Tom campbell em são paulo – Brasil AGO. 2019

Os Eventos Serão Em 03 e 04 de Agosto

(COM TRADUÇÃO SIMULTÂNEA)

Programa 1o Dia – 3 Ago 2019 – 8 as 18h

Garanta o Seu Ingresso Aqui!
Vendas através do Sympla

Credenciamento no local as 8hs. Evento das 8:30h as 12h e das 13:30h as 17:30h. Tanto pela manhã como a tarde haverá também 20 min. de intervalo (coffee break). Mesmo horário para os dois dias.

Física Quântica, Consciência & Realidade Virtual

My Big TOE, Intenção, Incerteza, Processos de Cura

My Big TOE: um modelo cientifico integrado, tanto para o mundo externo como o interno.

– My Big TOE, breve apresentação do modelo – A Visão Ampla (Big Picture);

Consciência/Mente vs O Mundo ”3D Sólido” (O Problema Difícil ou Duro da Consciência Resolvido);

– O papel da Intenção em uma Realidade Virtual (Simulada);

– O Princípio da Incerteza, o que podemos ou não fazer com nossa Intenção/Vontade;

– Um mergulho no processo de cura pela Vontade, a efetividade dos processos de cura alternativos, o efeito placebo, nossa Intenção novamente;

Experimentação prática decidida na hora com os participantes (cura a distância, visão remota ou outra)..

Perguntas & Respostas sobre os temas do 1o dia.

Programa 2o Dia – 4 Ago 2019 – 8 as 18h

Física Quântica, Consciência & Realidade Virtual

F. Quântica Explicada, Laboratório de Aprendizado, Cocriação, Amor & Medo

My Big TOE: um modelo cientifico integrado, tanto para o mundo externo como o interno.

Física Quântica como pista principal para a R. Virtual na fronteira da tela espaço-tempo 3D.

F. Quântica explicada pela Realidade Virtual – Dupla Fenda, Emaranhamento, etc.

– A Realidade como um Laboratório de Aprendizado Virtual/Simulador e suas principais consequências.

– Como usar a Intenção para influenciar as probabilidades futuras (cocriação).

– Navegando entre os Pacotes de Experiência ou Vidas.

– Interação e Relacionamentos como Oportunidades de Aprendizado.

Baixa Entropia e Amor – qual é a conexão?

Como se livrar do medo: como descobrir seus medos e trazê-los para o consciente, e quais as alternativas para se livrar deles.


Experimentação prática decidida na hora com os participantes (cura a distância, visão remota ou outra)..

Perguntas & Respostas.

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Para receber em primeira mão todas as informações utilize o formulário exclusivo sobre o evento. Assim se iniciem as vendas dos ingressos SERÁ DADA PREFERÊNCIA a quem já tenha manifestado seu interesse através do CADASTRO FEITO AQUI.

Fique tranquilo! Somente enviaremos conteúdos relevantes ao tema!

Clique na Imagem para ver a 1a parte da entrevista!

Local: Próximo ao Metro Paraíso ou Vila Mariana (Linha Norte Sul).

EVENTO SIMILAR RECENTE NA POLÔNIA:

Um dos eventos do Tom pelo mundo, este na Polônia, bem similar ao planejado para o Brasil.

Para ver os eventos programados atualizados para o Tom Campbell em todo o mundo, visite este link: https://www.mbtevents.com/future-events.html

EVENTOS PROGRAMADOS PELO MUNDO:

Tunelamento Quântico – mais uma propriedade Estranha explicada pela Realidade Virtual da My Big TOE!

Tunelamento Quântico – mais uma propriedade “mágica” das “partículas”, descoberta pela Física Quântica agora explicada pela teoria da Realidade Virtual My Big TOE!

Tunelamento Quântico – mais uma propriedade “mágica” das “partículas”, descoberta pela Física Quântica agora explicada pela teoria da Realidade Virtual My Big TOE!

Ok, o que “raios” é Tunelamento Quântico?

Explicado de forma breve pelo Instituto de Física da USP ficaria assim (Clique na Figura acima para ver pagina da USP):

“Tunelamento quântico (ou Efeito Túnel) é um fenômeno da mecânica quântica no qual partículas podem transpor um estado de energia classicamente proibido. Isto é, uma partícula pode escapar de regiões cercadas por barreiras potenciais mesmo se sua energia cinética for menor que a energia potencial da barreira. Existem muitos exemplos e aplicações para os quais o Tunelamento tem extrema importância, podendo ser observado no decaimento radioativo alfa, na fusão nuclear, na memória Flash, no diodo túnel e no amplamente conhecido microscópio de corrente de tunelamento”.

Em outras palavras, as “supostas partículas” fazem algo impossível para o conceito da física clássica ou tradicional: elas “parecem” atravessar paredes (barreiras) sejam elas “materiais” ou de “campos eletromagnéticos”.

Imagem criativa para exemplificar o efeito do Tunelamento.

Uma descrição clássica do funcionamento deste efeito túnel (mas não do seu mecanismo ou porquê) é o exemplo de levar uma pedra por sobre um morro. A massa ali no fundo do vale, não tem energia cinética suficiente para ultrapassar a barreira de energia potencial necessária, representada pela barreira do morro. Deixada por si só, a “massa” jamais chegaria ao outro lado do morro.

Mas no mundo das partículas não é isso que ocorre. De forma equivalente, seria como se pedra encontrasse um túnel que a sugasse para o outro lado do morro. Ou como se ela se teletransportasse para o outro lado.

Segundo a Wikipédia, “Em 1927, Friedrich Hund foi o primeiro a tomar nota da existência do Efeito Túnel em seus trabalhos sobre o potencial de poço duplo”. Isso foi apenas o inicio e até o fim do século vinte muitos outros impactos e aplicações práticas desse efeito foram desenvolvidas, gerando muitos prêmios Nobel para a física.

Mas e isso na prática ocorre?

Você pode estar se perguntando, mas isso realmente ocorre na prática ou é apenas mais uma teoria absurda. Note que dissemos que aplicações práticas reais, mais acima, foram descobertas ou desenvolvidas.

O sol só existe na prática por causa da existência real do efeito de tunelamento.

Fusão Nuclear no Sol (e a possibilidade da vida sobre a Terra)

Talvez a descoberta mais impactante é aquela sobre o funcionamento do próprio sol (e das demais estrelas do Universo).

Nas próprias palavras da “Wikipedia”: “Em função de sua massa, o Sol não tem a temperatura necessária para criar o processo de fusão nuclear de forma espontânea. Contudo, o tunelamento quântico faz com que exista uma pequena probabilidade de o hidrogênio, espontaneamente, criar a fusão nuclear mesmo sem a temperatura necessária. Visto que o Sol possui uma vasta reserva de hidrogênio, essa pequena probabilidade se manifesta em energia suficiente, possibilitando a vida na Terra”.

Atenção ai para a palavra talvez mais importante da descrição dada “probabilidade”. Voltaremos a isso.

Ou seja, nada mais nada menos, se não fosse pela existência comprovada do “tunelamento”, não existiria sol e não existiria vida na terra. Não é pouca coisa.

Há muitos outros impactos práticos baseados no tunelamento, inclusive a criação de um microscópio eletrônico que gera imagens superfícies quase tão pequenas quanto os “átomos”.

Ilustração de uma particula atravessando uma barreira.

Como My Big TOE explica isso?

E como a My Big TOE de Tom Campbell explica a possibilidade e funcionamento desse fenômeno?

Como você poderá ver em mais detalhe em outros artigos do Blog My Big TOE, em nosso ebook gratuito (que também pode ser baixado no link ao lado) e com maior fundamento nos livros e vídeos My Big TOE do Tom Campbell, este modelo é baseado em Consciência, que é um dos seus dois pressupostos.

Esta consciência é digital e se desenvolve para gerar tudo o que existe, na forma de uma “Realidade Virtual”. De forma muito curta aqui, pois o foco principal é a explicação da TOE (Teoria de Tudo) para o tunelamento e não a teoria em si, nossa aparente realidade física, funciona de forma programada como um simulador virtual ou jogo de computador (The Sims ou The World of Warcraft).

Agora pelo menos assuma (ainda que temporariamente) que esta proposição da realidade ser virtual, gerada por uma programação, e aí podemos dar a explicação para o Tunelamento, que vem facilmente quando consideramos esse modelo.

A existência de uma quantidade de partículas, na forma de um gás hidrogênio por exemplo, sob pressão dentro de um botijão, tem sua “realidade” gerada ou renderizada para nossos sentidos de percepção, por um programa. Esse programa considera, como seria de se esperar, uma alta probabilidade da existência de partículas do gás, em qualquer lugar dentro do botijão.

Mas como estamos falando de probabilidades, mesmo nas caudas da distribuição estatística, existe alguma probabilidade ainda que baixa, da existência de partículas daquele gás fora do botijão. E as equações de Schroedinger (sim, o mesmo do gato) mostram claramente o cálculo para essas probabilidades.

Descrito esse cenário, e como a quantidade de partículas do gás sob pressão no botijão se chocando contra suas paredes internas é enorme, acaba passando a existir uma possibilidade significativa de encontrarmos partículas do lado de fora e finalmente as encontramos mesmo ali. As partículas não são pontos com “massa” (matéria) que podem magicamente atravessar paredes “sólidas”.

As partículas existem como uma nuvem de probabilidades, assim sua existência está probabilisticamente prevista também do lado de fora. E quando verificamos com nossos instrumentos, realmente ali as encontramos, fruto das “probabilidades” calculadas pelo programa de “computador¨ rodando.

E você, o que acha disso?

E você, o que acha disso? Como é ver um mistério quântico resolvido?

Terminada a explicação, que é simples (dado algum entendimento prévio da teoria, aqui apenas superficialmente tocado), o que você pensa dela? Acredita que possa ser uma probabilidade de estar certa? Compartilhe suas impressões conosco aqui no blog….

My big toe conteúdo semanal

Olá a todos!

Estamos comprometidos em seguir compartilhando conteúdo, na sequência do lançamento do nosso e-book que estou certo já aproveitaram para baixar.

Assim sendo, começamos a produzir uma série organizada de vídeos com material da Trilogia My Big TOE de Tom Campbell, seguindo a mesma ordem em que eles são apresentados ali.

No primeiro video da série começamos por esclarecer as definições usadas nos livros, não parece importante, mas é crítico para seu entendimento da mesma. E claro de quebra para os principais, já vamos dando vários spoilers para posicioná-los no contexto da obra.

Abaixo seguem alguns dos termos explicados no vídeo:

AUO – Absolute Unbounded Oneness – Unicidade Absoluta Sem Fronteiras – Consciência Primordial Potencial

AUM – Abolute Unbounded Manifold – Multiplicidade Abosoluta Sem Fronteiras – Consciência Digital Desenvolvida, Fonte de Tudo o que Conhecemos

LCS – Larger Conciousness System – Sistema Mais Amplo de Consciência – Sistema ou Rede Digital gerador de todos os sistemas de suporte à geração da nossa Realidade.

Para seguir toda a série, inscreva-se no canal do Youtube, ou siga por aqui.

Segue a Parte 1 do vídeo sobre o tema:

Segue a Parte 2 do vídeo sobre o tema:

3o Video Conteúdo My Big TOE em Portugues: Consciência e Evolução! P1/2

Hoje é 9/Mar e nosso video de hoje trás a explicação das Hipóteses básicas nas quais o Tom fundamenta seu modelo de TOE: “Consciência e Evolução”.

Veja como isto ocorre no vídeo e ainda cobrimos outros temas como: Navalha de Occam (quanto mais simples melhor); a mentalidade correta para leitura da My Big TOE (Ceticismo e Mente Aberta), o papel das Crenças e Armadilhas de Crença e também o que fazer para se desenvolver e vir a experimentar por você mesmo a consciência fundamental que é nossa “FONTE”.

4o Video Conteúdo My Big TOE em Portugues: Consciência e Evolução! P2/2

Hoje é 12 /mar/19, segue acima a segunda parte do video 2 com contéudo semanal My Big TOE, para você.

Matrix, Avatar, Os Substitutos, 13 Andar – Um com o uno – my Big toe

Matrix, Avatar, Os Substitutos, 13o Andar

Algum destes filmes já te deu o que pensar?

Talvez você esteja familiarizado com o conceito Veda de Maya (ilusão) e talvez também esteja tomando contato com o domínio emergente da Realidade Virtual (como vemos tanto na indústria dos Jogos Eletrônicos nestes dias). Ou você pode talvez ter ficado paralisado com os conceitos explorados na trilogia de filmes Matrix? Talvez você tenha experimentado um sentido de déjà vu e ficou imaginando como relacionar estes “conceitos” a sua “existência”?

Deixe-me começar apresentando uma visão alternativa para que você veja a si mesmo como um com toda a criação (da qual a Realidade Física Material ou PMR em inglês, é apenas uma pequena “lasca” virtual). Você é “Um com O UNO/Único” – Um subconjunto único do todo, mas ao mesmo tempo, uma porção que é bem integrada com o todo (onde o todo é o Sistema Mais Amplo de Consciência ou LCS (Larger Consciousness System). Em termos ciência da informação, você é um subconjunto particionado de memória dinâmica alocada e recursos computacionais compartilhados usados para angariar experiência e exercitar a intenção enquanto engajado em “simulador de treinamento de realidade virtual (VR)” multijogadores visando redução de entropia.

Diferenciar o eu/self do outro é mais como diferenciar seu sistema digestivo do seu sistema circulatório – ambos são partes integralmente interdependentes de um ser – não duas coisas separadas, cada uma com sua existência independente. É uma questão de ponto de vista – de como você pensa sobre algo. É o contexto que muda, não os fatos.

O LCS se auto-projeta (auto-desenha) para otimizar a redução da sua entropia – isto é, para facilitar sua própria evolução. Você obtém toda a ajuda que possa lucrativamente usar, para evoluir a qualidade da sua consciência porque é da natureza do sistema suportar a necessidade evolucionaria de suas partes. Da sua perspectiva na PMR (Realidade Física Material) você é levado a categorizar e definir esta ajuda como vindo de “entidades especificas independentes – guias, Eu Superior, Eu Maior, Eu lá, super-alma, superego, e muitas outras categorizações similares, porque como um residente da PMR, você só pode relacionar sua interação com “outro” à entidades específicas independentes que são/estão fora de você (não são você).

Você não pode pensar em termos de ser um com O UNO – integralmente interconectado – um subconjunto virtual apenas por definição, por partição, por função e intenção. Quando você tenta descrever os detalhes de sua interação com o Sistema Mais Amplo de Consciência, enquanto limitando a sua conceituação  daquela interação às formas físicas (usando a linguagem da PMR), seu modelo de conexão com o todo será sempre em termos de você como um indivíduo separado, interagindo com outra entidades separadas.

Dentro de nossas mentes, nós damos a cada uma de nossas metáforas e símbolos separados de nossa estrutura “lógica” imaginada do todo, uma existência factual independente, criamos nomes (percepção PMR, percepção da Realidade Não Física Material “NMPR”, Eu Superior, Eu Maior, super-alma, anjo, ancestral, guia, espirito ou Deus), e então tentamos trabalhar com as relações entre todas estas entidades individualizadas e deduzir o organograma hierárquico apropriado que explique tudo isso.

Sem dúvida, levamos a nós mesmos à uma confusão retorcida, no processo  de tentar ser mais e mais específicos  em como descrever o sistema mais amplo de consciência, em termos destes conceitos PMR altamente limitados e que são inerentemente incapazes de descrever acuradamente o LCS (Sistema Mais Amplo de Consciência).

Nós inevitavelmente geramos problemas lógicos e inconsistências nos detalhes de nosso mapeamento hierárquico das responsabilidades e papéis individuais. Não parecemos hábeis para fazer isso direito, quando tentamos ser muito específicos por causa de nossa conceituação, que requer que tudo esteja em sua própria “casinha de pombo” (sua caixinha ou classificação).

Temos esta necessidade premente de saber, “E como ficamos nós? A mente de nosso AVATAR, alma ou personalidade (nossa identidade pessoal nesta realidade “PMR”) sobrevive intacta”? Por causa de nosso MEDO e EGO, colocamos nossa percepção local “PMR” no verdadeiro “centro” mais fundamental de nossa existência.  

Vemos a nós mesmos apenas como esta percepção individual particular separada nesta realidade (PMR), muito mais do que como uma parte de algo maior e grandioso. E nos preocupamos de perder esta separação individual ser morrermos de forma absoluta – um evento que tornaria nossa vida atual na PMR (esta realidade) sem nenhum valor ou significância.  

Aquela separatividade individual à qual você chama de “você” na verdade não existe (nunca existiu) como um ser separado independente fundamental. Ela existe apenas como um personagem virtual cujos pensamentos , intenções e escolhas são feitas por um subconjunto individualizado temporário de consciência (denominado “Unidade de Percepção e Livre Arbítrio” – FWAU do inglês) “jogando” em um simulador evolucionário (de redução de entropia) específico.

Contudo, cada pensamento, sentimento, ação e intenção daquele “personagem” virtual (você) é salvo (vive para sempre) na base de dados históricos. E cada pequena redução na entropia ganho por este personagem é um prêmio muito significativo para o ser virtual individuado, o processo interativo que criou esta oportunidade, e para todo o sistema – um sucesso crítico digno de ser lembrado e emulado.

Tente ver este LCS ou Sistema Mais Amplo de Consciência como um único sistema interativo, não uma coleção de partes individuais separadas.

Em sua maior parte, este é o tema de desenvolver uma Visão Mais Ampla (Bigger Picture), uma perspectiva maior. Os “fatos” de sua perspectiva individual permanecem os mesmos mas agora são reinterpretados (recontextualizados) sob a luz de uma visão mais ampla.

Se esta discussão arrastou você para áreas que ainda não se sente preparado para ir vantajosamente, esqueça isto, abandone as ideias e trabalhe dentro de modelos com os quais se sinta confortável.

Aprender é um processo interativo e abraçar modelos de existência que tragam desconforto e confusão não está no caminho exitoso de evolução da consciência para ninguém.

Você precisa explorar seu caminho na direção da completude, indo a um passo de cada vez, absorvendo e integrando nova compreensão em seu “ser” (como oposto a apenas seu intelecto) que melhore a qualidade de sua vida diária.

Em um nível metafórico mais alto, os conceitos de um Eu Maior, super-alma, etc., são muito úteis e de ajuda – eles geram uma expressão “física” (modelo de processo em termos da linguagem e conceitos “desta realidade” – PMR) que explicam como somos completamente conectados/integrados ao todo em uma forma que a percepção (consciência) “restrita” na “PMR” pode entender.

Integração é na verdade muito mais simples – não tem de existir mecanismos intermediários entre nós e o sistema mais amplo – já estamos completamente integrados com aquele sistema. Nós apenas não conseguimos ver nossos eus (selfs) de qualquer outra forma que não seja separada – nós versus eles – se não formos nós da “pequena visão” (little picture), então devem ser “eles” ou qualquer outro.

Nós somos unidades individuadas (particionadas) de consciência, e somos/estamos mais interconectados ao sistema mais amplo do que pensamos.

Procure pelos próximos blogs, à medida que formos mergulhando mais profundamente no que o LCS é e como os conceitos da “My Big TOE”, a trilogia de livros pode ajudar você a decifrar suas próprias verdades. É a tarefa desta trilogia prover uma fundação conceitual direta sobre a qual você poderá, clara e completamente, construir o contexto de sua existência pessoal a partir de sua própria experiência, evoluir sua consciência, e mais fundamentalmente compreender seu mundo, sua ciência, seu propósito e a você mesmo, em uma forma geral, lógica e científica, que explique de forma abrangente, todos os seus dados pessoais e profissionais  que coletou durante toda uma vida.

Fique ligado!

Tom Campbell – autor de My Big TOE – Minha Grande Teoria de Tudo – (Tradução – Mario Jorge)

Tom Campbell e a trilogia My Big TOE

Mecânica Quântica, Dupla fenda e livre arbítrio

E o que Mecânica Quântica e Livre Arbítrio poderiam ter a ver um com o outro?

Brincando um pouco com o tema, poderíamos dizer que uma “suposta partícula”, em um experimento de Dupla Fenda,  se comporta de forma incerta entre “ser partícula” e “ser onda”, ou seja, ainda “pode escolher” para ser qualquer destas coisas… E depois que alguém (“um ser consciente”) toma conhecimento da medição feita sobre “aquilo”, o comportamento é fixado e a opção deixa de existir para aquele evento. Ele se colapsa, materializa ou (como prefiro) é renderizado. É claro que dizer que o ‘livre arbítrio” sobre a dualidade ao nível quântico feita aqui, é uma figura de expressão mas veremos a conexão.

Brincadeiras a parte, a situação não deixa de guardar certa semelhança com as escolhas (livre arbítrio) que temos para fazer, desde as decisões pequenas até as grandes, enquanto elas não são tomadas. As opções ou alternativas permanecem abertas, mas depois da decisão, só uma delas foi efetivamente levada adiante. As demais alternativas permanecerão como potenciais não realizados e a decisão tomada fica “fixada” como parte da história “ocorrida”.

As decisões que tomamos no “mundo real” são, antes de ser executadas, apenas potenciais com probabilidades de ocorrência. Como na MQ, podem ser tratadas estatisticamente. Se observamos bem, vemos que a “realidade” parece ser muito mais estatística do que matematicamente formulada. Pareceria sim, talvez para desgosto do Dr. Einstein, que “Deus” (ou o Sistema Mais Amplo de Consciência – LCS), permite a geração de Tudo O Que É (ou que pode vir a ser, para o que ainda não foi decidido) a partir de distribuições estatísticas de probabilidade.

E o Livre Arbítrio, será que ele realmente existe?

Muitas vezes, parece que as coisas estão bastante pré-determinadas, dando a impressão que vão acontecer, não importa o que façamos. Não fosse assim não passaríamos, por decisão própria, por uma várias situações. Já outras vezes, parece que “sim” temos alguma liberdade para escolher o que queremos. Vamos considerar algumas destas possibilidades.

Na “realidade” que percebemos, parecem existir três tipos de coisas: objetos (coisas inanimadas como pedras), energia (eletricidade, movimento das águas, do ar, da terra, onda de impacto de explosões, etc.) e seres (humanos, animais e o que mais aceite nesta categoria).

Para começar, talvez possamos concordar que os dois primeiros tipos não têm poder para decidir por si, nenhum livre arbítrio próprio. Podemos interagir com os objetos, mas por ações partindo de nossa inciativa ou por consequência de terem sido afetados por alguma energia (e por isso postos em movimento). Isto é evidente, para objetos (primeiro tipo) como pedras por exemplo, ou qualquer outro.

Com a energia (o segundo tipo) podemos interagir direto com ela, ou seus efeitos. Ainda que a mesma não demonstre ter livre arbítrio, parece ter um claro componente aleatório (estatístico) e pode interagir conosco nos afetando bastante. Quando isso ocorre, parece haver algum livre arbítrio a aplicar, mas apenas por nosso lado e como reação. São eventos que podemos chamar de “força maior”, e viramos quase expectadores do seu impacto em nós. Exemplos seriam terremotos, deslizamentos de terra, enchentes, queda de raios, etc. Isto deixaria clara a ação da energia nos impactando diretamente ou através dos objetos que ela move, tudo aparentemente fora de nosso campo decisório.

Por fim temos os seres vivos, mais ou menos conscientes (conforme queira avaliar), com os quais podemos interagir por decisão própria ou iniciativa do outro, além também de componentes aleatórios. No caso da iniciativa ter sido nossa, “talvez” tenhamos usado o livre arbítrio (ou não, como veremos). No caso da iniciativa ter sido do outro, nos resta apenas a livre escolha de como reagiremos ou nos sentiremos a respeito disso (também veremos em mais detalhe).

Por aí já dá para ver, que o “campo” deixado para seu livre arbítrio, vai perdendo algum espaço em relação àquilo em que não podemos ter muita opção.

O que vai sobrando para o livre arbítrio?

Vejo, e talvez você concorde comigo, que ainda parecem existir outros grupos de barreiras ao nosso “suposto” livre arbítrio: 1) O que percebo dentre as opões que podem estar disponíveis; 2) O quanto estou optando mecanicamente, sem qualquer atenção real da minha parte, e; 3) O que meus condicionamentos, crenças culturais e pressão dos pares me força a escolher (talvez até contra vontade).

Ou seja, no primeiro ponto pode estar claro que em função da sua experiência, grau de consciência ou qualidade de ser a que chegou, podem existir opções que você simplesmente “não esteja enxergando” e que pareçam óbvias (em maior ou menor grau) para outra pessoa, olhando “de fora”, com diferente percepção.

No segundo caso, você pode estar tão “embrenhado” nos próprios pensamentos, que está alheio a quase tudo a sua volta, atormentado por problemas reais ou imaginários. Em uma situação típica, vai andando pela rua e de repente chega em casa, sem sequer saber que caminho fez. Isto já te aconteceu? O grau de “distanciamento” da realidade aparente, pode variar bastante, mas deveria ser inegável como possibilidade real. Quem já não passou por isso? Nesta situação, estamos mesmo praticando algum livre arbítrio?

Por fim no terceiro caso, podemos ter ainda os variados graus de influência da família, professores, amigos, agrupamentos variados dos quais participamos (clubes, associações pessoais e profissionais, empresas, partidos, igrejas e por aí afora), que geram raízes tão profundas que sequer percebemos sua influência, na decisão tomada (são apenas uso de ideias alheias que se tornaram crenças sem base, automaticamente praticadas). “Aquela” decisão foi realmente sua, ou no fundo talvez consiga se ver (por exemplo) literalmente repetindo algo que já viu “seu pai” fazendo?

Tom Campbell e My Big TOE

E o ponto de partida (as condições iniciais)?

Outro tema comum quando se fala em livre arbítrio é pensar que podemos tudo! Mas tudo o que? Será que você pode decidir se tornar filho do Bill Gates? Ou quem sabe ir fisicamente até Marte amanhã? Assim, parece que claramente o que podemos decidir é limitado, e as limitações são impostas pela “posição de partida” em que estamos agora. O ponto onde as alternativas de decisões possíveis estão sendo analisadas. Poderíamos chamar isto de “condições iniciais” do ponto da decisão (onde o jogo começa). A análise pode tanto ser para algo que estamos por decidir agora, como podemos estar analisando também as condições iniciais da nossa vida, no “momento e local” onde nascemos. Assim, podemos ter nascido como filhos do Bill Gates, como podemos ter nascido de pais mais humildes, em qualquer lugar no Brasil por exemplo. É claro que para qualquer das duas situações dadas, vamos ter opções e decisões a tomar, mas o espectro de decisões possíveis será muito diferente.

Mas parece que ainda sobra um algum campo de ação, onde as decisões sim “podem ser nossas”. Posso talvez escolher com quem me casar, ou, me casar ou não com alguém que já estou namorando. Posso fazer dois ou três caminhos diferentes (que estejam disponíveis) para ir de um lugar a outro. Posso escolher entre ir de automóvel, ônibus ou avião. Posso dar um conselho a alguém com quem me importo, ajudando a pessoa a analisar as alternativas que tem ou posso me omitir. Mas é preciso estar atento ao momento, presente, consciente, analisar as opções que percebo contra os meus valores, minha bússola e com relação aos impactos que posso prever. Fazer isto conscientemente, inclusive das minhas intenções e não apenas seguir deixando no automático. Ainda que opte por não decidir, foi uma opção.

Posso também sempre e em qualquer caso (daquilo em que tenha tido alternativas ou não), escolher (exercer meu livre arbítrio sobre) como vou me sentir e reagir a respeito do ocorrido. Se vou tornar a minha vida e a das pessoas ao meu redor melhor ou mais miserável, por conta de como decidi reagir àquilo.

E você, o que pensa disto?

As decisões sobre as possibilidades que percebemos como alternativas, são realmente nossas? Quando estamos avaliando a nossas possibilidades e alternativas, parecemos ou não, estar em um campo quântico antes de fazer e observar uma medição das “supostas partículas”? Este tema de decisão, não lembra de alguma forma o Experimento da Dupla Fenda?

Deixe sua opinião abaixo….

Novos Experimentos Dupla Fenda e Realidade Virtual – Revista Superinteressante

Novos Experimentos Dupla Fenda e Realidade Virtual – Revista Superinteressante

Experimento Dupla Fenda proposto por Tom, para gerar evidencias da Realidade Como Virtual

 

Como já é conhecido da Física Quântica, tanto a luz como as partículas (com suposta massa), quando submetidas ao experimento da Dupla Fenda tradicional (que nunca foi associado a Realidade Virtual, se comportam como “onda”,  se o seu caminho não é medido/confirmado (sobre ter passado por uma fenda ou outra) e geram um padrão de interferência no anteparo final, após passarem pela dupla fenda, como se tivessem passado pelas duas. Também já é sabido, que se a medição é gravada e depois observada, o resultado mostra um comportamento de partícula. Ocorre ainda que se os dados dessa medição do caminho usado, são eliminados por um apagador quântico (que embaralha estes dados impossibilitando sua leitura), quando se observa o comportamento, ele se mostra como onda, em vez da esperada partícula, já que a medição foi feita (mesmo tendo sido apagada). Esta é um dos famosos comportamentos estranhos das partículas.

Qual é a diferença do novo experimento descrito (em relação ao mais antigo e já existente)?

 

Começa por seu objetivo: o experimento antigo tem como objetivo, apenas estudar e entender os fenômenos misteriosos ao nível quântico, considerando que vivemos em um universo físico feito de “matéria/massa”, e eles seguem se mostrando misteriosos, nesta e em outras variações do experimento tradicional; Já os vários experimentos propostos por Tom Campbell, consideram que a “realidade” é virtual, digital e informacional, um ponto de vista completamente diferente que jamais foi abordado em experimentos antes. E em vez de apagadores quânticos (no mesmo nível das partículas sob exame) a proposta é destruir a informação já ao nosso macro nível, destruindo o pendrive que armazenaram a “informação resultante do teste” ou até mesmo os PC s que os manipularam.

Figura: Paper do Tom suportado por Cientistas descrevendo os Experimentos e seus objetivos (Pode ser encontrado na internet se pesquisado pelo titulo).

Isto é sem precedentes e busca encostar o possível “sistema” que geraria esta “realidade virtual”,  “contra a parede” por evidências de que, se a informação é destruída, a “realidade” não precisa ser “renderizada” (ou nos termos que muitos gostam: “colapsada”) e portanto segue atuando como onda e não como partícula.

Já se pensou faz muito tempo que a “matéria” era algo sólido. Faz muito tempo a ciência já provou que ele é muito mais espaço vazio de uma energia aparentemente condensada que outra coisa. Este agora pode ser o passo final para uma explicação completamente diferente, da realidade como informacional, digital e virtual. Se parece ainda como parecia antes, mas explicada por um mecanismo completamente diferente.

Como seria um dos experimentos voltados a extrair evidências de uma realidade virtual?

 

Figura: Novo experimento proposto por Tom Campbell (em entre vários).

Explicamos aqui a figura acima, seguindo os passos conforme segue:

 

– como sempre ocorre nestes experimentos, são atirados fótons ou partículas contra uma placa com duas fendas, onde cada partícula pode seguir qualquer dos dois caminhos.

– nestas fendas é colocado o detector que informará (quando esteja acionado) por qual das fendas a partícula passou (a famosa medição).

– na sequencia temos o anteparo onde a onda ou partícula bate e ou gera o padrão de onda ou partícula (se estiver sendo medida/registrada ou não);

– a seguir temos dois computadores, o 1º registrando o padrão que se forma no anteparo (se onda ou se partícula, conforme o caso), e o 2º registrando as medições do detector, se acionado ou não e, quando acionado se passou por uma fenda ou por outra.

– o experimento começa e pode se alternar com o detector acionado por algum tempo e desligado por algum tempo alternadamente.

– quando o detector esta desligado isso deveria ficar registrado no PC 2 e o PC 1 deveria registrar um padrã/comportamento de onda.

– quando o detector esta ligado isso deveria ficar registrado assim como por que fenda a partícula/fóton passou. Enquanto o detector está ligado, o PC 1 deveria estar registrando nesses momentos, o comportamento mostrado na placa final como sendo de partícula.

– isto pode se alternar algumas vezes durante o tempo da experiencia.

– como descrito acima, em um “universo supostamente material”, se destruíssemos a informação, os dados gravados no PC 2 (ou em um pen drive que ele diretamente gravasse seus resultados), pela destruição física do PC ou do pen drive, isto em nada deveria afetar os resultados gravados no PC 1 e quando verificássemos, deveríamos encontrar ali gravadas todas as alterações de comportamento entre períodos de detector acionado com resultado de comportamento de partícula e períodos de detector não acionado, como resultado de comportamento de onda. Isto porque, a única coisa que foi destruída aqui foi informação sobre o evento em nível físico.

–  agora se a realidade é gerada “virtual”, “digital” e “computacionalmente”, a destruição da “informação” ao nível macro, “desobrigaria” o “sistema” de “gerar/renderizar” os períodos de “comportamento de partícula” que estão supostamente gravados no PC 1, para quando fossem observados. Em outras palavras, após a destruição do PC2, quando checamos os dados do PC1 encontramos apenas o comportamento de onda, independente de quantas vezes e por quanto tempo, o dispositivo tenha sido acionado.

Artigo escrito por  Celso Jr e Mário Jorge P. Santos (em complemento e expansão as explicações parcialmente fornecidas na Superinteressante de Set. 2018).

 

Nota: As figuras abaixo retratam os experimentos de dupla fenda mais tradicionais e foram extraídas do mesmo artigo da Super.

Veja aqui mais detalhes sobre os experimentos nas palavras do próprio Tom Campbell:

Para mais detalhes sobre o experimento original da dupla fenda veja o artigo abaixo:

O Experimento da Dupla Fenda – Física Quântica

O Experimento da Dupla Fenda – Física Quântica

Os mistérios do experimento da Dupla Fenda.

Preparado por: Celso Junior!

Em meados do século 18, o físico, médico e egiptólogo britânico Thomas Young (1773 – 1829) conseguiu refutar umas das afirmações de Isaac Newton. A de que a Luz era composta por “corpúsculos” ( unidades quantificadas – o que hoje se chamaria de partículas subatômicas ).

Para fazer isso ele realizou um experimento muito simples: Usando uma grande caixa fechada, ele inseriu um  visor e duas pequenas fendas por onde a luz do sol deveria entrar. Ao olhar pelo visor ele observaria a luz projetada para dentro da caixa, refletida em uma das paredes internas. Existiriam 2 possibilidades, a luz seria composta ou de uma onda contínua   (como ondas eletromagnéticas de energia ou as ondas em um lago) ou  por unidades discretas (como defendia Newton no seu modelo corpuscular da luz ).

Eis o experimento:

Fig 1Caso a luz fosse composta de pequenas unidades de matéria (partículas), que é o que o desenho acima simula,  ela iria se comportar passando por uma pequena fresta ou por outra, seguindo em linha reta e apresentando o seguinte padrão no fundo da caixa:

Fig 2Caso a luz fosse composta de uma onda, ao invés de partículas, ela se comportaria desta forma:

Fig 3

Como ondas se propagam através de uma frequência e intensidade, quando a crista da onda que estivesse passando pela fenda esquerda entrasse me contato com crista da onda (parte mais alma ou mais intensa) propagada pela fenda da direita, então elas se somariam e formariam uma onda mais forte. Já se a crista de uma onda entrasse em contato com  o vale da outra (parte mais baixa ou menos intensa) então as duas se anulariam.

Pensando assim, se luz fosse onda, então o padrão exibido no fundo da caixa seria o que é chamado de Padrão de Interferência:

Fig 4Este padrão denotaria que a luz era composta de Ondas e não de Partículas e foi exatamente o que o experimento demonstrou, encerrando a dúvida sobre a natureza da Luz, pelo menos por um tempo.

Porém existiam outros fenômenos observados que não condiziam com o fato da luz ser uma onda. O Efeito Fotoelétrico é um deles.

Descoberto por A. E. Becquerel em 1839 e confirmado por Heinrich Hertz em 1887, ele demonstra que um material metálico desloca elétrons (partícula já bem conhecida na época) ao ser exposto a um feixe de luz. O que foi observado era que ao aumentar a intensidade da luz, ao invés de se emitirem elétrons com maior energia cinética (algo esperado pelo fato da luz ser considerada uma onda eletromagnética) na verdade o que aumentava era a quantidade de elétrons movimentados.

Isso implicava que, de alguma forma, a Luz tinha propriedades de onda e também corpusculares, já que a explicação mais plausível era a de que a luz, se fosse composta por partículas, deslocaria mais elétrons do metal porque o que aumentava-se era a quantidade de “unidades” de luz, aumentando assim as chances de elétrons serem colididos e movimentados.

Nasce aí o fóton, com descrito por Einstein em 1905 (O que lhe rendeu o Nobel em Física em 1921).

Com o advento dos estudos aprofundados e descobertas da mecânica quântica e da ciência moderna, resolveu-se tirar a dúvida, de uma vez por todas, sobre a natureza real da Luz, pois mesmo constatando o efeito fotoelétrico, a luz em outras ocasiões também se portava igual a uma onda.

Resolveram então criar uma variação do experimento de Young, usando um raio laser que era interrompido por uma placa com duas finas fendas bem próximas, um experimento Idêntico ao primeiro, porém com um Laser seria possível controlar a quantidade e a intensidade das partículas de Luz (já se admitia que a Luz era composta de partículas, porém tentava-se explicar do porquê da luz ainda se comportar como onda em algumas ocasiões).

Acreditava-se que quando as partículas passavam por uma das fendas, elas deviam colidir com as paredes das fendas, mudando sua trajetória e colidindo com outras partículas de luz, fazendo o padrão de interferência que fazia a luz “parecer” se comportar como onda no experimento. Resolveram então lançar um fóton (partícula de luz) por vez. Acreditava-se assim que as partículas não teriam como colidir umas com as outras, anulando o padrão de interferência e fazendo com que as partículas fizessem uma trajetória retilínea, criando apenas duas ‘bandas’ de luz. Com o tempo, o resultado acumulado e uma placa fotossensível é a imagem abaixo:

Fig 5Isso demonstra que as partículas, mesmo individualmente, criavam um padrão de interferência que não poderia ser explicado por meios habituais. Uma vez que mesmo soltando uma partícula de cada vez, ela ainda tinha um comportamento de “onda”. Foi então que levantou-se a hipótese da posição da partícula estar se comportando como uma nuvem de probabilidades ao invés de uma posição definida no espaço. Schrödinger, em seu modelo do átomo e o princípio de incerteza de Heisenberg, demonstram que é impossível ter-se certeza da posição e velocidade de uma partícula no espaço (fóton ou elétron por exemplo ), apenas sobre a probabilidade dela estar em determinada faixa ao redor do átomo ou não.

O problema é que, mesmo sabendo-se dessa incerteza através dos experimentos, o que de fato ocorria com a partícula individual ao passar pela dupla fenda? Não se saberia ao certo por qual fenda cada partícula passaria ou se ela se chocaria em alguma parte da placa antes de passar, mas isso não seria o suficiente para fazer com que a partícula gerasse um padrão de onda. Estaria então a partícula (sendo probabilidade) sobre-posicionando essas 3 possibilidades ao mesmo tempo e  essa probabilidade interferindo consigo mesma? Isso seria difícil de acreditar porque até então a realidade seria composta de elementos objetivos (matéria, energia, interações físicas) e probabilidade está mais no campo informacional do que na realidade manifestada.

Os físicos ficaram intrigados com essa dúvida e resolveram tirar a prova. Colocaram sensores (células fotossensíveis) próximos das fendas, que iriam medir realmente por qual fenda cada partícula passaria. Não seria possível que uma partícula estivessem em dois lugares ao mesmo espaço-tempo e isso precisaria ser verificado.

Ao realizarem o experimento medindo por qual fenda cada partícula passaria, veja o resultado

Fig 6O padrão de interferência havia desaparecido! Isso era inesperado. O simples fato de medirem por qual fenda cada partícula passaria, para tentar entender o porquê das partículas individuais estarem criando um padrão de onda, causou o colapso do padrão anterior, fazendo com que as partículas se comportassem, dessa vez, como partículas, em uma trajetória, praticamente, retilínea.

Repetiram os mesmos experimentos com elétrons e, novamente, os mesmos comportamentos foram constatados, ou seja, todas as partículas conhecidas apresentam a dualidade onda/partícula e tudo dependia do momento onde a informação sobre sua posição é medida.

Isso implica dizer que se, na experiência, a medição for feita na placa no fundo da caixa, então podemos ter a onda de probabilidades manifestada, logo, através de um padrão de interferência – se medirmos nas fendas, ou seja, se colhermos a informação sobre a partícula no momento onde ela poderia apresentar uma onda de probabilidades, essa onda desaparece e o que temos é a realidade “re-renderizada”, é como se a realidade se adequasse ao momento da obtenção da informação, ou, o momento onde a realidade é observada.

 O que deixou a coisa mais complicada, foi o fato dos físicos não admitirem que a simples obtenção da informação (medir a posição da partícula) anularia a onda de probabilidades, então ocorreu uma busca em tentar entender qual o tipo de interferência OBJETIVA o ato de medir estaria causando. Acreditava-se que os sensores elétricos ou fotoelétricos, de alguma maneira estavam criando alguma interferência nas partículas.

Porém, hoje já se sabe que a questão é muito mais profunda. Outros experimentos foram capazes de ‘embaralhar” a informação já medida, como o Apagador Quântico de Escolha Atrasada, que consegue medir por qual fenda cada partícula passou, mas tira a certeza da medição após ter sido feita, isso faz com que o padrão de disposições dos elétrons ou dos fótons se comporte exatamente como uma onda e o padrão de interferência retorna, ou seja, a onda de probabilidades volta à Realidade, caso a informação da medição seja perdida ou inutilizada.

Resumindo, mesmo quando medimos por qual fenda a partícula passou, se não tivermos como “ler” essa informação (mesmo se essa leitura ocorrer no FUTURO), a partícula não se comporta como unidade corpuscular e torna-se uma nuvem de probabilidades no PRESENTE, gerando um padrão de interferência na tela. Por outro lado, se tivermos certeza (e como ‘ler’ essa informação) sobre a posição da partícula, o padrão de interferência desaparece.

As implicações disso são tamanhas que fizeram com que a física quântica se tornasse mais uma ciência Informacional do que sobre a física objetiva (embora seus resultados sejam mensuráveis no mundo “Real” ), porque constatou-se que tudo (e quando digo tudo eu me refiro a TODA a realidade que podemos observar) é uma questão de como percebemos e medimos a realidade e seus fenômenos e que essa medição (a obtenção da informação) é o que, em última análise, compõe a realidade e não o contrário. Isso abala as fundações de uma realidade objetiva e nos coloca não como espectadores, mas como ELEMENTO FUNDAMENTAL da realidade, ou, nas palavras de Eugene Wigner (Nobel de Física):

“Continuará sendo impressionante, não importa os caminhos que nossos conceitos futuros irão nos levar, que todo o estudo do mundo externo nos leva a conclusão científica que o conteúdo da consciência é a realidade universal definitiva .

E nas de Max Planck (Nobel de Física e considerado Pai da Física Quântica):

“A ciência não pode resolver o mistério derradeiro da natureza porque, em última análise, nós mesmos somos parte do mistério que estamos tentando resolver“.

Para entender melhor, assista ao vídeo de Thomas Campbell onde ele esmiúça bem o experimento da dupla fenda no vídeo (em inglês):

http://www.youtube.com/watch?v=LW6Mq352f0E

Fig 7

Ou este clipe do documentário “Quem somos nós?”

http://www.youtube.com/watch?v=u7VctogNgU4 

Veja o novo artigo sobre os NOVOS EXPERIMENTOS de Dupla Fenda que buscam evidencias sobre a realidade ser VIRTUAL

Novos Experimentos Dupla Fenda e Realidade Virtual – Revista Superinteressante

 

 

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Deborah Sachs e o Portal Monroe Brasil

Deborah Sachs e o Portal Monroe Brasil

Déborah & Mario

Deborah Sachs e o Portal Monroe Brasil

Este final de semana (26 e 27 de Agosto de 2017) tive a oportunidade de entrar em contato próximo com Deborah Sachs e o Portal Monroe Brasil, através de um dos cursos básicos ministrados por ela, no Rio de Janeiro.

Uma oportunidade muito rica e tive a oportunidade de aprender muito com ela. Veja abaixo informação que repasso do site dela (http://www.portalmonroebrasil.com/ – ou clique na figura abaixo).

PORTAL MONROE BRASIL
 

Passe um fim-de-semana relaxante, num ambiente acolhedor e informal, onde você pode experimentar: O que aprenderemos num Curso Básico?
   – formas de relaxamento
   – uma respiração mais completa
   – estados elevados de consciência
   – mecanismos de auto-proteção
   – estados expandidos de percepção
   – novos níveis de auto-descoberta
   – fontes contínuas de criatividade
   – descobertas para processos de auto-cura
   – formas dirigidas de concentração
   – superação de medos e emoções deles decorrentes
   – novas habilidades para solucionar problemas pessoais
   – iniciação a processos de meditação conduzidos…

É um programa de imersão prática e vivencial, elaborado pelo Instituto Monroe, visando atender às pessoas que gostariam de ter acesso a tecnologia Hemi-Sync®, sistema desenvolvido pelo Instituto Monroe.

Futuramente, podem ter acesso aos Programas Residenciais (uma semana) realizados na Virginia, USA… ou aqui no Brasil (Rio de Janeiro).

Todos os “Cursos de Expansão da Consciência” (ou “Gateway Outreach Excursion Workshops”) são conduzidos por um orientador, que é um especialista treinado e credenciado pelo Instituto Monroe. Tal credenciamento supõe: cursos de formação em caráter residencial (“TDAP ou FTP” <http://www.monroeinstitute.org/training/> e “ORCA”), supervisão e monitoramento, antes do certificado final. E após isso, reciclagem todos os anos nos USA. Os orientadores credenciados estão no site do The Monroe Institute (www,monroeinstitute.org).

Os “Cursos de Expansão da Consciência” são programas de um ou dois dias (realizados normalmente num final de semana) e criados com o objetivo de apresenta-lo a estados de consciência específicos, assim como ajudá-lo a explorar novas técnicas e materiais a seu critério. (Agenda de Cursos no site: www.portalmonroebrasil.com )

Os cursos de final de semana são apresentados em três níveis: Introdução, Básico e Avançado. Você vai aprender na prática o que é “Hemi-Sync”®, e ter experiências diretas com determinados estados de ampliação de consciência, usando esta tecnologia avançada, e de comprovação cientifica em diversos Institutos de pesquisa, Universidades, etc….

Vai explorar diversos estados de percepção, aos quais damos o nome de “Focus” sendo o primeiro: “Mente acordada/Corpo dormindo”, que é caracterizado por um profundo estado de relaxamento onde as percepções sensoriais são muito diminuídas, enquanto a Mente mantém um total estado de alerta, controle e direção. Isso é profundamente transformador na vida de todos os participantes…

O próximo estado explorado, ou “Focus” é: “Mente acordada/Corpo dormindo/Percepção Expandida”, ou seja, as percepções sensoriais são mínimas, a Mente alerta sob o seu total controle, e uma expansão da consciência podendo mesmo incluir energias não físicas. Aqui há o aprendizado da comunicação não-verbal, o que inclui a atenção para com símbolos, sensações térmicas, flashes, mudanças de estados de humor, sons inesperados, intuições, etc…

Ou seja, outras formas de percepção que antes não prestavamos atenção … e que agora farão parte normal de nossas vidas…
Eventualmente, num estado expandido de consciência, pode acontecer o encontro com Energias Superiores, ou mesmo uma “viagem astral” (OBE), se isso fizer parte dos objetivos do participante do curso. É apenas uma possibilidade! Visitas a outras Dimensões… é apenas uma possibilidade. (Bibliografia: Livros de Robert A. Monroe).

Durante o curso é feita a transição da aprendizagem dessas novas técnicas que vão do relaxamento profundo para o estado totalmente alerta, a fim de que possamos vivenciar os novos conhecimentos na solução de problemas diários. Relatos de alunos mostram facilidades em vida pessoal e profissional após o curso…

Os cursos são práticos, intensivos e altamente transformadores.

CURSO BÁSICO DE EXPANSÃO DA CONSCIÊNCIA
(GATEWAY OUTREACH EXCURSION WORKSHOP)

 

É um curso prático de imersão auditiva, que tem por objetivo o rápido aprendizado de técnicas para melhorar a sua vida no dia a dia. Normalmente realizado em fins de semana, numa carga horária intensa, acessa estados expandidos de consciência, em etapas cuidadosamente orientadas.

O que iremos aprender?
*Primeiro aprenderemos técnicas de relaxamento. Isto é básico, porque em nosso dia a dia, agimos de forma tensa, desenvolvemos stress constantemente, sem nos apercebermos disso. Relaxar e as diversas formas possíveis de relaxar, pode parecer simples… mas não fazemos! Assim que aprendermos isso vamos passar às outras técnicas com muita facilidade: tirar de nossa mente o que nos atrapalha no momento (com técnicas super simples), aprender a entoar sons que nos ajudam a expandir a percepção, entrar num estado de mente alerta/corpo dormindo, código para acessar rapidamente a memória (e nos lembrarmos com clareza do que precisamos nas horas mais difíceis de nossas vidas), código para ficar totalmente alerta quando necessário (espantar a sonolência com uma técnica super fácil de ser executada), criação de um campo energético dentro de nosso corpo e à nossa volta, liberar medos e as emoções aliadas aos mesmos, estabelecer propósitos de vida, perceber além dos cinco sentidos físicos, acesso intuitivo ao conceito de “ser mais do que apenas matéria física”, comunicação não verbal (de forma consciente), flashes intuitivos (e utilização dos mesmos em nossa rotina diária), mudanças de estados energéticos (como sinal ou resposta às nossas indagações intimas), mudanças em nossos padrões de vida (só você pode mudar você), resolução de problemas em outros níveis de percepção (Einstein já dizia que “só conseguimos resolver um problema acessando um outro estado de consciencia, diferente daquele onde o problema foi criado”), técnica de uma respirada para encontrar soluções em estado totalmente alerta, trabalho dirigido de auto-cura (sensacional) , aprender a respirar certo, etc… *
(duração de 20 horas, num final de semana)

Há também uma série de Cursos Avançados, que exigem o Básico como pre-requisito:

. Trilogia Monroe (“Desenvolvimento Interior”, “Auto Cura” e Crescimento Pessoal”)
. Técnicas Projetivas (em cinco níveis)
(Avançados tem duração 24 horas, num final de semana)

Além dos cursos de final de semana, temos os Programas Residenciais com a duração de uma semana… sempre realizados no Rio de Janeiro. (começam num domingo e terminam no sábado seguinte)

Residenciais (duração de uma semana, com hospedagem incluída)
   . Gateway Voyage (pre-requisito é o Curso Básico) – Maio 2018
   . Guidelines (pre-requisito Gateway Voyage)
   . Lifeline (pre-requisito Gateway Voyage)
   . Timeline (pre-requisito Gateway Voyage)
   . Exploration 27 (pre-requisito Lifeline)

Os Cursos Avançados e os Programas Residenciais são explicados durante o Curso Básico de Expansão da Consciência, visto necessitarem do Básico como pré-requisito.

Robert Monroe, fundador do TMI

 

Deborah Sachs e o Portal Monroe Brasil

O Caminho: Depois da vida – The Path Aferlife – OM Times entrevista Tom Campbell

O Caminho: Depois da vida – The Path Aferlife – OM Times entrevista Tom Campbell

By OMTimes

Breve biografia de Tom Campbell:

Tom se graduou em 1966 com honras e qualificações extraordinárias em Matemática e Física pelo Faculdade Bethany, uma pequena faculdade em West Virgínia que tem distinção nacional. Na sequência Tom recebeu completou um Mestrado em Física, pela Universidade de Purdue em 1968. Depois começou seu Doutorado na Universidade da Virginia.  A especialização dele foi em física nuclear experimental e sua tese explorou os estados excitados do núcleo NA21. Tom deixou a Universidade antes de completar seu doutorado para trabalhar com contratados pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos no programa nacional de defesa com mísseis. Depois de se aposentar formalmente lá, na maior parte do tempo trabalhou como consultor da NASA dentro do programa Aries I (a continuação do ônibus espacial) avaliando e resolvendo problemas de risco e vulnerabilidade para assegurar a missão e a tripulação, sobrevivência e sucesso.

Tom Campbell começou a pesquisar os estados alterados de consciência com Bob Monroe (Livros: Viagens Fora do Corpo, Viagens Distantes, e A Última Jornada) nos Laboratórios Monroe no início dos anos 70, onde ele e uns poucos outros foram instrumentais montar e colocar para rodar este laboratório, para o estudo da consciência. Estes pioneiros dos estudos iniciais da consciência (sem uso de drogas) ajudaram a projetar experiencias, desenvolver a tecnologia para criar estados alterados específicos, e foram os principais sujeitos de estudo (ratos de laboratório) tudo ao mesmo tempo. Campbell tem experimentado com, e explorado a mente objetiva e subjetiva desde então. Pelos últimos 30 anos, Campbell tem se concentrado em explorar cientificamente as propriedades, fronteiras e habilidades da consciência.

Durante o mesmo período ele teve uma excelente carreira trabalhando como cientista, um físico profissional dedicado a empurrar as fronteiras da tecnologia de ponta em, simulação de grandes sistemas, desenvolvimento da tecnologia e integração, e análise e riscos de vulnerabilidade em sistemas complexos. Atualmente, e pelos últimos 20 anos, ele tem estado no coração do desenvolvimento dos sistemas americano de defesa de misseis.

Tom é o físico apresentado de forma abreviada como “TC” no segundo livro do Bob Monroe, Jornadas Distantes, e tem sido um sério explorador das fronteiras da realidade, da mente, consciência e fenômenos psíquicos desde o início dos 70. Minha Grande Teoria de Tudo (My Big TOE) é um modelo de existência e realidade baseado diretamente na pesquisa cientifica e experiencia em primeira mão de Campbell. Ela representa os resultados e conclusões de trinta anos de exploração científica cuidadosa nas fronteiras e conteúdo da realidade, pelos pontos de vista tanto físicos como metafísicos. O autor tem feito todos os esforços para avaliar suas explorações sem preconceitos ou noções pré-concebidas. Não existe sistema de crença, dogma credo ou pressupostos pouco usuais na raiz da My Big TOE. 

OM Times Magazine tem o prazer de anunciar uma entrevista exclusive com Thomas Campbell sobre a Natureza da Consciência Humana e outras experiencias extraordinárias:

 

OMTIMES: Como você  conciliou a carreira de físico com a integração da Tecnologia da Espiritualidade ou habilidades de consciência?

TC:  Nenhuma reconciliação é necessária, tanto a física como o espírito são totalmente explicados em detalhes pela mesma compreensão abrangente da realidade. Em outras palavras, meu trabalho deriva tanto a física como a metafísica como um fenômeno natural lógico sem conflitos entre eles a partir de uma visão mais acurada da natureza da realidade. A mesma teria geral MBT (uma compreensão (modelo) da realidade como publicado na trilogia My Big TOE e vídeos associados no youtube) que explicam metafísica, espiritualidade, amor, experiencia subjetiva, espirito, nossas origens e propósito, assim como o paranormal. Ela também deriva a relatividade e a mecânica quântica dos princípios básicos e resolve um batalhão de outros problemas e paradoxos da física. Esta é uma verdadeira grande TOE (Teoria de Tudo). Ela é “Grande” porque não apenas explica a realidade objetiva e os principais mistérios atuais da física, mas também explica a consciência – que por sua vez explica a realidade subjetiva e a metafísica.

 OMTIMES: Como você diferencia o que pertence aos reinos do crescimento espiritual e experiencias fora do corpo a partir das experiencias paranormais?

TC: Eles são atributos naturais da consciência. Crescimento espiritual é um termo para evolução positiva da qualidade de consciência – mais especificamente, ele representa um redução na entropia da consciência individual ou coletiva. OOBE (experiencia fora do corpo) que ocorre quando alguém muda sua percepção do quadro do fluxo de dados da realidade “física”, para um quadro de fluxo de dados da realidade “não-física”. Experiencias paranormais ocorrem na interface entre os quadros das realidades do “físico” e do “não-físico”. Estas são respostas curtas e diretas para a questão. Para habilitar o leitor a entender completamente estas respostas tomaríamos, muitas, muitas, páginas. Alguns dos conceitos necessários são realidade como informação, consciência como um sistema de informação digital não-físico, a conexão entre amor, consciência e entropia, a conexão e interface entre consciência e realidade física, o próximo nível de relatividade onde não existe um quadro de realidade preferida – onde a realidade física ou não-física parece ser depende apenas do observador, e do conceito da realidade como sendo virtual (uma ideia que a física está começando a abraçar).

OMTIMES: Como você aconselharia alguém que desejasse ter uma relação pessoal com suas almas e crescimento espiritual? Como alguém se prepara para ter estas experiencias?

TC: A Resposta depende fortemente do indivíduo. Contudo, em geral há muitas formas que esta pessoa possa lucrativamente se focar. Primeiro, se sua energia mental está espalhada, deveriam começar meditação regular. Segundo, deveriam entender que crescimento/mudança devem ocorrer ao nível do ser, não ao nível intelectual (ninguém pode chegar ao crescimento espiritual apenas pelo estudo). Terceiro, deveriam começar um programa para reduzir seu medo, ego, crenças e expectativas e eu lhes daria um processo para atingir isto. Por último, despois que tivessem atingido parte do acima, eu explicaria as muitas formas em que alguém “têm uma relação pessoal com sua alma e crescer sua espiritualidade”. E então deixá-los me contar que tipo de relação e crescimento eles quereriam experimentar. Eu poderia então ajuda-los a conectar suas expectativas com a forma como a realidade/consciência/espiritualidade na verdade funciona. Finalmente, juntos, desenvolveríamos um plano pessoal para ele com uma série de estágios que pudessem leva-los ondem querem chegar – ao que querem experimentar/se tornar.

OMTIMES: Lidando com tantas experiencias espirituais e paranormais, pela ótica da consciência, como você conecta esta tecnologia espiritual com sua contraparte / dados / informação fornecida largamente pela teoria da conspiração?

TC: Que teoria da conspiração e que dados ela fornece? Não estou certo de ter compreendido sua questão mas vou tentar uma resposta geral. Se você desejar redirecionar meu foco, apenas complete com mais alguma explicação do que está pretendendo.

Teoria da Conspiração não tem relacionamento fundamental com a consciência ou o paranormal. Teoria da Conspiração, como a que vemos na internet, tende a ser energizada e alimentada pelo medo. E se “eles” estiverem fazendo isto conosco e nos manipulando/enganando. Como a música da Doroty e do Totó: “Leões, tigres e ursos”! Oh não”!

Quer as teorias da conspiração sejam focadas no paranormal, ou no governo, ou nos OVNIs, não faz diferença. Medo é um problema; raramente ele jamais se torna, ou adiciona a, uma solução efetiva. Isto não significa que conspirações reais não existam, apenas que “educação” através do medo, conjectura, ignorância e pressupostos baseados em fofoca, não são úteis. Medo é uma ferramenta de manipulação, ela suga as pessoas para ela…. combater medo com contra medo, não é produtivo. Eu abordo tudo com ceticismo de mente aberta, não existe outra forma de lidar efetivamente com a incerteza. Se sentir compelido a acreditar ou não é algo, é imprudente.

THE PATH: BEYOND THE PHYSICAL

O Caminho: Além do Físico, (o filme) investiga tópicos sobre a vida após a morte, experiencias fora do corpo, múltiplas-dimensões, visão remota, consciência e todos os reinos que ficam além dos nossos corpos físicos.

O filme BTP foca nas formas pelas quais os humanos mudam sua consciência a fim de experimentar os aspectos não-físicos de sua existência enquanto vivendo em um corpo físico. O filme levará a audiência através de uma jornada de 93 minutos com alguns dos primeiros exploradores das experiencias fora-do-corpo como Robert Monroe, até ao que foi uma vez classificado como projeto militar classificado, da visão remota, enquanto os especialistas participantes educam, a audiência sobre ferramentas como sons hemi-sync que pode facilitar a experiencia fora do corpo.

Toda a Série de DVD do Documentário Caminho (Path) estará apresentando o conhecimento e opiniões de muitos especialistas, como  o Presidente e Diretor Executivo do Instituto Monroe de Faber, VA, uma organização não lucrativa educacional e de pesquisa, dedicada a exploração da consciência humana que é internacionalmente conhecida por seu trabalho com padrões de áudio sonoros que tem efeitos dramáticos sobre os estados de consciência, junto com seu especialista líder, William Buhlman e o físico nuclear da NASA, reconhecido palestrante e explorador da consciência Thomas Campbell, de Huntsville, Alabama.

O tópico da morte é um dos mais misteriosos, e ao mesmo tempo um tópico tabu em nossa sociedade. A maioria dos seres humanos vivem uma vida de grande medo da morte, vendo isto como algo negativo a ser evitado a todo custo. Mas e se entendemos tudo errado? E se fizemos um mal entendido do processo e propósito da morte? Estas são as verdadeiras questões e ideias que são exploradas através do documentário chamado “O Caminho: Depois da Vida”.

O Caminho: Depois da Vida é um documentário que foi dirigido por Michael Habering e produzido por April Hannah. Ambos compartilham um único interesse em temas que tratam da metafísica e portanto foram compelidos a trabalhar juntos e produzir filmes, que serviriam para elevar os níveis vibracionais do universo.

O Caminho: Depois da Vida foi o primeiro de diversos filmes que eles produzirão nesta série, na qual cada um lida de forma única com o propósito para a alma, nossa vida, cura e outros tópicos metafísicos.

O filme apresenta 12 professores especialistas, que têm todos uma riqueza de conhecimento para contribuir onde temas da alma, cura, vida, morte e a ciência por trás deles está envolvida. Alguns deles são: Thomas Campbell, físico nuclear; Skip Atwater, presidente do Instituto Monroe; e o médico Dr. Robert Weissberg. Veja depois a lista completa de participantes e suas áreas de expertise.

O objetivo do filme é tanto remover alguns dos estigmas e medo associados com a morte, bem como explorar e despertar as pessoas para expandir as ideias sobre alma, morte, cura, reinos espirituais e pós-morte. Ao fazer isto, ele se esforça para responder as questões básicas fundamentais que todos temos sobre vida, morte e depois da morte.

O filme apresenta uma serie de entrevistas com especialistas, filmagem de suporte bem como uma narração de ponta a ponta.

Outros links para outros trailers do Caminho: Depois da Vida! 

http://www.path11productions.com/the-films/afterlife/

https://www.gaia.com/video/path-afterlife?fullplayer=preview

Vivemos em uma simulação

Veja outros temas relacionados as teorias do Tom, em especial ao fato de que vivemos em uma simulação digital, realidade virtual e suas consequências…

Vivemos em uma Simulação, como isto nos afeta?

Minha Grande Teoria de Tudo

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