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Colapso de Onda segundo My Big TOE

Veja nosso vídeo clicando acima.

Colapso de Onda explicado pelo ponto de vista da ciência de My Big TOE.

O Colapso de Onda é um termo que vem da física quântica, e em especial do experimento da Dupla Fenda. Se Ainda não viu nosso video anterior sobre a Dupla Fenda veja pois é útil no entendimento do material contido no vídeo deste atrigo. Segue o link do video anterior.

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O Experimento da Dupla Fenda – Física Quântica

Novas explicações em vídeo sobre o experimento da Dupla Fenda.

O vídeo acima traz uma explicação atualizada e simplificada sobre o experimento da dupla fenda, por uma solictação dos leitores do blog.

Aproveitei para encadear o video com o artigo sobre Dupla Fenda que já tínhamos no Blog (escrito pelo amigo Celso Jr.) para quem desejar se aprofundar mais ou complementar as explicações do video com os detalhes técnicos do experimento.

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O Que é Intenção e em que se usa ?

O que é intenção? Em que se usa ou aplica? Como diferenciar o singnificado My Big TOE para Intenção, daquela definida no dicionário?

Breve explicação em vídeo sobre o que é Intenção segundo Tom Campbell.

Intenção nas palavras do Tom Campbell

Começaremos com o conceito simplificador de que a intenção (com letra minúscula) será a nossa nomenclatura para “seu significado normal na pequena visão”, para a força motriz do indivíduo no nível intelectual e para essa Intenção (com uma maiúscula), com o sentido dela na Visão Ampla, como a força motriz do indivíduo ao nível de ser. Isso efetivamente adota a convenção desenvolvida no boletim informativo interno do site My Big TOE para esclarecer o uso.

A palavra propósito carrega a conotação de alvo, objetivo ou resultado específico. A intenção também pode ter essas características, mas não precisa necessariamente delas.

Intenção pode não ter um propósito específico, pode ser apenas a expressão ativa de um ser. Da mesma forma, a Intenção pode ser determinada, mas não precisa ser.

A Intenção não é um comando, não é exigente, embora possa organizar a realidade à sua vontade. Vontade/Arbítrio (como em: “Força de Vontade”, ou na expressão “Livre Arbítrio”) é com frequência o melhor sinônimo de Intenção, mas “vontade” tem outras conotações que expressam “desejo” ou “querer” e Intenção não é apenas desejo ou querer.

Intenção, como usado na MyBigTOE (MBT), é composta de vários conceitos interrelacionados. É como se faz interface, se comunica e interage com outros indivíduos ou com o sistema de consciência. É o veículo ou mecanismo de expressão de uma consciência ao nível de ser.

Assim, Intenção é a expressão mais fundamental da capacidade, habilidade e qualidade de uma consciência individual, em sua interação com os outros. Ela expressa a atitude, vontade e motivação de um indivíduo (em relação à interação com os outros) ao nível de ser.

Você, no nível interativo dinâmico, é a sua Intenção.

Sua Intenção é a expressão dinâmica de você (de sua consciência) que se conecta e interage com o que está além ou fora de você (o Sistema Maior de Consciência).

Em outras palavras, sua Intenção é a essência de você que interage com tudo o que não é você.

É sua Intenção que “move dados” no sistema de consciência – isto é, que interage, troca e modifica informações dentro do sistema de informação maior.

Intenção não é um conceito simples em MBT. É a projeção pessoal ativa de um IUOC (Unidade Individual de Consciência) ao nível de ser (em oposição ao nível intelectual apenas) no campo de informação da existência (a energia mental focalizada é uma metáfora para isso).

Não creio que você encontrará uma única palavra em qualquer idioma que capte tudo o que é a Intenção. É por isso que a MBT tem 900 páginas em vez de 200 – o inglês, como toda língua atual da PMR (como o português), foi desenvolvido para expressar coisas relacionadas à existência física e não é muito bom para expressar com precisão e clareza, conceitos de consciência e existência em termos de campos de informação interativa não-física.

Por isso, usei muitas e muitas palavras, vindo também de vários ângulos diferentes, para transmitir o meu significado.

A Intenção, como é usada na MBT, é difícil de expressar em qualquer idioma de forma sucinta, mas esperamos que a maioria dos leitores tenha conseguido chegar a uma boa noção disso, mesmo que não possam defini-lo claramente (porque sua linguagem não suporta uma definição clara disso).

Por Tom Campbell, autor da Minha Grande Teoria de Tudo (My Big TOE).

Tom Campbell com participantes em seu evento em Londres.

Como descobrir suas Intenções? E por que? Qual o impacto no processo de co-criação?

Criamos (ou co-criamos) nossa realidade em vários níveis, ou de várias formas diferentes. Isso apenas já é alvo para um artigo e vídeos completos apenas com esse foco.

Uma delas, segundo suporta a teoria científica de My Big TOE, é a influência das possibilidades de acontecimentos futuros, pelo aumento de sua probabilidade, com nossa Intenção. Essa mesma descrita acima, a partir do nosso nível de ser.

Esse tipo de influência é por vezes também chamado, pelas pessoas ligadas as técnicas que se associam a física quântica, de colapsar a função de onda. Muitos falam disso com alguma propriedade, outros sem saber do que estão falando. Eu prefiro usar a palavra “renderizar” (transformar uma informação, de apenas dados no computador, em “imagens” na tela.

Em nosso caso estamos falando de imagens 3D (tridimencionais ou holográficas) em “nossa realidade”, a PMR, realidade física-material segundo My Big TOE (MBT).

Intenção, em uma “realidade virtual digital” formada pela consciência fundamental, tem um papel chave. É ela que pode nos movimentar pelo campo de informação da “internet da consciência”. É ela que pode exercer influência sobre os acontecimentos em determinada medida.

Quando algo que pensamos intencionar ou querer acaba não resultando, não colapsando, não renderizando, pode não ser uma questão de não estar sabendo usar, mas sim de não saber realmente qual é nossa intenção básica.

Você sabe realmente o que quer? Você se conhece? Já se interrogou profundamente sobre o que te motiva?

Se ficou apenas satisfeito com a primeira resposta que te surgiu, sobre o porque de estar fazendo ou querendo algo, talvez seja este o motivo de não estar conseguindo realizar isso.

Talvez quem queira isto não seja realmente que você é, ao seu nível de ser, mas apenas o ego, o personagem, a mente, influenciados por sabe-se lá que fonte (dentre as tantas disponíveis na mídia e na sociedade).

Conheça melhor a você mesmo, saiba quais suas reais motivações e o que está realmente procurando, use sua real Intenção, aquela ao nível de ser e talvez a história mude na prática.

Para saber compreender mais e melhor sobre suas motivações, use o que está descrito no artigo anterior e no fluxo de processo disponível para download e uso ali.

Este fluxo de melhoria se baseia na descoberta das motivações reais e eliminação dos medos associados.

Clique na figura abaixo para ser redirecionado para lá.

Um Mundo Melhor – Tom Campbell

Posso ajudar a construir um mundo melhor?

Como viver uma vida correta e um mundo de moralidade tão confusa?

Uma série de perguntas respondidas por Tom Campbell e totalmente relacionadas com a compreensão do que é “seu nível de ser”.

Como pode um consumidor não contribuir para o trabalho escravo? Como você vive eticamente quando muitos bens que você compra podem ser produzidos usando trabalho escravo? Como se pode viver uma vida ética quando se apóia e incentiva crimes de abuso todos os dias alimentando um processo imoral e antiético de fabricação com as compras que faz?

Resposta:

É difícil ser seletivo em nossas compras porque temos pouca percepção de como os produtos são produzidos e como qualquer processo de produção em particular, afeta a entropia do Sistema Mais Amplo de Consciência no longo prazo.

Você não pode se responsável por aquilo que não conhece – a menos que sua ignorância seja proposital, isto é, se você sai do seu caminho para evitar saber das coisas. O momento em que você descobre sobre um processo antiético do qual é um contribuinte, é o momento em que você ganha a responsabilidade de parar (ou minimizar se parar é contra a lei ou faz mais mal do que bem) de contribuir, encorajar ou possibilitar, o comportamento antiético.

É claro, se deve estar sempre aberto e procurando novos dados. No entanto, esteja ciente de que há pessoas distorcendo “a verdade” de todos os lados de qualquer questão. O mundo funciona com crença, imagem e propaganda, não com a verdade. Infelizmente, a verdade é apenas um participante menor na decisão. É muito difícil obter informações honestas e diretas, e ainda mais difícil, avaliar se é assim mesmo.

Assim, é muito difícil avaliar a existência e a extensão do comportamento antiético, a menos que você seja uma testemunha em primeira mão de todas as questões e circunstâncias, todos os atos e todas as intenções por trás dos atos. Ouvimos fatos sobre atos e, em seguida, muitas vezes preenchemos com a intenção de nossos próprios medos, expectativas e crenças.

É a intenção, não o ato, o que mais importa. Por exemplo: Uma criança de 10 anos trabalhando em uma fábrica nos EUA é ilegal e antiético. Já uma criança de 10 anos em um país sem sistema de educação pública, sem serviços sociais e sem leis de trabalho infantil, e que está trabalhando em uma fábrica, por sua própria livre escolha (talvez fazendo transito dos papéis entre as pessoas dos escritórios e entregando correspondências à equipe administrativa) para impedir que sua mãe e cinco irmãos mais novos morram de fome, é outra coisa.

Neste caso, forçar essa criança em particular (que está feliz e com muita sorte de ter a oportunidade de fazer este trabalho e salvar sua família) a parar de trabalhar porque tem apenas 10 anos seria a escolha imoral.

Se o gerente de uma fábrica estava sofrendo pressão para demitir a criança por causa da má impressão (criada por concorrentes ou pelos cães de guarda que precisam de problemas para justificar seus empregos, ou por pessoas que querem pregar o bem, mas não entendem o quadro maior), neste caso ele é eticamente solicitado a resistir a essa pressão e manter o emprego da criança.

Se o país estivesse sob pressão para considerar a imposição de leis de trabalho infantil, deveriam descobrir o ponto de equilíbrio de quanto bem e quanto mal será feito por causa da lei, e agir apenas de maneiras que beneficiem a vasta maioria de seus cidadãos agora e no futuro – e encontrar maneiras de proteger aqueles que prejudica.

Além disso, você pode parar de comprar produtos de A e começar a comprar os produtos de B, quando, na verdade, B é uma empresa muito mais antiética, mas você simplesmente ignora o comportamento imoral deles. B pode até ter financiado a propaganda negativa sobre A.

Então, como sempre, é preciso aprender a viver graciosamente com a incerteza. Ou seja, você deve formar suas intenções e executar suas ações com base no que você acha que é mais provável que seja a verdade. Deve-se sempre errar do lado da cautela (não faça mal) e sempre permanecer aberto e buscando ativamente mais informações que possam modificar sua posição.

Empregar cepticismo de mente aberta é a chave. Você precisa desenvolver fontes confiáveis ​​e se esforçar seriamente para fazer uma pesquisa eficaz. Lembre-se, a confiança deve ser conquistada, não apenas dada a alguém ou a alguma organização, porque sua máquina de relações públicas está fazendo um bom trabalho.

Há dois requisitos básicos para se viver uma vida ética: Seja uma pessoa ética e (1) faça as melhores escolhas éticas possíveis, com base nas melhores informações que você puder reunir no momento (avalie a precisão e a integridade dos dados sem adicionar distorções devido a seu medo, ego e crença).

(2) Aprenda a viver graciosamente com a incerteza (use o ceticismo de mente aberta para avaliar a verdade em termos de probabilidades provisórias – evite adicionar distorções geradas por seu medo, ego e crenças). Aceite que você cometerá erros e será imperfeito – tudo bem, porque você corrigirá o erro assim que descobrir o erro e estiver continuamente trabalhando nisso.

Não é sua responsabilidade consertar o mundo, sua responsabilidade é consertar a si mesmo, e se você está trabalhando ativamente nisso de forma tão eficaz e eficiente quanto possa, já está fazendo sua parte. Além disso, deixe as coisas tomarem contas de si mesmas – oportunidades de aprendizado e desafios são fornecidos para todos.

Tentando fazer um mundo melhor

Não deveríamos estar trabalhando para o bem de todos – saindo para o mundo e tentando fazer do mundo um lugar melhor?

Resposta:

Alguns podem pensar que é egocêntrico trabalhar principalmente em si mesmo como sugeri acima.

Por “trabalhar em si mesmo”, não me refiro a uma vida inteira de meditação contemplando seu umbigo. Neste ambiente-escola, a ação que mais importa é interagir com os outros.

Sim, é claro, devemos nos preocupar em ajudar os outros, mas se nossa intenção (motivação) não estiver correta, nossa ajuda será ineficaz e talvez até destrutiva.

Ajudar os outros é um traço primário da consciência de baixa entropia (amorosa). Se você melhorar primeiro a si próprio (abaixar sua entropia), se sentirá automaticamente motivado a ajudar os outros.

A intenção de tornar as coisas melhores para todos flui naturalmente, de um ser com baixa entropia. E esse ser fará seu trabalho pelos outros, sem o medo, ego, expectativas e crenças, que tornariam seu esforço ineficaz ou contraproducente.

Se uma pessoa sai para tentar fazer o bem sem primeiro arrumar a si própria (sem se livrar do medo, ego, expectativas e crenças), então seus esforços serão necessariamente focalizados e implementados, de maneiras que reflitam seu medo, ego, expectativas e crenças.

Fluxo Prático Como Melhorar ao Nível de Ser
Clique na Imagem para baixar o seu material!

Isso fará com que ela seja ineficaz tanto pela Visão Ampla como na visão estreita – ela provavelmente não conseguirá fazer nada de útil para os outros no longo prazo, ou até piorará as coisas.

Não se pode esconder ou suprimir a verdadeira qualidade de seu nível de ser – o que está em seu núcleo, é o que você expressa com suas intenções e interações. Você simplesmente é quem e o que você é – não há como ser melhor do que você é.

Agir melhor, embora às vezes apreciado por aqueles que
interagem superficialmente com você, é apenas um ato que sempre revela a verdade sob uma inspeção mais profunda.

Atuar (representar) é muito diferente de ser.

Pode-se tentar agir de uma maneira boa – fazer as coisas que pensa (trabalhando a partir do nível intelectual) representar bem – mas se seu senso do que é bom é primariamente informado pelo medo, ego, expectativas e crenças, isso é o que domina seu nível de ser e consequentemente também se reflete em seu nível intelectual. Tal pessoa provavelmente realizará pouco bem pelo ângulo da Visão Maior e ainda poderá causar danos.

Seu intelecto expressa a qualidade encontrada no nível de ser, consequentemente, serve principalmente seu medo, ego e crenças e gasta a maior parte de sua energia, convencendo-se de que todos os seus atos são necessários e bons.

No entanto, se uma pessoa é boa (consciência de baixa entropia), então ela simplesmente faz o bem ao agir naturalmente – não tem que pensar em como agir – apenas é…  e se expressa como é. Opera a partir do nível de ser. Seu intelecto serve ao seu ser central e expressa a qualidade encontrada nesse nível.

Sua intenção é sempre focada no serviço aos outros e ao todo e provavelmente realizará muito, tanto em relação ao ambiente da Visão Ampla como ao da pequena visão. Isso não significa que tal pessoa necessariamente será rica e famosa – estou falando de realizações que são significativas para si mesma, para os outros e para o Sistema de Consciência Mais Amplo.

Então você vê, o primeiro passo para consertar qualquer coisa (atitudes dos outros, sistema político, sistema econômico, sistema filosófico, corrigir erros, reforçar o que é justo, tornar o mundo um lugar melhor, etc.) está consertar a si mesmo.

Se você realmente quer trabalhar para o bem de todos – sair para o mundo e tornar o mundo melhor, então comece a trabalhar em si mesmo – produza um ser de baixa entropia que naturalmente expressa e difunde a qualidade do amor e da compaixão ao invés do medo, ego, expectativas e crenças.

O que nos melhora ao nível de ser

“Mas como eu me aprimoro (no nível de ser)?”

Resposta:

Livre-se do medo, da crença e do ego.

Todos os três estão relacionados: Crença e ego são produtos do medo. Eu sei, é fácil de dizer, mas difícil de fazer.

Aqui está como recomendo abordar isso. A maioria das pessoas que trabalha seriamente em sua qualidade de consciência, acha cada vez mais difícil identificar o medo e as crenças, mas o ego é menos sutil e mais óbvio, quando se está procurando por ele.

Comece inspecionando sua intenção ou motivação nas interações cotidianas. Inspecione honestamente cada ação, pensamento, sentimento, vontade, necessidade e desejo – em especial quando interage pessoalmente com outros (cônjuge, família, amigos, colegas de trabalho, estranhos, etc.) – ou a medida que você processa isso (pensa nas coisas, devaneia, pondera).

Descubra a causa real – a causa por trás da causa – de porque você diz, pensa ou faz o que faz. Então pergunte a si mesmo: “Esta causa, intenção ou motivação, é sobre mim mesmo?” (meus desejos, necessidades, expectativas, vontades).

Se é principalmente sobre você (gerenciar as coisas do jeito que quer que elas sejam), então é muito provável que sua intenção / motivação seja baseada no ego. Se for baseada no ego, você pode em geral encontrar um medo ou crença na raiz disso (um medo de que você, as coisas, ou os outros, não estejam sendo ou funcionando da forma que você deseja).

Se você encontrar um medo, é disso que você precisa se livrar.

O único antídoto para o medo é a coragem e o desejo sincero de mudar. Se você encontrar uma crença, siga cavando até um nível mais profundo e encontre o medo que impulsiona a crença.

Elimine o medo, então crença e ego simplesmente desaparecerão porque já não são necessários para lidar com esse medo. Este processo requer foco, dedicação e perseverança para resultar em sucesso.

Se você trabalhar de forma diligente nesse processo, em três ou quatro meses, a diferença em você e em sua qualidade de vida, será bastante perceptível por você e até pelos outros.

Fluxograma ilustrando como podemos nos melhorar ao nível de ser

A explicaçõs acima foram convertidas em um fluxograma de processo para facilitar a compreensão e seguimento dos passos, para aqueles que se interessarem.

Experimente exercitá-lo e praticar nas situações cotidiana, depois de alguns dias avalie os resultados e faça uma reflexão sobre eles.

Seus comentários e compartilhamentos da experiência serão muito bem vindos!

Use o formulário para baixar o seu fluxograma gratuito com uma imagem de boa definição para imprimir, manter como fundo de tela ou no celular de modo a mantê-lo em fácil acesso.

Download do Fluxo:

Depoimentos sobre Tom e My Big TOE

A seguir uma série de depoimentos de
participantes dos eventos do Tom , leitores da trilogia My Big TOE e seguidores dos vídeos e artigos do Tom.

Cris Brightlight vive na Inglaterra e participou do evento do Tom no Castelo de Lumley na Inglaterra.

Carla vive e trabalha na Suiça participou de um evento do Tom nos Inglaterra.

Camila vive nos EUA e participou de um evento do Tom no Tenesse.

Bruno participou de um evento do Tom nos Estados Unidos.

Jessica participou de eventos do Tom na Inglaterra e na Alemanha.
Com legendas em português.

Peter Sage é autor e palestrante. Participou de eventos do Tom nos Estados Unidos e na Inglaterra. Com legendas em português.

Rodrigo é engenheiro de software e trabalha no Canadá. Ele montou este pequeno video, sobre o impacto do Tom em sua vida, e enviou para nós.

Adriane Silva do Café Quântico participou do evento do na Polônia.

Foad participou de eventos do Tom na Alemanha.
Com legendas em português.

Caroline participou de eventos do Tom na Alemanha.
Com legendas em português.

Sobre nosso ebook gratuíto: Queridos e amados da nossa linda Família Cósmica, aqui está o link do Ebook elaborado pelo Mario J. P. Santos sobre a obra do físico Tom Campbell que eu recomendo expressamente! Clique no link AGORA e faça seu download!
Muita luz, Amor e paz. Sempre!  – Cris Brightlight

Sobre o Tom no Brasil: Queridos e Amados da nossa linda Família Cósmica. Já tinha rumores da ida do Tom ao Brasil, quando de minha participação no evento My Big TOE aqui na Inglaterra. A eletricidade e o entusiasmo já podia ser sentida no Ar … Agora é oficial.?? Acabei de receber a confirmação do Mario Jorge (Tradutor da Trilogia para português) que Tom Campbell estará no Brasil em Agosto !!!! . Comprem os livros agora (pois a tiragem é limitada) e adquira seu ingresso já. Com Amor, Cris Brightlight ?❤️?? PS: Se você é um verdadeiro EXPLORADOR da Consciência, este é um Evento que transformará Sua Existência para Sempre!

Sobre seu contato com Tom no evento em Londres: Junto a Tom Campbell e o Amor de minha vida! Ao longo de 4 dias e noites no Castelo de Lumley-UK praticamos intensamente através das ferramentas de ponta co-dividas por Tom para a Exploração e Expansão da Consciência em níveis profundos e efetivos. Dentre elas… Sons Binaurais criados pelo próprio Tom, técnicas de Remote Viewing, Healing, Acesso ao Banco de Dados, passado e futuras probabilidades… Um processo científico onde Evidências mais do que suficientes reconfirmaram e reforçaram mais ainda a natureza da nossa Multidimensionalidade e de nossas Infinitas Capacidades. Mas muito provavelmente o mais importante foi o Exemplo dado pelo próprio Tom nestes 4 dias de convívio estreito conosco. O verdadeiro Mestre não é aquele que somente fala e se expressa em nível intelectual. É aquele que juntamente com o discurso demonstra na prática o que é SER AMOR! E isso, além de toda sua genialidade…Tom tem de sobra. Gratidão querido e amado Tom por Ser Amor.?✨?

Jens participou de eventos do Tom na Alemanha.
Com legendas em português.

Tim participou de eventos do Tom na Alemanha.
Com legendas em português.

Adriane Silva do Café Quântico sobre o evento do Tom em que participou na Polônia: No segundo dia de evento Tom explicou sobre aplicações de MBT nas principais áreas de nossas vidas, como esses conceitos podem nos conduzir ao sucesso e nos moldar, transformando nosso nível de Ser. No jantar pude fazer algumas perguntas pessoalmente ao Tom, pude experienciar algo único em minha vida, que ficará gravado para sempre em minha história. Posso garantir a você que existia uma Adri antes do Tom e há uma Adri depois do Tom, pois hoje eu sei que eu sou a consciência, que tudo é informação, claro que há um oceano para explorar, mas sinto que estou no caminho certo, não me sinto perdida, cheia de medos e bloqueios como me sentia antes. Você que está tendo a oportunidade de se deparar com um material dessa qualidade aproveite! Pois isso criará um impacto extraordinário em sua vida, além de te deixar uma pessoa com um grau de conhecimento invejável.

Dra. Mabel Cristina dias do ABC em São Paulo – leitora de My Big TOE, sobre o evento de Tom Campbell em Agosto 2019.

Clarice Nunes leitora do ABC em São Paulo: Ter acesso ao conteúdo de uma teoria como a da My Big Toe do Tom Campbell, é incrivelmente libertador. A oportunidade de compreender os pacotes de regras que regem a nossa realidade com tanta simplicidade e ao mesmo tempo profundidade, ampliou exponencialmente meu mundo interno e externo, de tal forma, que alterou com qualidade a minha concepção de vida e de mundo. Saber que, toda essa riqueza de informações é apenas um fractal espelhando uma verdade ainda maior, me faz sentir um ser privilegiado por me conectar a um material que é de tanta importância para a pequena parcela da humanidade que leva a própria existência a sério. Sou imensamente grata por esse trabalho que, dentre tantos outros, é, sem dúvida alguma, um dos mais lúcidos e revolucionários que já acessei. Muito obrigada aos envolvidos!

Professor Dr. Luciano Lins de PE: My Big TOE envolve uma linguagem bastante acessível ao mesmo tempo em que nos faz aprender e perceber um modo de pensar diferente, puxando também pela Intuição, a qual está além da linguagem cartesiana e linear. Um modo de trazer para o campo científico de maneira brilhante através da física, outros planos da consciência e sua relação com a totalidade do Ser e do Universo.

Marco Hernandes, leitor de Curitiba: Uma trilogia que vai suavemente de uma história pessoal do TOM, até a nossa própria história. Um caminho passo a passo, dentro de uma incrível jornada de descobertas e autodescobertas. Um convite a você se perceber muito além da sua jornada física. Um convite para você suavemente ir se desbravando… Gratidão ao Mario Jorge por ter trazido à nossa língua esta trilogia.

Daiane Pereira, leitora de SP : Olá Mario… estou ma pag. 116 e de boca aberta com a qualidade das informações. Mais uma vez quero agradecer a vocês que trabalharam para trazer esta obra traduzida em português para nós. Esforço super válido!! Gratidão imensa…

Welton Oliveira, leitor de Goiás: Essa obra mudou minha vida…. Li, reli e estou aplicando a meditação como ferramenta primária para “saborear meu pudim”…

Luiz Ribeiro, leitor do Porto em Portugal: olá Mário, já li o livro três vezes… é impressionante! Obrigado por seu trabalho em traduzir, sem ele eu não conseguiria ler e principalmente entender diretamente no ingles….

Reencarnação Pelo Ponto de Vista My Big TOE

Reencarnação Pelo Ponto de Vista My Big TOE

Que relação a reencarnação com a Minha Grande Teoria de Tudo – My Big TOE – de Tom Campbell. Leia um pouco mais e veja como já chegamos nisso.

A perspectiva da ciência tradicional.

A ciência tradicional, mesmo que nos esqueçamos disso, parte sempre da hipótese materialista. Isto quer dizer, que mesmo quando isso não é dito, está lá subentendido. É por assim dizer, a crença da maioria dos praticantes da ciência.

E onde isso nos leva? Leva que a partir daí, consideram que o ser humano é apenas um corpo físico, constituído de partículas (sejam lá quantas existirem hoje) que formam os átomos . Estes por sua vez formam as moléculas que formam as células (estas já vivas, sem um porquê claro disso) e que por fim formam nossos corpos.

O cérebro também é parte do corpo “material”, mas consciente por acidente (ainda segundo os materialistas.

A Consciência é considerada o Problema Difícil da Ciência (Hard Problem) pois eles não encontram forma clara de chegar a ela, partindo dos componentes supostamente materiais. Apenas dizem que foi um processo acidental e que é algo apenas transitório — ou seja — que a consciência acaba com a morte do corpo.

Então, se a consciência é acidental e acabasse com o fim do corpo, a morte seria final e seguramente, não haveria reencarnação.

Vale comentar também, onde entra a Física Quântica.

Os experimentos em Física Quântica trouxeram a tona diversas anomalias que mostram, que as partículas não se comportam com se espera que a “matéria” se comporte. Ela também introduziu a influência do observador consciente no resultado dos experimentos (ou seja, naquilo que deveria se comportar de forma material, mas não se comporta assim).

A Física Quântica, não explica o porquê disso, mas levanta suspeitas sobre a consistência da realidade e da matéria em geral. E já não é pouco, pois desestabiliza as “crenças de plantão“. Quem disse que só a religião é composta de crenças?

Lara Croft, famosa personagem (Avatar) dos jogos virtuais.

Reencarnação e Simulação, ou Realidade Virtual

My Big TOE de Tom Campbell, propõe que consciência é aquilo que é realmente fundamental, ou seja, a origem de tudo o mais.

A consciência seria digital, informacional . Portanto as coisas, não seriam feitas de matéria (partículas sólidas), mas sim de informação contida nessa consciência digital.

A sensação de solidez viria da nossa percepção, programada em nossa forma de ser, nosso programa para interpretar essa realidade.

E a Reencarnação como fica?

Se a consciência é fundamental e “nossa consciência” é uma parcela dela — daquela que tudo constitui — nossa consciência não seria apenas temporária, como querem alguns cientistas.

Ela é a fonte e sendo parte dela, somos “tão” perenes quanto a fonte. É a consciência que anima o que “parece ser” um corpo. É ela que o sustenta (que lhe dá vida), e não ao contrário.

Já que falamos de digital e virtual, fica mais fácil usar a metáfora de um vídeo game.

Em um video game, o operador ou jogador está na verdade “fora” do jogo com o computador, está no comando daquilo. Assim somos ali a suposta consciência dos personagens. O que ocorre quando chega no fim do jogo? Quando acaba a vida daquele personagem? O jogador morre junto?

Claro que não, ele vai jogar outro jogo, com outro personagem. O jogador ou consciência, não é parte interna do jogo, está no controle e não termina com ele.

Percebe como ficou clara esta analogia com a reencarnação?

Avatar Virtual

Reencarnação é uma boa descrição para o processo?

Podemos chamar nossa metáfora de Simulação ou de Realidade Virtual. Se consideramos as pistas da Física Quântica sobre a “matéria” não se comportar como se fosse material (partículas, átomos e moléculas), já começamos a caminhar na direção de uma boa explicação.

O jogador e o computador não são parte da nossa realidade percebida. Nossa consciência comanda o personagem e não perece com ele… Consequentemente, segue disponível para experimentar outros personagens. E quantos já terá talvez experimentado?

Assim que por nossas metáforas atuais, REENCARNAÇÃO não prece ser o melhor descritivo para o processo. Como não há matéria propriamente dita, não há carne envolvida. Então não caberia descrever como “reencarnação”, já que o processo é todo “virtual” ou “simulado”.

Trata-se apenas da percepção de matéria e de carne. É como ocorre em um sonho. Percebemos ter um corpo com maior ou menor definição, mas trata-se apenas de um corpo imaginado. Apenas informação na mente.

O Tom em seus livros, chama o processo de passar por uma “vida”, de “Pacote de Experiências“. Quando se deixa o Pacote de Experiências atual, se progride para o próximo pacote. Deixamos o personagem ou avatar atual, e prosseguimos para outro.

O lado claramente bom disso tudo, independentemente dos nomes que se dê, é que morte, não parece ser o oposto e vida, mas apenas o oposto de nascimento. Apenas dois fatos que demarcam a entrada e saída deste ambiente virtual, que gera a possibilidade do pacote de experiência. Vida engloba tudo, inclusive estes pacotes e não acaba com eles.

Quer entender tudo isso melhor? Veja mais nos livros e vídeos My Big TOE ou nos eventos do Tom e suas gravações, com informações espalhadas aqui pelo site.

Autor do artigo: Mario Jorge My Big TOE Brasil

Se tiver comentários, são bem vindos e pode deixá-los mais abaixo.

Como Meditar com a ajuda de Sons Binaurais

Neste artigo além de aprender sobre como meditar com o uso de sons binaurais você vai ter acesso a um kit de áudios binaurais gratuitos que eu mesmo preparei para meditação.

A motivação em disponibilizar esses áudios veio do grande interesse e contato de leitores por causa de outro artigo e vídeo publicados recentes sobre o uso de sons binaurais para meditação.

Também tivemos muita conversa no grupo de bate-papo exclusivo dos leitores da trilogia My Big TOE de Tom Campbell via whatsapp sobre o tema.

Muitas pessoas tem dificuldade em atingir estados meditativos devido ao desafio de conseguir silenciar a mente, relaxar e se desconectar do corpo.

Em especial pelo ruído incessante causado pelos próprios pensamentos.

Sons Binaurais Ajudam a Meditar

Para ajudar preparei com o auxílio do Audacity ( um editor de áudio gratuito) uma série de áudios binaurais em frequência descrescente de 10Hz até 4 Hz, além de variaões com 3,9 Hz e 3,8 Hz.

Nesse preparo segui as instruções do Tom, conforme seu artigo, e já os experimentei pessoalmente.

Informe seu email, seu nome no formulário e clique em Enviar, o download GRATUITO dos áudios binaurais será imediato, nesta página.

Fique tranquilo, além dos binaurais você receberá por e-mail orientações sobre três sequências para combinar os áudios e meditar com o auxílio deles:

Como Meditar com Sons Binaurais

Você vai receber sons binaurais em 6 arquivos, possíveis de usar em pelo menos 3 diferentes sequências para ouvir no celular ou player e desfrutar (necessariamente) com o uso de fones de ouvido.

Além das instruções contidas no email que você receberá ao preencher o formulário, recomendo também que leia o artigo anterior do Tom:

Se puder veja também o meu video no tema:

Imagem do vídeo sobre Sons Binaurais

Isto permitirá um melhor entendimento como meditar com sons binaurais que estamos oferecendo e assim “turbinar” seus estados meditativos.

Mario Jorge – My Big TOE Brasil

Meditação com Ajuda de Audios Binaurais – Tom Campbell

Sobre o uso de áudios binaurais como suporte ao desenvolvimento de estados meditativos (ou estados alterados de consciência).

Qualquer um pode usar os áudios binaurais para encorajar saídas do corpo, visão remota ou habilidade de cura. Eles são além disso, um excelente suporte para meditar, em especial para quem tem dificuldade de esvaziar a mente e relaxar.

Você pode comprar audios Hemi-synch, uma mistura profissional de batidas binaurais e outros sons (Google “The Monroe Institute”) ou você pode fazer seu próprio arquivo de áudio binaural de graça.

Pode ainda ir também ao site My Big TOE americano, comprar e baixar alguns deles lá.

Binaurais Prontos e Gratuitos Também Aqui Mesmo

Receba agora os Binaurais que eu mesmo fiz utilizando o software Audacity com base nas informações contidas no artigo do Tom neste post.

São 6 áudios binaurais com variações de frequência de 10, 8, 6, 4, 3.9 e 3.8 hertz com duração de 10 à 30 minutos. Eles podem ser combinados para você atingir os melhores resultados em combinações diferentes para sua meditação.

Informe seu email, seu nome no formulário e clique em Enviar, o download dos áudios binaurais será imediato, nesta página.

Fique tranquilo, além dos binaurais você receberá por e-mail orientações sobre três sequências para combinar os áudios e meditar com o auxílio deles:

Qual binaural dentre os disponíveis é o melhor?

Só você pode responder isso com experimentação – todos são diferentes em algum aspecto. Eles têm a capacidade de ajudá-lo a aprender a ser um meditador melhor.

Algumas pessoas acham os áudios biauriculares úteis, outras não. Google “binaural beat” e encontrará um site que permite que você faça o seu próprio arquivo de áudio personalizado de graça.

O objetivo é tornar audível uma batida (frequência), com ajuda de duas frequências audíveis, que de outra forma não seria diretamente audível (como 4 Hertz por exemplo).

A frequência da batida binaural é a diferença entre duas frequências base. Um tom puro gerado na frequência base entra em um ouvido e a frequência base mais a frequência de batida desejada vai no outro ouvido (usando fones de ouvido estéreo).

Os dois tons se combinam no cérebro produzindo uma frequência de “batida” que é a diferença entre as frequências dos dois tons puros. Essa frequência de batida (que você pode “ouvir”) impulsiona seu padrão de ondas cerebrais em direção à frequência da batida, induzindo assim um estado alterado de consciência semelhante a um estado de meditação muito eficaz e praticado.

Se você já sabe como meditar, agora usando os binaurais, não precisará fazer o processo de relaxamento inicial e o de saída no final. Faça vários arquivos de áudio estéreo com batidas binaurais usando frequências diferentes, e use cada um por cerca de um mês para, escolher o que você mais gosta.

Algumas sugestões de pares de frequências: 100 Hz e 104 Hz; 500Hz e 504Hz; 2000Hz e 2004; 5000Hz e 5004Hz Essas diferentes frequências base produzirão uma batida biauricular de 4 Hz. Os homens tendem a gostar das frequências mais baixas e as mulheres, das mais altas.

Cada ouvido e cada hemisfério do cérebro percebe uma frequência diferente, que o cérebro acaba integrando como um terceira frequência, a diferença entre as duas primeiras.

Você pode tentar uma batida um pouco mais lenta (diferença entre frequências) de 3,75 ou 3,8 em vez de 4hz mais adiante, se chegar a esse nível de refinamento. É recomendado prática pois fica mais fácil dormir e perder o estado.

Experimente. Continue a experimentar sempre, mas não pule entre as coisas muito rapidamente. Tome a visão de longo prazo … tome o seu tempo .. não apresse o processo.

Muitas pessoas, especialmente no começo, preferem entrar e sair aos poucos do estado de ondas cerebrais theta de 4Hz. Assim suavizando e retardando a transição de, e para, o estado teta desejado de 4 Hz (para facilitar o acompanhamento), isso  é chamado de rampa. A rampa que vai de beta (condição desperta regular) para teta (estado meditativo) deve ser lenta e gradual o suficiente para que você consiga segui-la. A rampa que sai de theta de volta para beta, já pode ser bem mais rápida e mais íngreme. As rampas ideais entrada e saída do estado são individuais.

Um estado típico relaxado, focado no estado físico e desperto, está na região beta (de 20 a 15 Hertz). Um estado típico de meditação está na região entre alfa e theta (algo entre 14 a 7 Hz). Para encorajar a “saída do corpo”, “visão remota”, ou “habilidade de cura”, você vai querer estar na região teta em aproximadamente 4 Hz ou um pouco menos (3.75 Hz a 3.8Hz).

Se você já se tornou um bom meditador, não precisa das rampas.

Se você é um meditador médio, experimente começar na região alfa e desça em passos de 1 Hz cada, desde 10 Hz até 4 Hz em theta. Cada etapa deve durar de 3 a 30 minutos, dependendo da rapidez com que você perceber que pode seguir (meditadores mais bem sucedidos seguem mais rapidamente).

Se você ainda está pobre na prática da meditação, comece na região beta média e desça em passos de 1 Hz desde beta em 20Hz até theta em 4Hz. Cada etapa deve durar de 3 a 30 minutos, dependendo da rapidez com que você pode seguir. Abaixe sua frequência de batida inicial à medida que melhora na prática. Isso vai reduzindo o tempo de rampa.

Uma vez que você está no estado theta de 4 Hz que é seu objetivo, fique lá por meia hora a duas horas – isso é suficiente.

Você está nesta realidade física por uma razão. Não use esses estados como fuga como uma fuga. Trata-se de uma ferramenta, assim como a própria meditação, para ensinar-lhe a eliminar o ruído em sua mente, permitindo concentrar-se de maneira mais poderosa, clara e constante em sua intenção consciente.

No Capitulo 9 do livro My Big TOE Despertar – Avanço Radical – Tom relata como foi feita a descoberta por Dennis e ele nos antigos Laboratórios Monroe que ajudaram a criar! Clique para na imagem para comprar o livro se interessar.

Você quer aprender o processo de ir e vir desse estado de 4 Hz para que, eventualmente, possa fazê-lo sozinho, sem os binaurais. Por tanto, as vezes, tente chegar lá por conta própria sem as batidas binaurais.

Então você vê, você tem que fazer algumas experiências para otimizar seu próprio som para a sua capacidade e, em seguida, modificar o som à medida que sua habilidade evolui. Aqui não ocorre de um tamanho servir para todos.

Então:

– Tentar resolver tudo isso em uma semana ou duas não vai funcionar tão bem.

– Escolha de 3 a 5 configurações diferentes que abranjam suas incógnitas pessoais.

– Se você é um bom meditador, use cada um deles por alguns dias percorrendo todas as configurações três ou quatro vezes cada.

– Se for um mediador médio, use cada configuração por uma semana ou duas, passando por todas as configurações pelo menos três ou quatro vezes cada.

– Se você é um meditador medíocre, use cada configuração por pelo menos três semanas, passando por todas as configurações quatro ou cinco vezes cada.

– Dispense com uma determinada configuração quando ela é claramente inferior aos outros (mas não muito rapidamente).

– Cada três a seis meses adicionam novas configurações mais refinadas que estão convergindo para o seu melhor.

– De várias semanas a um ano, dependendo de onde você começa e com que rapidez progride, deve encontrar um som ideal.

– Usá-lo por seis meses a um ano ou dois, então será hora de mudá-lo porque você terá mudado.

– Comprometa-se com uma vida de experimentação constante, porque, à medida que você progride, o que é seu ótimo vai mudando.

As ondas cerebrais tendem a seguir, ou se alinhar com a batida binaural produzida, gerando com o tempo, o estado alterado de consciência.

As batidas binaurais são como as rodas de treinamento nas bicicletas para cinco anos – você deve eventualmente prescindir das rodas de treinamento e retirá-las, ou retardar seu desenvolvimento bloqueando a si mesmo em estados alterados específicos, quando deveria estar livre para mudar de estado tão facilmente como muda o foco da sua atenção.

Eventualmente, você irá deixar até a meditação formal, porque não precisará mais do processo. Você será capaz de realizar a mesma coisa (e na verdade melhor, sem limitações) instantaneamente.

Não se torne habituado ou viciado a esta ou a qualquer ferramenta – ou a ferramenta que antes era útil pode se transformar em uma muleta autolimitante.

Tom Campbell (Traduzido por Mario Jorge)

Nota (Mario Jorge): Gerador de Binaurais que encontrei na Internet:

Site ou programa para geração de binaurais disponível na internet!
Conteúdo EXCLUSIVO para Assinantes MyBigTOE!

Como Discernir o “Joio do Trigo”? Por Mário Jorge em Mybigtoe

Ouça no áudio deste post a resposta a um comentário no Grupo Exclusivo de Leitores da trilogia Minha Grande Teoria de Tudo ( MyBigTOE ) do físico america Tom Campbell.

A pergunta foi como saber discernir uma boa mensagem de uma pessoa ou livro?

Como discernir o “joio do trigo”?

Como saber se algo está apontando em uma boa direção ou levando a caminho errado?

Como saber até se o Tom Campbell está falando algo de útil?

Ouça o audio …, tire suas conclusões se isso faz sentido pra você e fique a vontade para compartilhar!

Agradeço por isso!

Mecânica Quântica, Dupla fenda e livre arbítrio

E o que Mecânica Quântica e Livre Arbítrio poderiam ter a ver um com o outro?

Brincando um pouco com o tema, poderíamos dizer que uma “suposta partícula”, em um experimento de Dupla Fenda,  se comporta de forma incerta entre “ser partícula” e “ser onda”, ou seja, ainda “pode escolher” para ser qualquer destas coisas… E depois que alguém (“um ser consciente”) toma conhecimento da medição feita sobre “aquilo”, o comportamento é fixado e a opção deixa de existir para aquele evento. Ele se colapsa, materializa ou (como prefiro) é renderizado. É claro que dizer que o ‘livre arbítrio” sobre a dualidade ao nível quântico feita aqui, é uma figura de expressão mas veremos a conexão.

Brincadeiras a parte, a situação não deixa de guardar certa semelhança com as escolhas (livre arbítrio) que temos para fazer, desde as decisões pequenas até as grandes, enquanto elas não são tomadas. As opções ou alternativas permanecem abertas, mas depois da decisão, só uma delas foi efetivamente levada adiante. As demais alternativas permanecerão como potenciais não realizados e a decisão tomada fica “fixada” como parte da história “ocorrida”.

As decisões que tomamos no “mundo real” são, antes de ser executadas, apenas potenciais com probabilidades de ocorrência. Como na MQ, podem ser tratadas estatisticamente. Se observamos bem, vemos que a “realidade” parece ser muito mais estatística do que matematicamente formulada. Pareceria sim, talvez para desgosto do Dr. Einstein, que “Deus” (ou o Sistema Mais Amplo de Consciência – LCS), permite a geração de Tudo O Que É (ou que pode vir a ser, para o que ainda não foi decidido) a partir de distribuições estatísticas de probabilidade.

E o Livre Arbítrio, será que ele realmente existe?

Muitas vezes, parece que as coisas estão bastante pré-determinadas, dando a impressão que vão acontecer, não importa o que façamos. Não fosse assim não passaríamos, por decisão própria, por uma várias situações. Já outras vezes, parece que “sim” temos alguma liberdade para escolher o que queremos. Vamos considerar algumas destas possibilidades.

Na “realidade” que percebemos, parecem existir três tipos de coisas: objetos (coisas inanimadas como pedras), energia (eletricidade, movimento das águas, do ar, da terra, onda de impacto de explosões, etc.) e seres (humanos, animais e o que mais aceite nesta categoria).

Para começar, talvez possamos concordar que os dois primeiros tipos não têm poder para decidir por si, nenhum livre arbítrio próprio. Podemos interagir com os objetos, mas por ações partindo de nossa inciativa ou por consequência de terem sido afetados por alguma energia (e por isso postos em movimento). Isto é evidente, para objetos (primeiro tipo) como pedras por exemplo, ou qualquer outro.

Com a energia (o segundo tipo) podemos interagir direto com ela, ou seus efeitos. Ainda que a mesma não demonstre ter livre arbítrio, parece ter um claro componente aleatório (estatístico) e pode interagir conosco nos afetando bastante. Quando isso ocorre, parece haver algum livre arbítrio a aplicar, mas apenas por nosso lado e como reação. São eventos que podemos chamar de “força maior”, e viramos quase expectadores do seu impacto em nós. Exemplos seriam terremotos, deslizamentos de terra, enchentes, queda de raios, etc. Isto deixaria clara a ação da energia nos impactando diretamente ou através dos objetos que ela move, tudo aparentemente fora de nosso campo decisório.

Por fim temos os seres vivos, mais ou menos conscientes (conforme queira avaliar), com os quais podemos interagir por decisão própria ou iniciativa do outro, além também de componentes aleatórios. No caso da iniciativa ter sido nossa, “talvez” tenhamos usado o livre arbítrio (ou não, como veremos). No caso da iniciativa ter sido do outro, nos resta apenas a livre escolha de como reagiremos ou nos sentiremos a respeito disso (também veremos em mais detalhe).

Por aí já dá para ver, que o “campo” deixado para seu livre arbítrio, vai perdendo algum espaço em relação àquilo em que não podemos ter muita opção.

O que vai sobrando para o livre arbítrio?

Vejo, e talvez você concorde comigo, que ainda parecem existir outros grupos de barreiras ao nosso “suposto” livre arbítrio: 1) O que percebo dentre as opões que podem estar disponíveis; 2) O quanto estou optando mecanicamente, sem qualquer atenção real da minha parte, e; 3) O que meus condicionamentos, crenças culturais e pressão dos pares me força a escolher (talvez até contra vontade).

Ou seja, no primeiro ponto pode estar claro que em função da sua experiência, grau de consciência ou qualidade de ser a que chegou, podem existir opções que você simplesmente “não esteja enxergando” e que pareçam óbvias (em maior ou menor grau) para outra pessoa, olhando “de fora”, com diferente percepção.

No segundo caso, você pode estar tão “embrenhado” nos próprios pensamentos, que está alheio a quase tudo a sua volta, atormentado por problemas reais ou imaginários. Em uma situação típica, vai andando pela rua e de repente chega em casa, sem sequer saber que caminho fez. Isto já te aconteceu? O grau de “distanciamento” da realidade aparente, pode variar bastante, mas deveria ser inegável como possibilidade real. Quem já não passou por isso? Nesta situação, estamos mesmo praticando algum livre arbítrio?

Por fim no terceiro caso, podemos ter ainda os variados graus de influência da família, professores, amigos, agrupamentos variados dos quais participamos (clubes, associações pessoais e profissionais, empresas, partidos, igrejas e por aí afora), que geram raízes tão profundas que sequer percebemos sua influência, na decisão tomada (são apenas uso de ideias alheias que se tornaram crenças sem base, automaticamente praticadas). “Aquela” decisão foi realmente sua, ou no fundo talvez consiga se ver (por exemplo) literalmente repetindo algo que já viu “seu pai” fazendo?

Tom Campbell e My Big TOE

E o ponto de partida (as condições iniciais)?

Outro tema comum quando se fala em livre arbítrio é pensar que podemos tudo! Mas tudo o que? Será que você pode decidir se tornar filho do Bill Gates? Ou quem sabe ir fisicamente até Marte amanhã? Assim, parece que claramente o que podemos decidir é limitado, e as limitações são impostas pela “posição de partida” em que estamos agora. O ponto onde as alternativas de decisões possíveis estão sendo analisadas. Poderíamos chamar isto de “condições iniciais” do ponto da decisão (onde o jogo começa). A análise pode tanto ser para algo que estamos por decidir agora, como podemos estar analisando também as condições iniciais da nossa vida, no “momento e local” onde nascemos. Assim, podemos ter nascido como filhos do Bill Gates, como podemos ter nascido de pais mais humildes, em qualquer lugar no Brasil por exemplo. É claro que para qualquer das duas situações dadas, vamos ter opções e decisões a tomar, mas o espectro de decisões possíveis será muito diferente.

Mas parece que ainda sobra um algum campo de ação, onde as decisões sim “podem ser nossas”. Posso talvez escolher com quem me casar, ou, me casar ou não com alguém que já estou namorando. Posso fazer dois ou três caminhos diferentes (que estejam disponíveis) para ir de um lugar a outro. Posso escolher entre ir de automóvel, ônibus ou avião. Posso dar um conselho a alguém com quem me importo, ajudando a pessoa a analisar as alternativas que tem ou posso me omitir. Mas é preciso estar atento ao momento, presente, consciente, analisar as opções que percebo contra os meus valores, minha bússola e com relação aos impactos que posso prever. Fazer isto conscientemente, inclusive das minhas intenções e não apenas seguir deixando no automático. Ainda que opte por não decidir, foi uma opção.

Posso também sempre e em qualquer caso (daquilo em que tenha tido alternativas ou não), escolher (exercer meu livre arbítrio sobre) como vou me sentir e reagir a respeito do ocorrido. Se vou tornar a minha vida e a das pessoas ao meu redor melhor ou mais miserável, por conta de como decidi reagir àquilo.

E você, o que pensa disto?

As decisões sobre as possibilidades que percebemos como alternativas, são realmente nossas? Quando estamos avaliando a nossas possibilidades e alternativas, parecemos ou não, estar em um campo quântico antes de fazer e observar uma medição das “supostas partículas”? Este tema de decisão, não lembra de alguma forma o Experimento da Dupla Fenda?

Deixe sua opinião abaixo….

O Caminho: Depois da vida – The Path Aferlife – OM Times entrevista Tom Campbell

O Caminho: Depois da vida – The Path Aferlife – OM Times entrevista Tom Campbell

By OMTimes

Breve biografia de Tom Campbell:

Tom se graduou em 1966 com honras e qualificações extraordinárias em Matemática e Física pelo Faculdade Bethany, uma pequena faculdade em West Virgínia que tem distinção nacional. Na sequência Tom recebeu completou um Mestrado em Física, pela Universidade de Purdue em 1968. Depois começou seu Doutorado na Universidade da Virginia.  A especialização dele foi em física nuclear experimental e sua tese explorou os estados excitados do núcleo NA21. Tom deixou a Universidade antes de completar seu doutorado para trabalhar com contratados pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos no programa nacional de defesa com mísseis. Depois de se aposentar formalmente lá, na maior parte do tempo trabalhou como consultor da NASA dentro do programa Aries I (a continuação do ônibus espacial) avaliando e resolvendo problemas de risco e vulnerabilidade para assegurar a missão e a tripulação, sobrevivência e sucesso.

Tom Campbell começou a pesquisar os estados alterados de consciência com Bob Monroe (Livros: Viagens Fora do Corpo, Viagens Distantes, e A Última Jornada) nos Laboratórios Monroe no início dos anos 70, onde ele e uns poucos outros foram instrumentais montar e colocar para rodar este laboratório, para o estudo da consciência. Estes pioneiros dos estudos iniciais da consciência (sem uso de drogas) ajudaram a projetar experiencias, desenvolver a tecnologia para criar estados alterados específicos, e foram os principais sujeitos de estudo (ratos de laboratório) tudo ao mesmo tempo. Campbell tem experimentado com, e explorado a mente objetiva e subjetiva desde então. Pelos últimos 30 anos, Campbell tem se concentrado em explorar cientificamente as propriedades, fronteiras e habilidades da consciência.

Durante o mesmo período ele teve uma excelente carreira trabalhando como cientista, um físico profissional dedicado a empurrar as fronteiras da tecnologia de ponta em, simulação de grandes sistemas, desenvolvimento da tecnologia e integração, e análise e riscos de vulnerabilidade em sistemas complexos. Atualmente, e pelos últimos 20 anos, ele tem estado no coração do desenvolvimento dos sistemas americano de defesa de misseis.

Tom é o físico apresentado de forma abreviada como “TC” no segundo livro do Bob Monroe, Jornadas Distantes, e tem sido um sério explorador das fronteiras da realidade, da mente, consciência e fenômenos psíquicos desde o início dos 70. Minha Grande Teoria de Tudo (My Big TOE) é um modelo de existência e realidade baseado diretamente na pesquisa cientifica e experiencia em primeira mão de Campbell. Ela representa os resultados e conclusões de trinta anos de exploração científica cuidadosa nas fronteiras e conteúdo da realidade, pelos pontos de vista tanto físicos como metafísicos. O autor tem feito todos os esforços para avaliar suas explorações sem preconceitos ou noções pré-concebidas. Não existe sistema de crença, dogma credo ou pressupostos pouco usuais na raiz da My Big TOE. 

OM Times Magazine tem o prazer de anunciar uma entrevista exclusive com Thomas Campbell sobre a Natureza da Consciência Humana e outras experiencias extraordinárias:

 

OMTIMES: Como você  conciliou a carreira de físico com a integração da Tecnologia da Espiritualidade ou habilidades de consciência?

TC:  Nenhuma reconciliação é necessária, tanto a física como o espírito são totalmente explicados em detalhes pela mesma compreensão abrangente da realidade. Em outras palavras, meu trabalho deriva tanto a física como a metafísica como um fenômeno natural lógico sem conflitos entre eles a partir de uma visão mais acurada da natureza da realidade. A mesma teria geral MBT (uma compreensão (modelo) da realidade como publicado na trilogia My Big TOE e vídeos associados no youtube) que explicam metafísica, espiritualidade, amor, experiencia subjetiva, espirito, nossas origens e propósito, assim como o paranormal. Ela também deriva a relatividade e a mecânica quântica dos princípios básicos e resolve um batalhão de outros problemas e paradoxos da física. Esta é uma verdadeira grande TOE (Teoria de Tudo). Ela é “Grande” porque não apenas explica a realidade objetiva e os principais mistérios atuais da física, mas também explica a consciência – que por sua vez explica a realidade subjetiva e a metafísica.

 OMTIMES: Como você diferencia o que pertence aos reinos do crescimento espiritual e experiencias fora do corpo a partir das experiencias paranormais?

TC: Eles são atributos naturais da consciência. Crescimento espiritual é um termo para evolução positiva da qualidade de consciência – mais especificamente, ele representa um redução na entropia da consciência individual ou coletiva. OOBE (experiencia fora do corpo) que ocorre quando alguém muda sua percepção do quadro do fluxo de dados da realidade “física”, para um quadro de fluxo de dados da realidade “não-física”. Experiencias paranormais ocorrem na interface entre os quadros das realidades do “físico” e do “não-físico”. Estas são respostas curtas e diretas para a questão. Para habilitar o leitor a entender completamente estas respostas tomaríamos, muitas, muitas, páginas. Alguns dos conceitos necessários são realidade como informação, consciência como um sistema de informação digital não-físico, a conexão entre amor, consciência e entropia, a conexão e interface entre consciência e realidade física, o próximo nível de relatividade onde não existe um quadro de realidade preferida – onde a realidade física ou não-física parece ser depende apenas do observador, e do conceito da realidade como sendo virtual (uma ideia que a física está começando a abraçar).

OMTIMES: Como você aconselharia alguém que desejasse ter uma relação pessoal com suas almas e crescimento espiritual? Como alguém se prepara para ter estas experiencias?

TC: A Resposta depende fortemente do indivíduo. Contudo, em geral há muitas formas que esta pessoa possa lucrativamente se focar. Primeiro, se sua energia mental está espalhada, deveriam começar meditação regular. Segundo, deveriam entender que crescimento/mudança devem ocorrer ao nível do ser, não ao nível intelectual (ninguém pode chegar ao crescimento espiritual apenas pelo estudo). Terceiro, deveriam começar um programa para reduzir seu medo, ego, crenças e expectativas e eu lhes daria um processo para atingir isto. Por último, despois que tivessem atingido parte do acima, eu explicaria as muitas formas em que alguém “têm uma relação pessoal com sua alma e crescer sua espiritualidade”. E então deixá-los me contar que tipo de relação e crescimento eles quereriam experimentar. Eu poderia então ajuda-los a conectar suas expectativas com a forma como a realidade/consciência/espiritualidade na verdade funciona. Finalmente, juntos, desenvolveríamos um plano pessoal para ele com uma série de estágios que pudessem leva-los ondem querem chegar – ao que querem experimentar/se tornar.

OMTIMES: Lidando com tantas experiencias espirituais e paranormais, pela ótica da consciência, como você conecta esta tecnologia espiritual com sua contraparte / dados / informação fornecida largamente pela teoria da conspiração?

TC: Que teoria da conspiração e que dados ela fornece? Não estou certo de ter compreendido sua questão mas vou tentar uma resposta geral. Se você desejar redirecionar meu foco, apenas complete com mais alguma explicação do que está pretendendo.

Teoria da Conspiração não tem relacionamento fundamental com a consciência ou o paranormal. Teoria da Conspiração, como a que vemos na internet, tende a ser energizada e alimentada pelo medo. E se “eles” estiverem fazendo isto conosco e nos manipulando/enganando. Como a música da Doroty e do Totó: “Leões, tigres e ursos”! Oh não”!

Quer as teorias da conspiração sejam focadas no paranormal, ou no governo, ou nos OVNIs, não faz diferença. Medo é um problema; raramente ele jamais se torna, ou adiciona a, uma solução efetiva. Isto não significa que conspirações reais não existam, apenas que “educação” através do medo, conjectura, ignorância e pressupostos baseados em fofoca, não são úteis. Medo é uma ferramenta de manipulação, ela suga as pessoas para ela…. combater medo com contra medo, não é produtivo. Eu abordo tudo com ceticismo de mente aberta, não existe outra forma de lidar efetivamente com a incerteza. Se sentir compelido a acreditar ou não é algo, é imprudente.

THE PATH: BEYOND THE PHYSICAL

O Caminho: Além do Físico, (o filme) investiga tópicos sobre a vida após a morte, experiencias fora do corpo, múltiplas-dimensões, visão remota, consciência e todos os reinos que ficam além dos nossos corpos físicos.

O filme BTP foca nas formas pelas quais os humanos mudam sua consciência a fim de experimentar os aspectos não-físicos de sua existência enquanto vivendo em um corpo físico. O filme levará a audiência através de uma jornada de 93 minutos com alguns dos primeiros exploradores das experiencias fora-do-corpo como Robert Monroe, até ao que foi uma vez classificado como projeto militar classificado, da visão remota, enquanto os especialistas participantes educam, a audiência sobre ferramentas como sons hemi-sync que pode facilitar a experiencia fora do corpo.

Toda a Série de DVD do Documentário Caminho (Path) estará apresentando o conhecimento e opiniões de muitos especialistas, como  o Presidente e Diretor Executivo do Instituto Monroe de Faber, VA, uma organização não lucrativa educacional e de pesquisa, dedicada a exploração da consciência humana que é internacionalmente conhecida por seu trabalho com padrões de áudio sonoros que tem efeitos dramáticos sobre os estados de consciência, junto com seu especialista líder, William Buhlman e o físico nuclear da NASA, reconhecido palestrante e explorador da consciência Thomas Campbell, de Huntsville, Alabama.

O tópico da morte é um dos mais misteriosos, e ao mesmo tempo um tópico tabu em nossa sociedade. A maioria dos seres humanos vivem uma vida de grande medo da morte, vendo isto como algo negativo a ser evitado a todo custo. Mas e se entendemos tudo errado? E se fizemos um mal entendido do processo e propósito da morte? Estas são as verdadeiras questões e ideias que são exploradas através do documentário chamado “O Caminho: Depois da Vida”.

O Caminho: Depois da Vida é um documentário que foi dirigido por Michael Habering e produzido por April Hannah. Ambos compartilham um único interesse em temas que tratam da metafísica e portanto foram compelidos a trabalhar juntos e produzir filmes, que serviriam para elevar os níveis vibracionais do universo.

O Caminho: Depois da Vida foi o primeiro de diversos filmes que eles produzirão nesta série, na qual cada um lida de forma única com o propósito para a alma, nossa vida, cura e outros tópicos metafísicos.

O filme apresenta 12 professores especialistas, que têm todos uma riqueza de conhecimento para contribuir onde temas da alma, cura, vida, morte e a ciência por trás deles está envolvida. Alguns deles são: Thomas Campbell, físico nuclear; Skip Atwater, presidente do Instituto Monroe; e o médico Dr. Robert Weissberg. Veja depois a lista completa de participantes e suas áreas de expertise.

O objetivo do filme é tanto remover alguns dos estigmas e medo associados com a morte, bem como explorar e despertar as pessoas para expandir as ideias sobre alma, morte, cura, reinos espirituais e pós-morte. Ao fazer isto, ele se esforça para responder as questões básicas fundamentais que todos temos sobre vida, morte e depois da morte.

O filme apresenta uma serie de entrevistas com especialistas, filmagem de suporte bem como uma narração de ponta a ponta.

Outros links para outros trailers do Caminho: Depois da Vida! 

http://www.path11productions.com/the-films/afterlife/

https://www.gaia.com/video/path-afterlife?fullplayer=preview

Vivemos em uma simulação

Veja outros temas relacionados as teorias do Tom, em especial ao fato de que vivemos em uma simulação digital, realidade virtual e suas consequências…

Vivemos em uma Simulação, como isto nos afeta?

Vivemos em uma Simulação, como isto nos afeta?

Vivemos em uma Simulação (digital e virtual), como isto nos afeta?

Cientista formula teoria de que realmente vivemos em uma simulação.

Físico  e pesquisador da consciência, propõem teoria sobre nossa realidade como sendo digital e virtual, e explica os impactos para você.

Sim, pareceria que nós seres humanos somos no fundo “unidades de consciência” e sim: Vivemos em uma simulação.

E isto que somos então, habitaria estes avatares (personagens,  corpos) em uma realidade virtual digital, que é no fundo é como um “programa de computador“.

E onde estaria “rodando” este programa?

Segundo Tom Campbell em uma imensa Consciência Fundamental que permeia e origina tudo.

Como uma enorme “mente” onde em parte dela (como uma partição de um disco rígido ou HD) como num computador,  “rodaria” esta simulação de realidade.

Soa muito louco, ou muito “fora da realidade” para você?

Pois é, mas pode não ser bem este o caso!

E compreender este contexto ou argumento de simulação para o funcionamento da realidade, pode trazer benefícios interessantes.

Para você em seu dia a dia, e entre outras coisas, para sua saúde mental e física, e seus relacionamentos diários.

E não, isto não se trata de mais uma destas ideias que cita física quântica para parecer moderna e fundamentada. E dizer então que você pode  fazer qualquer coisa, inclusive fazer aparecer coisas.

Tampouco está sendo propagada por um “guru místico” baseado apenas no que parecem ser opiniões (sem método e análise), e tiradas sabe-se lá de onde.

Além deste tipo de ideia por vezes ser vendida algum tipo de “xarope mágico” para solução de todos os males.

Quem é Thomas (Tom) Campbell ?

Tom Campbell, o criador deste novo modelo, é um Físico Nuclear americano, que teve sua carreira profissional trabalhando com êxito no desenvolvimento de simulações em computadores, para a NASA e outras organizações.

Como interesse pessoal estudando de forma cientifica a Consciência e seus estados “alterados” (sem uso de drogas), buscando evidencias, resultados e dados objetivos.

Estes dois ramos de interesse iniciaram-se praticamente em conjunto após sua formação na universidade e início no trabalho, lá nos anos 70.

Robert Monroe dos Laboratórios Monroe, depois The Monroe Institute

Tom naquela época, conheceu Robert Monroe e o ajudou a montar seu primeiro laboratório para estudo formal e cientifico da consciência (Originalmente Laboratórios Monroe e hoje Instituto Monroe (TMI).

E nestes mais de 30 anos, acabou por desenvolver  seu modelo descrevendo o funcionamento da nossa realidade e publicado a Trilogia My Big TOE – Minha Grande Teoria de Tudo: Despertar, Descoberta e Funcionamento Interno.

A linguagem do livro é clara, direta e moderna, envolvendo simulação, computadores, vídeo-games, partições de memória, sub-rotinas, e por aí adiante, com exemplos atuais e nenhum tipo de misticismo.

Busca responder as grandes questões da humanidade: de onde viemos, quem somos, para onde vamos, e como todo o processo funciona.

Tom Campbell e nossa versão do livro em português.

Você precisa ou deve acreditar nisto?

O mais interessante de tudo é que ele não propõem que acreditemos em nada, mas sim que usemos o modelo como um mapa que nos ajude a guiar em nossas próprias descobertas.

Ele propõem que em tudo, inclusive sobre o seu modelo, mantenhamos sempre uma atitude de “mente aberta” para as novas possibilidades, e “ceticismo” (até avaliarmos cientificamente a validade por nossa própria experiência).

O Ponto de Partida:

Suas hipóteses básicas (pressupostos), são duas:

  1. A existência de uma imensa (porém não infinita) consciência potencial básica inicial;
  2. A “pressão” de um “Processo Evolucionário” que atuaria sobre tudo, inclusive esta consciência potencial original.

Este processo evolucionário, funcionaria na direção da busca da auto melhoria, da otimização, da maior organização, da menor entropia, e do amor (sim do amor, explico mais adiante).

Não apenas da sobrevivência da espécie, a forma em que se manifesta, em menor escala em nosso ecossistema – um reflexo menor e físico, do processo na Visão Mais Ampla.

A partir disto, tudo o mais é deduzido (se desenvolve), começando com o funcionamento digital (+ ou -, 0 ou 1,) desta consciência fundamental.

Em seguida, de sua evolução até o ponto de poder gerar simulações como a nossa.

Verdadeiro laboratório de aprendizado (como um simulador de treinamento de voo para pilotos) em 3D no espaço-tempo, com “regras do jogo” claras (leis físicas e matemáticas).

Deduz a criação do tempo e do espaço, dá suporte para entendimento dos mistérios da física quântica. A explicação da possibilidade da manipulação da energia pela mente (consciência). Da cura de doenças, dos efeitos PSI, da existência de múltiplas realidades ou universos, e muito mais.

Albert Einstein (faltou conhecimento sobre simulações e incluir a consciência).

Claro, trata-se de uma TOE, Teoria de Tudo, aquilo que cientistas como Einstein e Hawking tem procurado por tanto tempo.

E que inclui o fator “consciência”, ou observação, observador, que por tanto tempo têm mistificado os cientistas, que não “fecham o circuito”, justo por tentar deixar isto de fora.

Entenda  melhor o mundo, com exemplos que falam de coisas, como The Sims, World of Warcraft, linguagem voltada a objetos de programação, Simulação, Realidade Virtual, Física Quântica, e por ai afora.

Quem mais está falando sobre a hipótese da simulação?

Nick Bostrom (filósofo, matemático, cientista) – Argumento da Simulação

Hoje, já há bom número de cientistas concluindo que podemos fazer parte de uma realidade virtual simulada. Acima uma foto de Nick Bostrom, um dos cientistas e filósofos envolvidos com estas hipóteses.  Só não imaginam qual o mecanismo de funcionamento disso.

Veja depois neste link um artigo da revista Galileo / Globo sobre a “hipótese da simulação”, e vários dos envolvidos.

E há até alguns mega milionários práticos e visionários como Elon Musk, acreditando que vale investir dinheiro em pesquisa para “nos libertar da simulação”. Só falta mesmo esta conexão com a consciência, e que é origem de tudo, para completar o cenário.

Cientista James Gates encontra sinais de “programação” que pode ser evidencia que vivemos em uma simulação. Debate coordenado por Neil DeGrase Tyson (cientista da nova série Comos). Link de vídeo abaixo:

Como tudo isto pode te servir?

Conhecer melhor todo este mecanismo, faz com que você possa compreender as “regras do jogo”. Neste nível (fase) assim como em níveis superiores, isto permite uma Visão Mais Ampla. Assim como objetivos mais claros na busca da evolução pessoal.

Melhor domínio sobre sua vida, corpo, mente e relacionamos, e melhor oportunidade de êxito em sua evolução.

Não entender como funciona o jogo, deixa você a margem. Participando de um jogo que não compreende, com regras complexas e desconhecidas, e minimizando suas possibilidades de êxito.

Existe Livre Arbítrio, e como se aplica a nós? 

Segundo o modelo My Big TOE, sem dúvida que existe. O Universo não é determinístico. O livre arbítrio e a consciência já nascem entrelaçados. Um não existe sem o outro.

Um dos requisitos para existir a consciência é que ela tenha um número significativo de escolhas que possa fazer. Com isto decidir e dentro da causalidade, com as consequências, aprender algo, crescer com o processo.

Afinal isto é um laboratório de aprendizado virtual digital, uma pré escola virtual. Sem o livre arbítrio tudo já estaria determinado, não haveria escolhas e portanto não haveria aprendizado.

Ter Livre Arbítrio significa que podemos fazer o que quisermos?

Não é assim tão simples. As escolhas não são infinitas. Em uma realidade virtual interativa como a nossa existem muitas possibilidades.

Nos ambientes externos, com outras pessoas e objetos, e no ambiente interno, conosco mesmo (afinal podemos inclusive nos auto modificar).

Com todas estas interações,  mais alguma coisa que é atirada ai pelo sistema mais amplo de consciência, geram-se muitas situações e opções a ser escolhidas, inclusive escolher sobre a intenção da decisão e ação.

Outro ponto é o nível de qualidade de consciência que temos. Isto determina o que conseguimos perceber (ou não) das opções que estão ao nosso redor. Se não vemos ou não entendemos uma opção, ela na verdade não está disponível a nós. Isto por nossas próprias barreiras, pontos cegos.

Enfim, vamos poder escolher dentro daquilo que percebemos, dentre aquelas situações com as quais estamos interagindo.

Tomando um exemplo negativo drástico, decida que quer ser filho do Bill Gates por exemplo, e veja o que acontece….

Existe vida após a morte ? 

Segundo esta visão, sem dúvida.  A pergunta talvez nem faça sentido. Se estamos em uma realidade virtual, se vivemos em uma simulação,  morte é apenas o oposto de nascimento, neste caminho ilusório, voltado ao aprendizado. Morte não seria o oposto a VIDA. Vida, é o que aquilo que você realmente é, dispõe sempre. Os personagens são apenas personagens, no “video game”.  Veja mais sobre isto em nosso post sobre a entrevista de Tom para a revista OMTIMES, sobre o vídeo que trata deste tema: O CAMINHO: DEPOIS DA VIDA

O Caminho: Depois da vida – The Path Aferlife – OM Times entrevista Tom Campbell

Como avaliar ou encarar tudo isto que o autor apresenta?

Regra principal do jogo quanto ao conteúdo deste modelo (My Big TOE): não acredite em ninguém, nem no autor do livro.  Como aliás ele mesmo recomenda várias vezes. E claro nem em mim, autor deste artigo.

  • Mantenha sua mente aberta às possibilidades.
  • Sempre com ceticismo saudável.
  • Seja um cientista, busque suas próprias experiencias e resultados.
  • Experimente o pudim.
  • E então tire suas próprias conclusões.

Minha opinião pessoal (autor do artigo): lembro do tema principal das séries Jornada nas Estrelas. Corajosamente indo, onde nenhum homem jamais esteve”. Foi algo que sempre me empolgou.

Esta teoria te leva mais longe, em uma verdadeira aventura de exploração. Fantástico!!!

Físicos afirmam que nosso universo é um holograma

Alguns físicos já descrevem nosso universo como sendo um holograma. Ou seja que de alguma forma tudo isto é uma simulação digital. Veja mais neste link (abaixo) aqui em nosso próprio site.

Físicos afirmam que nosso universo não passa de um holograma – Galileu | Ciência

Veja também o site americano do autor: www.my-big-toe.com

Site do Autor Americano: Tom Campbell

Nossa página no Facebook:

https://www.facebook.com/MyBigToeBrasil/

Página de Novidades sobre a Tradução no Facebook.

Livro 1: Minha Grande Teoria de Tudo: Despertar (publicado em português em Fev/2017)

Veja mais detalhes sobre a obra na sinopse que cobre informações sobre os três livros da trilogia.

Sinopse – My Big ToE (Theory of Everything) MBT

Livro 2: Minha Grande Teoria de Tudo: Descoberta  (sendo traduzido no momento)

Minha Grande Teoria de Tudo: Descoberta

Este livro já teve varias edições americanas e também foi publicado recentemente na Alemanha (capa verde):

Realidade Virtual, Consciência, Simulação, Perguntas e Repostas

Realidade Virtual, Consciência, Simulação, Perguntas e Repostas

Da entrevista feita pelo Rogério Souza, colhemos as principais perguntas, e não foram poucas, e estamos disponibilizando algumas respostas aqui por escrito, para facilitar no caso do assunto não ter ficado claro ou concluído na sequencia.

Realidade Virtual, Consciência, Simulação, Perguntas e Repostas

Quando foi lançada a obra do Tom? 2002 pelo Livro 1 e levou cerca de 5 anos escrevendo o material.

O Tom quando começou com isto e ainda trabalhava na NASA e em órgãos do governo, tinha noção de onde iria chegar com isto?

Eu creio e entendo que quando o Tom começou a estudar, se aprofundar no tema de consciência e estados alterado de consciência, nos anos 70, trabalhando nisto, junto com o Robert Monroe e montando seu primeiro laboratório, ele não imaginava o quanto iria se aprofundar nisto, por mais seriamente que estivesse envolvido e levando o tema. Houve muito estudo e experimentação para que chegasse nas compreensões e “insights” a que chegou.

O que separaria o Tom Campbell do Nassim Haramein que parece mais conhecido/popular?

Eu conheço pouco sobre o trabalho do Nassin, mas me parece que tanto ele como vários outros que estão propondo visões alternativas para a ciência tradicional, acabam complicados com dois pontos principais: um, não são físicos, ou cientistas em uma forma mais fundamental da palavra; e dois, em geral estão tentando partir suas teorias ou proposições, saindo de dentro da nossa “chamada” realidade, seria um pouco como um “pintinho” tentando explicar toda a realidade conhecida para ele, inclusive de onde ele veio, sem ter saído do ovo. Para dizer o mínimo fica difícil. Em linguagem mais cientifica, o principio, de onde viemos, de uma aparentemente “nada”, fica tudo parecendo místico. O Tom encara isto de frente e propõem uma clara solução, separando a nossa causalidade local da causalidade mais ampla, onde a nossa está embutida. E assim, sai da armadilha. Assim sumarizando, a teoria dele me parece mais bem fundamentada e dá explicação para todas as situações, comuns ou incomuns, do cotidiano, da relatividade ou da mecânica quântica.

A Teoria de Tudo, explica inclusive a Terra Plana?

Bom a BIG TOE é um Modelo Teórico que aparentemente sim explica tudo, nossa realidade, como ela funciona, qual o impacto disto para nós no nível pessoal e muito mais. Por isto chama-se teoria de tudo, e equivale ao Santo Graal da Física, que inclusive Einstein e todos os outros procuravam. Além disto ela tem em sua base, seus pressupostos, a consciência como um dos pressupostos de partida, que leva também a Realidade Virtual, que por sua vez sustenta com facilidade a maioria das explicações do funcionamento dos fenômenos normais e dos curiosos, como o entrelaçamento quântico. Assim, se necessário (comprovado fosse que a terra é plana) facilmente explicaria isto também, pois virtualmente poderia ter qualquer formato, plano, côncavo ou convexo… bastaria estar definido na “programação”, no conjunto de regras do “jogo”.

Eu honestamente não vi todas as entrevistas do Tom e não sei se ele já comentou isto diretamente, mas me parece que as leis da física (parte do conjunto de regras da nossa “realidade”) não parece suportar um funcionamento “plano” e eu não vi ninguém comprovar isto ainda… Impossível, eu não afirmaria, mas não parece ser assim…

Sobre terceiro olho e chacras, o Tom parece dizer que não existem?

Eu não creio que foi exatamente assim que ele colocou. Ele fala tanto dos chacras, como de outros temas correlatos, divulgados por séculos por culturas antigas, descrevendo que são todos modelos, formas de interpretar o que “parece” a realidade, suas interações e resultados. Não diz que não existem. A teoria dele também é um modelo, só que mais técnico, cientificamente descrito, pela própria base de experiência do Tom. Mas ele fala que sim os chacras, são “modelos” de interpretar, manipular e lidar com a aparente “realidade” e que sim funcionam, como também a acupuntura e a medicina chinesa, dando outro exemplo. São metáforas, formas de lidar e interpretar a realidade. Muito uteis para quem os utiliza.

Uma resposta muito interessante que vi do Tom, foi sobre alguém perguntando se algo era REAL ou não? O que é real? E a resposta tinha a ver com: É útil para você?

Pois é, pelo que vemos do trabalho dele e das resposta, isso fica mesmo muito claro. As experiências estão todas ai se passando, para aprendizado nosso com elas. Então seja que tipo de experiência for, seja uma viagem fora do corpo, um filme, um vídeo game, um relacionamento pessoal, o que importa mesmo é o que aprendemos, que decisões tomamos, e com que intenção a tomamos. O que da experiência é útil para você? Isto é o que realmente importa. Quão real realmente foi, talvez jamais possa ser claramente determinado… e realmente importa? O que algo te acrescenta? Como te ajuda e evoluir, melhorar a qualidade do seu ser, ou baixar sua entropia?

Muitos físicos estão hoje apontando como possibilidade, ou aceitando em maior ou menor grau a Hipótese de uma Realidade Virtual, mas de perspectivas diferentes?

Sim, não são apenas o físicos, alguns filósofos (Nick Bostrom) e até alguns milionários estão considerando isto como possibilidade hoje. Primeiro o Tom cita claramente, que na época de Einstein e outros físicos famosos, os conceitos de jogos de computador, simulação e realidade virtual, não eram disponíveis como temos hoje, impossibilitando que pudessem utilizar estes conceitos em seus desenvolvimentos. O que sim vários consideraram foi o envolvimento de alguma forma, da consciência, mas que não sabiam explicar na época. Com o advento dos jogos de computador, consoles, das simulações e do conceito de realidade virtual, a coisa ficou bem mais fácil de assimilar e compreender. Em especial a partir de muitos filmes, em especial O 13º Andar, Matrix, Avatar, Os Substitutos, do “Holodeck” em Jornada nas Estrelas Nova Geração e muitos outros, a coisa se abril de forma impressionante para o público em geral.  Hoje fica relativamente fácil para qualquer um compreender do que se está falando.

Agora voltando ao que estão considerando como possível simulação, na maioria dos casos, estão considerando que sim podemos ser parte de uma simulação, mas que a mesma pela perfeição, teria de ser rodada dentro dos computadores de uma civilização mais avançada, sejamos nós mesmos em um futuro relativo a condição atual da tecnologia, ou a partir de qualquer civilização, inclusive extraterrestres. Outros consideram que seria possível ainda que fossemos prisioneiros da simulação, e estariam até buscando encontrar uma forma de se libertar.

Simulação, ou Realidade Virtual, faz mesmo muito sentido, e tem muito a ver com Maya, a Ilusão dos Indianos e do Budismo, ou até mesmo com os sonhos… Só que a My Big TOE considera como base  uma ampla consciência ou Larger Consciousness System, funcionando em um nível maior de realidade, que precede e gera o nosso. Que no fundo somos consciência (unidades individuadas) participando de um grande simulador voltado para o aprendizado, melhoria da qualidade do ser, evolução, ou redução da entropia. Assim sendo, não somos prisioneiros aqui, somos parte de uma grande sistema que funciona para otimizar as oportunidades de aprendizado, daquilo que é realmente importante. Todos os indivíduos, subconjuntos, ou o todo, segue este mesmo caminho de evolução, aproveitando estas oportunidades geradas neste e em outros ambientes.

Como o Tom aborda esta questão da evolução tecnológica e a possibilidade da inteligência artificial? E sobre a singularidade?

Pelo que vejo dos escritos e algo das entrevistas, a visão do Tom é de que sim, a continuar evoluindo como vão, eventualmente uma IA ou inteligência artificial pode sim se tornar consciente, atenta, perceptiva. Não seria uma questão de desenvolver consciência nas máquinas, seria o caso delas atingirem um ponto onde tenham alguma liberdade de autoprogramação, algum poder de decisão menos engessado. Havendo potencial para decisão, para algum grau de livre arbítrio (que não seja fruto de programação anterior), de escolha, a consciência poderia “despertar” ou passar a “habitar ali”. Sempre muitos cuidados com as palavras, pois elas são imperfeitas e dadas a interpretação individual, e assim difíceis de ser usadas para descrever alguma coisa. Não há  segurança de nos fazermos entender, o que pensamos quando estamos traduzindo via fala.

Veja, aquilo que é mais básico em tudo, ou que está no mais alto nível (de outro ângulo) é o Sistema Mais Amplo de Consciência. É a base de tudo. No fim, tudo é feito daquilo, a partir daquilo, então a consciência já está em tudo, em maior ou menor grau, já que constitui tudo. Agora uma consciência lucida e ativa, com opções e poder de escolha, decisão… já é algo mais evoluído, mais complexo.

Passando a ter consciência própria e poder de decisão, só imaginando para saber no que isto vai dar. Seriam seres completamente diferentes, partindo de outra base, com moral completamente diferente…. a ver. Seguramente algo a ser levado a sério e com o devido cuidado.

Mas no fundo é uma repetição de um padrão fractal, onde vida e consciência podem vir ocorrendo dos níveis mais amplos para os menos, um fruto do outro, em um constante desabrochar. O que é impossível?

Diretamente sobre a singularidade eu não vi o Tom falando ainda. Mas ele fala de evolução tecnológica tanto de computadores, eletrônica, mecânica ou biológica (manipulação de DNA). Tudo isto são evolução de ferramentas desenvolvidas pelo homem, que fazem parte do que é natural no ambiente. As ferramentas estão cada vez mais disponíveis e vão se incorporar e potencialmente acelerar a evolução, ou pelo menos propor caminhos alternativos. Só que vai depender da sabedoria do homem em usá-las. Já está visto que a qualidade do ser não evoluindo em conjunto com seu “equipamento” o torna muito perigoso a sí próprio, assim teremos de ver no que isto vai dar.

Toda a teoria se baseia em dois pressupostos básicos, que geram tudo o mais: a existência da grande consciência básica e potencial, e o processo ou pressão para evolução, que se aplica a tudo, inclusive a esta consciência, e que é muito parecido com o processo evolutivo biológico que se vê na terra, que é uma amostra menor dirigida também pela pressão evolutiva fundamental. Isto gera todo o resto. E para lidar com a evolução técnica, tem que haver suficiente evolução do ser humano como ser também…. não apenas como usuário das ferramentas. Tem que aprender a fazer bom uso, ou sofrer as consequências, efeitos.

Elon Musk, Brian Withworth e Nick Bostrom, voce conhece, pode falar algo destas personalidades em relação ao trabalho do Tom?

O Elon Musk parece ser um empresário visionário, envolvido com algumas visões do Tesla, produzindo por exemplo carros elétricos e fontes de energia, entre outros. Creio que a pouco tempo esteve envolvido com um grupo de milionários que pretende financiar uma pesquisa sobre Realidade Virtual, como se fossemos prisioneiros de alguém nela e a título de nos liberar. Isto ainda é crer que há alienígenas ou algo assim que nos manipulam de fora e mantem na matrix. É bom que estejam interessados e pesquisando o tema, Mas pesquisa básica do Tom de que somos todos consciência, e que tudo, inclusive o que parece realidade é virtual e baseado em consciência, me parece mais elegante e fundamental, menos complexo (navalha de ocam). Mas a pesquisa é boa, e bode (se feita de maneira isenta) levar mais pessoas para perto da verdade. A ver.

O trabalho do Brian, que pouco conheço, creio também ser sobre provar que estamos em uma realidade virtual, mas entendo que também sem falar da fonte dela. Muito interessante e útil também. Na verdade parece dar suporte ao trabalho do Tom, até onde alcança.

O Nick Bostrom como falamos mais acima imagina que nossa RV seja baseada em supercomputadores de civilizações mais avançadas ou do futuro, e através de hipóteses lógicas demonstra que a probabilidade de estarmos participando de uma simulação é bastante elevada para ser despresada.

Como argumentado, apesar de todos de alguma forma pensar em linhas similares e de forma bastante séria sobre simulação e realidade virtual, pouco arriscam a demonstrar conhecer, de onde parte a simulação, qual é a fonte, ponto em que o Tom, de forma diferente, oferece substancia.

Sobre o trabalho do Tom ser uma salto quântico sobre tudo o que se tem até aqui….

Sem dúvida que é. Todos sabem, as vezes contra a vontade, que o observador tem um impacto no que está sendo observado, mas buscando explicações contidas apenas nesta realidade física material, fica bem difícil encontra-las. Na verdade parece bem impossível. Com a MBT o Tom por exemplo consegue explicar a maioria dos efeitos da Física Quântica, como o entrelaçamento, a dupla fenda (onda e partícula) e o tunelamento. A realidade virtual, informacional e seus eventos baseados em distribuições de probabilidade, ficam todos facilmente explicáveis. Sem falar nos chamados efeitos “parapsicológicos” que deixam completamente de ser misteriosos, encontrada a correta raiz da “realidade”.

Sobre os campos ou registros akashicos e sobre os campos morfogênicos do Ruppert Sheldrake….

Entendo que por Campos Akashicos estamos falando de informação milenar, tema também supostamente tocado pelo Tesla e pelo Young. A realidade é fundamentada em consciência e constituída por informação. Existiriam partições dedicadas a manter e disponibilizar estas informações, que sim poderiam ser acessadas. Tomando a realidade como informacional, torna a compreensão disto aparentemente óbvia, e tomando a nós como consciência, particionada da consciência maior, torna possível imaginar fortemente porque poderíamos ter acesso/comunicação direta com isto e dali retirar idéias ou informações. Até Platão já via as coisas desta forma, ainda que não tivesse os termos técnicos atuais para descrevê-las de forma talvez mais fácil de compreender.

Já o Ruppert Sheldrake eu conhecia do vídeo do TED banido, onde ele tenta mostrar e derrubar os mitos mais famosos da ciência (tomados como conhecimento real), baseado em seu livro de mesmo teor.

Não conhecia a teoria dos campos morfogeneticos, mas após pesquisar me parece que ele tenta explicar de alguma forma, como as coisas passam a existir como são, como adquirem vida, um pouco tipo um mecanismo de como elas migram das ideias ou conceitos para o mundo físico. Me lembram os Arquétipos do Jung, ou seja, os modelos de ser que já existem no inconsciente coletivo.

 

Realidade Virtual, Simulação, Jogo e Você

Realidade Virtual, Simulação, Jogo e Você

Realidade Virtual, Simulação, Jogo e Você

Neste novo e curto vídeo (com legendas em português em nosso canal do youtube), Tom Campbell nos dá uma rápida visão sobre como compreender que a nossa Realidade é Virtual, de alguma forma algum tipo de “Simulação” ou “Jogo”, ainda que parecendo muito real, pode ter de impacto para nós mesmos e talvez nos ajudar como pessoas e como raça humana, a atingir um estado melhor (neste grande “simulador” de aprendizado).

Realidade Virtual, Simulação, Jogo e Você

Minha Grande Teoria de Tudo - Despertar
My Big Toe traduzida para o Português, Minha Grande Teoria de Tudo

Publicado em Português finalmente agora em Janeiro de 2017. Aguarde.