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O Que é Intenção e em que se usa ?

O que é intenção? Em que se usa ou aplica? Como diferenciar o singnificado My Big TOE para Intenção, daquela definida no dicionário?

Breve explicação em vídeo sobre o que é Intenção segundo Tom Campbell.

Intenção nas palavras do Tom Campbell

Começaremos com o conceito simplificador de que a intenção (com letra minúscula) será a nossa nomenclatura para “seu significado normal na pequena visão”, para a força motriz do indivíduo no nível intelectual e para essa Intenção (com uma maiúscula), com o sentido dela na Visão Ampla, como a força motriz do indivíduo ao nível de ser. Isso efetivamente adota a convenção desenvolvida no boletim informativo interno do site My Big TOE para esclarecer o uso.

A palavra propósito carrega a conotação de alvo, objetivo ou resultado específico. A intenção também pode ter essas características, mas não precisa necessariamente delas.

Intenção pode não ter um propósito específico, pode ser apenas a expressão ativa de um ser. Da mesma forma, a Intenção pode ser determinada, mas não precisa ser.

A Intenção não é um comando, não é exigente, embora possa organizar a realidade à sua vontade. Vontade/Arbítrio (como em: “Força de Vontade”, ou na expressão “Livre Arbítrio”) é com frequência o melhor sinônimo de Intenção, mas “vontade” tem outras conotações que expressam “desejo” ou “querer” e Intenção não é apenas desejo ou querer.

Intenção, como usado na MyBigTOE (MBT), é composta de vários conceitos interrelacionados. É como se faz interface, se comunica e interage com outros indivíduos ou com o sistema de consciência. É o veículo ou mecanismo de expressão de uma consciência ao nível de ser.

Assim, Intenção é a expressão mais fundamental da capacidade, habilidade e qualidade de uma consciência individual, em sua interação com os outros. Ela expressa a atitude, vontade e motivação de um indivíduo (em relação à interação com os outros) ao nível de ser.

Você, no nível interativo dinâmico, é a sua Intenção.

Sua Intenção é a expressão dinâmica de você (de sua consciência) que se conecta e interage com o que está além ou fora de você (o Sistema Maior de Consciência).

Em outras palavras, sua Intenção é a essência de você que interage com tudo o que não é você.

É sua Intenção que “move dados” no sistema de consciência – isto é, que interage, troca e modifica informações dentro do sistema de informação maior.

Intenção não é um conceito simples em MBT. É a projeção pessoal ativa de um IUOC (Unidade Individual de Consciência) ao nível de ser (em oposição ao nível intelectual apenas) no campo de informação da existência (a energia mental focalizada é uma metáfora para isso).

Não creio que você encontrará uma única palavra em qualquer idioma que capte tudo o que é a Intenção. É por isso que a MBT tem 900 páginas em vez de 200 – o inglês, como toda língua atual da PMR (como o português), foi desenvolvido para expressar coisas relacionadas à existência física e não é muito bom para expressar com precisão e clareza, conceitos de consciência e existência em termos de campos de informação interativa não-física.

Por isso, usei muitas e muitas palavras, vindo também de vários ângulos diferentes, para transmitir o meu significado.

A Intenção, como é usada na MBT, é difícil de expressar em qualquer idioma de forma sucinta, mas esperamos que a maioria dos leitores tenha conseguido chegar a uma boa noção disso, mesmo que não possam defini-lo claramente (porque sua linguagem não suporta uma definição clara disso).

Por Tom Campbell, autor da Minha Grande Teoria de Tudo (My Big TOE).

Tom Campbell com participantes em seu evento em Londres.

Como descobrir suas Intenções? E por que? Qual o impacto no processo de co-criação?

Criamos (ou co-criamos) nossa realidade em vários níveis, ou de várias formas diferentes. Isso apenas já é alvo para um artigo e vídeos completos apenas com esse foco.

Uma delas, segundo suporta a teoria científica de My Big TOE, é a influência das possibilidades de acontecimentos futuros, pelo aumento de sua probabilidade, com nossa Intenção. Essa mesma descrita acima, a partir do nosso nível de ser.

Esse tipo de influência é por vezes também chamado, pelas pessoas ligadas as técnicas que se associam a física quântica, de colapsar a função de onda. Muitos falam disso com alguma propriedade, outros sem saber do que estão falando. Eu prefiro usar a palavra “renderizar” (transformar uma informação, de apenas dados no computador, em “imagens” na tela.

Em nosso caso estamos falando de imagens 3D (tridimencionais ou holográficas) em “nossa realidade”, a PMR, realidade física-material segundo My Big TOE (MBT).

Intenção, em uma “realidade virtual digital” formada pela consciência fundamental, tem um papel chave. É ela que pode nos movimentar pelo campo de informação da “internet da consciência”. É ela que pode exercer influência sobre os acontecimentos em determinada medida.

Quando algo que pensamos intencionar ou querer acaba não resultando, não colapsando, não renderizando, pode não ser uma questão de não estar sabendo usar, mas sim de não saber realmente qual é nossa intenção básica.

Você sabe realmente o que quer? Você se conhece? Já se interrogou profundamente sobre o que te motiva?

Se ficou apenas satisfeito com a primeira resposta que te surgiu, sobre o porque de estar fazendo ou querendo algo, talvez seja este o motivo de não estar conseguindo realizar isso.

Talvez quem queira isto não seja realmente que você é, ao seu nível de ser, mas apenas o ego, o personagem, a mente, influenciados por sabe-se lá que fonte (dentre as tantas disponíveis na mídia e na sociedade).

Conheça melhor a você mesmo, saiba quais suas reais motivações e o que está realmente procurando, use sua real Intenção, aquela ao nível de ser e talvez a história mude na prática.

Para saber compreender mais e melhor sobre suas motivações, use o que está descrito no artigo anterior e no fluxo de processo disponível para download e uso ali.

Este fluxo de melhoria se baseia na descoberta das motivações reais e eliminação dos medos associados.

Clique na figura abaixo para ser redirecionado para lá.

Um Mundo Melhor – Tom Campbell

Posso ajudar a construir um mundo melhor?

Como viver uma vida correta e um mundo de moralidade tão confusa?

Uma série de perguntas respondidas por Tom Campbell e totalmente relacionadas com a compreensão do que é “seu nível de ser”.

Como pode um consumidor não contribuir para o trabalho escravo? Como você vive eticamente quando muitos bens que você compra podem ser produzidos usando trabalho escravo? Como se pode viver uma vida ética quando se apóia e incentiva crimes de abuso todos os dias alimentando um processo imoral e antiético de fabricação com as compras que faz?

Resposta:

É difícil ser seletivo em nossas compras porque temos pouca percepção de como os produtos são produzidos e como qualquer processo de produção em particular, afeta a entropia do Sistema Mais Amplo de Consciência no longo prazo.

Você não pode se responsável por aquilo que não conhece – a menos que sua ignorância seja proposital, isto é, se você sai do seu caminho para evitar saber das coisas. O momento em que você descobre sobre um processo antiético do qual é um contribuinte, é o momento em que você ganha a responsabilidade de parar (ou minimizar se parar é contra a lei ou faz mais mal do que bem) de contribuir, encorajar ou possibilitar, o comportamento antiético.

É claro, se deve estar sempre aberto e procurando novos dados. No entanto, esteja ciente de que há pessoas distorcendo “a verdade” de todos os lados de qualquer questão. O mundo funciona com crença, imagem e propaganda, não com a verdade. Infelizmente, a verdade é apenas um participante menor na decisão. É muito difícil obter informações honestas e diretas, e ainda mais difícil, avaliar se é assim mesmo.

Assim, é muito difícil avaliar a existência e a extensão do comportamento antiético, a menos que você seja uma testemunha em primeira mão de todas as questões e circunstâncias, todos os atos e todas as intenções por trás dos atos. Ouvimos fatos sobre atos e, em seguida, muitas vezes preenchemos com a intenção de nossos próprios medos, expectativas e crenças.

É a intenção, não o ato, o que mais importa. Por exemplo: Uma criança de 10 anos trabalhando em uma fábrica nos EUA é ilegal e antiético. Já uma criança de 10 anos em um país sem sistema de educação pública, sem serviços sociais e sem leis de trabalho infantil, e que está trabalhando em uma fábrica, por sua própria livre escolha (talvez fazendo transito dos papéis entre as pessoas dos escritórios e entregando correspondências à equipe administrativa) para impedir que sua mãe e cinco irmãos mais novos morram de fome, é outra coisa.

Neste caso, forçar essa criança em particular (que está feliz e com muita sorte de ter a oportunidade de fazer este trabalho e salvar sua família) a parar de trabalhar porque tem apenas 10 anos seria a escolha imoral.

Se o gerente de uma fábrica estava sofrendo pressão para demitir a criança por causa da má impressão (criada por concorrentes ou pelos cães de guarda que precisam de problemas para justificar seus empregos, ou por pessoas que querem pregar o bem, mas não entendem o quadro maior), neste caso ele é eticamente solicitado a resistir a essa pressão e manter o emprego da criança.

Se o país estivesse sob pressão para considerar a imposição de leis de trabalho infantil, deveriam descobrir o ponto de equilíbrio de quanto bem e quanto mal será feito por causa da lei, e agir apenas de maneiras que beneficiem a vasta maioria de seus cidadãos agora e no futuro – e encontrar maneiras de proteger aqueles que prejudica.

Além disso, você pode parar de comprar produtos de A e começar a comprar os produtos de B, quando, na verdade, B é uma empresa muito mais antiética, mas você simplesmente ignora o comportamento imoral deles. B pode até ter financiado a propaganda negativa sobre A.

Então, como sempre, é preciso aprender a viver graciosamente com a incerteza. Ou seja, você deve formar suas intenções e executar suas ações com base no que você acha que é mais provável que seja a verdade. Deve-se sempre errar do lado da cautela (não faça mal) e sempre permanecer aberto e buscando ativamente mais informações que possam modificar sua posição.

Empregar cepticismo de mente aberta é a chave. Você precisa desenvolver fontes confiáveis ​​e se esforçar seriamente para fazer uma pesquisa eficaz. Lembre-se, a confiança deve ser conquistada, não apenas dada a alguém ou a alguma organização, porque sua máquina de relações públicas está fazendo um bom trabalho.

Há dois requisitos básicos para se viver uma vida ética: Seja uma pessoa ética e (1) faça as melhores escolhas éticas possíveis, com base nas melhores informações que você puder reunir no momento (avalie a precisão e a integridade dos dados sem adicionar distorções devido a seu medo, ego e crença).

(2) Aprenda a viver graciosamente com a incerteza (use o ceticismo de mente aberta para avaliar a verdade em termos de probabilidades provisórias – evite adicionar distorções geradas por seu medo, ego e crenças). Aceite que você cometerá erros e será imperfeito – tudo bem, porque você corrigirá o erro assim que descobrir o erro e estiver continuamente trabalhando nisso.

Não é sua responsabilidade consertar o mundo, sua responsabilidade é consertar a si mesmo, e se você está trabalhando ativamente nisso de forma tão eficaz e eficiente quanto possa, já está fazendo sua parte. Além disso, deixe as coisas tomarem contas de si mesmas – oportunidades de aprendizado e desafios são fornecidos para todos.

Tentando fazer um mundo melhor

Não deveríamos estar trabalhando para o bem de todos – saindo para o mundo e tentando fazer do mundo um lugar melhor?

Resposta:

Alguns podem pensar que é egocêntrico trabalhar principalmente em si mesmo como sugeri acima.

Por “trabalhar em si mesmo”, não me refiro a uma vida inteira de meditação contemplando seu umbigo. Neste ambiente-escola, a ação que mais importa é interagir com os outros.

Sim, é claro, devemos nos preocupar em ajudar os outros, mas se nossa intenção (motivação) não estiver correta, nossa ajuda será ineficaz e talvez até destrutiva.

Ajudar os outros é um traço primário da consciência de baixa entropia (amorosa). Se você melhorar primeiro a si próprio (abaixar sua entropia), se sentirá automaticamente motivado a ajudar os outros.

A intenção de tornar as coisas melhores para todos flui naturalmente, de um ser com baixa entropia. E esse ser fará seu trabalho pelos outros, sem o medo, ego, expectativas e crenças, que tornariam seu esforço ineficaz ou contraproducente.

Se uma pessoa sai para tentar fazer o bem sem primeiro arrumar a si própria (sem se livrar do medo, ego, expectativas e crenças), então seus esforços serão necessariamente focalizados e implementados, de maneiras que reflitam seu medo, ego, expectativas e crenças.

Fluxo Prático Como Melhorar ao Nível de Ser
Clique na Imagem para baixar o seu material!

Isso fará com que ela seja ineficaz tanto pela Visão Ampla como na visão estreita – ela provavelmente não conseguirá fazer nada de útil para os outros no longo prazo, ou até piorará as coisas.

Não se pode esconder ou suprimir a verdadeira qualidade de seu nível de ser – o que está em seu núcleo, é o que você expressa com suas intenções e interações. Você simplesmente é quem e o que você é – não há como ser melhor do que você é.

Agir melhor, embora às vezes apreciado por aqueles que
interagem superficialmente com você, é apenas um ato que sempre revela a verdade sob uma inspeção mais profunda.

Atuar (representar) é muito diferente de ser.

Pode-se tentar agir de uma maneira boa – fazer as coisas que pensa (trabalhando a partir do nível intelectual) representar bem – mas se seu senso do que é bom é primariamente informado pelo medo, ego, expectativas e crenças, isso é o que domina seu nível de ser e consequentemente também se reflete em seu nível intelectual. Tal pessoa provavelmente realizará pouco bem pelo ângulo da Visão Maior e ainda poderá causar danos.

Seu intelecto expressa a qualidade encontrada no nível de ser, consequentemente, serve principalmente seu medo, ego e crenças e gasta a maior parte de sua energia, convencendo-se de que todos os seus atos são necessários e bons.

No entanto, se uma pessoa é boa (consciência de baixa entropia), então ela simplesmente faz o bem ao agir naturalmente – não tem que pensar em como agir – apenas é…  e se expressa como é. Opera a partir do nível de ser. Seu intelecto serve ao seu ser central e expressa a qualidade encontrada nesse nível.

Sua intenção é sempre focada no serviço aos outros e ao todo e provavelmente realizará muito, tanto em relação ao ambiente da Visão Ampla como ao da pequena visão. Isso não significa que tal pessoa necessariamente será rica e famosa – estou falando de realizações que são significativas para si mesma, para os outros e para o Sistema de Consciência Mais Amplo.

Então você vê, o primeiro passo para consertar qualquer coisa (atitudes dos outros, sistema político, sistema econômico, sistema filosófico, corrigir erros, reforçar o que é justo, tornar o mundo um lugar melhor, etc.) está consertar a si mesmo.

Se você realmente quer trabalhar para o bem de todos – sair para o mundo e tornar o mundo melhor, então comece a trabalhar em si mesmo – produza um ser de baixa entropia que naturalmente expressa e difunde a qualidade do amor e da compaixão ao invés do medo, ego, expectativas e crenças.

O que nos melhora ao nível de ser

“Mas como eu me aprimoro (no nível de ser)?”

Resposta:

Livre-se do medo, da crença e do ego.

Todos os três estão relacionados: Crença e ego são produtos do medo. Eu sei, é fácil de dizer, mas difícil de fazer.

Aqui está como recomendo abordar isso. A maioria das pessoas que trabalha seriamente em sua qualidade de consciência, acha cada vez mais difícil identificar o medo e as crenças, mas o ego é menos sutil e mais óbvio, quando se está procurando por ele.

Comece inspecionando sua intenção ou motivação nas interações cotidianas. Inspecione honestamente cada ação, pensamento, sentimento, vontade, necessidade e desejo – em especial quando interage pessoalmente com outros (cônjuge, família, amigos, colegas de trabalho, estranhos, etc.) – ou a medida que você processa isso (pensa nas coisas, devaneia, pondera).

Descubra a causa real – a causa por trás da causa – de porque você diz, pensa ou faz o que faz. Então pergunte a si mesmo: “Esta causa, intenção ou motivação, é sobre mim mesmo?” (meus desejos, necessidades, expectativas, vontades).

Se é principalmente sobre você (gerenciar as coisas do jeito que quer que elas sejam), então é muito provável que sua intenção / motivação seja baseada no ego. Se for baseada no ego, você pode em geral encontrar um medo ou crença na raiz disso (um medo de que você, as coisas, ou os outros, não estejam sendo ou funcionando da forma que você deseja).

Se você encontrar um medo, é disso que você precisa se livrar.

O único antídoto para o medo é a coragem e o desejo sincero de mudar. Se você encontrar uma crença, siga cavando até um nível mais profundo e encontre o medo que impulsiona a crença.

Elimine o medo, então crença e ego simplesmente desaparecerão porque já não são necessários para lidar com esse medo. Este processo requer foco, dedicação e perseverança para resultar em sucesso.

Se você trabalhar de forma diligente nesse processo, em três ou quatro meses, a diferença em você e em sua qualidade de vida, será bastante perceptível por você e até pelos outros.

Fluxograma ilustrando como podemos nos melhorar ao nível de ser

A explicaçõs acima foram convertidas em um fluxograma de processo para facilitar a compreensão e seguimento dos passos, para aqueles que se interessarem.

Experimente exercitá-lo e praticar nas situações cotidiana, depois de alguns dias avalie os resultados e faça uma reflexão sobre eles.

Seus comentários e compartilhamentos da experiência serão muito bem vindos!

Use o formulário para baixar o seu fluxograma gratuito com uma imagem de boa definição para imprimir, manter como fundo de tela ou no celular de modo a mantê-lo em fácil acesso.

Download do Fluxo:

Testemunhos sobre Tom e My Big TOE

A seguir uma série de testemunhos de
participantes dos eventos do Tom , leitores da trilogia My Big TOE e seguidores dos vídeos e artigos do Tom.

Carla vive e trabalha na Suiça participou de um evento do Tom nos Inglaterra.

Camila vive nos EUA e participou de um evento do Tom no Tenesse.

Bruno participou de um evento do Tom nos Estados Unidos.

Jessica participou de eventos do Tom na Inglaterra e na Alemanha.
Com legendas em português.

Peter Sage é autor e palestrante. Participou de eventos do Tom nos Estados Unidos e na Inglaterra. Com legendas em português.

Rodrigo é engenheiro de software e trabalha no Canadá. Ele montou este pequeno video, sobre o impacto do Tom em sua vida, e enviou para nós.

Adriane Silva do Café Quântico participou do evento do na Polônia.

Foad participou de eventos do Tom na Alemanha.
Com legendas em português.

Caroline participou de eventos do Tom na Alemanha.
Com legendas em português.

Sobre nosso ebook gratuíto: Queridos e amados da nossa linda Família Cósmica, aqui está o link do Ebook elaborado pelo Mario J. P. Santos sobre a obra do físico Tom Campbell que eu recomendo expressamente! Clique no link AGORA e faça seu download!
Muita luz, Amor e paz. Sempre!  – Cris Brightlight

Sobre o Tom no Brasil: Queridos e Amados da nossa linda Família Cósmica. Já tinha rumores da ida do Tom ao Brasil, quando de minha participação no evento My Big TOE aqui na Inglaterra. A eletricidade e o entusiasmo já podia ser sentida no Ar … Agora é oficial.🌟😄 Acabei de receber a confirmação do Mario Jorge (Tradutor da Trilogia para português) que Tom Campbell estará no Brasil em Agosto !!!! . Comprem os livros agora (pois a tiragem é limitada) e adquira seu ingresso já. Com Amor, Cris Brightlight 💖❤️💕💗 PS: Se você é um verdadeiro EXPLORADOR da Consciência, este é um Evento que transformará Sua Existência para Sempre!

Sobre seu contato com Tom no evento em Londres: Junto a Tom Campbell e o Amor de minha vida! Ao longo de 4 dias e noites no Castelo de Lumley-UK praticamos intensamente através das ferramentas de ponta co-dividas por Tom para a Exploração e Expansão da Consciência em níveis profundos e efetivos. Dentre elas… Sons Binaurais criados pelo próprio Tom, técnicas de Remote Viewing, Healing, Acesso ao Banco de Dados, passado e futuras probabilidades… Um processo científico onde Evidências mais do que suficientes reconfirmaram e reforçaram mais ainda a natureza da nossa Multidimensionalidade e de nossas Infinitas Capacidades. Mas muito provavelmente o mais importante foi o Exemplo dado pelo próprio Tom nestes 4 dias de convívio estreito conosco. O verdadeiro Mestre não é aquele que somente fala e se expressa em nível intelectual. É aquele que juntamente com o discurso demonstra na prática o que é SER AMOR! E isso, além de toda sua genialidade…Tom tem de sobra. Gratidão querido e amado Tom por Ser Amor.💗✨🙏

Jens participou de eventos do Tom na Alemanha.
Com legendas em português.

Tim participou de eventos do Tom na Alemanha.
Com legendas em português.

Adriane Silva do Café Quântico sobre o evento do Tom em que participou na Polônia: No segundo dia de evento Tom explicou sobre aplicações de MBT nas principais áreas de nossas vidas, como esses conceitos podem nos conduzir ao sucesso e nos moldar, transformando nosso nível de Ser. No jantar pude fazer algumas perguntas pessoalmente ao Tom, pude experienciar algo único em minha vida, que ficará gravado para sempre em minha história. Posso garantir a você que existia uma Adri antes do Tom e há uma Adri depois do Tom, pois hoje eu sei que eu sou a consciência, que tudo é informação, claro que há um oceano para explorar, mas sinto que estou no caminho certo, não me sinto perdida, cheia de medos e bloqueios como me sentia antes. Você que está tendo a oportunidade de se deparar com um material dessa qualidade aproveite! Pois isso criará um impacto extraordinário em sua vida, além de te deixar uma pessoa com um grau de conhecimento invejável.

Dra. Mabel Cristina dias do ABC em São Paulo – leitora de My Big TOE, sobre o evento de Tom Campbell em Agosto 2019.

Clarice Nunes leitora do ABC em São Paulo: Ter acesso ao conteúdo de uma teoria como a da My Big Toe do Tom Campbell, é incrivelmente libertador. A oportunidade de compreender os pacotes de regras que regem a nossa realidade com tanta simplicidade e ao mesmo tempo profundidade, ampliou exponencialmente meu mundo interno e externo, de tal forma, que alterou com qualidade a minha concepção de vida e de mundo. Saber que, toda essa riqueza de informações é apenas um fractal espelhando uma verdade ainda maior, me faz sentir um ser privilegiado por me conectar a um material que é de tanta importância para a pequena parcela da humanidade que leva a própria existência a sério. Sou imensamente grata por esse trabalho que, dentre tantos outros, é, sem dúvida alguma, um dos mais lúcidos e revolucionários que já acessei. Muito obrigada aos envolvidos!

Professor Dr. Luciano Lins de PE: My Big TOE envolve uma linguagem bastante acessível ao mesmo tempo em que nos faz aprender e perceber um modo de pensar diferente, puxando também pela Intuição, a qual está além da linguagem cartesiana e linear. Um modo de trazer para o campo científico de maneira brilhante através da física, outros planos da consciência e sua relação com a totalidade do Ser e do Universo.

Marco Hernandes, leitor de Curitiba: Uma trilogia que vai suavemente de uma história pessoal do TOM, até a nossa própria história. Um caminho passo a passo, dentro de uma incrível jornada de descobertas e autodescobertas. Um convite a você se perceber muito além da sua jornada física. Um convite para você suavemente ir se desbravando… Gratidão ao Mario Jorge por ter trazido à nossa língua esta trilogia.

Daiane Pereira, leitora de SP : Olá Mario… estou ma pag. 116 e de boca aberta com a qualidade das informações. Mais uma vez quero agradecer a vocês que trabalharam para trazer esta obra traduzida em português para nós. Esforço super válido!! Gratidão imensa…

Welton Oliveira, leitor de Goiás: Essa obra mudou minha vida…. Li, reli e estou aplicando a meditação como ferramenta primária para “saborear meu pudim”…

Luiz Ribeiro, leitor do Porto em Portugal: olá Mário, já li o livro três vezes… é impressionante! Obrigado por seu trabalho em traduzir, sem ele eu não conseguiria ler e principalmente entender diretamente no ingles….

Reencarnação Pelo Ponto de Vista My Big TOE

Reencarnação Pelo Ponto de Vista My Big TOE

Que relação a reencarnação com a Minha Grande Teoria de Tudo – My Big TOE – de Tom Campbell. Leia um pouco mais e veja como já chegamos nisso.

A perspectiva da ciência tradicional.

A ciência tradicional, mesmo que nos esqueçamos disso, parte sempre da hipótese materialista. Isto quer dizer, que mesmo quando isso não é dito, está lá subentendido. É por assim dizer, a crença da maioria dos praticantes da ciência.

E onde isso nos leva? Leva que a partir daí, consideram que o ser humano é apenas um corpo físico, constituído de partículas (sejam lá quantas existirem hoje) que formam os átomos . Estes por sua vez formam as moléculas que formam as células (estas já vivas, sem um porquê claro disso) e que por fim formam nossos corpos.

O cérebro também é parte do corpo “material”, mas consciente por acidente (ainda segundo os materialistas.

A Consciência é considerada o Problema Difícil da Ciência (Hard Problem) pois eles não encontram forma clara de chegar a ela, partindo dos componentes supostamente materiais. Apenas dizem que foi um processo acidental e que é algo apenas transitório — ou seja — que a consciência acaba com a morte do corpo.

Então, se a consciência é acidental e acabasse com o fim do corpo, a morte seria final e seguramente, não haveria reencarnação.

Vale comentar também, onde entra a Física Quântica.

Os experimentos em Física Quântica trouxeram a tona diversas anomalias que mostram, que as partículas não se comportam com se espera que a “matéria” se comporte. Ela também introduziu a influência do observador consciente no resultado dos experimentos (ou seja, naquilo que deveria se comportar de forma material, mas não se comporta assim).

A Física Quântica, não explica o porquê disso, mas levanta suspeitas sobre a consistência da realidade e da matéria em geral. E já não é pouco, pois desestabiliza as “crenças de plantão“. Quem disse que só a religião é composta de crenças?

Lara Croft, famosa personagem (Avatar) dos jogos virtuais.

Reencarnação e Simulação, ou Realidade Virtual

My Big TOE de Tom Campbell, propõe que consciência é aquilo que é realmente fundamental, ou seja, a origem de tudo o mais.

A consciência seria digital, informacional . Portanto as coisas, não seriam feitas de matéria (partículas sólidas), mas sim de informação contida nessa consciência digital.

A sensação de solidez viria da nossa percepção, programada em nossa forma de ser, nosso programa para interpretar essa realidade.

E a Reencarnação como fica?

Se a consciência é fundamental e “nossa consciência” é uma parcela dela — daquela que tudo constitui — nossa consciência não seria apenas temporária, como querem alguns cientistas.

Ela é a fonte e sendo parte dela, somos “tão” perenes quanto a fonte. É a consciência que anima o que “parece ser” um corpo. É ela que o sustenta (que lhe dá vida), e não ao contrário.

Já que falamos de digital e virtual, fica mais fácil usar a metáfora de um vídeo game.

Em um video game, o operador ou jogador está na verdade “fora” do jogo com o computador, está no comando daquilo. Assim somos ali a suposta consciência dos personagens. O que ocorre quando chega no fim do jogo? Quando acaba a vida daquele personagem? O jogador morre junto?

Claro que não, ele vai jogar outro jogo, com outro personagem. O jogador ou consciência, não é parte interna do jogo, está no controle e não termina com ele.

Percebe como ficou clara esta analogia com a reencarnação?

Avatar Virtual

Reencarnação é uma boa descrição para o processo?

Podemos chamar nossa metáfora de Simulação ou de Realidade Virtual. Se consideramos as pistas da Física Quântica sobre a “matéria” não se comportar como se fosse material (partículas, átomos e moléculas), já começamos a caminhar na direção de uma boa explicação.

O jogador e o computador não são parte da nossa realidade percebida. Nossa consciência comanda o personagem e não perece com ele… Consequentemente, segue disponível para experimentar outros personagens. E quantos já terá talvez experimentado?

Assim que por nossas metáforas atuais, REENCARNAÇÃO não prece ser o melhor descritivo para o processo. Como não há matéria propriamente dita, não há carne envolvida. Então não caberia descrever como “reencarnação”, já que o processo é todo “virtual” ou “simulado”.

Trata-se apenas da percepção de matéria e de carne. É como ocorre em um sonho. Percebemos ter um corpo com maior ou menor definição, mas trata-se apenas de um corpo imaginado. Apenas informação na mente.

O Tom em seus livros, chama o processo de passar por uma “vida”, de “Pacote de Experiências“. Quando se deixa o Pacote de Experiências atual, se progride para o próximo pacote. Deixamos o personagem ou avatar atual, e prosseguimos para outro.

O lado claramente bom disso tudo, independentemente dos nomes que se dê, é que morte, não parece ser o oposto e vida, mas apenas o oposto de nascimento. Apenas dois fatos que demarcam a entrada e saída deste ambiente virtual, que gera a possibilidade do pacote de experiência. Vida engloba tudo, inclusive estes pacotes e não acaba com eles.

Quer entender tudo isso melhor? Veja mais nos livros e vídeos My Big TOE ou nos eventos do Tom e suas gravações, com informações espalhadas aqui pelo site.

Autor do artigo: Mario Jorge My Big TOE Brasil

Se tiver comentários, são bem vindos e pode deixá-los mais abaixo.

Como Meditar com a ajuda de Sons Binaurais

Neste artigo além de aprender sobre como meditar com o uso de sons binaurais você vai ter acesso a um kit de áudios binaurais gratuitos que eu mesmo preparei para meditação.

A motivação em disponibilizar esses áudios veio do grande interesse e contato de leitores por causa de outro artigo e vídeo publicados recentes sobre o uso de sons binaurais para meditação.

Também tivemos muita conversa no grupo de bate-papo exclusivo dos leitores da trilogia My Big TOE de Tom Campbell via whatsapp sobre o tema.

Muitas pessoas tem dificuldade em atingir estados meditativos devido ao desafio de conseguir silenciar a mente, relaxar e se desconectar do corpo.

Em especial pelo ruído incessante causado pelos próprios pensamentos.

Sons Binaurais Ajudam a Meditar

Para ajudar preparei com o auxílio do Audacity ( um editor de áudio gratuito) uma série de áudios binaurais em frequência descrescente de 10Hz até 4 Hz, além de variaões com 3,9 Hz e 3,8 Hz.

Nesse preparo segui as instruções do Tom, conforme seu artigo, e já os experimentei pessoalmente.

Informe seu email, seu nome no formulário e clique em Enviar, o download GRATUITO dos áudios binaurais será imediato, nesta página.

Fique tranquilo, além dos binaurais você receberá por e-mail orientações sobre três sequências para combinar os áudios e meditar com o auxílio deles:

Como Meditar com Sons Binaurais

Você vai receber sons binaurais em 6 arquivos, possíveis de usar em pelo menos 3 diferentes sequências para ouvir no celular ou player e desfrutar (necessariamente) com o uso de fones de ouvido.

Além das instruções contidas no email que você receberá ao preencher o formulário, recomendo também que leia o artigo anterior do Tom:

Se puder veja também o meu video no tema:

Imagem do vídeo sobre Sons Binaurais

Isto permitirá um melhor entendimento como meditar com sons binaurais que estamos oferecendo e assim “turbinar” seus estados meditativos.

Mario Jorge – My Big TOE Brasil

Meditação com Ajuda de Audios Binaurais – Tom Campbell

Sobre o uso de áudios binaurais como suporte ao desenvolvimento de estados meditativos (ou estados alterados de consciência).

Qualquer um pode usar os áudios binaurais para encorajar saídas do corpo, visão remota ou habilidade de cura. Eles são além disso, um excelente suporte para meditar, em especial para quem tem dificuldade de esvaziar a mente e relaxar.

Você pode comprar audios Hemi-synch, uma mistura profissional de batidas binaurais e outros sons (Google “The Monroe Institute”) ou você pode fazer seu próprio arquivo de áudio binaural de graça.

Pode ainda ir também ao site My Big TOE americano, comprar e baixar alguns deles lá.

Binaurais Prontos e Gratuitos Também Aqui Mesmo

Receba agora os Binaurais que eu mesmo fiz utilizando o software Audacity com base nas informações contidas no artigo do Tom neste post.

São 6 áudios binaurais com variações de frequência de 10, 8, 6, 4, 3.9 e 3.8 hertz com duração de 10 à 30 minutos. Eles podem ser combinados para você atingir os melhores resultados em combinações diferentes para sua meditação.

Informe seu email, seu nome no formulário e clique em Enviar, o download dos áudios binaurais será imediato, nesta página.

Fique tranquilo, além dos binaurais você receberá por e-mail orientações sobre três sequências para combinar os áudios e meditar com o auxílio deles:

Qual binaural dentre os disponíveis é o melhor?

Só você pode responder isso com experimentação – todos são diferentes em algum aspecto. Eles têm a capacidade de ajudá-lo a aprender a ser um meditador melhor.

Algumas pessoas acham os áudios biauriculares úteis, outras não. Google “binaural beat” e encontrará um site que permite que você faça o seu próprio arquivo de áudio personalizado de graça.

O objetivo é tornar audível uma batida (frequência), com ajuda de duas frequências audíveis, que de outra forma não seria diretamente audível (como 4 Hertz por exemplo).

A frequência da batida binaural é a diferença entre duas frequências base. Um tom puro gerado na frequência base entra em um ouvido e a frequência base mais a frequência de batida desejada vai no outro ouvido (usando fones de ouvido estéreo).

Os dois tons se combinam no cérebro produzindo uma frequência de “batida” que é a diferença entre as frequências dos dois tons puros. Essa frequência de batida (que você pode “ouvir”) impulsiona seu padrão de ondas cerebrais em direção à frequência da batida, induzindo assim um estado alterado de consciência semelhante a um estado de meditação muito eficaz e praticado.

Se você já sabe como meditar, agora usando os binaurais, não precisará fazer o processo de relaxamento inicial e o de saída no final. Faça vários arquivos de áudio estéreo com batidas binaurais usando frequências diferentes, e use cada um por cerca de um mês para, escolher o que você mais gosta.

Algumas sugestões de pares de frequências: 100 Hz e 104 Hz; 500Hz e 504Hz; 2000Hz e 2004; 5000Hz e 5004Hz Essas diferentes frequências base produzirão uma batida biauricular de 4 Hz. Os homens tendem a gostar das frequências mais baixas e as mulheres, das mais altas.

Cada ouvido e cada hemisfério do cérebro percebe uma frequência diferente, que o cérebro acaba integrando como um terceira frequência, a diferença entre as duas primeiras.

Você pode tentar uma batida um pouco mais lenta (diferença entre frequências) de 3,75 ou 3,8 em vez de 4hz mais adiante, se chegar a esse nível de refinamento. É recomendado prática pois fica mais fácil dormir e perder o estado.

Experimente. Continue a experimentar sempre, mas não pule entre as coisas muito rapidamente. Tome a visão de longo prazo … tome o seu tempo .. não apresse o processo.

Muitas pessoas, especialmente no começo, preferem entrar e sair aos poucos do estado de ondas cerebrais theta de 4Hz. Assim suavizando e retardando a transição de, e para, o estado teta desejado de 4 Hz (para facilitar o acompanhamento), isso  é chamado de rampa. A rampa que vai de beta (condição desperta regular) para teta (estado meditativo) deve ser lenta e gradual o suficiente para que você consiga segui-la. A rampa que sai de theta de volta para beta, já pode ser bem mais rápida e mais íngreme. As rampas ideais entrada e saída do estado são individuais.

Um estado típico relaxado, focado no estado físico e desperto, está na região beta (de 20 a 15 Hertz). Um estado típico de meditação está na região entre alfa e theta (algo entre 14 a 7 Hz). Para encorajar a “saída do corpo”, “visão remota”, ou “habilidade de cura”, você vai querer estar na região teta em aproximadamente 4 Hz ou um pouco menos (3.75 Hz a 3.8Hz).

Se você já se tornou um bom meditador, não precisa das rampas.

Se você é um meditador médio, experimente começar na região alfa e desça em passos de 1 Hz cada, desde 10 Hz até 4 Hz em theta. Cada etapa deve durar de 3 a 30 minutos, dependendo da rapidez com que você perceber que pode seguir (meditadores mais bem sucedidos seguem mais rapidamente).

Se você ainda está pobre na prática da meditação, comece na região beta média e desça em passos de 1 Hz desde beta em 20Hz até theta em 4Hz. Cada etapa deve durar de 3 a 30 minutos, dependendo da rapidez com que você pode seguir. Abaixe sua frequência de batida inicial à medida que melhora na prática. Isso vai reduzindo o tempo de rampa.

Uma vez que você está no estado theta de 4 Hz que é seu objetivo, fique lá por meia hora a duas horas – isso é suficiente.

Você está nesta realidade física por uma razão. Não use esses estados como fuga como uma fuga. Trata-se de uma ferramenta, assim como a própria meditação, para ensinar-lhe a eliminar o ruído em sua mente, permitindo concentrar-se de maneira mais poderosa, clara e constante em sua intenção consciente.

No Capitulo 9 do livro My Big TOE Despertar – Avanço Radical – Tom relata como foi feita a descoberta por Dennis e ele nos antigos Laboratórios Monroe que ajudaram a criar! Clique para na imagem para comprar o livro se interessar.

Você quer aprender o processo de ir e vir desse estado de 4 Hz para que, eventualmente, possa fazê-lo sozinho, sem os binaurais. Por tanto, as vezes, tente chegar lá por conta própria sem as batidas binaurais.

Então você vê, você tem que fazer algumas experiências para otimizar seu próprio som para a sua capacidade e, em seguida, modificar o som à medida que sua habilidade evolui. Aqui não ocorre de um tamanho servir para todos.

Então:

– Tentar resolver tudo isso em uma semana ou duas não vai funcionar tão bem.

– Escolha de 3 a 5 configurações diferentes que abranjam suas incógnitas pessoais.

– Se você é um bom meditador, use cada um deles por alguns dias percorrendo todas as configurações três ou quatro vezes cada.

– Se for um mediador médio, use cada configuração por uma semana ou duas, passando por todas as configurações pelo menos três ou quatro vezes cada.

– Se você é um meditador medíocre, use cada configuração por pelo menos três semanas, passando por todas as configurações quatro ou cinco vezes cada.

– Dispense com uma determinada configuração quando ela é claramente inferior aos outros (mas não muito rapidamente).

– Cada três a seis meses adicionam novas configurações mais refinadas que estão convergindo para o seu melhor.

– De várias semanas a um ano, dependendo de onde você começa e com que rapidez progride, deve encontrar um som ideal.

– Usá-lo por seis meses a um ano ou dois, então será hora de mudá-lo porque você terá mudado.

– Comprometa-se com uma vida de experimentação constante, porque, à medida que você progride, o que é seu ótimo vai mudando.

As ondas cerebrais tendem a seguir, ou se alinhar com a batida binaural produzida, gerando com o tempo, o estado alterado de consciência.

As batidas binaurais são como as rodas de treinamento nas bicicletas para cinco anos – você deve eventualmente prescindir das rodas de treinamento e retirá-las, ou retardar seu desenvolvimento bloqueando a si mesmo em estados alterados específicos, quando deveria estar livre para mudar de estado tão facilmente como muda o foco da sua atenção.

Eventualmente, você irá deixar até a meditação formal, porque não precisará mais do processo. Você será capaz de realizar a mesma coisa (e na verdade melhor, sem limitações) instantaneamente.

Não se torne habituado ou viciado a esta ou a qualquer ferramenta – ou a ferramenta que antes era útil pode se transformar em uma muleta autolimitante.

Tom Campbell (Traduzido por Mario Jorge)

Nota (Mario Jorge): Gerador de Binaurais que encontrei na Internet:

Site ou programa para geração de binaurais disponível na internet!
Conteúdo EXCLUSIVO para Assinantes MyBigTOE!

Como Discernir o “Joio do Trigo”? Por Mário Jorge em Mybigtoe

Ouça no áudio deste post a resposta a um comentário no Grupo Exclusivo de Leitores da trilogia Minha Grande Teoria de Tudo ( MyBigTOE ) do físico america Tom Campbell.

A pergunta foi como saber discernir uma boa mensagem de uma pessoa ou livro?

Como discernir o “joio do trigo”?

Como saber se algo está apontando em uma boa direção ou levando a caminho errado?

Como saber até se o Tom Campbell está falando algo de útil?

Ouça o audio …, tire suas conclusões se isso faz sentido pra você e fique a vontade para compartilhar!

Agradeço por isso!

Tom Campbell em São Paulo – Brasil AGO. 2019

Os Eventos Serão Em 03 e 04 de Agosto

(COM TRADUÇÃO SIMULTÂNEA)

Veja o que diz, quem já participou em outros países, sobre estar em eventos com Tom clicando aqui.

Clique na Imagem do Sympla abaixo para Adquirir os Ingressos

Programa 1o Dia – 3 Ago 2019 – 8 as 18h

Credenciamento no local as 8hs. Evento das 8:30h as 12h e das 13:30h as 17:30h. Tanto pela manhã como a tarde teremos também 20 min. de intervalo (coffee break). Mesmo horário para os dois dias.

Física Quântica, Consciência & Realidade Virtual

My Big TOE, Intenção, Incerteza, Processos de Cura

My Big TOE: um modelo cientifico integrado, tanto para o mundo externo como o interno.

– My Big TOE, breve apresentação do modelo – A Visão Ampla (Big Picture). Um modelo de Realidade baseado em Consciência;

Consciência/Mente vs O Mundo ”3D Sólido” (O Problema Difícil ou Duro da Consciência Resolvido) e os impactos disso para nós;

– O papel da Intenção em uma Realidade Virtual (Simulada). O que nos movimenta nessa “internet” de consciência;

– O Princípio da Incerteza, o que podemos ou não fazer com nossa Intenção/Vontade. Quais são as possibilidades e limitações de influenciar os eventos nesta realidade;

– Um mergulho no processo de cura pela Vontade, a efetividade dos processos de cura alternativos, o efeito placebo, nossa Intenção novamente como ferramenta de atuação positiva;

Experimentação prática decidida na hora com os participantes (cura a distância, visão remota ou outra). Experimentação conduzida pelo Tom..

Perguntas & Respostas sobre os temas do 1o dia. Em geral é um dos pontos altos desta oportunidade, em especial por não ser um grupo muito grande, facilitando a interação.

My Big TOE esclarecendo a filosofia e a metafísica.

Programa 2o Dia – 4 Ago 2019 – 8 as 18h

Física Quântica, Consciência & Realidade Virtual

F. Quântica Explicada, Laboratório de Aprendizado, Cocriação, Amor & Medo

My Big TOE: um modelo cientifico integrado, tanto para o mundo externo como o interno – retomando.

Física Quântica como pista principal para a R. Virtual na fronteira da tela espaço-tempo 3D. Como a FQ dá as pistas para verificarmos que forma de funcionamento da realidade seja virtual

F. Quântica explicada pela Realidade Virtual – Dupla Fenda, Emaranhamento, etc. Com a Realidade Virtual explica a Física Quântica e elimina os aparentes paradoxos dela.

– A Realidade como um Laboratório de Aprendizado Virtual/Simulador e suas principais consequências. Como isto nos impacta no dia a dia.

– Como usar a Intenção para influenciar as probabilidades futuras (cocriação). Qual o mecanismo da influência em acontecimentos futuros nesta ou naquela direção.

– Navegando entre os Pacotes de Experiência ou Vidas. Há vida após a vida? De onde viemos e para onde vamos?

– Interação e Relacionamentos como Oportunidades de Aprendizado. A maior pare de nossa vivência ocorre nos relacionamentos com outros seres humanos. Entender o mecanismo reduz sofrimento ou aumenta a possibilidade de felicidade.

Baixa Entropia e Amor – qual é a conexão? Medo, crenças, ego, confusão, alta entropia estão em uma ponta… Amor, liberdade, organização, menor entropia estão na outra! Como interagir com isso?

Como se livrar do medo: como descobrir seus medos e trazê-los para o consciente, e quais as alternativas para se livrar deles, levando uma vida mais leve?


Experimentação prática decidida na hora com os participantes (cura a distância, visão remota ou outra) e conduzida pelo Tom..

Perguntas & Respostas conforme o interesse dos presentes. Em geral é um dos pontos altos desta oportunidade, em especial por não ser um grupo muito grande facilitando a interação.

A realidade virtual explicando a física quântica!

TOM CAMPBELL é um Físico Nuclear que se especializou em criar simulações para a NASA e o Departamento de Defesa nos EUA.

Desde os anos 70 iniciou também seu desenvolvimento e estudo em Consciência e seus estados alterados. Desta forma pesquisou cientificamente e extraiu conclusões e usos práticos para isso, que influenciaram até na possibilidade de resolver problemas em seus “códigos” de forma excepcional.

Com toda essa experiência de mais de 35 anos nos temas consciência e simulação, desenvolveu sua Teoria de Tudo (exposta nos livros My Big TOE) que é realmente completa e responde a várias das inquietações do ser humano, dentre as quais as listadas ai como tema da conferência e workshop em São Paulo.

Quem somos? De onde viemos (nós e o universo)? Existe vida após a vida? O que estamos fazendo aqui?

A teoria tem apenas dois pressupostos: uma Consciência Fundamental e o Processo Evolutivo sob o qual tudo está submetido.

É uma teoria da Consciência como sendo digital e responsável por toda a criação… e suas implicações para nós, nas formas das “Regras do Jogo” ou “Rules of Engament” em que estamos envolvidos.

Será que entender nosso papel nesse cenário grandioso é importante? Será que entender isso melhor nos ajuda a expandir nossa própria consciência e viver melhor?

Entre outras coisas My Big TOE tem explicações lógicas e transparentes para os famosos bugs da Ciência: Porque a Velocidade da Luz é constante e limite máximo? Porque ainda não encontramos a menor partícula sólida da matéria? Porque as “partículas supostamente materiais” se comportam como onda? Como os pares de partículas “emaranhados” parecem violar o limite da velocidade da luz?

Existe Livre Arbítrio? É possível influenciar os acontecimentos? Como se explica o funcionamento das curas “energéticas” ou “alternativas”? Como esse processo funciona? O que o facilita ou dificulta? Qual o papel da Incerteza (sob o ponto de vista My Big TOE) nessas possibilidades?

Venha descobrir isto e mais nesta oportunidade única no Brasil da vinda dele ao Brasil em Agosto.

Mario Jorge P. dos Santos – Coordenador da Tradução da My Big TOE e responsável pelo evento de Agosto.

Mantenha-se informado sobre o Evento de Tom Campbell em São Paulo

Para receber em primeira mão todas as informações utilize o formulário exclusivo sobre o evento. Assim se iniciem as vendas dos ingressos SERÁ DADA PREFERÊNCIA a quem já tenha manifestado seu interesse através do CADASTRO FEITO AQUI.

Fique tranquilo! Somente enviaremos conteúdos relevantes ao tema!

Clique na Imagem para ver a 1a parte da entrevista!

Local: Próximo ao Metro Paraíso ou Vila Mariana (Linha Norte Sul).

EVENTO SIMILAR RECENTE NA POLÔNIA:

Um dos eventos do Tom pelo mundo, este na Polônia, bem similar ao planejado para o Brasil.

EVENTOS PROGRAMADOS PELO MUNDO:

Para ver os eventos programados atualizados para o Tom Campbell em todo o mundo, visite este link: https://www.mbtevents.com/future-events.html

Mecânica Quântica, Dupla fenda e livre arbítrio

E o que Mecânica Quântica e Livre Arbítrio poderiam ter a ver um com o outro?

Brincando um pouco com o tema, poderíamos dizer que uma “suposta partícula”, em um experimento de Dupla Fenda,  se comporta de forma incerta entre “ser partícula” e “ser onda”, ou seja, ainda “pode escolher” para ser qualquer destas coisas… E depois que alguém (“um ser consciente”) toma conhecimento da medição feita sobre “aquilo”, o comportamento é fixado e a opção deixa de existir para aquele evento. Ele se colapsa, materializa ou (como prefiro) é renderizado. É claro que dizer que o ‘livre arbítrio” sobre a dualidade ao nível quântico feita aqui, é uma figura de expressão mas veremos a conexão.

Brincadeiras a parte, a situação não deixa de guardar certa semelhança com as escolhas (livre arbítrio) que temos para fazer, desde as decisões pequenas até as grandes, enquanto elas não são tomadas. As opções ou alternativas permanecem abertas, mas depois da decisão, só uma delas foi efetivamente levada adiante. As demais alternativas permanecerão como potenciais não realizados e a decisão tomada fica “fixada” como parte da história “ocorrida”.

As decisões que tomamos no “mundo real” são, antes de ser executadas, apenas potenciais com probabilidades de ocorrência. Como na MQ, podem ser tratadas estatisticamente. Se observamos bem, vemos que a “realidade” parece ser muito mais estatística do que matematicamente formulada. Pareceria sim, talvez para desgosto do Dr. Einstein, que “Deus” (ou o Sistema Mais Amplo de Consciência – LCS), permite a geração de Tudo O Que É (ou que pode vir a ser, para o que ainda não foi decidido) a partir de distribuições estatísticas de probabilidade.

E o Livre Arbítrio, será que ele realmente existe?

Muitas vezes, parece que as coisas estão bastante pré-determinadas, dando a impressão que vão acontecer, não importa o que façamos. Não fosse assim não passaríamos, por decisão própria, por uma várias situações. Já outras vezes, parece que “sim” temos alguma liberdade para escolher o que queremos. Vamos considerar algumas destas possibilidades.

Na “realidade” que percebemos, parecem existir três tipos de coisas: objetos (coisas inanimadas como pedras), energia (eletricidade, movimento das águas, do ar, da terra, onda de impacto de explosões, etc.) e seres (humanos, animais e o que mais aceite nesta categoria).

Para começar, talvez possamos concordar que os dois primeiros tipos não têm poder para decidir por si, nenhum livre arbítrio próprio. Podemos interagir com os objetos, mas por ações partindo de nossa inciativa ou por consequência de terem sido afetados por alguma energia (e por isso postos em movimento). Isto é evidente, para objetos (primeiro tipo) como pedras por exemplo, ou qualquer outro.

Com a energia (o segundo tipo) podemos interagir direto com ela, ou seus efeitos. Ainda que a mesma não demonstre ter livre arbítrio, parece ter um claro componente aleatório (estatístico) e pode interagir conosco nos afetando bastante. Quando isso ocorre, parece haver algum livre arbítrio a aplicar, mas apenas por nosso lado e como reação. São eventos que podemos chamar de “força maior”, e viramos quase expectadores do seu impacto em nós. Exemplos seriam terremotos, deslizamentos de terra, enchentes, queda de raios, etc. Isto deixaria clara a ação da energia nos impactando diretamente ou através dos objetos que ela move, tudo aparentemente fora de nosso campo decisório.

Por fim temos os seres vivos, mais ou menos conscientes (conforme queira avaliar), com os quais podemos interagir por decisão própria ou iniciativa do outro, além também de componentes aleatórios. No caso da iniciativa ter sido nossa, “talvez” tenhamos usado o livre arbítrio (ou não, como veremos). No caso da iniciativa ter sido do outro, nos resta apenas a livre escolha de como reagiremos ou nos sentiremos a respeito disso (também veremos em mais detalhe).

Por aí já dá para ver, que o “campo” deixado para seu livre arbítrio, vai perdendo algum espaço em relação àquilo em que não podemos ter muita opção.

O que vai sobrando para o livre arbítrio?

Vejo, e talvez você concorde comigo, que ainda parecem existir outros grupos de barreiras ao nosso “suposto” livre arbítrio: 1) O que percebo dentre as opões que podem estar disponíveis; 2) O quanto estou optando mecanicamente, sem qualquer atenção real da minha parte, e; 3) O que meus condicionamentos, crenças culturais e pressão dos pares me força a escolher (talvez até contra vontade).

Ou seja, no primeiro ponto pode estar claro que em função da sua experiência, grau de consciência ou qualidade de ser a que chegou, podem existir opções que você simplesmente “não esteja enxergando” e que pareçam óbvias (em maior ou menor grau) para outra pessoa, olhando “de fora”, com diferente percepção.

No segundo caso, você pode estar tão “embrenhado” nos próprios pensamentos, que está alheio a quase tudo a sua volta, atormentado por problemas reais ou imaginários. Em uma situação típica, vai andando pela rua e de repente chega em casa, sem sequer saber que caminho fez. Isto já te aconteceu? O grau de “distanciamento” da realidade aparente, pode variar bastante, mas deveria ser inegável como possibilidade real. Quem já não passou por isso? Nesta situação, estamos mesmo praticando algum livre arbítrio?

Por fim no terceiro caso, podemos ter ainda os variados graus de influência da família, professores, amigos, agrupamentos variados dos quais participamos (clubes, associações pessoais e profissionais, empresas, partidos, igrejas e por aí afora), que geram raízes tão profundas que sequer percebemos sua influência, na decisão tomada (são apenas uso de ideias alheias que se tornaram crenças sem base, automaticamente praticadas). “Aquela” decisão foi realmente sua, ou no fundo talvez consiga se ver (por exemplo) literalmente repetindo algo que já viu “seu pai” fazendo?

Tom Campbell e My Big TOE

E o ponto de partida (as condições iniciais)?

Outro tema comum quando se fala em livre arbítrio é pensar que podemos tudo! Mas tudo o que? Será que você pode decidir se tornar filho do Bill Gates? Ou quem sabe ir fisicamente até Marte amanhã? Assim, parece que claramente o que podemos decidir é limitado, e as limitações são impostas pela “posição de partida” em que estamos agora. O ponto onde as alternativas de decisões possíveis estão sendo analisadas. Poderíamos chamar isto de “condições iniciais” do ponto da decisão (onde o jogo começa). A análise pode tanto ser para algo que estamos por decidir agora, como podemos estar analisando também as condições iniciais da nossa vida, no “momento e local” onde nascemos. Assim, podemos ter nascido como filhos do Bill Gates, como podemos ter nascido de pais mais humildes, em qualquer lugar no Brasil por exemplo. É claro que para qualquer das duas situações dadas, vamos ter opções e decisões a tomar, mas o espectro de decisões possíveis será muito diferente.

Mas parece que ainda sobra um algum campo de ação, onde as decisões sim “podem ser nossas”. Posso talvez escolher com quem me casar, ou, me casar ou não com alguém que já estou namorando. Posso fazer dois ou três caminhos diferentes (que estejam disponíveis) para ir de um lugar a outro. Posso escolher entre ir de automóvel, ônibus ou avião. Posso dar um conselho a alguém com quem me importo, ajudando a pessoa a analisar as alternativas que tem ou posso me omitir. Mas é preciso estar atento ao momento, presente, consciente, analisar as opções que percebo contra os meus valores, minha bússola e com relação aos impactos que posso prever. Fazer isto conscientemente, inclusive das minhas intenções e não apenas seguir deixando no automático. Ainda que opte por não decidir, foi uma opção.

Posso também sempre e em qualquer caso (daquilo em que tenha tido alternativas ou não), escolher (exercer meu livre arbítrio sobre) como vou me sentir e reagir a respeito do ocorrido. Se vou tornar a minha vida e a das pessoas ao meu redor melhor ou mais miserável, por conta de como decidi reagir àquilo.

E você, o que pensa disto?

As decisões sobre as possibilidades que percebemos como alternativas, são realmente nossas? Quando estamos avaliando a nossas possibilidades e alternativas, parecemos ou não, estar em um campo quântico antes de fazer e observar uma medição das “supostas partículas”? Este tema de decisão, não lembra de alguma forma o Experimento da Dupla Fenda?

Deixe sua opinião abaixo….

O Experimento da Dupla Fenda – Física Quântica

Os mistérios do experimento da Dupla Fenda.

Preparado por: Celso Junior!

Em meados do século 18, o físico, médico e egiptólogo britânico Thomas Young (1773 – 1829) conseguiu refutar umas das afirmações de Isaac Newton. A de que a Luz era composta por “corpúsculos” ( unidades quantificadas – o que hoje se chamaria de partículas subatômicas ).

Para fazer isso ele realizou um experimento muito simples: Usando uma grande caixa fechada, ele inseriu um  visor e duas pequenas fendas por onde a luz do sol deveria entrar. Ao olhar pelo visor ele observaria a luz projetada para dentro da caixa, refletida em uma das paredes internas. Existiriam 2 possibilidades, a luz seria composta ou de uma onda contínua   (como ondas eletromagnéticas de energia ou as ondas em um lago) ou  por unidades discretas (como defendia Newton no seu modelo corpuscular da luz ).

Eis o experimento:

Fig 1Caso a luz fosse composta de pequenas unidades de matéria (partículas), que é o que o desenho acima simula,  ela iria se comportar passando por uma pequena fresta ou por outra, seguindo em linha reta e apresentando o seguinte padrão no fundo da caixa:

Fig 2Caso a luz fosse composta de uma onda, ao invés de partículas, ela se comportaria desta forma:

Como ondas se propagam através de uma frequência e intensidade, quando a crista da onda que estivesse passando pela fenda esquerda entrasse me contato com crista da onda (parte mais alma ou mais intensa) propagada pela fenda da direita, então elas se somariam e formariam uma onda mais forte. Já se a crista de uma onda entrasse em contato com  o vale da outra (parte mais baixa ou menos intensa) então as duas se anulariam.

Pensando assim, se luz fosse onda, então o padrão exibido no fundo da caixa seria o que é chamado de Padrão de Interferência:

Fig 4Este padrão denotaria que a luz era composta de Ondas e não de Partículas e foi exatamente o que o experimento demonstrou, encerrando a dúvida sobre a natureza da Luz, pelo menos por um tempo.

Porém existiam outros fenômenos observados que não condiziam com o fato da luz ser uma onda. O Efeito Fotoelétrico é um deles.

Descoberto por A. E. Becquerel em 1839 e confirmado por Heinrich Hertz em 1887, ele demonstra que um material metálico desloca elétrons (partícula já bem conhecida na época) ao ser exposto a um feixe de luz. O que foi observado era que ao aumentar a intensidade da luz, ao invés de se emitirem elétrons com maior energia cinética (algo esperado pelo fato da luz ser considerada uma onda eletromagnética) na verdade o que aumentava era a quantidade de elétrons movimentados.

Isso implicava que, de alguma forma, a Luz tinha propriedades de onda e também corpusculares, já que a explicação mais plausível era a de que a luz, se fosse composta por partículas, deslocaria mais elétrons do metal porque o que aumentava-se era a quantidade de “unidades” de luz, aumentando assim as chances de elétrons serem colididos e movimentados.

Nasce aí o fóton, com descrito por Einstein em 1905 (O que lhe rendeu o Nobel em Física em 1921).

Com o advento dos estudos aprofundados e descobertas da mecânica quântica e da ciência moderna, resolveu-se tirar a dúvida, de uma vez por todas, sobre a natureza real da Luz, pois mesmo constatando o efeito fotoelétrico, a luz em outras ocasiões também se portava igual a uma onda.

Resolveram então criar uma variação do experimento de Young, usando um raio laser que era interrompido por uma placa com duas finas fendas bem próximas, um experimento Idêntico ao primeiro, porém com um Laser seria possível controlar a quantidade e a intensidade das partículas de Luz (já se admitia que a Luz era composta de partículas, porém tentava-se explicar do porquê da luz ainda se comportar como onda em algumas ocasiões).

Acreditava-se que quando as partículas passavam por uma das fendas, elas deviam colidir com as paredes das fendas, mudando sua trajetória e colidindo com outras partículas de luz, fazendo o padrão de interferência que fazia a luz “parecer” se comportar como onda no experimento. Resolveram então lançar um fóton (partícula de luz) por vez. Acreditava-se assim que as partículas não teriam como colidir umas com as outras, anulando o padrão de interferência e fazendo com que as partículas fizessem uma trajetória retilínea, criando apenas duas ‘bandas’ de luz. Com o tempo, o resultado acumulado e uma placa fotossensível é a imagem abaixo:

Fig 5Isso demonstra que as partículas, mesmo individualmente, criavam um padrão de interferência que não poderia ser explicado por meios habituais. Uma vez que mesmo soltando uma partícula de cada vez, ela ainda tinha um comportamento de “onda”. Foi então que levantou-se a hipótese da posição da partícula estar se comportando como uma nuvem de probabilidades ao invés de uma posição definida no espaço. Schrödinger, em seu modelo do átomo e o princípio de incerteza de Heisenberg, demonstram que é impossível ter-se certeza da posição e velocidade de uma partícula no espaço (fóton ou elétron por exemplo ), apenas sobre a probabilidade dela estar em determinada faixa ao redor do átomo ou não.

O problema é que, mesmo sabendo-se dessa incerteza através dos experimentos, o que de fato ocorria com a partícula individual ao passar pela dupla fenda? Não se saberia ao certo por qual fenda cada partícula passaria ou se ela se chocaria em alguma parte da placa antes de passar, mas isso não seria o suficiente para fazer com que a partícula gerasse um padrão de onda. Estaria então a partícula (sendo probabilidade) sobre-posicionando essas 3 possibilidades ao mesmo tempo e  essa probabilidade interferindo consigo mesma? Isso seria difícil de acreditar porque até então a realidade seria composta de elementos objetivos (matéria, energia, interações físicas) e probabilidade está mais no campo informacional do que na realidade manifestada.

Os físicos ficaram intrigados com essa dúvida e resolveram tirar a prova. Colocaram sensores (células fotossensíveis) próximos das fendas, que iriam medir realmente por qual fenda cada partícula passaria. Não seria possível que uma partícula estivessem em dois lugares ao mesmo espaço-tempo e isso precisaria ser verificado.

Ao realizarem o experimento medindo por qual fenda cada partícula passaria, veja o resultado

Fig 6O padrão de interferência havia desaparecido! Isso era inesperado. O simples fato de medirem por qual fenda cada partícula passaria, para tentar entender o porquê das partículas individuais estarem criando um padrão de onda, causou o colapso do padrão anterior, fazendo com que as partículas se comportassem, dessa vez, como partículas, em uma trajetória, praticamente, retilínea.

Repetiram os mesmos experimentos com elétrons e, novamente, os mesmos comportamentos foram constatados, ou seja, todas as partículas conhecidas apresentam a dualidade onda/partícula e tudo dependia do momento onde a informação sobre sua posição é medida.

Isso implica dizer que se, na experiência, a medição for feita na placa no fundo da caixa, então podemos ter a onda de probabilidades manifestada, logo, através de um padrão de interferência – se medirmos nas fendas, ou seja, se colhermos a informação sobre a partícula no momento onde ela poderia apresentar uma onda de probabilidades, essa onda desaparece e o que temos é a realidade “re-renderizada”, é como se a realidade se adequasse ao momento da obtenção da informação, ou, o momento onde a realidade é observada.

 O que deixou a coisa mais complicada, foi o fato dos físicos não admitirem que a simples obtenção da informação (medir a posição da partícula) anularia a onda de probabilidades, então ocorreu uma busca em tentar entender qual o tipo de interferência OBJETIVA o ato de medir estaria causando. Acreditava-se que os sensores elétricos ou fotoelétricos, de alguma maneira estavam criando alguma interferência nas partículas.

Porém, hoje já se sabe que a questão é muito mais profunda. Outros experimentos foram capazes de ‘embaralhar” a informação já medida, como o Apagador Quântico de Escolha Atrasada, que consegue medir por qual fenda cada partícula passou, mas tira a certeza da medição após ter sido feita, isso faz com que o padrão de disposições dos elétrons ou dos fótons se comporte exatamente como uma onda e o padrão de interferência retorna, ou seja, a onda de probabilidades volta à Realidade, caso a informação da medição seja perdida ou inutilizada.

Resumindo, mesmo quando medimos por qual fenda a partícula passou, se não tivermos como “ler” essa informação (mesmo se essa leitura ocorrer no FUTURO), a partícula não se comporta como unidade corpuscular e torna-se uma nuvem de probabilidades no PRESENTE, gerando um padrão de interferência na tela. Por outro lado, se tivermos certeza (e como ‘ler’ essa informação) sobre a posição da partícula, o padrão de interferência desaparece.

As implicações disso são tamanhas que fizeram com que a física quântica se tornasse mais uma ciência Informacional do que sobre a física objetiva (embora seus resultados sejam mensuráveis no mundo “Real” ), porque constatou-se que tudo (e quando digo tudo eu me refiro a TODA a realidade que podemos observar) é uma questão de como percebemos e medimos a realidade e seus fenômenos e que essa medição (a obtenção da informação) é o que, em última análise, compõe a realidade e não o contrário. Isso abala as fundações de uma realidade objetiva e nos coloca não como espectadores, mas como ELEMENTO FUNDAMENTAL da realidade, ou, nas palavras de Eugene Wigner (Nobel de Física):

“Continuará sendo impressionante, não importa os caminhos que nossos conceitos futuros irão nos levar, que todo o estudo do mundo externo nos leva a conclusão científica que o conteúdo da consciência é a realidade universal definitiva .

E nas de Max Planck (Nobel de Física e considerado Pai da Física Quântica):

“A ciência não pode resolver o mistério derradeiro da natureza porque, em última análise, nós mesmos somos parte do mistério que estamos tentando resolver“.

Para entender melhor, assista ao vídeo de Thomas Campbell onde ele esmiúça bem o experimento da dupla fenda no vídeo (em inglês):

http://www.youtube.com/watch?v=LW6Mq352f0E

Fig 7

Ou este clipe do documentário “Quem somos nós?”

http://www.youtube.com/watch?v=u7VctogNgU4 

Veja o novo artigo sobre os NOVOS EXPERIMENTOS de Dupla Fenda que buscam evidencias sobre a realidade ser VIRTUAL

Novos Experimentos Dupla Fenda e Realidade Virtual – Revista Superinteressante