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O Que é Intenção e em que se usa ?

O que é intenção? Em que se usa ou aplica? Como diferenciar o singnificado My Big TOE para Intenção, daquela definida no dicionário?

Breve explicação em vídeo sobre o que é Intenção segundo Tom Campbell.

Intenção nas palavras do Tom Campbell

Começaremos com o conceito simplificador de que a intenção (com letra minúscula) será a nossa nomenclatura para “seu significado normal na pequena visão”, para a força motriz do indivíduo no nível intelectual e para essa Intenção (com uma maiúscula), com o sentido dela na Visão Ampla, como a força motriz do indivíduo ao nível de ser. Isso efetivamente adota a convenção desenvolvida no boletim informativo interno do site My Big TOE para esclarecer o uso.

A palavra propósito carrega a conotação de alvo, objetivo ou resultado específico. A intenção também pode ter essas características, mas não precisa necessariamente delas.

Intenção pode não ter um propósito específico, pode ser apenas a expressão ativa de um ser. Da mesma forma, a Intenção pode ser determinada, mas não precisa ser.

A Intenção não é um comando, não é exigente, embora possa organizar a realidade à sua vontade. Vontade/Arbítrio (como em: “Força de Vontade”, ou na expressão “Livre Arbítrio”) é com frequência o melhor sinônimo de Intenção, mas “vontade” tem outras conotações que expressam “desejo” ou “querer” e Intenção não é apenas desejo ou querer.

Intenção, como usado na MyBigTOE (MBT), é composta de vários conceitos interrelacionados. É como se faz interface, se comunica e interage com outros indivíduos ou com o sistema de consciência. É o veículo ou mecanismo de expressão de uma consciência ao nível de ser.

Assim, Intenção é a expressão mais fundamental da capacidade, habilidade e qualidade de uma consciência individual, em sua interação com os outros. Ela expressa a atitude, vontade e motivação de um indivíduo (em relação à interação com os outros) ao nível de ser.

Você, no nível interativo dinâmico, é a sua Intenção.

Sua Intenção é a expressão dinâmica de você (de sua consciência) que se conecta e interage com o que está além ou fora de você (o Sistema Maior de Consciência).

Em outras palavras, sua Intenção é a essência de você que interage com tudo o que não é você.

É sua Intenção que “move dados” no sistema de consciência – isto é, que interage, troca e modifica informações dentro do sistema de informação maior.

Intenção não é um conceito simples em MBT. É a projeção pessoal ativa de um IUOC (Unidade Individual de Consciência) ao nível de ser (em oposição ao nível intelectual apenas) no campo de informação da existência (a energia mental focalizada é uma metáfora para isso).

Não creio que você encontrará uma única palavra em qualquer idioma que capte tudo o que é a Intenção. É por isso que a MBT tem 900 páginas em vez de 200 – o inglês, como toda língua atual da PMR (como o português), foi desenvolvido para expressar coisas relacionadas à existência física e não é muito bom para expressar com precisão e clareza, conceitos de consciência e existência em termos de campos de informação interativa não-física.

Por isso, usei muitas e muitas palavras, vindo também de vários ângulos diferentes, para transmitir o meu significado.

A Intenção, como é usada na MBT, é difícil de expressar em qualquer idioma de forma sucinta, mas esperamos que a maioria dos leitores tenha conseguido chegar a uma boa noção disso, mesmo que não possam defini-lo claramente (porque sua linguagem não suporta uma definição clara disso).

Por Tom Campbell, autor da Minha Grande Teoria de Tudo (My Big TOE).

Tom Campbell com participantes em seu evento em Londres.

Como descobrir suas Intenções? E por que? Qual o impacto no processo de co-criação?

Criamos (ou co-criamos) nossa realidade em vários níveis, ou de várias formas diferentes. Isso apenas já é alvo para um artigo e vídeos completos apenas com esse foco.

Uma delas, segundo suporta a teoria científica de My Big TOE, é a influência das possibilidades de acontecimentos futuros, pelo aumento de sua probabilidade, com nossa Intenção. Essa mesma descrita acima, a partir do nosso nível de ser.

Esse tipo de influência é por vezes também chamado, pelas pessoas ligadas as técnicas que se associam a física quântica, de colapsar a função de onda. Muitos falam disso com alguma propriedade, outros sem saber do que estão falando. Eu prefiro usar a palavra “renderizar” (transformar uma informação, de apenas dados no computador, em “imagens” na tela.

Em nosso caso estamos falando de imagens 3D (tridimencionais ou holográficas) em “nossa realidade”, a PMR, realidade física-material segundo My Big TOE (MBT).

Intenção, em uma “realidade virtual digital” formada pela consciência fundamental, tem um papel chave. É ela que pode nos movimentar pelo campo de informação da “internet da consciência”. É ela que pode exercer influência sobre os acontecimentos em determinada medida.

Quando algo que pensamos intencionar ou querer acaba não resultando, não colapsando, não renderizando, pode não ser uma questão de não estar sabendo usar, mas sim de não saber realmente qual é nossa intenção básica.

Você sabe realmente o que quer? Você se conhece? Já se interrogou profundamente sobre o que te motiva?

Se ficou apenas satisfeito com a primeira resposta que te surgiu, sobre o porque de estar fazendo ou querendo algo, talvez seja este o motivo de não estar conseguindo realizar isso.

Talvez quem queira isto não seja realmente que você é, ao seu nível de ser, mas apenas o ego, o personagem, a mente, influenciados por sabe-se lá que fonte (dentre as tantas disponíveis na mídia e na sociedade).

Conheça melhor a você mesmo, saiba quais suas reais motivações e o que está realmente procurando, use sua real Intenção, aquela ao nível de ser e talvez a história mude na prática.

Para saber compreender mais e melhor sobre suas motivações, use o que está descrito no artigo anterior e no fluxo de processo disponível para download e uso ali.

Este fluxo de melhoria se baseia na descoberta das motivações reais e eliminação dos medos associados.

Clique na figura abaixo para ser redirecionado para lá.

Um Mundo Melhor – Tom Campbell

Posso ajudar a construir um mundo melhor?

Como viver uma vida correta e um mundo de moralidade tão confusa?

Uma série de perguntas respondidas por Tom Campbell e totalmente relacionadas com a compreensão do que é “seu nível de ser”.

Como pode um consumidor não contribuir para o trabalho escravo? Como você vive eticamente quando muitos bens que você compra podem ser produzidos usando trabalho escravo? Como se pode viver uma vida ética quando se apóia e incentiva crimes de abuso todos os dias alimentando um processo imoral e antiético de fabricação com as compras que faz?

Resposta:

É difícil ser seletivo em nossas compras porque temos pouca percepção de como os produtos são produzidos e como qualquer processo de produção em particular, afeta a entropia do Sistema Mais Amplo de Consciência no longo prazo.

Você não pode se responsável por aquilo que não conhece – a menos que sua ignorância seja proposital, isto é, se você sai do seu caminho para evitar saber das coisas. O momento em que você descobre sobre um processo antiético do qual é um contribuinte, é o momento em que você ganha a responsabilidade de parar (ou minimizar se parar é contra a lei ou faz mais mal do que bem) de contribuir, encorajar ou possibilitar, o comportamento antiético.

É claro, se deve estar sempre aberto e procurando novos dados. No entanto, esteja ciente de que há pessoas distorcendo “a verdade” de todos os lados de qualquer questão. O mundo funciona com crença, imagem e propaganda, não com a verdade. Infelizmente, a verdade é apenas um participante menor na decisão. É muito difícil obter informações honestas e diretas, e ainda mais difícil, avaliar se é assim mesmo.

Assim, é muito difícil avaliar a existência e a extensão do comportamento antiético, a menos que você seja uma testemunha em primeira mão de todas as questões e circunstâncias, todos os atos e todas as intenções por trás dos atos. Ouvimos fatos sobre atos e, em seguida, muitas vezes preenchemos com a intenção de nossos próprios medos, expectativas e crenças.

É a intenção, não o ato, o que mais importa. Por exemplo: Uma criança de 10 anos trabalhando em uma fábrica nos EUA é ilegal e antiético. Já uma criança de 10 anos em um país sem sistema de educação pública, sem serviços sociais e sem leis de trabalho infantil, e que está trabalhando em uma fábrica, por sua própria livre escolha (talvez fazendo transito dos papéis entre as pessoas dos escritórios e entregando correspondências à equipe administrativa) para impedir que sua mãe e cinco irmãos mais novos morram de fome, é outra coisa.

Neste caso, forçar essa criança em particular (que está feliz e com muita sorte de ter a oportunidade de fazer este trabalho e salvar sua família) a parar de trabalhar porque tem apenas 10 anos seria a escolha imoral.

Se o gerente de uma fábrica estava sofrendo pressão para demitir a criança por causa da má impressão (criada por concorrentes ou pelos cães de guarda que precisam de problemas para justificar seus empregos, ou por pessoas que querem pregar o bem, mas não entendem o quadro maior), neste caso ele é eticamente solicitado a resistir a essa pressão e manter o emprego da criança.

Se o país estivesse sob pressão para considerar a imposição de leis de trabalho infantil, deveriam descobrir o ponto de equilíbrio de quanto bem e quanto mal será feito por causa da lei, e agir apenas de maneiras que beneficiem a vasta maioria de seus cidadãos agora e no futuro – e encontrar maneiras de proteger aqueles que prejudica.

Além disso, você pode parar de comprar produtos de A e começar a comprar os produtos de B, quando, na verdade, B é uma empresa muito mais antiética, mas você simplesmente ignora o comportamento imoral deles. B pode até ter financiado a propaganda negativa sobre A.

Então, como sempre, é preciso aprender a viver graciosamente com a incerteza. Ou seja, você deve formar suas intenções e executar suas ações com base no que você acha que é mais provável que seja a verdade. Deve-se sempre errar do lado da cautela (não faça mal) e sempre permanecer aberto e buscando ativamente mais informações que possam modificar sua posição.

Empregar cepticismo de mente aberta é a chave. Você precisa desenvolver fontes confiáveis ​​e se esforçar seriamente para fazer uma pesquisa eficaz. Lembre-se, a confiança deve ser conquistada, não apenas dada a alguém ou a alguma organização, porque sua máquina de relações públicas está fazendo um bom trabalho.

Há dois requisitos básicos para se viver uma vida ética: Seja uma pessoa ética e (1) faça as melhores escolhas éticas possíveis, com base nas melhores informações que você puder reunir no momento (avalie a precisão e a integridade dos dados sem adicionar distorções devido a seu medo, ego e crença).

(2) Aprenda a viver graciosamente com a incerteza (use o ceticismo de mente aberta para avaliar a verdade em termos de probabilidades provisórias – evite adicionar distorções geradas por seu medo, ego e crenças). Aceite que você cometerá erros e será imperfeito – tudo bem, porque você corrigirá o erro assim que descobrir o erro e estiver continuamente trabalhando nisso.

Não é sua responsabilidade consertar o mundo, sua responsabilidade é consertar a si mesmo, e se você está trabalhando ativamente nisso de forma tão eficaz e eficiente quanto possa, já está fazendo sua parte. Além disso, deixe as coisas tomarem contas de si mesmas – oportunidades de aprendizado e desafios são fornecidos para todos.

Tentando fazer um mundo melhor

Não deveríamos estar trabalhando para o bem de todos – saindo para o mundo e tentando fazer do mundo um lugar melhor?

Resposta:

Alguns podem pensar que é egocêntrico trabalhar principalmente em si mesmo como sugeri acima.

Por “trabalhar em si mesmo”, não me refiro a uma vida inteira de meditação contemplando seu umbigo. Neste ambiente-escola, a ação que mais importa é interagir com os outros.

Sim, é claro, devemos nos preocupar em ajudar os outros, mas se nossa intenção (motivação) não estiver correta, nossa ajuda será ineficaz e talvez até destrutiva.

Ajudar os outros é um traço primário da consciência de baixa entropia (amorosa). Se você melhorar primeiro a si próprio (abaixar sua entropia), se sentirá automaticamente motivado a ajudar os outros.

A intenção de tornar as coisas melhores para todos flui naturalmente, de um ser com baixa entropia. E esse ser fará seu trabalho pelos outros, sem o medo, ego, expectativas e crenças, que tornariam seu esforço ineficaz ou contraproducente.

Se uma pessoa sai para tentar fazer o bem sem primeiro arrumar a si própria (sem se livrar do medo, ego, expectativas e crenças), então seus esforços serão necessariamente focalizados e implementados, de maneiras que reflitam seu medo, ego, expectativas e crenças.

Fluxo Prático Como Melhorar ao Nível de Ser
Clique na Imagem para baixar o seu material!

Isso fará com que ela seja ineficaz tanto pela Visão Ampla como na visão estreita – ela provavelmente não conseguirá fazer nada de útil para os outros no longo prazo, ou até piorará as coisas.

Não se pode esconder ou suprimir a verdadeira qualidade de seu nível de ser – o que está em seu núcleo, é o que você expressa com suas intenções e interações. Você simplesmente é quem e o que você é – não há como ser melhor do que você é.

Agir melhor, embora às vezes apreciado por aqueles que
interagem superficialmente com você, é apenas um ato que sempre revela a verdade sob uma inspeção mais profunda.

Atuar (representar) é muito diferente de ser.

Pode-se tentar agir de uma maneira boa – fazer as coisas que pensa (trabalhando a partir do nível intelectual) representar bem – mas se seu senso do que é bom é primariamente informado pelo medo, ego, expectativas e crenças, isso é o que domina seu nível de ser e consequentemente também se reflete em seu nível intelectual. Tal pessoa provavelmente realizará pouco bem pelo ângulo da Visão Maior e ainda poderá causar danos.

Seu intelecto expressa a qualidade encontrada no nível de ser, consequentemente, serve principalmente seu medo, ego e crenças e gasta a maior parte de sua energia, convencendo-se de que todos os seus atos são necessários e bons.

No entanto, se uma pessoa é boa (consciência de baixa entropia), então ela simplesmente faz o bem ao agir naturalmente – não tem que pensar em como agir – apenas é…  e se expressa como é. Opera a partir do nível de ser. Seu intelecto serve ao seu ser central e expressa a qualidade encontrada nesse nível.

Sua intenção é sempre focada no serviço aos outros e ao todo e provavelmente realizará muito, tanto em relação ao ambiente da Visão Ampla como ao da pequena visão. Isso não significa que tal pessoa necessariamente será rica e famosa – estou falando de realizações que são significativas para si mesma, para os outros e para o Sistema de Consciência Mais Amplo.

Então você vê, o primeiro passo para consertar qualquer coisa (atitudes dos outros, sistema político, sistema econômico, sistema filosófico, corrigir erros, reforçar o que é justo, tornar o mundo um lugar melhor, etc.) está consertar a si mesmo.

Se você realmente quer trabalhar para o bem de todos – sair para o mundo e tornar o mundo melhor, então comece a trabalhar em si mesmo – produza um ser de baixa entropia que naturalmente expressa e difunde a qualidade do amor e da compaixão ao invés do medo, ego, expectativas e crenças.

O que nos melhora ao nível de ser

“Mas como eu me aprimoro (no nível de ser)?”

Resposta:

Livre-se do medo, da crença e do ego.

Todos os três estão relacionados: Crença e ego são produtos do medo. Eu sei, é fácil de dizer, mas difícil de fazer.

Aqui está como recomendo abordar isso. A maioria das pessoas que trabalha seriamente em sua qualidade de consciência, acha cada vez mais difícil identificar o medo e as crenças, mas o ego é menos sutil e mais óbvio, quando se está procurando por ele.

Comece inspecionando sua intenção ou motivação nas interações cotidianas. Inspecione honestamente cada ação, pensamento, sentimento, vontade, necessidade e desejo – em especial quando interage pessoalmente com outros (cônjuge, família, amigos, colegas de trabalho, estranhos, etc.) – ou a medida que você processa isso (pensa nas coisas, devaneia, pondera).

Descubra a causa real – a causa por trás da causa – de porque você diz, pensa ou faz o que faz. Então pergunte a si mesmo: “Esta causa, intenção ou motivação, é sobre mim mesmo?” (meus desejos, necessidades, expectativas, vontades).

Se é principalmente sobre você (gerenciar as coisas do jeito que quer que elas sejam), então é muito provável que sua intenção / motivação seja baseada no ego. Se for baseada no ego, você pode em geral encontrar um medo ou crença na raiz disso (um medo de que você, as coisas, ou os outros, não estejam sendo ou funcionando da forma que você deseja).

Se você encontrar um medo, é disso que você precisa se livrar.

O único antídoto para o medo é a coragem e o desejo sincero de mudar. Se você encontrar uma crença, siga cavando até um nível mais profundo e encontre o medo que impulsiona a crença.

Elimine o medo, então crença e ego simplesmente desaparecerão porque já não são necessários para lidar com esse medo. Este processo requer foco, dedicação e perseverança para resultar em sucesso.

Se você trabalhar de forma diligente nesse processo, em três ou quatro meses, a diferença em você e em sua qualidade de vida, será bastante perceptível por você e até pelos outros.

Fluxograma ilustrando como podemos nos melhorar ao nível de ser

A explicaçõs acima foram convertidas em um fluxograma de processo para facilitar a compreensão e seguimento dos passos, para aqueles que se interessarem.

Experimente exercitá-lo e praticar nas situações cotidiana, depois de alguns dias avalie os resultados e faça uma reflexão sobre eles.

Seus comentários e compartilhamentos da experiência serão muito bem vindos!

Use o formulário para baixar o seu fluxograma gratuito com uma imagem de boa definição para imprimir, manter como fundo de tela ou no celular de modo a mantê-lo em fácil acesso.

Download do Fluxo:

Bruce Lipton & Tom Campbell

Bruce Lipton & Tom Campbell – Biologia da Crença & My Big TOE

Dois cientistas “vendo um mesmo mundo”.

Bruce Lipton é conhecido pelas ideias, expostas no seu livro “Biologia da Crença“, que afirmam com base nos dados de sua experiência que a “mente” tem influência até sobre os genes, além da saúde em geral, sendo um fator importantíssimo para sua saúde.

Tom Campbell por seu lado, vem da Física, com muita experiência em simulações e da pesquisa da Consciência e tem suas conclusões científicas sobre Realidade Virtual e Física Quântica, publicadas em sua Trilogia de livros My Big TOE.

Tom por seu lado concluiu que a Consciência é fundamental e portanto geradora de tudo o mais, inclusive da “Biologia” e isto suporta totalmente as noções de Bruce Lipton sobre os genes entre outras. Somos consciência em um pano de fundo de consciência e o que movimenta tudo isso e gera os fatos é nossa intenção.

Assim que espero que aproveitem o interessante papo entre ambos, pois o benefício é todo nosso de ver duas cabeças pensantes desse quilate, expondo suas ideias em conjunto e fechando muitos “gaps”.

Os vídeos são em inglês, língua original de ambos, assim que por favor ative as legendas em inglês e depois a tradução automática para o português do Brasil (uma possibilidade oferecida ai pelo sistema do próprio Youtube).

Tom Campbell & Bruce Lipton: Dois Cientistas “Uma Visão de Mundo”:

Tom Campbell & Bruce Lipton: “Física, Biologia, Propósito e O Amor P1/2”.

Tom Campbell & Bruce Lipton: “Física, Biologia, Propósito e O Amor P2/2”.

Nota: Veja também o bate papo entre Tom Campbell e Dean Radin!!!

Matrix, Avatar, Os Substitutos, 13 Andar – Um com o uno – my Big toe

Matrix, Avatar, Os Substitutos, 13o Andar

Algum destes filmes já te deu o que pensar?

Talvez você esteja familiarizado com o conceito Veda de Maya (ilusão) e talvez também esteja tomando contato com o domínio emergente da Realidade Virtual (como vemos tanto na indústria dos Jogos Eletrônicos nestes dias). Ou você pode talvez ter ficado paralisado com os conceitos explorados na trilogia de filmes Matrix? Talvez você tenha experimentado um sentido de déjà vu e ficou imaginando como relacionar estes “conceitos” a sua “existência”?

Deixe-me começar apresentando uma visão alternativa para que você veja a si mesmo como um com toda a criação (da qual a Realidade Física Material ou PMR em inglês, é apenas uma pequena “lasca” virtual). Você é “Um com O UNO/Único” – Um subconjunto único do todo, mas ao mesmo tempo, uma porção que é bem integrada com o todo (onde o todo é o Sistema Mais Amplo de Consciência ou LCS (Larger Consciousness System). Em termos ciência da informação, você é um subconjunto particionado de memória dinâmica alocada e recursos computacionais compartilhados usados para angariar experiência e exercitar a intenção enquanto engajado em “simulador de treinamento de realidade virtual (VR)” multijogadores visando redução de entropia.

Diferenciar o eu/self do outro é mais como diferenciar seu sistema digestivo do seu sistema circulatório – ambos são partes integralmente interdependentes de um ser – não duas coisas separadas, cada uma com sua existência independente. É uma questão de ponto de vista – de como você pensa sobre algo. É o contexto que muda, não os fatos.

O LCS se auto-projeta (auto-desenha) para otimizar a redução da sua entropia – isto é, para facilitar sua própria evolução. Você obtém toda a ajuda que possa lucrativamente usar, para evoluir a qualidade da sua consciência porque é da natureza do sistema suportar a necessidade evolucionaria de suas partes. Da sua perspectiva na PMR (Realidade Física Material) você é levado a categorizar e definir esta ajuda como vindo de “entidades especificas independentes – guias, Eu Superior, Eu Maior, Eu lá, super-alma, superego, e muitas outras categorizações similares, porque como um residente da PMR, você só pode relacionar sua interação com “outro” à entidades específicas independentes que são/estão fora de você (não são você).

Você não pode pensar em termos de ser um com O UNO – integralmente interconectado – um subconjunto virtual apenas por definição, por partição, por função e intenção. Quando você tenta descrever os detalhes de sua interação com o Sistema Mais Amplo de Consciência, enquanto limitando a sua conceituação  daquela interação às formas físicas (usando a linguagem da PMR), seu modelo de conexão com o todo será sempre em termos de você como um indivíduo separado, interagindo com outra entidades separadas.

Dentro de nossas mentes, nós damos a cada uma de nossas metáforas e símbolos separados de nossa estrutura “lógica” imaginada do todo, uma existência factual independente, criamos nomes (percepção PMR, percepção da Realidade Não Física Material “NMPR”, Eu Superior, Eu Maior, super-alma, anjo, ancestral, guia, espirito ou Deus), e então tentamos trabalhar com as relações entre todas estas entidades individualizadas e deduzir o organograma hierárquico apropriado que explique tudo isso.

Sem dúvida, levamos a nós mesmos à uma confusão retorcida, no processo  de tentar ser mais e mais específicos  em como descrever o sistema mais amplo de consciência, em termos destes conceitos PMR altamente limitados e que são inerentemente incapazes de descrever acuradamente o LCS (Sistema Mais Amplo de Consciência).

Nós inevitavelmente geramos problemas lógicos e inconsistências nos detalhes de nosso mapeamento hierárquico das responsabilidades e papéis individuais. Não parecemos hábeis para fazer isso direito, quando tentamos ser muito específicos por causa de nossa conceituação, que requer que tudo esteja em sua própria “casinha de pombo” (sua caixinha ou classificação).

Temos esta necessidade premente de saber, “E como ficamos nós? A mente de nosso AVATAR, alma ou personalidade (nossa identidade pessoal nesta realidade “PMR”) sobrevive intacta”? Por causa de nosso MEDO e EGO, colocamos nossa percepção local “PMR” no verdadeiro “centro” mais fundamental de nossa existência.  

Vemos a nós mesmos apenas como esta percepção individual particular separada nesta realidade (PMR), muito mais do que como uma parte de algo maior e grandioso. E nos preocupamos de perder esta separação individual ser morrermos de forma absoluta – um evento que tornaria nossa vida atual na PMR (esta realidade) sem nenhum valor ou significância.  

Aquela separatividade individual à qual você chama de “você” na verdade não existe (nunca existiu) como um ser separado independente fundamental. Ela existe apenas como um personagem virtual cujos pensamentos , intenções e escolhas são feitas por um subconjunto individualizado temporário de consciência (denominado “Unidade de Percepção e Livre Arbítrio” – FWAU do inglês) “jogando” em um simulador evolucionário (de redução de entropia) específico.

Contudo, cada pensamento, sentimento, ação e intenção daquele “personagem” virtual (você) é salvo (vive para sempre) na base de dados históricos. E cada pequena redução na entropia ganho por este personagem é um prêmio muito significativo para o ser virtual individuado, o processo interativo que criou esta oportunidade, e para todo o sistema – um sucesso crítico digno de ser lembrado e emulado.

Tente ver este LCS ou Sistema Mais Amplo de Consciência como um único sistema interativo, não uma coleção de partes individuais separadas.

Em sua maior parte, este é o tema de desenvolver uma Visão Mais Ampla (Bigger Picture), uma perspectiva maior. Os “fatos” de sua perspectiva individual permanecem os mesmos mas agora são reinterpretados (recontextualizados) sob a luz de uma visão mais ampla.

Se esta discussão arrastou você para áreas que ainda não se sente preparado para ir vantajosamente, esqueça isto, abandone as ideias e trabalhe dentro de modelos com os quais se sinta confortável.

Aprender é um processo interativo e abraçar modelos de existência que tragam desconforto e confusão não está no caminho exitoso de evolução da consciência para ninguém.

Você precisa explorar seu caminho na direção da completude, indo a um passo de cada vez, absorvendo e integrando nova compreensão em seu “ser” (como oposto a apenas seu intelecto) que melhore a qualidade de sua vida diária.

Em um nível metafórico mais alto, os conceitos de um Eu Maior, super-alma, etc., são muito úteis e de ajuda – eles geram uma expressão “física” (modelo de processo em termos da linguagem e conceitos “desta realidade” – PMR) que explicam como somos completamente conectados/integrados ao todo em uma forma que a percepção (consciência) “restrita” na “PMR” pode entender.

Integração é na verdade muito mais simples – não tem de existir mecanismos intermediários entre nós e o sistema mais amplo – já estamos completamente integrados com aquele sistema. Nós apenas não conseguimos ver nossos eus (selfs) de qualquer outra forma que não seja separada – nós versus eles – se não formos nós da “pequena visão” (little picture), então devem ser “eles” ou qualquer outro.

Nós somos unidades individuadas (particionadas) de consciência, e somos/estamos mais interconectados ao sistema mais amplo do que pensamos.

Procure pelos próximos blogs, à medida que formos mergulhando mais profundamente no que o LCS é e como os conceitos da “My Big TOE”, a trilogia de livros pode ajudar você a decifrar suas próprias verdades. É a tarefa desta trilogia prover uma fundação conceitual direta sobre a qual você poderá, clara e completamente, construir o contexto de sua existência pessoal a partir de sua própria experiência, evoluir sua consciência, e mais fundamentalmente compreender seu mundo, sua ciência, seu propósito e a você mesmo, em uma forma geral, lógica e científica, que explique de forma abrangente, todos os seus dados pessoais e profissionais  que coletou durante toda uma vida.

Fique ligado!

Tom Campbell – autor de My Big TOE – Minha Grande Teoria de Tudo – (Tradução – Mario Jorge)

Tom Campbell e a trilogia My Big TOE

Compaixão e Equilibrio na Realidade Virtual

Compaixão e Equilibrio na Realidade Virtual

“Compaixão é uma coisa boa — de fato muito boa — uma parte essencial de nossa conexão aos demais, a medida que superamos nosso ego. Compaixão e equilíbrio são ambos atributos são ambos atributos de um amor atencioso / cuidadoso.

Contudo, uma pessoa precisa aceitar que a realidade VIRTUAL PMR (realidade física material), este “pacote” gerador de oportunidade que chamamos de “lar”, DA MANEIRA COMO ELE SE DESENVOLVEU — porque ele nos reflete. Nos reflete muito precisamente.

Ficar irado com depravação, a miséria e especialmente a dor inocente, ou torcer constantemente as mãos em exasperação ou chorar por causa disto, não é produtivo e ainda são formas de apego. A PMR  (realidade física material) é como é, porque nós somos como somos — a pessoa precisa ir em frente com seu aprendizado e crescimento pessoal dentro desta experiencia de realidade virtual e evitar acabar perdido em um apego a tristeza, o sofrimento dos outros — ainda que isto seja difícil (especialmente para uma pessoa sensível e atenciosa). Equilíbrio é tão importante quanto compaixão.

Os participantes desta realidade virtual são todos voluntários. Muitos escolhe pacotes de experiencia com os quais podem aprender o que mais precisam. Existem muitas formas de experiencia virtual, cada uma tendo seu próprio conjunto de oportunidades e desafios. Estas oportunidades podem nem sempre estar clara para nós, a partir da perspectiva da PMR. Dentro da visão mais ampla, cada tipo de experiencia virtual PMR tem algumas vantagens de aprendizado, ou ninguém com liberdade aceitaria tal papel. Todos os papéis são aceitos livremente.

Estar confortável e feliz na PMR não é o “jogo principal” , redução da entropia pessoal é o jogo principal — A PMR é apenas uma ferramenta, ferramenta virtual usada por cada entidade aqui, para atingir o crescimento necessário pela experiência direta.

A dor em seu coração devido ao sofrimento dos outros é real, valorize-a, aceite-a, e siga em frente. Grande compaixão e tristeza crescendo a partir do coração, é um atributo muito valioso de alguém que realmente se importa, de quem realmente ama — contudo, também podem se tornar uma expressão de necessidade, desejo, culpa e medo — isto é, um apego, uma armadilha. Equilíbrio é também um atributo do amor — não confunda o equilíbrio com falta de compaixão.

Eu realmente espero que você veja isto mais como ajuda do que sal na ferida. Sofrer — ser um com o mundo — é um caminho difícil a trilhar porque ele te “espalha de forma tão fina” que equilíbrio e crescimento se tornam excepcionalmente desafiadores. Seu ponto de equilíbrio pessoal é único seu. Encontre-o, onde quer que ele esteja e faça paz com sua existência”.

Tom Campbell
Dec 20 2007

Compaixão e Equilibrio na Realidade Virtual

Um com O UNO – One with the One

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Um com O UNO – One with the One

Talvez você esteja familiarizado com o conceito Veda de Maya (ilusão) e talvez também esteja tomando contato com o domínio emergente da Realidade Virtual (como vemos tanto na indústria dos Jogos Eletrônicos nestes dias). Ou você pode talvez ter ficado paralisado com os conceitos explorados na trilogia de filmes “Matrix”? Talvez, você tenha experimentado um sentido de déjà vu e imaginou como relacionar estes “conceitos” a sua “existência”?

Maybe you are familiar with the Vedic concept of Maya (illusion) and are also getting acquainted with the emerging domains of Virtual Reality (as we see so much of in the Gaming industry these days). Or you could have remained transfixed with the concepts explored in The Matrix movies? Maybe, you have experienced a sense of déjà vu and thought how these ‘concepts’ might relate to your own ‘existence’?

Deixe-me começar apresentando uma visão alternativa para que você veja a si mesmo como um com toda a criação (da qual a Realidade Física Material ou PMR em inglês, é apenas uma pequena “lasca” virtual). Você é “Um com O UNO/Único” – Um subconjunto único do todo, mas ao mesmo tempo, uma porção que é bem integrada com o todo (onde o todo é o Sistema Mais Amplo de Consciência ou LCS (Larger Consciousness System). Em termos ciência da informação (informática), você é um subconjunto particionado de memória dinâmica alocada e recursos computacionais compartilhados usados para angariar experiência e exercitar a intenção enquanto engajado em “simulador de treinamento de realidade virtual (VR)” multijogadores visando redução de entropia.

Let me begin by presenting an alternate view for you to see yourself as one with all creation (of which Physical Matter Reality or PMR is a tiny virtual sliver).  You are ‘One with The One’ — A unique subset of the whole, but at the same time, a portion that is well integrated with the whole (where the whole is the Larger Consciousness System or LCS).   In information science terms, you are a partitioned subset of dynamically allocated memory and shared computational resources used to gather experience and exercise intent while engaged in a multiplayer, entropy reduction, virtual reality (VR) trainer.

Diferenciar o eu/self do outro é mais como diferenciar seu sistema digestivo do seu sistema circulatório – ambos são partes integralmente interdependentes de um ser – não duas coisas separadas, cada uma com sua existência independente. É uma questão de ponto de vista – de como você pensa sobre algo. É o contexto que muda, não os fatos.

Differentiating self from other is more like differentiating your digestion system from your circulatory system — both are integral interdependent parts of one being — not two separate things each with their independent existence.  It is a matter of perspective – of how you think of something.  It is the context that changes, not the facts.

 O LCS se auto projeta (auto desenha) para otimizar a redução da sua entropia – isto é, para facilitar sua própria evolução. Você obtém toda a ajuda que possa lucrativamente usar para evoluir a qualidade da sua consciência porque é da natureza do sistema suportar a necessidade evolucionária de suas partes. Da sua perspectiva na PMR (Realidade Físico Material) você é levado a categorizar e definir esta ajuda como vindo de “entidades especificas independentes – guias, Eu Superior, Eu Maior, Eu lá, super-alma, superego, e muitas outras categorizações similares porque como um residente da PMR você só pode relacionar sua interação com “outro” à entidades específicas independentes que são/estão fora de você (não você). Você não pode pensar em termos de ser um com O UNO – integralmente interconectado – um subconjunto virtual apenas por definição, por partição, por função e intenção. Quando você tenta descrever os detalhes de sua interação com o Sistema Mais Amplo de Consciência, enquanto limitando a sua conceituação  daquela interação às formas físicas (usando a linguagem da PMR) seu modelo de conexão com o todo será sempre em termos de você como um indivíduo separado interagindo com outra entidades separadas.

The LCS is self-designed to optimize its entropy reduction — i.e., to facilitate its own evolution.  You get all the help you can profitably use to evolve the quality of your consciousness because it is the nature of the system to support the evolutionary needs of its parts.  From your PMR perspective, you are driven to categorize and define this help as coming from specific independent entities — guides, higher-self, I-there, over-soul, super-ego, and many other such characterizations because as a resident of PMR you can only relate your personal interaction with “other” to specific independent entities that are outside of you (not you).  You cannot think in terms of being one with The One – integrally interconnected – a virtual subset only by definition, by partition, by function and intent.  When you try to describe the details of your interaction with the larger consciousness system while limiting your conceptualization of that interaction to physical forms (using PMR language), your model of your connection with the whole will always be in terms of you as a separate individual interacting with other separate entities. 

Dentro de nossas mentes, nós damos a cada uma de nossas metáforas e símbolos separados de nossa estrutura “lógica” imaginada do todo, uma existência factual independente, criamos nomes (percepção PMR, percepção da Realidade Não Física Material “NMPR”, Eu Superior, Eu Maior, super-alma, anjo, ancestral, guia, espirito ou Deus), e então tentamos trabalhar com as relações entre todas estas entidades individualizadas e deduzir o organograma hierárquico apropriado que explique tudo isso. Sem dúvida, levamos a nós mesmos à confusão retorcida no processo  de tentar ser mais e mais específicos  em como descrever o sistema mais amplo de consciência em termos destes conceitos PMR altamente limitados que são inerentemente incapazes de descrever acuradamente o LCS (Sistema Mais Amplo de Consciência). Nós inevitavelmente geramos problemas lógicos e inconsistências nos detalhes de nosso mapeamento hierárquico das responsabilidades e papéis individuais. Nós não parecemos hábeis para fazer certo quando tentamos ser muito específicos por causa de nossa conceituação, a qual requer que tudo esteja em sua própria “casinha de pombo” (caixinha, classificação).

Within our minds, we give each of the separate metaphors and symbols of our imagined “logical” structure of the whole an independent factual existence, make up names (PMR awareness, Non-Physical Matter Reality or NPMR awareness, higher-self, highest-self, over-soul, angel, ancestor, guide, spirit, or god), and then try to work out the relationships between all these individuated entities and derive the proper hierarchal organization chart that explains it all.  Of course, we drive ourselves into twisted confusion in the process of trying to be more and more specific in how we describe the larger consciousness system in terms of these highly limited PMR concepts that are inherently unable to accurately describe the larger Consciousness System.  We inevitably generate logical problems and inconsistencies in the details of our hierarchical mapping of individual roles and responsibilities.  We don’t seem able to get it right when we try to be very specific because our conceptualization, which requires everything to be in its own separate pigeon hole, is fundamentally incorrect. 

Temos esta necessidade premente de saber, “E sobre nós? A mente de nosso AVATAR, alma ou personalidade (nossa identidade pessoal nesta realidade “PMR”) sobrevive intacta”? Por causa de nosso MEDO e EGO, colocamos nossa percepção local “PMR” no verdadeiro “centro” mais fundamental de nossa existência.  Vemos a nós mesmos apenas como esta percepção individual particular separada nesta realidade (PMR), muito mais do que como uma parte de algo maior e grandioso. E nos preocupamos de perder esta separação individual ser morrer absolutamente – um evento que tornaria nossa vida atual na PMR (esta realidade) sem nenhum valor ou significância.   

We have this burning need to know, “What about us?  Does our avatar’s mind, soul, or personality (our personal PMR identity) survive intact?”  Because of our fear and ego, we place our local PMR awareness at the very core of our most fundamental existence.   We see ourselves only as this particular individual separate PMR awareness rather than as a part of something larger and grander. And we worry that losing that individual separateness is to die absolutely – an event that many believe would make our present PMR life of no value or significance. 

Aquela separatividade individual à qual você chama de você na verdade não existe (nunca existiu) como um ser separado independente fundamental. Ela existe apenas como um personagem virtual cujos pensamentos , intenções e escolhas são feitas por um subconjunto individualizado temporário de consciência (nominado “unidade de percepção e livre arbítrio” – FWAU do inglês) “jogando” em um simulador/treinador evolucionário (de redução de entropia) específico. Contudo, cada pensamento, sentimento, ação e intenção daquele “personagem” virtual (você) é salvo (vive para sempre) na base de dados históricos. E cada pequena redução na entropia ganho por este personagem é um prêmio muito significativo para o ser virtual individuado, o processo interativo que criou esta oportunidade, e para todo o sistema – um sucesso crítico digno de ser lembrado e emulado. Tente ver este LCS ou Sistema Mais Amplo de Consciência como um único sistema interativo, não uma coleção de partes individuais separadas. Em sua maior parte, este é um tema de desenvolver uma Visão Mais Ampla (Bigger Picture), uma perspectiva maior. Os “fatos” de sua perspectiva individual permanecem os mesmos mas agora são reinterpretados (recontextualizados) sob a luz de uma visão mais ampla.

That individual separateness you call you doesn’t actually exist (never has existed) as an independent fundamental separate being.  It exists only as a virtual character whose thoughts, intents, and choices are made by a temporary individuated subset of consciousness [called a free will awareness unit (FWAU)] playing in a specific evolutionary entropy reduction trainer.   Yet, every thought and feeling and action and intent of that virtual character (you) is saved (lives forever) in the historical database.  And every tiny decrement in entropy earned by that character is a very significant prize for the individuated virtual being, the interactive process that created the opportunity, and for the whole system – a critical success worth remembering and emulating.  Try to see the Larger Consciousness System as a single interactive system, not a collection of individual separate parts.  For the most part, this is a matter of developing a bigger picture, a larger perspective.  The “facts” of your individual perspective remain the same but now they get reinterpreted in light of a bigger picture.

Se esta discussão arrastou você para áreas que ainda não se sente preparado para ir vantajosamente, esqueça isto, abandone, e trabalhe dentro de modelos com os quais você se sinta confortável. Aprender é um processo interativo e abraçar modelos de existência que tragam desconforto e confusão não está no caminho exitoso de evolução da consciência para ninguém. Você precisa explorar seu caminho na direção da completude a um passo de cada vez, absorvendo e integrando nova compreensão em seu “ser” (como oposto a seu intelecto) que melhore a qualidade de sua vida diária.

If this discussion has dragged you into areas where you are not prepared to profitably go, forget about it, let it go, and work within models with which you feel comfortable.  Learning is an iterative process, embracing models of existence that are discomforting and confusing is not on anyone’s path to successful consciousness evolution.  You must explore your way to wholeness one step at a time by absorbing and integrating new understanding into your being (as opposed to your intellect) that improves the quality of your everyday life.

Em um nível metafórico mais alto, os conceitos de um Eu Maior, super-alma, etc., são muito úteis e de ajuda – eles geram uma expressão “física” (modelo de processo em termos da linguagem e conceitos “desta realidade” – PMR) que explicam como nós somos completamente conectados/integrados ao todo em uma forma que a percepção (consciência) “restringida” na “PMR” pode entender. Integração é na verdade muito mais simples – não tem de existir mecanismos intermediários nós e o sistema mais amplo – nós já estamos completamente integrados com aquele sistema. Nós apenas não conseguimos ver nossos eus (selfs) de qualquer forma que não seja separada – nós versus eles – se não formos nós da “pequena visão” (little picture), então devem ser “eles” ou qualquer outro. Nós somos unidades individuadas (particionadas) de consciência, e somos/estamos mais interconectados ao sistema mais amplo do que pensamos.

At a higher metaphorical level, the concepts of higher-self, over-soul, etc., are very useful and helpful — they generate a “physical” expression (process models in terms of PMR language and concepts) that explains how we are connected/integrated to the whole in a way that PMR constrained awareness’s can understand.  Integration is actually much simpler — there doesn’t have to be intermediary mechanisms between us and the larger system — we are already fully integrated with that larger system.  We just cannot see our separate selves as anything but separate — us versus them — if it is not little picture PMR us, then it must be “them” or somebody else.  We are individuated (partitioned) units of consciousness as opposed to individual (separate) units of consciousness, and are more directly interconnected to the larger system than we think.

Procure pelos próximos blogs, à medida que formos mergulhando mais profundamente no que o LCS é e como os conceitos da “My Big TOE”, a trilogia de livros pode ajudar você a decifrar suas próprias verdades. É a tarefa desta trilogia prover uma fundação conceitual direta sobre a qual você poderá clara e completamente construir o contexto de sua existência pessoal a partir de sua própria experiência, evoluir sua consciência, e mais fundamentalmente compreender seu mundo, sua ciência, seu propósito, e a você mesmo, em uma forma geral, lógica e cientifica, que explique compreensivamente todos os dados pessoais e profissionais  que você coletou durante toda uma vida. Fique sintonizado!  

Look out for the next blogs, as we delve deeper into what the LCS is and how My Big TOE, the trilogy of books written by me can help you decipher your own truths. It is the task of this trilogy to provide a straightforward conceptual foundation upon which you can clearly and completely construct the context of your personal existence from your personal experience, evolve your consciousness, and more fundamentally understand your world, your science, your purpose, and yourself in a general, logical, scientific way that comprehensively explains all the personal and professional data you have collected during a lifetime. Stay tuned!

Um com O UNO – One with the One

(publicação original): 

http://www.speakingtree.in/blog/one-with-the-one-625479

Página no Facebook:

https://www.facebook.com/MyBigToeBrasil/

Videos Legendados no Youtube:

https://www.youtube.com/channel/UCp9Dxx59qjwPRKFwWNa7lkw

Conheça Tom Campbell – Video com breve apresentação!

Thomas Campbell

Conheça Tom Campbell – Video com breve apresentação!

Link Youtube

Olá! Eu sou Tom Campbell.

 

Em 1972 eu era um físico aplicado durante o dia todo e um pesquisador da consciência durante parte da noite e nos fins de semana.

Como físico eu me especializei em modelar grandes sistemas complexos dentro de computadores.

Como um pesquisador da consciência, defini e explorei estados alterados da consciência “sem uso de drogas” e investiguei as habilidades e limitações da consciência.

Eventualmente eu consegui fundir o estudo e a aplicação de ambos, a física e a consciência em um modelo geral da realidade.

O resultado desta pesquisa une os mundos da experiência objetiva e subjetiva, assim atingindo o objetivo de gerar uma teoria unificada e compreensiva de tudo, que

é uma TOE. Uma TOE que liga a metafísica e a física em um único entendimento científico.

O resultado deste trabalho foi publicado na forma da Trilogia “My Big TOE” (Minha Grande Teoria de Tudo) e já tem mais de 200 vídeos no Youtube dos meus workshops, conferencias e entrevistas.

O “Minha” da “Minha Grande Teoria de Tudo”, não representa orgulho da autoria, mas antes o fato de que no mundo subjetivo da sua consciência, “se não for por sua própria experiência” não pode ser sua verdade. O “Minha” do Minha Grande TOE te lembra que você precisa desenvolver sua própria Big TOE a partir da própria experiência.

A Trilogia MBT desenvolve uma derivação completa a partir da consciência. Esta Derivação começa com 2 pressupostos e então prossegue deduzindo logicamente todos os atributos, limitações, propriedades, qualidades e mecânica da consciência e da realidade mais ampla. O que é, de onde veio e como ela funciona.

Os dois pressupostos são 1) “que a consciência existe” assim como nós a experimentamos, e que é um sistema baseado-em-informação, autoconsciente e automodificante, e que 2) a evolução existe assim como a experimentamos e é um processo de seleção natural, um processo que ao longo do tempo leva um sistema auto modificável a melhor se acomodar tanto aos ambientes internos como os externos. A partir destes 2 pressupostos, todo o resto se desdobra logicamente, chegando a que a consciência é fundamental e tudo mais se deriva a partir daí.

A metafísica que é ontologia e epistemologia, cosmologia e teologia e os conceitos de Deus, espiritualidade, amor, moralidade e livre arbítrio, assim como o objetivo humano e seu potencial, são todos facilmente derivados como consequências lógicas da teoria da consciência MBT.

Da mesma forma, mas surpreendentemente, a física moderna também é uma derivação lógica e consequência da consciência. Esta física e metafísica unificadoras, são como subconjuntos de um único entendimento mais completo, de uma realidade muito maior.

Problemas e paradoxos de ambas, física e metafísica, são resolvidos simples e completamente aplicando-se esta nova perspectiva.

A teoria da MBT prevê acuradamente os resultados de experimentos científicos e faz novas predições que são experimentalmente verificáveis. Ela explica os resultados acumulados pela Pesquisa de Anomalias de Engenharia de Princeton (PEAR) em seus laboratórios nas ultimas décadas.

Ela explica o efeito placebo e como ele funciona. O que precedeu ao “Big Bang”. O Universo em expansão. Como a “Intenção” pode afetar a realidade. A nossa origem, natureza e objetivo, assim como os do nosso universo. O que acontece depois que morremos. Porque a velocidade da luz é constante, sob o movimento da sua fonte. Qual é a chave deduzindo a relatividade e porque as partículas são provavelmente na verdade distribuições de probabilidade. Qual é a chave para deduzir a mecânica quântica.

A teoria MBT explica porque e como, o experimento da dupla-fenda e o entrelaçamento de partículas funcionam e porque os sonhos precognitivos e visão remota funcionam, assim como vários outros

mistérios científicos de longa data.

A mesma lógica e ciência MBT que entrega uma melhor compreensão da física, também entrega um modelo de consciência e um melhor entendimento da metafísica. O que é considerado agora “paranormal” se torna simplesmente normal e a fundação de lógica é vista suportar tanto as experiências subjetivas como as objetivas, além de todos os temas anteriores.

MBT explica e define amor, e como e porque, o amor é a resposta para os problemas mais prementes da humanidade.

Ela explica o que cada indivíduo pode fazer para encontrar paz, felicidade e satisfação na sua vida.

Ela responde as questões sobre o que é espiritualidade e como alguém se desenvolve. De acordo com esta teoria, consciência, o Sistema Mais Amplo de Consciência é a fonte, o núcleo, o criador de tudo o mais. A tarefa posta à frente da humanidade, é evoluir de forma mais cooperativa, cuidadosa e com compaixão, em sua interação com ela mesma, com outras espécies e com a própria terra, para se tornar um sistema mais amplo e efetivo.

Esta pressão para implantar uma união cooperativa e cuidadosa, representa o vetor do progresso evolucionário dentro de um sistema de consciência em evolução, que sentimos como um empurrão inato para nos afastarmos de uma competição existencial mais restritiva, para uma expansão cooperativa mais livre. Uma de ser auto focado para ser focado no outro, e que esteja se distanciando do medo, do EGO, das crenças e indo na direção do amor.

Este processo tem sido chamado de “crescimento espiritual”, “melhorar a qualidade” ou “reduzir a entropia” de uma consciência, é crescer e viver na “Visão Mais Ampla”, dentro da realidade maior da consciência e expressando unicidade com todos os seres dentro do “Sistema Mais Amplo de Consciência”.

É um fato que toda mudança significativa deve ser feita ao nível individual, de forma que cada um como indivíduo consiga implantar esta profunda metamorfose evolucionária.

Como você pode deixar de ser parte do problema para se tornar parte da solução?

Gandhi disse que é melhor simplesmente ser a mudança que você quer ver no mundo!!

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Conheça Tom Campbell – Video com breve apresentação!

Video MBT Boston Legendas em Português – perguntas e respostas por Tom Campbell

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Video MBT Boston Legendas em Português – perguntas e respostas por Tom Campbell

Este vídeo recente está super interessante.

Tom faz uma breve exposição sobre sua mais recente atividade e objetivo, em uma breve introdução, e depois abre uma seção para responder a qualquer pergunta dos participantes presentes.

Na introdução explica sobre os experimentos que está projetando (tipo experimentos de Dupla-Fenda), com o objetivo de permitir confirmar em laboratório, que o modelo MBT de Realidade Virtual permite responder muitas das questões, ainda hoje pendentes, sobre o funcionamento da Física Quântica.

Na sequencia, e talvez ainda mais interessante, responde a várias questões diretas sobre a metafísica da MTB e suas explicações para temas tão controversos e interessantes como: OBE (viagens fora do corpo) e porque é mais fácil para alguns conseguir ou não, além do que fazer para chegar lá, conexão com o Todo (Amor), percepções, consciência pontual, meditação, consciência em animais, e muito mais…

Vale ver.   (Mario Jorge)

Link para o video completo no Youtube em Português (clique aqui).

Video MBT Boston Legendas em Português – perguntas e respostas  por Tom Campbell

Tom Campbell – Entrevista (Buda na Bomba de Gasolina)

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Tom Campbell – Entrevista (Buda na Bomba de Gasolina)

Clique na figura acima, que contém um link para o site onde a entrevista foi dada, com vídeo ou apenas áudio!

Em fevereiro de 2003, Tom publicou a trilogia My Big TOE (MBT) a qual representa o resultado e conclusão de sua exploração científica da natureza da existência. Este super abrangente modelo de realidade, mente e consciência explica tanto o paranormal como o normal, coloca a espiritualidade dentro de um contexto científico, resolve toda uma hoste de paradoxos científicos e prove direção para aqueles que buscam experimentar pessoalmente uma percepção expandida do “Tudo Que É/Há”. O modelo da realidade da MBT explica a metafísica, a espiritualidade, o amor, e o propósito do homem ao seu nível mais fundamental, prove uma teoria completa da consciência e resolve problemas destacados da física de nosso tempo, derivando ambos, teoria da relatividade e mecânica quântica, dos princípios iniciais – uma coisa que a física tradicional ainda não pode fazer. Um trabalho de ciência baseado em lógica, My Big TOE não tem base em crença ou dogma.

266. Tom Campbell

Tom CampbellIn February of 2003, Tom published the My Big TOE trilogy (MBT) which represents the results and conclusions of his scientific exploration of the nature of existence. This overarching model of reality, mind, and consciousness explains the paranormal as well as the normal, places spirituality within a scientific context, solves a host of scientific paradoxes and provides direction for those wishing to personally experience an expanded awareness of All That Is. The MBT reality model explains metaphysics, spirituality, love, and human purpose at the most fundamental level, provides a complete theory of consciousness, and solves the outstanding fundamental physics problems of our time, deriving both relativity theory and quantum mechanics from first principles – something traditional physics cannot yet do. As a logic-based work of science, My Big TOE has no basis in belief, dogma, or any unusual assumptions.

Interview recorded 11/14/2014.

Tom Campbell – Entrevista (Buda na Bomba de Gasolina)

On Love and Sadness – Sobre o Amor e a Tristeza

Thomas Warren Campbell 2

On Love and Sadness – Sobre o Amor e a Tristeza, e os impactos da situação do mundo sobre você!

Nota: Este esclarecimento foi feito em função de pergunta feita sobre o sofrimento sentido pelas pessoas que tem uma maior percepção / semsibilidade ao ver o sofrimento alheio em casos fortes com guerras, terror,  miséria, fome doença …

Compaixão é uma coisa boa – muito boa – uma parte essencial de nossa conectividade aos outros, na medida em que crescemos e ultrapassamos nosso ego. Compaixão e equilíbrio são ambos atributos de um amor carinhoso.

Contudo, a pessoa precise aceitar esta realidade VIRTUAL (nossa realidade física-material – PMR), este pacote de experiências e gerador de oportunidades que nós chamamos lar, DA FORMA QUE ELE EVOLUIU – porque ele é uma reflexão de nós mesmos. Nos reflete com muita precisão. Aceite-o e deixe-o ir e ser o que seja – a tristeza do amor é um resultado direto do carinho e da compaixão. Ficar furioso com a depravação, miséria e especialmente a dor dos inocentes, ou o constante torcer de mãos em exasperação ou chorar sobre isto, não é produtivo e acaba sendo em si mesmo uma forma de apego. PMR (nossa realidade física) é como é, porque nós somos como somos – a pessoa precisa seguir adiante com seu aprendizado e crescimento pessoais dentro desta experiência em realidade virtual e evitar perder-se no apego a tristeza, ao sofrimento dos outros – mesmo que seja muito difícil faze-lo (especialmente para uma pessoa sensível e carinhosa). Equilíbrio é tão importante quanto compaixão.

 Os participantes desta realidade virtual são todos voluntários. Muitos escolheram pacotes de experiência com os quais eles possam aprender aquilo que mais precisam. Existem muitas formas de experiência virtual cada uma tendo seu próprio conjunto de oportunidades e desafios. Estas oportunidades podem ou não ser sempre claras para nós pela perspectiva da nossa realidade (PMR). Dentro de uma visão mais ampla (big picture) cada tipo de experiência virtual PMR tem algumas vantagens de aprendizado ou ninguém teria aceito tal papel de bom grado. Todos os papéis são aceitos de bom grado.

Estar confortável e feliz em nossa realidade PMR não é o “jogo principal”, redução da entropia pessoal (evolução) é o “jogo principal” – a nossa realidade PMR é apenas uma ferramenta (oportunidade) usada para que cada entidade aqui, possa atingir o crescimento necessário através de experiência direta.

A dor em seu coração devido ao sofrimento alheio é real, valorize-a, aceite-a, e siga adiante, com o que você tenha de fazer aqui. Grande compaixão e tristeza surgindo do coração é um atributo muito valioso de alguém que realmente se importa, alguém que realmente ame – ainda assim, elas podem também tornar-se uma expressão de necessidade, desejo, culpa, pena, medo – isto é, um apego, uma armadilha. Equilíbrio é também um atributo de amor – não confunda equilíbrio com falta de compaixão.

Eu realmente espero que você veja isto mais como um comentário de ajuda do que como sal na sua ferida. Sofrer – sentindo-se um com o mundo – é um caminho duro para seguir porque ele te envolve de tal forma, em tal nível (você acaba ficando proporcionalmente fino pelo espalhamento por todo o problema) que o seu equilíbrio e crescimento se torna excepcionalmente desafiador. Seu ponto de equilíbrio pessoal é algo totalmente pessoal. Encontre-o, onde quer que ele esteja e faça as pazes com sua existência.

Tom C

Compaixão e cuidado são atributos muito bons, isto é, são necessários para dar coragem e e crescer. Até onde sua compaixão e cuidado seja sobre eles (o objeto da sua compaixão) e não sobre você (as necessidades do doador) não há problema. Quando a compaixão e o cuidado é também sobre você tanto quanto pelos outros, quando este sentimentos estão preenchendo o seu ego (necessidades) tanto quando as necessidades físicas e espirituais deles, isto pode se tornar uma armadilha. A diferença está na intenção. Intenção expressa quem você é dentro do contexto dos outros – seu objetivo é crescer através da interação. Se o ego está envolvido, a intenção tende a expressar quem você pensa que deveria ser em termos da ação. Ação correta é vista como o gerador de qualidade de consciência (de ser). De fato, a verdade é a oposta – crescimento pessoal (qualidade de consciência) é o gerador da ação correta. Suas ações expressam e assim seguem o seu crescimento. Não é frequente que a ação lidere e assim gere o crescimento – pensar que ela o faça, cria uma armadilha.

 Atendendo as necessidades físicas dos outros e as necessidades de ego do eu (self), enquanto negligenciando as necessidades espirituais de ambos, os outros e o eu (self), geralmente não é o caminho ótimo (melhor) para nenhum dos envolvidos. Estes são os pontos que estou fazendo aqui. Compaixão e carinho são aquilo sobre o que o amor é. Tornar-se amor, é sua missão.

Tom C

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On Love and Sadness

Compassion is a good thing — a very good thing — an essential part of our connectedness to others as we outgrow ego. Compassion and balance are both attributes of a caring love.

However, one must accept this PMR VIRTUAL reality, this experience packet and opportunity generator we call home, AS IT HAS EVOLVED — because it reflects us. Very accurately reflects us. Accept it and let it go to be what it is — the sadness of love is a direct result of caring and compassion. Raging at depravity, misery and especially innocent pain, or constantly wringing one’s hands in exasperation or weeping over it, is not productive and is itself a form of attachment. PMR is as it is, because we are as we are — one must go on with one’s learning and personal growth within this virtual reality experience and avoid getting lost in an attachment to the sadness, the suffering of others — however difficult that is to do (especially for a sensitive caring person). Balance is equally as important as compassion.

Participants in this virtual reality are all volunteers. Most choose experience packets from which they can learn what they need most to learn. There are many forms of virtual experience each having its own set of opportunities and challenges. These opportunities may not always be clear to us from the perspective of PMR. In the big picture each type of PMR virtual experience has some learning advantages or no one would willingly accept such a role. All roles are accepted willing.

Being comfortable and happy in PMR is not the main game, personal entropy reduction is the main game — PMR is just a tool, a virtual tool used by every entity here, to achieve needed growth from direct experience.

The pain in your heart due to other’s suffering is real, treasure it, accept it, and go on, with what you are here to do. Great compassion and sadness welling up from the heart, is a very valuable attribute of one who truly cares, one who truly loves — nevertheless, it can also become an expression of need, desire, guilt, pity, fear — i.e., an attachment, a trap. Balance is also an attribute of love — don’t misinterpret balance as a lack of compassion.

I truly hope you find this more a helpful comment than salt in a wound. Suffering — one with the world — is a hard path to walk because it spreads you so thin that balance and growth become exceptionally challenging. Your personal balance point is yours alone. Find it, wherever it lies, and make your peace with existence.

Tom C

Compassion and caring are very good attributes, i.e., necessary attributes to encourage and grow. As long as your compassion and caring is about them (the object of your compassion) and not about you (the needs of the giver) there is no problem. When compassion and caring is also about you as well as them, when it is fulfilling your (ego) needs as well as their physical and spiritual needs, it can become a trap. The difference is in the intent. Intent expresses who you are within the context of others — your goal is to grow through interaction. If ego is involved, intent tends to expresses who you think you should be in terms of action. Right action is seen as the generator of consciousness quality. In fact, the opposite is true — Personal growth (consciousness quality) is the generator of right action. Your actions express and thus follow your growth. Action does not often lead and thus generate growth — to think that it does, creates the trap.

Tending to physical needs of others and the ego needs of self, while neglecting spiritual needs of both others and self, is generally not the most optimal growth path for anyone involved. These are the points I am making here. Compassion and caring are what love is all about. Becoming love, is your mission.

Tom C