atrelados à estas coisas que tem a ver com nossa sobrevivência e nossa procriação.

Então, maternidade é parte da procriação. Também é parte da sobrevivência pois nós como raça não sobreviveríamos sem ao menos a procriação de novos seres conforme àqueles que morrem. De qualquer forma, para resumir, é apenas instintivo.

E instintos também podem mudar e se atualizar. Instintos são produto do ambiente, porém são muito lentos de se alterar. Nós ainda temos instintos de talvez cem mil anos atrás e alguns dos nossos instintos básicos não mudaram por cem mil anos.

Mas você pode modificar estes instintos com sua intenção. Então, você não precisa fazer o que seus instintos de mandam fazer, você pode modificá-los um pouquinho, fazer um pequeno update, mas ainda assim você está seguindo seus instintos básicos: Sobrevivência e procriação.

Então, estes instintos são muito fundamentais, muito básicos. E maternidade é uma destas coisas. Então mulheres tem instintos. Vamos dizer, uma mulher que chega aos seus 25 anos de idade e seu alarme dispara o que significa que ela começa a sentir vontade de ter um bebê.

Ela quer começar uma família, ela quer encontrar um marido e conseguir ter uma boa situação para começar a criar seus filhos. Bem, isto é parte dos seus instintos, procriação. Ela chega àquele ponto em que sua biologia começa a lhe dizer que ela precisa fazer aquilo.

E a dificuldade com instintos é que se você vai para o lado oposto ao que seus instintos lhe dizem para fazer, isso faz você… Faz você se… como eu posso dizer… se sentir mal. Sentir como se estivesse perdendo algo, como se não estivesse fazendo o certo.

Você se sente de alguma forma fracassado, você não se sente satisfeito com a sua vida, então, se somos opostos aos nossos instintos, àqueles aos quais eu falei, que giram em torno da sobrevivência e em torno do sexo. Se nós não estamos alinhados a estes instintos enlouquecemos. Nos fará ranzinzas, nós ficaríamos neuróticos. Então é importante saber que você tem instintos e quais eles são.

Agora você pode jogar com estes instintos de várias formas. Mas se você se opõem, como eu disse, se caminha em direção oposta ao que o instinto está lhe dizendo para fazer, isso irá te causar depressão. Irá lhe tornar neurótico, porque você está indo contra o que o seu ”ser fundamental” e seu corpo dizem que você deveria fazer.

E isso cria estresse e estresse cria vários outros problemas. Então nós precisamos entender os nossos instintos, precisamos satisfazê-los, mas de uma maneira que faça sentido nos dias de hoje.

Então isso é algo diferente de Consciência Coletiva, isso é só Biologia. É parte do que está instalado. Parte da nossa Biologia está instalada desta maneira. É o que nos permite sobreviver como espécie.

Então pelo termo ”hardwired” nós podemos dizer que é uma programação mais estrita. Sim, códigos.

Está programado. Digamos, uma forma equivalente de se dizer.

Sim.

Mas de qualquer maneira, isto, você está dizendo que há também uma outra forma de, digamos, criar ou perceber nossa realidade.

Se você se envolve com algum tipo de movimento que é muito depressivo, muito negativo, e você fica ao redor de pessoas que agem e pensam daquela forma, então você começa a se aprofundar nisso. E então você começa a escutar coisas ou ver coisas e então tudo confirma que as coisas são da forma que você esperava.

Você está no mesmo mundo, sobre a mesma “superfície” digamos. E você está vendo algo completamente diferente de muitas outras pessoas, porque você está “sintonizado” com aquele canal.

Sim.

Você cria uma realidade e você começa a receber confirmações de que as coisas são realmente daquele jeito e de que você não está louco. Se você não está alerta, presente, prestando atenção nas coisas, você pode se envolver, e sai de seu controle… O seu controle é tomado naquela direção e sabe-se lá Deus quando você irá voltar.

Sim, absolutamente, é assim que funciona. Nós vemos muito disso nos dias de hoje. A internet está cheia de coisas assustadoras. Eu acho que uma delas seria as teorias da conspiração. Elas estão todas cheias de medo. Isso é muito contagioso.

Sim, medo, medo e medo e estas teorias da conspiração, e pessoas medrosas acabam se apegando a elas porque, a verdade é que uma vez que você enxerga a si mesmo como vítima você vai direto para o fundo do poço.

Quando você se vê como vítima você se sente perdido, porque vítimas não podem fazer nada sobre nada. E o que estas pessoas fazem é dizer ”não é culpa minha, é esta outra coisa” ou “é culpa dos aliens”, ou são os ricos. Eles apontam os dedos em todas as direções e tipos de coisa…

Ou foi o Deus louco ou mal que criou isso tudo…

Sim, “o Deus enfurecido quem criou essa bagunça”, então o que eles estão fazendo é tentar dizer ”não é minha culpa”. Não me culpe, e estão tentando escapar de qualquer responsabilidade e então acabam como vítimas, e como vítima você não pode mudar nada.

Como vítima você está preso, você não cresce com as situações, você não enxerga o que há por detrás. Uma vez que você é uma vítima você está perdido, no fundo do poço.

Então este é absolutamente o pior lugar que qualquer consciência pode estar: o de ver a si mesmo como vítima.

Esta é uma armadilha da qual é difícil sair. Porque você definir que é a vítima significa que não pode fazer nada. E se você não pode fazer nada a respeito, então você está preso com isso.

Agora tudo o que você faz é ficar cada vez mais nervoso e depressivo, até que você simplesmente atira fogo em si mesmo, você comete suicídio, ou simplesmente fica louco, ou se torna uma pessoa ruim, este tipo de coisa.

Esta é a pior coisa que pode acontecer à alguém.

E estas teorias da conspiração são criadas com base no medo. Elas sugam pessoas para isso. Pessoas que estão procurando por uma desculpa, alguém ou algo em quem colocar a culpa. Em geral porque não querem assumir a responsabilidade de suas próprias vidas e de suas próprias escolha, se agarram à estas teorias.

E como você disse, eles são sugados, eles se tornam parte daquela Consciência Coletiva

E sabe, é nossa realidade, cada um de nós vive em sua própria realidade. Porque nossa realidade é resultado de como interpretamos a informação que recebemos. Da forma como a interpretamos.

Nós recebemos informação do ”servidor”, se assim podemos chamar, ou ”computador” ou ”consciência”, e precisamos interpretar esta informação.

Sua interpretação desta informação é a sua realidade.

E nós interpretamos as coisas baseados em nossas crenças, medos, em nosso amor, nosso afeto, tudo o que nos compõe, é assim que interpretamos as coisas.

Eu ouvi uma estória, não sei se é verdade, sobre um homem em Nova Iorque que tinha pavor de elefantes, de elefantes selvagens. É claro que não há elefantes em uma cidade grande como Nova Iorque ou São Paulo.

São enormes cidades urbanas, não há elefantes andando soltos por aí. Mas porque ele acreditava nisso, se ele visse uma pegada em algum lugar ele dizia ”Ah! Está vendo? Essa é uma pegada de elefante”. É por isso que essa pegada está aí.

E ele não via, por exemplo o vento balançando os arbustos à uma certa distância. Para ele eram elefantes que estavam escondidos atrás da folhagem fazendo elas se moverem.

Ele via sinais de elefantes em todos os lugares e é por isso que ele era tão aterrorizado por elefantes. Então sim, assim como você disse, você cria a realidade da qual você tem medo.

Seja lá qual for o seu medo, você tende a criar aquela realidade que você teme e isso é lamentável. Então se você teme que este seja um lugar feio em que todos estão lá fora para roubar uns aos outros, você tende a fazer e dizer coisas e encontrar maneiras de criar este lugar, como sendo tão feio como o imagina.

Se você tem uma atitude negativa com relação à sua vida e a onde você mora, você ajudará a tornar sua vida e o lugar onde você vive, cada vez mais negativos.

Então você se torna parte do problema, não da solução…

E é por isso que teorias da conspiração que são baseadas no medo e elas se tornam parte do problema e não da solução, porque aquele medo na verdade ajuda a criar aquela realidade que é temida.

As pessoas começam a entregar seu próprio livre arbítrio para outras quando elas se enxergam como vítimas.

O Que é Intenção e em que se usa ?

O que é intenção? Em que se usa ou aplica? Como diferenciar o singnificado My Big TOE para Intenção, daquela definida no dicionário?

Breve explicação em vídeo sobre o que é Intenção segundo Tom Campbell.

Intenção nas palavras do Tom Campbell

Começaremos com o conceito simplificador de que a intenção (com letra minúscula) será a nossa nomenclatura para “seu significado normal na pequena visão”, para a força motriz do indivíduo no nível intelectual e para essa Intenção (com uma maiúscula), com o sentido dela na Visão Ampla, como a força motriz do indivíduo ao nível de ser. Isso efetivamente adota a convenção desenvolvida no boletim informativo interno do site My Big TOE para esclarecer o uso.

A palavra propósito carrega a conotação de alvo, objetivo ou resultado específico. A intenção também pode ter essas características, mas não precisa necessariamente delas.

Intenção pode não ter um propósito específico, pode ser apenas a expressão ativa de um ser. Da mesma forma, a Intenção pode ser determinada, mas não precisa ser.

A Intenção não é um comando, não é exigente, embora possa organizar a realidade à sua vontade. Vontade/Arbítrio (como em: “Força de Vontade”, ou na expressão “Livre Arbítrio”) é com frequência o melhor sinônimo de Intenção, mas “vontade” tem outras conotações que expressam “desejo” ou “querer” e Intenção não é apenas desejo ou querer.

Intenção, como usado na MyBigTOE (MBT), é composta de vários conceitos interrelacionados. É como se faz interface, se comunica e interage com outros indivíduos ou com o sistema de consciência. É o veículo ou mecanismo de expressão de uma consciência ao nível de ser.

Assim, Intenção é a expressão mais fundamental da capacidade, habilidade e qualidade de uma consciência individual, em sua interação com os outros. Ela expressa a atitude, vontade e motivação de um indivíduo (em relação à interação com os outros) ao nível de ser.

Você, no nível interativo dinâmico, é a sua Intenção.

Sua Intenção é a expressão dinâmica de você (de sua consciência) que se conecta e interage com o que está além ou fora de você (o Sistema Maior de Consciência).

Em outras palavras, sua Intenção é a essência de você que interage com tudo o que não é você.

É sua Intenção que “move dados” no sistema de consciência – isto é, que interage, troca e modifica informações dentro do sistema de informação maior.

Intenção não é um conceito simples em MBT. É a projeção pessoal ativa de um IUOC (Unidade Individual de Consciência) ao nível de ser (em oposição ao nível intelectual apenas) no campo de informação da existência (a energia mental focalizada é uma metáfora para isso).

Não creio que você encontrará uma única palavra em qualquer idioma que capte tudo o que é a Intenção. É por isso que a MBT tem 900 páginas em vez de 200 – o inglês, como toda língua atual da PMR (como o português), foi desenvolvido para expressar coisas relacionadas à existência física e não é muito bom para expressar com precisão e clareza, conceitos de consciência e existência em termos de campos de informação interativa não-física.

Por isso, usei muitas e muitas palavras, vindo também de vários ângulos diferentes, para transmitir o meu significado.

A Intenção, como é usada na MBT, é difícil de expressar em qualquer idioma de forma sucinta, mas esperamos que a maioria dos leitores tenha conseguido chegar a uma boa noção disso, mesmo que não possam defini-lo claramente (porque sua linguagem não suporta uma definição clara disso).

Por Tom Campbell, autor da Minha Grande Teoria de Tudo (My Big TOE).

Tom Campbell com participantes em seu evento em Londres.

Como descobrir suas Intenções? E por que? Qual o impacto no processo de co-criação?

Criamos (ou co-criamos) nossa realidade em vários níveis, ou de várias formas diferentes. Isso apenas já é alvo para um artigo e vídeos completos apenas com esse foco.

Uma delas, segundo suporta a teoria científica de My Big TOE, é a influência das possibilidades de acontecimentos futuros, pelo aumento de sua probabilidade, com nossa Intenção. Essa mesma descrita acima, a partir do nosso nível de ser.

Esse tipo de influência é por vezes também chamado, pelas pessoas ligadas as técnicas que se associam a física quântica, de colapsar a função de onda. Muitos falam disso com alguma propriedade, outros sem saber do que estão falando. Eu prefiro usar a palavra “renderizar” (transformar uma informação, de apenas dados no computador, em “imagens” na tela.

Em nosso caso estamos falando de imagens 3D (tridimencionais ou holográficas) em “nossa realidade”, a PMR, realidade física-material segundo My Big TOE (MBT).

Intenção, em uma “realidade virtual digital” formada pela consciência fundamental, tem um papel chave. É ela que pode nos movimentar pelo campo de informação da “internet da consciência”. É ela que pode exercer influência sobre os acontecimentos em determinada medida.

Quando algo que pensamos intencionar ou querer acaba não resultando, não colapsando, não renderizando, pode não ser uma questão de não estar sabendo usar, mas sim de não saber realmente qual é nossa intenção básica.

Você sabe realmente o que quer? Você se conhece? Já se interrogou profundamente sobre o que te motiva?

Se ficou apenas satisfeito com a primeira resposta que te surgiu, sobre o porque de estar fazendo ou querendo algo, talvez seja este o motivo de não estar conseguindo realizar isso.

Talvez quem queira isto não seja realmente que você é, ao seu nível de ser, mas apenas o ego, o personagem, a mente, influenciados por sabe-se lá que fonte (dentre as tantas disponíveis na mídia e na sociedade).

Conheça melhor a você mesmo, saiba quais suas reais motivações e o que está realmente procurando, use sua real Intenção, aquela ao nível de ser e talvez a história mude na prática.

Para saber compreender mais e melhor sobre suas motivações, use o que está descrito no artigo anterior e no fluxo de processo disponível para download e uso ali.

Este fluxo de melhoria se baseia na descoberta das motivações reais e eliminação dos medos associados.

Clique na figura abaixo para ser redirecionado para lá.

Um Mundo Melhor – Tom Campbell

Posso ajudar a construir um mundo melhor?

Como viver uma vida correta e um mundo de moralidade tão confusa?

Uma série de perguntas respondidas por Tom Campbell e totalmente relacionadas com a compreensão do que é “seu nível de ser”.

Como pode um consumidor não contribuir para o trabalho escravo? Como você vive eticamente quando muitos bens que você compra podem ser produzidos usando trabalho escravo? Como se pode viver uma vida ética quando se apóia e incentiva crimes de abuso todos os dias alimentando um processo imoral e antiético de fabricação com as compras que faz?

Resposta:

É difícil ser seletivo em nossas compras porque temos pouca percepção de como os produtos são produzidos e como qualquer processo de produção em particular, afeta a entropia do Sistema Mais Amplo de Consciência no longo prazo.

Você não pode se responsável por aquilo que não conhece – a menos que sua ignorância seja proposital, isto é, se você sai do seu caminho para evitar saber das coisas. O momento em que você descobre sobre um processo antiético do qual é um contribuinte, é o momento em que você ganha a responsabilidade de parar (ou minimizar se parar é contra a lei ou faz mais mal do que bem) de contribuir, encorajar ou possibilitar, o comportamento antiético.

É claro, se deve estar sempre aberto e procurando novos dados. No entanto, esteja ciente de que há pessoas distorcendo “a verdade” de todos os lados de qualquer questão. O mundo funciona com crença, imagem e propaganda, não com a verdade. Infelizmente, a verdade é apenas um participante menor na decisão. É muito difícil obter informações honestas e diretas, e ainda mais difícil, avaliar se é assim mesmo.

Assim, é muito difícil avaliar a existência e a extensão do comportamento antiético, a menos que você seja uma testemunha em primeira mão de todas as questões e circunstâncias, todos os atos e todas as intenções por trás dos atos. Ouvimos fatos sobre atos e, em seguida, muitas vezes preenchemos com a intenção de nossos próprios medos, expectativas e crenças.

É a intenção, não o ato, o que mais importa. Por exemplo: Uma criança de 10 anos trabalhando em uma fábrica nos EUA é ilegal e antiético. Já uma criança de 10 anos em um país sem sistema de educação pública, sem serviços sociais e sem leis de trabalho infantil, e que está trabalhando em uma fábrica, por sua própria livre escolha (talvez fazendo transito dos papéis entre as pessoas dos escritórios e entregando correspondências à equipe administrativa) para impedir que sua mãe e cinco irmãos mais novos morram de fome, é outra coisa.

Neste caso, forçar essa criança em particular (que está feliz e com muita sorte de ter a oportunidade de fazer este trabalho e salvar sua família) a parar de trabalhar porque tem apenas 10 anos seria a escolha imoral.

Se o gerente de uma fábrica estava sofrendo pressão para demitir a criança por causa da má impressão (criada por concorrentes ou pelos cães de guarda que precisam de problemas para justificar seus empregos, ou por pessoas que querem pregar o bem, mas não entendem o quadro maior), neste caso ele é eticamente solicitado a resistir a essa pressão e manter o emprego da criança.

Se o país estivesse sob pressão para considerar a imposição de leis de trabalho infantil, deveriam descobrir o ponto de equilíbrio de quanto bem e quanto mal será feito por causa da lei, e agir apenas de maneiras que beneficiem a vasta maioria de seus cidadãos agora e no futuro – e encontrar maneiras de proteger aqueles que prejudica.

Além disso, você pode parar de comprar produtos de A e começar a comprar os produtos de B, quando, na verdade, B é uma empresa muito mais antiética, mas você simplesmente ignora o comportamento imoral deles. B pode até ter financiado a propaganda negativa sobre A.

Então, como sempre, é preciso aprender a viver graciosamente com a incerteza. Ou seja, você deve formar suas intenções e executar suas ações com base no que você acha que é mais provável que seja a verdade. Deve-se sempre errar do lado da cautela (não faça mal) e sempre permanecer aberto e buscando ativamente mais informações que possam modificar sua posição.

Empregar cepticismo de mente aberta é a chave. Você precisa desenvolver fontes confiáveis ​​e se esforçar seriamente para fazer uma pesquisa eficaz. Lembre-se, a confiança deve ser conquistada, não apenas dada a alguém ou a alguma organização, porque sua máquina de relações públicas está fazendo um bom trabalho.

Há dois requisitos básicos para se viver uma vida ética: Seja uma pessoa ética e (1) faça as melhores escolhas éticas possíveis, com base nas melhores informações que você puder reunir no momento (avalie a precisão e a integridade dos dados sem adicionar distorções devido a seu medo, ego e crença).

(2) Aprenda a viver graciosamente com a incerteza (use o ceticismo de mente aberta para avaliar a verdade em termos de probabilidades provisórias – evite adicionar distorções geradas por seu medo, ego e crenças). Aceite que você cometerá erros e será imperfeito – tudo bem, porque você corrigirá o erro assim que descobrir o erro e estiver continuamente trabalhando nisso.

Não é sua responsabilidade consertar o mundo, sua responsabilidade é consertar a si mesmo, e se você está trabalhando ativamente nisso de forma tão eficaz e eficiente quanto possa, já está fazendo sua parte. Além disso, deixe as coisas tomarem contas de si mesmas – oportunidades de aprendizado e desafios são fornecidos para todos.

Tentando fazer um mundo melhor

Não deveríamos estar trabalhando para o bem de todos – saindo para o mundo e tentando fazer do mundo um lugar melhor?

Resposta:

Alguns podem pensar que é egocêntrico trabalhar principalmente em si mesmo como sugeri acima.

Por “trabalhar em si mesmo”, não me refiro a uma vida inteira de meditação contemplando seu umbigo. Neste ambiente-escola, a ação que mais importa é interagir com os outros.

Sim, é claro, devemos nos preocupar em ajudar os outros, mas se nossa intenção (motivação) não estiver correta, nossa ajuda será ineficaz e talvez até destrutiva.

Ajudar os outros é um traço primário da consciência de baixa entropia (amorosa). Se você melhorar primeiro a si próprio (abaixar sua entropia), se sentirá automaticamente motivado a ajudar os outros.

A intenção de tornar as coisas melhores para todos flui naturalmente, de um ser com baixa entropia. E esse ser fará seu trabalho pelos outros, sem o medo, ego, expectativas e crenças, que tornariam seu esforço ineficaz ou contraproducente.

Se uma pessoa sai para tentar fazer o bem sem primeiro arrumar a si própria (sem se livrar do medo, ego, expectativas e crenças), então seus esforços serão necessariamente focalizados e implementados, de maneiras que reflitam seu medo, ego, expectativas e crenças.

Fluxo Prático Como Melhorar ao Nível de Ser
Clique na Imagem para baixar o seu material!

Isso fará com que ela seja ineficaz tanto pela Visão Ampla como na visão estreita – ela provavelmente não conseguirá fazer nada de útil para os outros no longo prazo, ou até piorará as coisas.

Não se pode esconder ou suprimir a verdadeira qualidade de seu nível de ser – o que está em seu núcleo, é o que você expressa com suas intenções e interações. Você simplesmente é quem e o que você é – não há como ser melhor do que você é.

Agir melhor, embora às vezes apreciado por aqueles que
interagem superficialmente com você, é apenas um ato que sempre revela a verdade sob uma inspeção mais profunda.

Atuar (representar) é muito diferente de ser.

Pode-se tentar agir de uma maneira boa – fazer as coisas que pensa (trabalhando a partir do nível intelectual) representar bem – mas se seu senso do que é bom é primariamente informado pelo medo, ego, expectativas e crenças, isso é o que domina seu nível de ser e consequentemente também se reflete em seu nível intelectual. Tal pessoa provavelmente realizará pouco bem pelo ângulo da Visão Maior e ainda poderá causar danos.

Seu intelecto expressa a qualidade encontrada no nível de ser, consequentemente, serve principalmente seu medo, ego e crenças e gasta a maior parte de sua energia, convencendo-se de que todos os seus atos são necessários e bons.

No entanto, se uma pessoa é boa (consciência de baixa entropia), então ela simplesmente faz o bem ao agir naturalmente – não tem que pensar em como agir – apenas é…  e se expressa como é. Opera a partir do nível de ser. Seu intelecto serve ao seu ser central e expressa a qualidade encontrada nesse nível.

Sua intenção é sempre focada no serviço aos outros e ao todo e provavelmente realizará muito, tanto em relação ao ambiente da Visão Ampla como ao da pequena visão. Isso não significa que tal pessoa necessariamente será rica e famosa – estou falando de realizações que são significativas para si mesma, para os outros e para o Sistema de Consciência Mais Amplo.

Então você vê, o primeiro passo para consertar qualquer coisa (atitudes dos outros, sistema político, sistema econômico, sistema filosófico, corrigir erros, reforçar o que é justo, tornar o mundo um lugar melhor, etc.) está consertar a si mesmo.

Se você realmente quer trabalhar para o bem de todos – sair para o mundo e tornar o mundo melhor, então comece a trabalhar em si mesmo – produza um ser de baixa entropia que naturalmente expressa e difunde a qualidade do amor e da compaixão ao invés do medo, ego, expectativas e crenças.

O que nos melhora ao nível de ser

“Mas como eu me aprimoro (no nível de ser)?”

Resposta:

Livre-se do medo, da crença e do ego.

Todos os três estão relacionados: Crença e ego são produtos do medo. Eu sei, é fácil de dizer, mas difícil de fazer.

Aqui está como recomendo abordar isso. A maioria das pessoas que trabalha seriamente em sua qualidade de consciência, acha cada vez mais difícil identificar o medo e as crenças, mas o ego é menos sutil e mais óbvio, quando se está procurando por ele.

Comece inspecionando sua intenção ou motivação nas interações cotidianas. Inspecione honestamente cada ação, pensamento, sentimento, vontade, necessidade e desejo – em especial quando interage pessoalmente com outros (cônjuge, família, amigos, colegas de trabalho, estranhos, etc.) – ou a medida que você processa isso (pensa nas coisas, devaneia, pondera).

Descubra a causa real – a causa por trás da causa – de porque você diz, pensa ou faz o que faz. Então pergunte a si mesmo: “Esta causa, intenção ou motivação, é sobre mim mesmo?” (meus desejos, necessidades, expectativas, vontades).

Se é principalmente sobre você (gerenciar as coisas do jeito que quer que elas sejam), então é muito provável que sua intenção / motivação seja baseada no ego. Se for baseada no ego, você pode em geral encontrar um medo ou crença na raiz disso (um medo de que você, as coisas, ou os outros, não estejam sendo ou funcionando da forma que você deseja).

Se você encontrar um medo, é disso que você precisa se livrar.

O único antídoto para o medo é a coragem e o desejo sincero de mudar. Se você encontrar uma crença, siga cavando até um nível mais profundo e encontre o medo que impulsiona a crença.

Elimine o medo, então crença e ego simplesmente desaparecerão porque já não são necessários para lidar com esse medo. Este processo requer foco, dedicação e perseverança para resultar em sucesso.

Se você trabalhar de forma diligente nesse processo, em três ou quatro meses, a diferença em você e em sua qualidade de vida, será bastante perceptível por você e até pelos outros.

Fluxograma ilustrando como podemos nos melhorar ao nível de ser

A explicaçõs acima foram convertidas em um fluxograma de processo para facilitar a compreensão e seguimento dos passos, para aqueles que se interessarem.

Experimente exercitá-lo e praticar nas situações cotidiana, depois de alguns dias avalie os resultados e faça uma reflexão sobre eles.

Seus comentários e compartilhamentos da experiência serão muito bem vindos!

Use o formulário para baixar o seu fluxograma gratuito com uma imagem de boa definição para imprimir, manter como fundo de tela ou no celular de modo a mantê-lo em fácil acesso.

Download do Fluxo:

My Big Toe e a Cura – Rádio Mundial

Na ultima quarta 8/5/19 as 15hs tivemos uma entrevista ao vivo sobre My Big TOE de Tom Campbell, sobre os processos de cura e o papel da Intenção e da Consciência nesse contexto.

(Este trecho do livro 1 fala sobre a agitação da vida moderna e a falta de atenção com o momento presente e foi lido pela entrevistadora Valdiviah na abertura do programa).

Gerenciamento de tempo, um conceito nascido na Era Industrial vai ao crítico na Era da Informação. Se não estamos dormindo, estamos muito, muito, muito ocupados em uma perseguição quente, sobre o que quer que seja que vai acontecer a seguir.

A maioria de nós valoriza o momento presente apenas como uma ponte para o futuro.

Porque vivemos na correria, temos uma tendência a confundir a vida, significado e objetivo, com movimento. O fato é, que as escolhas que fazemos (e que em última instância nos definem), todas elas ocorrem no presente.

Extraído da Página 191 do livro 1 Minha Grande Teoria de Tudo – Despertar (My Big TOE – Awakening) – Tom Campbell

Consciência é fundamental, tudo o mais é derivado!” – Tom Campbell

A terapeuta Solange (a esquerda) a entrevistadora Val (ao centro) e Mario Jorge da My Big TOE em Português (à direita).

Mario Jorge Pereira dos Santos – Engenheiro, Pós em Economia do Comércio Exterior, Treinamento como Master em PNL, buscador do autoconhecimento pelos últimos 10 anos. Responsável pela tradução e publicação da My Big TOE no Brasil.

Quem é Tom Campbell ?

É um Físico Nuclear e Pesquisador da Consciência americano.

Trabalhou para a NASA e o Departamento de Defesa no desenvolvimento de simulações para solução de problemas.

Se interessou pela Consciência quando nos anos 70 conheceu a Meditação (e seus efeitos práticos) e encontrou Robert Monroe, autor de Viagens Fora do Corpo.

Como físico ajudou Monroe a montar um laboratório de estudo da consciência e seus estados alterados e desenvolveu o uso de áudios binaurais, em frequências específicas, para ajudar no atingimento de estados meditativos profundos e produtivos.

O que é My Big TOE e sobre o que nos esclarece?

Com mais de 35 anos de pesquisa cientifica e reacional da consciência e do subjetivo, juntando com sua experiência em simulações desenvolveu sua My Big TOE – uma Teoria de Tudo, que inclui a consciência como fator básico, e explica tudo o mais: a Física (inclusive a Quântica), a Filosofia e a Metafísica.

Propõe esclarecimento para as grandes questões da humanidade: Quem somos? De onde viemos? Qual o propósito de tudo isso? Como e a partir do que nosso Universo 3D aparentemente sólido foi criado? Se existe vida após a vida? Como funciona esse processo? Porque as coisas se comportam como se comportam ao nível quântico e qual o impacto para o nível macro?

My Big TOE se baseia em dois pressupostos, a existência de uma consciência fundamental primordial (vazia mas com potencial) e, na pressão do processo Evolutivo – que estimula esta consciência e tudo o mais nela, na direção da evolução pela exploração das possibilidades.

Recomendação do Tom: Não acredite em nada do que digo. Use isto apenas como um mapa para você mesmo explorar e tirar conclusões próprias.

O que é explicado nisso tudo a respeito das possibilidades de cura pelos processos alternativos?

O Universo e a Realidade é no fundo mental, consciência, uma grande rede de consciência digital, na qual estamos mergulhados e somos uma parcela.

Essa rede é chamada pelo Tom de LCS – Larger Consciousness System ou sistema mais amplo de consciência.

A materialidade ou solidez é apenas uma percepção que temos, deste aspecto da realidade. É percepção e interpretação, devido aos programas e filtros que temos ou adotamos.

Percepção e crença, posto de forma curta.

Dado isto, navegamos e atuamos nessa internet da Consciência com o uso da nossa Intenção (se desenvolvemos esta habilidade).

Assim sendo, a possibilidade de cura pela intenção e pela escolha é sim possível. E os vários processos de cura da medicina alternativa, são caminhos ou metáforas que cada um encontra para aplicar sua Intenção e alterar sua própria realidade.

Cura não é o único campo onde podemos impactar nossa realidade.

No entanto por ser algo pessoal, não coletivo, é mais simples de ser impactado, por nós mesmos ou com a ajuda de pessoas para isso treinadas.

Para quem quiser saber mais temos um ebook gratuito no site (www.MyBigTOE.com.br), cujo título é “Física Quântica, Consciência e Realidade Virtual: Como esses conceitos podem impactar positivamente sua vida!” e também à venda, a trilogia My Big TOE de Tom Campbell.

Em 3 e 4 de Agosto próximo teremos também o evento presencial com o Tom em São Paulo, no Espaço Maestro ao lado Shopping Pátio Paulista. Mais em www.mybigtoe.com.br

Depoimentos sobre Tom e My Big TOE

A seguir uma série de depoimentos de
participantes dos eventos do Tom , leitores da trilogia My Big TOE e seguidores dos vídeos e artigos do Tom.

Cris Brightlight vive na Inglaterra e participou do evento do Tom no Castelo de Lumley na Inglaterra.

Carla vive e trabalha na Suiça participou de um evento do Tom nos Inglaterra.

Camila vive nos EUA e participou de um evento do Tom no Tenesse.

Bruno participou de um evento do Tom nos Estados Unidos.

Jessica participou de eventos do Tom na Inglaterra e na Alemanha.
Com legendas em português.

Peter Sage é autor e palestrante. Participou de eventos do Tom nos Estados Unidos e na Inglaterra. Com legendas em português.

Rodrigo é engenheiro de software e trabalha no Canadá. Ele montou este pequeno video, sobre o impacto do Tom em sua vida, e enviou para nós.

Adriane Silva do Café Quântico participou do evento do na Polônia.

Foad participou de eventos do Tom na Alemanha.
Com legendas em português.

Caroline participou de eventos do Tom na Alemanha.
Com legendas em português.

Sobre nosso ebook gratuíto: Queridos e amados da nossa linda Família Cósmica, aqui está o link do Ebook elaborado pelo Mario J. P. Santos sobre a obra do físico Tom Campbell que eu recomendo expressamente! Clique no link AGORA e faça seu download!
Muita luz, Amor e paz. Sempre!  – Cris Brightlight

Sobre o Tom no Brasil: Queridos e Amados da nossa linda Família Cósmica. Já tinha rumores da ida do Tom ao Brasil, quando de minha participação no evento My Big TOE aqui na Inglaterra. A eletricidade e o entusiasmo já podia ser sentida no Ar … Agora é oficial.?? Acabei de receber a confirmação do Mario Jorge (Tradutor da Trilogia para português) que Tom Campbell estará no Brasil em Agosto !!!! . Comprem os livros agora (pois a tiragem é limitada) e adquira seu ingresso já. Com Amor, Cris Brightlight ?❤️?? PS: Se você é um verdadeiro EXPLORADOR da Consciência, este é um Evento que transformará Sua Existência para Sempre!

Sobre seu contato com Tom no evento em Londres: Junto a Tom Campbell e o Amor de minha vida! Ao longo de 4 dias e noites no Castelo de Lumley-UK praticamos intensamente através das ferramentas de ponta co-dividas por Tom para a Exploração e Expansão da Consciência em níveis profundos e efetivos. Dentre elas… Sons Binaurais criados pelo próprio Tom, técnicas de Remote Viewing, Healing, Acesso ao Banco de Dados, passado e futuras probabilidades… Um processo científico onde Evidências mais do que suficientes reconfirmaram e reforçaram mais ainda a natureza da nossa Multidimensionalidade e de nossas Infinitas Capacidades. Mas muito provavelmente o mais importante foi o Exemplo dado pelo próprio Tom nestes 4 dias de convívio estreito conosco. O verdadeiro Mestre não é aquele que somente fala e se expressa em nível intelectual. É aquele que juntamente com o discurso demonstra na prática o que é SER AMOR! E isso, além de toda sua genialidade…Tom tem de sobra. Gratidão querido e amado Tom por Ser Amor.?✨?

Jens participou de eventos do Tom na Alemanha.
Com legendas em português.

Tim participou de eventos do Tom na Alemanha.
Com legendas em português.

Adriane Silva do Café Quântico sobre o evento do Tom em que participou na Polônia: No segundo dia de evento Tom explicou sobre aplicações de MBT nas principais áreas de nossas vidas, como esses conceitos podem nos conduzir ao sucesso e nos moldar, transformando nosso nível de Ser. No jantar pude fazer algumas perguntas pessoalmente ao Tom, pude experienciar algo único em minha vida, que ficará gravado para sempre em minha história. Posso garantir a você que existia uma Adri antes do Tom e há uma Adri depois do Tom, pois hoje eu sei que eu sou a consciência, que tudo é informação, claro que há um oceano para explorar, mas sinto que estou no caminho certo, não me sinto perdida, cheia de medos e bloqueios como me sentia antes. Você que está tendo a oportunidade de se deparar com um material dessa qualidade aproveite! Pois isso criará um impacto extraordinário em sua vida, além de te deixar uma pessoa com um grau de conhecimento invejável.

Dra. Mabel Cristina dias do ABC em São Paulo – leitora de My Big TOE, sobre o evento de Tom Campbell em Agosto 2019.

Clarice Nunes leitora do ABC em São Paulo: Ter acesso ao conteúdo de uma teoria como a da My Big Toe do Tom Campbell, é incrivelmente libertador. A oportunidade de compreender os pacotes de regras que regem a nossa realidade com tanta simplicidade e ao mesmo tempo profundidade, ampliou exponencialmente meu mundo interno e externo, de tal forma, que alterou com qualidade a minha concepção de vida e de mundo. Saber que, toda essa riqueza de informações é apenas um fractal espelhando uma verdade ainda maior, me faz sentir um ser privilegiado por me conectar a um material que é de tanta importância para a pequena parcela da humanidade que leva a própria existência a sério. Sou imensamente grata por esse trabalho que, dentre tantos outros, é, sem dúvida alguma, um dos mais lúcidos e revolucionários que já acessei. Muito obrigada aos envolvidos!

Professor Dr. Luciano Lins de PE: My Big TOE envolve uma linguagem bastante acessível ao mesmo tempo em que nos faz aprender e perceber um modo de pensar diferente, puxando também pela Intuição, a qual está além da linguagem cartesiana e linear. Um modo de trazer para o campo científico de maneira brilhante através da física, outros planos da consciência e sua relação com a totalidade do Ser e do Universo.

Marco Hernandes, leitor de Curitiba: Uma trilogia que vai suavemente de uma história pessoal do TOM, até a nossa própria história. Um caminho passo a passo, dentro de uma incrível jornada de descobertas e autodescobertas. Um convite a você se perceber muito além da sua jornada física. Um convite para você suavemente ir se desbravando… Gratidão ao Mario Jorge por ter trazido à nossa língua esta trilogia.

Daiane Pereira, leitora de SP : Olá Mario… estou ma pag. 116 e de boca aberta com a qualidade das informações. Mais uma vez quero agradecer a vocês que trabalharam para trazer esta obra traduzida em português para nós. Esforço super válido!! Gratidão imensa…

Welton Oliveira, leitor de Goiás: Essa obra mudou minha vida…. Li, reli e estou aplicando a meditação como ferramenta primária para “saborear meu pudim”…

Luiz Ribeiro, leitor do Porto em Portugal: olá Mário, já li o livro três vezes… é impressionante! Obrigado por seu trabalho em traduzir, sem ele eu não conseguiria ler e principalmente entender diretamente no ingles….

Bruce Lipton & Tom Campbell

Bruce Lipton & Tom Campbell – Biologia da Crença & My Big TOE

Dois cientistas “vendo um mesmo mundo”.

Bruce Lipton é conhecido pelas ideias, expostas no seu livro “Biologia da Crença“, que afirmam com base nos dados de sua experiência que a “mente” tem influência até sobre os genes, além da saúde em geral, sendo um fator importantíssimo para sua saúde.

Tom Campbell por seu lado, vem da Física, com muita experiência em simulações e da pesquisa da Consciência e tem suas conclusões científicas sobre Realidade Virtual e Física Quântica, publicadas em sua Trilogia de livros My Big TOE.

Tom por seu lado concluiu que a Consciência é fundamental e portanto geradora de tudo o mais, inclusive da “Biologia” e isto suporta totalmente as noções de Bruce Lipton sobre os genes entre outras. Somos consciência em um pano de fundo de consciência e o que movimenta tudo isso e gera os fatos é nossa intenção.

Assim que espero que aproveitem o interessante papo entre ambos, pois o benefício é todo nosso de ver duas cabeças pensantes desse quilate, expondo suas ideias em conjunto e fechando muitos “gaps”.

Os vídeos são em inglês, língua original de ambos, assim que por favor ative as legendas em inglês e depois a tradução automática para o português do Brasil (uma possibilidade oferecida ai pelo sistema do próprio Youtube).

Tom Campbell & Bruce Lipton: Dois Cientistas “Uma Visão de Mundo”:

Tom Campbell & Bruce Lipton: “Física, Biologia, Propósito e O Amor P1/2”.

Tom Campbell & Bruce Lipton: “Física, Biologia, Propósito e O Amor P2/2”.

Nota: Veja também o bate papo entre Tom Campbell e Dean Radin!!!

Reencarnação Pelo Ponto de Vista My Big TOE

Reencarnação Pelo Ponto de Vista My Big TOE

Que relação a reencarnação com a Minha Grande Teoria de Tudo – My Big TOE – de Tom Campbell. Leia um pouco mais e veja como já chegamos nisso.

A perspectiva da ciência tradicional.

A ciência tradicional, mesmo que nos esqueçamos disso, parte sempre da hipótese materialista. Isto quer dizer, que mesmo quando isso não é dito, está lá subentendido. É por assim dizer, a crença da maioria dos praticantes da ciência.

E onde isso nos leva? Leva que a partir daí, consideram que o ser humano é apenas um corpo físico, constituído de partículas (sejam lá quantas existirem hoje) que formam os átomos . Estes por sua vez formam as moléculas que formam as células (estas já vivas, sem um porquê claro disso) e que por fim formam nossos corpos.

O cérebro também é parte do corpo “material”, mas consciente por acidente (ainda segundo os materialistas.

A Consciência é considerada o Problema Difícil da Ciência (Hard Problem) pois eles não encontram forma clara de chegar a ela, partindo dos componentes supostamente materiais. Apenas dizem que foi um processo acidental e que é algo apenas transitório — ou seja — que a consciência acaba com a morte do corpo.

Então, se a consciência é acidental e acabasse com o fim do corpo, a morte seria final e seguramente, não haveria reencarnação.

Vale comentar também, onde entra a Física Quântica.

Os experimentos em Física Quântica trouxeram a tona diversas anomalias que mostram, que as partículas não se comportam com se espera que a “matéria” se comporte. Ela também introduziu a influência do observador consciente no resultado dos experimentos (ou seja, naquilo que deveria se comportar de forma material, mas não se comporta assim).

A Física Quântica, não explica o porquê disso, mas levanta suspeitas sobre a consistência da realidade e da matéria em geral. E já não é pouco, pois desestabiliza as “crenças de plantão“. Quem disse que só a religião é composta de crenças?

Lara Croft, famosa personagem (Avatar) dos jogos virtuais.

Reencarnação e Simulação, ou Realidade Virtual

My Big TOE de Tom Campbell, propõe que consciência é aquilo que é realmente fundamental, ou seja, a origem de tudo o mais.

A consciência seria digital, informacional . Portanto as coisas, não seriam feitas de matéria (partículas sólidas), mas sim de informação contida nessa consciência digital.

A sensação de solidez viria da nossa percepção, programada em nossa forma de ser, nosso programa para interpretar essa realidade.

E a Reencarnação como fica?

Se a consciência é fundamental e “nossa consciência” é uma parcela dela — daquela que tudo constitui — nossa consciência não seria apenas temporária, como querem alguns cientistas.

Ela é a fonte e sendo parte dela, somos “tão” perenes quanto a fonte. É a consciência que anima o que “parece ser” um corpo. É ela que o sustenta (que lhe dá vida), e não ao contrário.

Já que falamos de digital e virtual, fica mais fácil usar a metáfora de um vídeo game.

Em um video game, o operador ou jogador está na verdade “fora” do jogo com o computador, está no comando daquilo. Assim somos ali a suposta consciência dos personagens. O que ocorre quando chega no fim do jogo? Quando acaba a vida daquele personagem? O jogador morre junto?

Claro que não, ele vai jogar outro jogo, com outro personagem. O jogador ou consciência, não é parte interna do jogo, está no controle e não termina com ele.

Percebe como ficou clara esta analogia com a reencarnação?

Avatar Virtual

Reencarnação é uma boa descrição para o processo?

Podemos chamar nossa metáfora de Simulação ou de Realidade Virtual. Se consideramos as pistas da Física Quântica sobre a “matéria” não se comportar como se fosse material (partículas, átomos e moléculas), já começamos a caminhar na direção de uma boa explicação.

O jogador e o computador não são parte da nossa realidade percebida. Nossa consciência comanda o personagem e não perece com ele… Consequentemente, segue disponível para experimentar outros personagens. E quantos já terá talvez experimentado?

Assim que por nossas metáforas atuais, REENCARNAÇÃO não prece ser o melhor descritivo para o processo. Como não há matéria propriamente dita, não há carne envolvida. Então não caberia descrever como “reencarnação”, já que o processo é todo “virtual” ou “simulado”.

Trata-se apenas da percepção de matéria e de carne. É como ocorre em um sonho. Percebemos ter um corpo com maior ou menor definição, mas trata-se apenas de um corpo imaginado. Apenas informação na mente.

O Tom em seus livros, chama o processo de passar por uma “vida”, de “Pacote de Experiências“. Quando se deixa o Pacote de Experiências atual, se progride para o próximo pacote. Deixamos o personagem ou avatar atual, e prosseguimos para outro.

O lado claramente bom disso tudo, independentemente dos nomes que se dê, é que morte, não parece ser o oposto e vida, mas apenas o oposto de nascimento. Apenas dois fatos que demarcam a entrada e saída deste ambiente virtual, que gera a possibilidade do pacote de experiência. Vida engloba tudo, inclusive estes pacotes e não acaba com eles.

Quer entender tudo isso melhor? Veja mais nos livros e vídeos My Big TOE ou nos eventos do Tom e suas gravações, com informações espalhadas aqui pelo site.

Autor do artigo: Mario Jorge My Big TOE Brasil

Se tiver comentários, são bem vindos e pode deixá-los mais abaixo.

Como Meditar com a ajuda de Sons Binaurais

Neste artigo além de aprender sobre como meditar com o uso de sons binaurais você vai ter acesso a um kit de áudios binaurais gratuitos que eu mesmo preparei para meditação.

A motivação em disponibilizar esses áudios veio do grande interesse e contato de leitores por causa de outro artigo e vídeo publicados recentes sobre o uso de sons binaurais para meditação.

Também tivemos muita conversa no grupo de bate-papo exclusivo dos leitores da trilogia My Big TOE de Tom Campbell via whatsapp sobre o tema.

Muitas pessoas tem dificuldade em atingir estados meditativos devido ao desafio de conseguir silenciar a mente, relaxar e se desconectar do corpo.

Em especial pelo ruído incessante causado pelos próprios pensamentos.

Sons Binaurais Ajudam a Meditar

Para ajudar preparei com o auxílio do Audacity ( um editor de áudio gratuito) uma série de áudios binaurais em frequência descrescente de 10Hz até 4 Hz, além de variaões com 3,9 Hz e 3,8 Hz.

Nesse preparo segui as instruções do Tom, conforme seu artigo, e já os experimentei pessoalmente.

Informe seu email, seu nome no formulário e clique em Enviar, o download GRATUITO dos áudios binaurais será imediato, nesta página.

Fique tranquilo, além dos binaurais você receberá por e-mail orientações sobre três sequências para combinar os áudios e meditar com o auxílio deles:

Como Meditar com Sons Binaurais

Você vai receber sons binaurais em 6 arquivos, possíveis de usar em pelo menos 3 diferentes sequências para ouvir no celular ou player e desfrutar (necessariamente) com o uso de fones de ouvido.

Além das instruções contidas no email que você receberá ao preencher o formulário, recomendo também que leia o artigo anterior do Tom:

Se puder veja também o meu video no tema:

Imagem do vídeo sobre Sons Binaurais

Isto permitirá um melhor entendimento como meditar com sons binaurais que estamos oferecendo e assim “turbinar” seus estados meditativos.

Mario Jorge – My Big TOE Brasil

Meditação com Ajuda de Audios Binaurais – Tom Campbell

Sobre o uso de áudios binaurais como suporte ao desenvolvimento de estados meditativos (ou estados alterados de consciência).

Qualquer um pode usar os áudios binaurais para encorajar saídas do corpo, visão remota ou habilidade de cura. Eles são além disso, um excelente suporte para meditar, em especial para quem tem dificuldade de esvaziar a mente e relaxar.

Você pode comprar audios Hemi-synch, uma mistura profissional de batidas binaurais e outros sons (Google “The Monroe Institute”) ou você pode fazer seu próprio arquivo de áudio binaural de graça.

Pode ainda ir também ao site My Big TOE americano, comprar e baixar alguns deles lá.

Binaurais Prontos e Gratuitos Também Aqui Mesmo

Receba agora os Binaurais que eu mesmo fiz utilizando o software Audacity com base nas informações contidas no artigo do Tom neste post.

São 6 áudios binaurais com variações de frequência de 10, 8, 6, 4, 3.9 e 3.8 hertz com duração de 10 à 30 minutos. Eles podem ser combinados para você atingir os melhores resultados em combinações diferentes para sua meditação.

Informe seu email, seu nome no formulário e clique em Enviar, o download dos áudios binaurais será imediato, nesta página.

Fique tranquilo, além dos binaurais você receberá por e-mail orientações sobre três sequências para combinar os áudios e meditar com o auxílio deles:

Qual binaural dentre os disponíveis é o melhor?

Só você pode responder isso com experimentação – todos são diferentes em algum aspecto. Eles têm a capacidade de ajudá-lo a aprender a ser um meditador melhor.

Algumas pessoas acham os áudios biauriculares úteis, outras não. Google “binaural beat” e encontrará um site que permite que você faça o seu próprio arquivo de áudio personalizado de graça.

O objetivo é tornar audível uma batida (frequência), com ajuda de duas frequências audíveis, que de outra forma não seria diretamente audível (como 4 Hertz por exemplo).

A frequência da batida binaural é a diferença entre duas frequências base. Um tom puro gerado na frequência base entra em um ouvido e a frequência base mais a frequência de batida desejada vai no outro ouvido (usando fones de ouvido estéreo).

Os dois tons se combinam no cérebro produzindo uma frequência de “batida” que é a diferença entre as frequências dos dois tons puros. Essa frequência de batida (que você pode “ouvir”) impulsiona seu padrão de ondas cerebrais em direção à frequência da batida, induzindo assim um estado alterado de consciência semelhante a um estado de meditação muito eficaz e praticado.

Se você já sabe como meditar, agora usando os binaurais, não precisará fazer o processo de relaxamento inicial e o de saída no final. Faça vários arquivos de áudio estéreo com batidas binaurais usando frequências diferentes, e use cada um por cerca de um mês para, escolher o que você mais gosta.

Algumas sugestões de pares de frequências: 100 Hz e 104 Hz; 500Hz e 504Hz; 2000Hz e 2004; 5000Hz e 5004Hz Essas diferentes frequências base produzirão uma batida biauricular de 4 Hz. Os homens tendem a gostar das frequências mais baixas e as mulheres, das mais altas.

Cada ouvido e cada hemisfério do cérebro percebe uma frequência diferente, que o cérebro acaba integrando como um terceira frequência, a diferença entre as duas primeiras.

Você pode tentar uma batida um pouco mais lenta (diferença entre frequências) de 3,75 ou 3,8 em vez de 4hz mais adiante, se chegar a esse nível de refinamento. É recomendado prática pois fica mais fácil dormir e perder o estado.

Experimente. Continue a experimentar sempre, mas não pule entre as coisas muito rapidamente. Tome a visão de longo prazo … tome o seu tempo .. não apresse o processo.

Muitas pessoas, especialmente no começo, preferem entrar e sair aos poucos do estado de ondas cerebrais theta de 4Hz. Assim suavizando e retardando a transição de, e para, o estado teta desejado de 4 Hz (para facilitar o acompanhamento), isso  é chamado de rampa. A rampa que vai de beta (condição desperta regular) para teta (estado meditativo) deve ser lenta e gradual o suficiente para que você consiga segui-la. A rampa que sai de theta de volta para beta, já pode ser bem mais rápida e mais íngreme. As rampas ideais entrada e saída do estado são individuais.

Um estado típico relaxado, focado no estado físico e desperto, está na região beta (de 20 a 15 Hertz). Um estado típico de meditação está na região entre alfa e theta (algo entre 14 a 7 Hz). Para encorajar a “saída do corpo”, “visão remota”, ou “habilidade de cura”, você vai querer estar na região teta em aproximadamente 4 Hz ou um pouco menos (3.75 Hz a 3.8Hz).

Se você já se tornou um bom meditador, não precisa das rampas.

Se você é um meditador médio, experimente começar na região alfa e desça em passos de 1 Hz cada, desde 10 Hz até 4 Hz em theta. Cada etapa deve durar de 3 a 30 minutos, dependendo da rapidez com que você perceber que pode seguir (meditadores mais bem sucedidos seguem mais rapidamente).

Se você ainda está pobre na prática da meditação, comece na região beta média e desça em passos de 1 Hz desde beta em 20Hz até theta em 4Hz. Cada etapa deve durar de 3 a 30 minutos, dependendo da rapidez com que você pode seguir. Abaixe sua frequência de batida inicial à medida que melhora na prática. Isso vai reduzindo o tempo de rampa.

Uma vez que você está no estado theta de 4 Hz que é seu objetivo, fique lá por meia hora a duas horas – isso é suficiente.

Você está nesta realidade física por uma razão. Não use esses estados como fuga como uma fuga. Trata-se de uma ferramenta, assim como a própria meditação, para ensinar-lhe a eliminar o ruído em sua mente, permitindo concentrar-se de maneira mais poderosa, clara e constante em sua intenção consciente.

No Capitulo 9 do livro My Big TOE Despertar – Avanço Radical – Tom relata como foi feita a descoberta por Dennis e ele nos antigos Laboratórios Monroe que ajudaram a criar! Clique para na imagem para comprar o livro se interessar.

Você quer aprender o processo de ir e vir desse estado de 4 Hz para que, eventualmente, possa fazê-lo sozinho, sem os binaurais. Por tanto, as vezes, tente chegar lá por conta própria sem as batidas binaurais.

Então você vê, você tem que fazer algumas experiências para otimizar seu próprio som para a sua capacidade e, em seguida, modificar o som à medida que sua habilidade evolui. Aqui não ocorre de um tamanho servir para todos.

Então:

– Tentar resolver tudo isso em uma semana ou duas não vai funcionar tão bem.

– Escolha de 3 a 5 configurações diferentes que abranjam suas incógnitas pessoais.

– Se você é um bom meditador, use cada um deles por alguns dias percorrendo todas as configurações três ou quatro vezes cada.

– Se for um mediador médio, use cada configuração por uma semana ou duas, passando por todas as configurações pelo menos três ou quatro vezes cada.

– Se você é um meditador medíocre, use cada configuração por pelo menos três semanas, passando por todas as configurações quatro ou cinco vezes cada.

– Dispense com uma determinada configuração quando ela é claramente inferior aos outros (mas não muito rapidamente).

– Cada três a seis meses adicionam novas configurações mais refinadas que estão convergindo para o seu melhor.

– De várias semanas a um ano, dependendo de onde você começa e com que rapidez progride, deve encontrar um som ideal.

– Usá-lo por seis meses a um ano ou dois, então será hora de mudá-lo porque você terá mudado.

– Comprometa-se com uma vida de experimentação constante, porque, à medida que você progride, o que é seu ótimo vai mudando.

As ondas cerebrais tendem a seguir, ou se alinhar com a batida binaural produzida, gerando com o tempo, o estado alterado de consciência.

As batidas binaurais são como as rodas de treinamento nas bicicletas para cinco anos – você deve eventualmente prescindir das rodas de treinamento e retirá-las, ou retardar seu desenvolvimento bloqueando a si mesmo em estados alterados específicos, quando deveria estar livre para mudar de estado tão facilmente como muda o foco da sua atenção.

Eventualmente, você irá deixar até a meditação formal, porque não precisará mais do processo. Você será capaz de realizar a mesma coisa (e na verdade melhor, sem limitações) instantaneamente.

Não se torne habituado ou viciado a esta ou a qualquer ferramenta – ou a ferramenta que antes era útil pode se transformar em uma muleta autolimitante.

Tom Campbell (Traduzido por Mario Jorge)

Nota (Mario Jorge): Gerador de Binaurais que encontrei na Internet:

Site ou programa para geração de binaurais disponível na internet!
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Como Discernir o “Joio do Trigo”? Por Mário Jorge em Mybigtoe

Ouça no áudio deste post a resposta a um comentário no Grupo Exclusivo de Leitores da trilogia Minha Grande Teoria de Tudo ( MyBigTOE ) do físico america Tom Campbell.

A pergunta foi como saber discernir uma boa mensagem de uma pessoa ou livro?

Como discernir o “joio do trigo”?

Como saber se algo está apontando em uma boa direção ou levando a caminho errado?

Como saber até se o Tom Campbell está falando algo de útil?

Ouça o audio …, tire suas conclusões se isso faz sentido pra você e fique a vontade para compartilhar!

Agradeço por isso!

Tom Campbell BRasil – Entrevista exclusiva

Entrevista concedida pelo Tom, exclusiva para nosso site no Brasil em função de seu evento em São Paulo em 3 e 4 de Agosto 2019!

Clique na figura acima para acessar o video da 1a pergunta da entrevista.

1a Pergunta (acima): Como você descreveria sua My Big TOE para alguém que não a conhece ainda se tivesse apenas poucos minutos? (E esta não é uma pergunta justa pois tem muito sobre My Big TOE para descrever em poucas palavras…).


Clique na figura acima para acessar o video da 2a pergunta da entrevista.

2a Pergunta (acima): Em seus livros você insiste que o leitor tenha uma atitude de “mente aberta” mas seja “cético”, que não acredite apenas em qualquer coisa do que está sendo dito, porque isso?


Clique na figura acima para acessar o video da 3a pergunta da entrevista.

3a Pergunta (acima): Sua teoria tem a Consciência e a Realidade Virtual como dois pontos principais, qual a relação e importância da Física Quântica com My Big TOE ? Ouça em audio abaixo.

Quais são as informações práticas e úteis que My Big TOE trás para ajudar a vida diária das pessoas?

4a Pergunta (acima): Quais são os aspectos práticos e úteis que as ideias de My Big TOE trazem para ajudar os leitores e interessados em melhorar sua vida diária?

5a Pergunta (acima): As pessoas estão muito interessadas nos processos de cura energética ou alternativa. Você pode dar alguma luz sobre como a teoria de My Big TOE dá ou não suporte a isso?

Minha Grande Teoria de Tudo

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