Tom Campbell BRasil – Entrevista exclusiva

Entrevista concedida pelo Tom, exclusiva para nosso site no Brasil em função de seu evento em São Paulo em 3 e 4 de Agosto 2019!

Clique na figura acima para acessar o video da 1a pergunta da entrevista.

1a Pergunta (acima): Como você descreveria sua My Big TOE para alguém que não a conhece ainda se tivesse apenas poucos minutos? (E esta não é uma pergunta justa pois tem muito sobre My Big TOE para descrever em poucas palavras…).


Clique na figura acima para acessar o video da 2a pergunta da entrevista.

2a Pergunta (acima): Em seus livros você insiste que o leitor tenha uma atitude de “mente aberta” mas seja “cético”, que não acredite apenas em qualquer coisa do que está sendo dito, porque isso?


Clique na figura acima para acessar o video da 3a pergunta da entrevista.

3a Pergunta (acima): Sua teoria tem a Consciência e a Realidade Virtual como dois pontos principais, qual a relação e importância da Física Quântica com My Big TOE ? Ouça em audio abaixo.

Quais são as informações práticas e úteis que My Big TOE trás para ajudar a vida diária das pessoas?

4a Pergunta (acima): Quais são os aspectos práticos e úteis que as ideias de My Big TOE trazem para ajudar os leitores e interessados em melhorar sua vida diária?

5a Pergunta (acima): As pessoas estão muito interessadas nos processos de cura energética ou alternativa. Você pode dar alguma luz sobre como a teoria de My Big TOE dá ou não suporte a isso?

Primeira Foto do Buraco Negro – Simulação ou Realidade

PRIMEIRA FOTO DO BURACO NEGRO
Primeira foto liberada hoje 10/04/19, tirada de um buraco negro no centro de outra galáxia.

Primeira Foto do Buraco Negro

Hoje 10 de abril de 2019, está sendo noticiada nos jornais a 1a foto de um buraco negro. Qual a importância disso?

Primeiro, nenhuma luz é suposta escapar da atração gravitacional de um objeto celeste deste tipo. Assim, a primeira foto do buraco negro não era algo esperado pela maioria das pessoas.

Segundo, a situação especial que permite a possibilidade de se tirar esta foto foi prevista no inicio do século passado, por não menos que Albert Einstein, derivada dos cálculos de sua teoria da relatividade.

Simulação da Imagem do Buraco Negro

Segundo essa previsões teóricas, os físicos modernos foram capazes já faz algum tempo de gerar uma imagem em uma simulação de computador, de como seria essa foto, se um dia lograssem tirá-la. O resultado da simulação foi a foto a seguir.

Imagem gerada em simulação de computador, de acordo com o esperado pela teoria de Einstein.

Como se pode ver as imagens não chegam a ser muito diferentes. Ainda mais se considerarmos os problemas de definição ou resolução da captação de uma imagem captada do centro de uma galáxia distante, e consolidada por um conjunto de telescópios espalhados pela superfície da terra.

É claro que a imagem não é direta do buraco negro em si, mas do entorno dele, pela matéria que está sendo absorvida por ele e emite energia detectável durante o processo, imediatamente antes do mergulho final.

É um feito para a teoria de mais de 100 anos do superlativo Dr. Einstein, cujo modelo segue nos ajudando na descrição parcial da realidade, ainda depois de todos esses anos, ainda que saibamos por exemplo que a Relatividade, não é uma Teoria de Tudo, pois deixa de fora os fenômenos da Física Quântica.

Simulação ou Realidade ?

Dada a situação da descoberta, temos aqui as duas fotos recentes, uma da simulação gerada em computador (segundo as expectativas da teoria) e outra reconstruída a partir da integração da informação do conjunto de telescópios, da fonte no centro de outra galáxia.

Isso é muito fortuito! Não acontece a toda hora, mas é possível hoje, dado o avanço das ciências da informação, em especial na criação de simulações, e que permitem gerar a previsão de uma teoria.

Pelo ponto de vista My Big TOE (de Tom Campbell) uma Teoria de Tudo, baseada em consciência e evolução, nosso universo não é construído de matéria ou partículas sólidas (com massa), mas sim através de um programa que gera para nós, apenas a percepção de um universo sólido, físico, material.

Mas isto vocês provavelmente já sabem dos tópicos anteriores aqui do blog, do nosso ebook gratuito também aqui do site, ou dos próprios livros e vídeos do Tom sobre My Big TOE, sua teoria de tudo. Assim não vou me estender e vou direto ao ponto.

Livro My Big TOE – Minha Grande
Teoria de Tudo de Tom Campbell

Dado que tudo em uma simulação é informação, contida no programa e nos dados acumulados por ele, se estamos em uma Realidade Virtual Digital, como proposto pelo Tom, praticamente não existe grande diferença entre a foto simulada por nós e a primeira foto do buraco negro extraída dos telescópios.

A principal diferença é que uma é extraída dos dados fornecidos pela simulação desenvolvida pelos cientistas em nossos próprios computadores. A outra é extraída dos dados gerados pela simulação maior, gerada pelo LCS (Larger Consciousness System), pela consciência fundamental, que dá suporte a rede de consciência, que computa e gera nossa realidade. Esta que vemos e podemos interpretar com “nossos próprios olhos”.

Ainda te surpreende que ambas as fotos sejam tão parecidas?

E para onde vai a massa absorvida pelos Buracos Negros?

Esta foi a pergunta que um de nossos leitores fez para mim.

Vejam, esta questão da foto do Buraco Negro é de hoje 10 de abril de 2019, e não foi descrita diretamente nos livros My Big TOE. No entanto, o que sempre me surpreende, é que uma vez captado o modelo ali proposto, fica muito fácil raciocinarmos por nós mesmos e chegarmos a conclusões de como a teoria suporta este ou aquele evento. Neste caso não creio ser diferente.

Tudo que parece estar no universo, sejamos nós, gases interestelares, estrelas, planetas e Buracos Negros, parece ter massa, ser sólido, por causa dos programas que ajudam a gerar nossa percepção dessa forma. Mas no fundo é tudo informação no processador e na memória, criando a percepção de imagens em nossa tela holográfica (3D).

Assim, a simulação da realidade renderiza uma imagem gerada por suas equações programadas, que obedecem as leis físicas, que este universo simulado respeita. Por isso mesmo conseguimos detectar as regras e gerar simulações nós mesmos.

Assim sendo, possivelmente, NÃO EXISTE massa para ir a lugar nenhum… nem dentro do Buraco Negro, nem fora. E toda informação, usada para renderizar nossa realidade, segue armazenada nos dados e programas referentes a geração dela… no Grande Computador (TBC), a consciência fundamental.

E você, o que pensa disso? Para onde você acha que vai a massa que entra em um Buraco Negro?

Se desejar, deixe suas impressões aqui abaixo nos comentários…

Fte abc,

Mario Jorge – 10 de abril de 2019

BATE PAPO COM A ADRI DO CAFÉ QUÂNTICO – REALIDADE VIRTUAL E CONSCIÊNCIA

Veja e ouça o excelente batepapo conduzido pela Adriane do Canal Café Quântico, sobre sua experiência com Tom Campbell e My Big TOE, trocando ideias com Mario Jorge (MyBigToe Brasil).

Ou ouça o audio do batepapo se preferir…

Cobrimos tópicos como:

  • Rápida visão do que trata My Big TOE a obra
  • Os impactos da obra e da oportunidade de estar com Tom Campbell em um evento
  • Como a consciência gera esta oportunidade de evolução
  • A realidade como Virtual e Digital e não com feita de partículas materiais…
  • Os impactos positivos para nossa vida… deste tipo de compreensão…

My big toe conteúdo semanal

Olá a todos!

Estamos comprometidos em seguir compartilhando conteúdo, na sequência do lançamento do nosso e-book que estou certo já aproveitaram para baixar.

Assim sendo, começamos a produzir uma série organizada de vídeos com material da Trilogia My Big TOE de Tom Campbell, seguindo a mesma ordem em que eles são apresentados ali.

No primeiro video da série começamos por esclarecer as definições usadas nos livros, não parece importante, mas é crítico para seu entendimento da mesma. E claro de quebra para os principais, já vamos dando vários spoilers para posicioná-los no contexto da obra.

Abaixo seguem alguns dos termos explicados no vídeo:

AUO – Absolute Unbounded Oneness – Unicidade Absoluta Sem Fronteiras – Consciência Primordial Potencial

AUM – Abolute Unbounded Manifold – Multiplicidade Abosoluta Sem Fronteiras – Consciência Digital Desenvolvida, Fonte de Tudo o que Conhecemos

LCS – Larger Conciousness System – Sistema Mais Amplo de Consciência – Sistema ou Rede Digital gerador de todos os sistemas de suporte à geração da nossa Realidade.

Para seguir toda a série, inscreva-se no canal do Youtube, ou siga por aqui.

Segue a Parte 1 do vídeo sobre o tema:

Segue a Parte 2 do vídeo sobre o tema:

3o Video Conteúdo My Big TOE em Portugues: Consciência e Evolução! P1/2

Hoje é 9/Mar e nosso video de hoje trás a explicação das Hipóteses básicas nas quais o Tom fundamenta seu modelo de TOE: “Consciência e Evolução”.

Veja como isto ocorre no vídeo e ainda cobrimos outros temas como: Navalha de Occam (quanto mais simples melhor); a mentalidade correta para leitura da My Big TOE (Ceticismo e Mente Aberta), o papel das Crenças e Armadilhas de Crença e também o que fazer para se desenvolver e vir a experimentar por você mesmo a consciência fundamental que é nossa “FONTE”.

4o Video Conteúdo My Big TOE em Portugues: Consciência e Evolução! P2/2

Hoje é 12 /mar/19, segue acima a segunda parte do video 2 com contéudo semanal My Big TOE, para você.

5o Video Conteúdo My Big TOE em Português: Consciência aprofundada…

Um aprofundamento sobre o pressuposto básico da Consciência. O que é consciência, como a percebemos, ela contém informação ou é informação, e nossa realidade? Mais um conteúdo postado hoje 20/03/2019.

6o Video Conteúdo My Big TOE Legendado: Meditação (Tom Campbell)

Clique na figura para iniciar o vídeo.

Neste ponto do livro My Big TOE a que chegamos, Tom dá várias indicações sobre como alguém pode se desenvolver, meditando para chegar a experimentar os estados alterados de consciência que podem levar a experiência direta de outras realidades.

7o Video no Conteúdo My Big TOE em Português: Binaurais, Tecnologia de Audio a favor de seu Desenvolvimento

Clique no play para iniciar o video sobre Binaurais.

Tunelamento Quântico – mais uma propriedade Estranha explicada pela Realidade Virtual da My Big TOE!

Tunelamento Quântico – mais uma propriedade “mágica” das “partículas”, descoberta pela Física Quântica agora explicada pela teoria da Realidade Virtual My Big TOE!

Tunelamento Quântico – mais uma propriedade “mágica” das “partículas”, descoberta pela Física Quântica agora explicada pela teoria da Realidade Virtual My Big TOE!

Ok, o que “raios” é Tunelamento Quântico?

Explicado de forma breve pelo Instituto de Física da USP ficaria assim (Clique na Figura acima para ver pagina da USP):

“Tunelamento quântico (ou Efeito Túnel) é um fenômeno da mecânica quântica no qual partículas podem transpor um estado de energia classicamente proibido. Isto é, uma partícula pode escapar de regiões cercadas por barreiras potenciais mesmo se sua energia cinética for menor que a energia potencial da barreira. Existem muitos exemplos e aplicações para os quais o Tunelamento tem extrema importância, podendo ser observado no decaimento radioativo alfa, na fusão nuclear, na memória Flash, no diodo túnel e no amplamente conhecido microscópio de corrente de tunelamento”.

Em outras palavras, as “supostas partículas” fazem algo impossível para o conceito da física clássica ou tradicional: elas “parecem” atravessar paredes (barreiras) sejam elas “materiais” ou de “campos eletromagnéticos”.

Imagem criativa para exemplificar o efeito do Tunelamento.

Uma descrição clássica do funcionamento deste efeito túnel (mas não do seu mecanismo ou porquê) é o exemplo de levar uma pedra por sobre um morro. A massa ali no fundo do vale, não tem energia cinética suficiente para ultrapassar a barreira de energia potencial necessária, representada pela barreira do morro. Deixada por si só, a “massa” jamais chegaria ao outro lado do morro.

Mas no mundo das partículas não é isso que ocorre. De forma equivalente, seria como se pedra encontrasse um túnel que a sugasse para o outro lado do morro. Ou como se ela se teletransportasse para o outro lado.

Segundo a Wikipédia, “Em 1927, Friedrich Hund foi o primeiro a tomar nota da existência do Efeito Túnel em seus trabalhos sobre o potencial de poço duplo”. Isso foi apenas o inicio e até o fim do século vinte muitos outros impactos e aplicações práticas desse efeito foram desenvolvidas, gerando muitos prêmios Nobel para a física.

Mas e isso na prática ocorre?

Você pode estar se perguntando, mas isso realmente ocorre na prática ou é apenas mais uma teoria absurda. Note que dissemos que aplicações práticas reais, mais acima, foram descobertas ou desenvolvidas.

O sol só existe na prática por causa da existência real do efeito de tunelamento.

Fusão Nuclear no Sol (e a possibilidade da vida sobre a Terra)

Talvez a descoberta mais impactante é aquela sobre o funcionamento do próprio sol (e das demais estrelas do Universo).

Nas próprias palavras da “Wikipedia”: “Em função de sua massa, o Sol não tem a temperatura necessária para criar o processo de fusão nuclear de forma espontânea. Contudo, o tunelamento quântico faz com que exista uma pequena probabilidade de o hidrogênio, espontaneamente, criar a fusão nuclear mesmo sem a temperatura necessária. Visto que o Sol possui uma vasta reserva de hidrogênio, essa pequena probabilidade se manifesta em energia suficiente, possibilitando a vida na Terra”.

Atenção ai para a palavra talvez mais importante da descrição dada “probabilidade”. Voltaremos a isso.

Ou seja, nada mais nada menos, se não fosse pela existência comprovada do “tunelamento”, não existiria sol e não existiria vida na terra. Não é pouca coisa.

Há muitos outros impactos práticos baseados no tunelamento, inclusive a criação de um microscópio eletrônico que gera imagens superfícies quase tão pequenas quanto os “átomos”.

Ilustração de uma particula atravessando uma barreira.

Como My Big TOE explica isso?

E como a My Big TOE de Tom Campbell explica a possibilidade e funcionamento desse fenômeno?

Como você poderá ver em mais detalhe em outros artigos do Blog My Big TOE, em nosso ebook gratuito (que também pode ser baixado no link ao lado) e com maior fundamento nos livros e vídeos My Big TOE do Tom Campbell, este modelo é baseado em Consciência, que é um dos seus dois pressupostos.

Esta consciência é digital e se desenvolve para gerar tudo o que existe, na forma de uma “Realidade Virtual”. De forma muito curta aqui, pois o foco principal é a explicação da TOE (Teoria de Tudo) para o tunelamento e não a teoria em si, nossa aparente realidade física, funciona de forma programada como um simulador virtual ou jogo de computador (The Sims ou The World of Warcraft).

Agora pelo menos assuma (ainda que temporariamente) que esta proposição da realidade ser virtual, gerada por uma programação, e aí podemos dar a explicação para o Tunelamento, que vem facilmente quando consideramos esse modelo.

A existência de uma quantidade de partículas, na forma de um gás hidrogênio por exemplo, sob pressão dentro de um botijão, tem sua “realidade” gerada ou renderizada para nossos sentidos de percepção, por um programa. Esse programa considera, como seria de se esperar, uma alta probabilidade da existência de partículas do gás, em qualquer lugar dentro do botijão.

Mas como estamos falando de probabilidades, mesmo nas caudas da distribuição estatística, existe alguma probabilidade ainda que baixa, da existência de partículas daquele gás fora do botijão. E as equações de Schroedinger (sim, o mesmo do gato) mostram claramente o cálculo para essas probabilidades.

Descrito esse cenário, e como a quantidade de partículas do gás sob pressão no botijão se chocando contra suas paredes internas é enorme, acaba passando a existir uma possibilidade significativa de encontrarmos partículas do lado de fora e finalmente as encontramos mesmo ali. As partículas não são pontos com “massa” (matéria) que podem magicamente atravessar paredes “sólidas”.

As partículas existem como uma nuvem de probabilidades, assim sua existência está probabilisticamente prevista também do lado de fora. E quando verificamos com nossos instrumentos, realmente ali as encontramos, fruto das “probabilidades” calculadas pelo programa de “computador¨ rodando.

E você, o que acha disso?

E você, o que acha disso? Como é ver um mistério quântico resolvido?

Terminada a explicação, que é simples (dado algum entendimento prévio da teoria, aqui apenas superficialmente tocado), o que você pensa dela? Acredita que possa ser uma probabilidade de estar certa? Compartilhe suas impressões conosco aqui no blog….

Tom Campbell em São Paulo – Brasil AGO. 2019

Os Eventos Serão Em 03 e 04 de Agosto

(COM TRADUÇÃO SIMULTÂNEA)

Veja o que diz, quem já participou em outros países, sobre estar em eventos com Tom clicando aqui.

Clique na Imagem do Sympla abaixo para Adquirir os Ingressos

Programa 1o Dia – 3 Ago 2019 – 8 as 18h

Credenciamento no local as 8hs. Evento das 8:30h as 12h e das 13:30h as 17:30h. Tanto pela manhã como a tarde teremos também 20 min. de intervalo (coffee break). Mesmo horário para os dois dias.

Física Quântica, Consciência & Realidade Virtual

My Big TOE, Intenção, Incerteza, Processos de Cura

My Big TOE: um modelo cientifico integrado, tanto para o mundo externo como o interno.

– My Big TOE, breve apresentação do modelo – A Visão Ampla (Big Picture). Um modelo de Realidade baseado em Consciência;

Consciência/Mente vs O Mundo ”3D Sólido” (O Problema Difícil ou Duro da Consciência Resolvido) e os impactos disso para nós;

– O papel da Intenção em uma Realidade Virtual (Simulada). O que nos movimenta nessa “internet” de consciência;

– O Princípio da Incerteza, o que podemos ou não fazer com nossa Intenção/Vontade. Quais são as possibilidades e limitações de influenciar os eventos nesta realidade;

– Um mergulho no processo de cura pela Vontade, a efetividade dos processos de cura alternativos, o efeito placebo, nossa Intenção novamente como ferramenta de atuação positiva;

Experimentação prática decidida na hora com os participantes (cura a distância, visão remota ou outra). Experimentação conduzida pelo Tom..

Perguntas & Respostas sobre os temas do 1o dia. Em geral é um dos pontos altos desta oportunidade, em especial por não ser um grupo muito grande, facilitando a interação.

My Big TOE esclarecendo a filosofia e a metafísica.

Programa 2o Dia – 4 Ago 2019 – 8 as 18h

Física Quântica, Consciência & Realidade Virtual

F. Quântica Explicada, Laboratório de Aprendizado, Cocriação, Amor & Medo

My Big TOE: um modelo cientifico integrado, tanto para o mundo externo como o interno – retomando.

Física Quântica como pista principal para a R. Virtual na fronteira da tela espaço-tempo 3D. Como a FQ dá as pistas para verificarmos que forma de funcionamento da realidade seja virtual

F. Quântica explicada pela Realidade Virtual – Dupla Fenda, Emaranhamento, etc. Com a Realidade Virtual explica a Física Quântica e elimina os aparentes paradoxos dela.

– A Realidade como um Laboratório de Aprendizado Virtual/Simulador e suas principais consequências. Como isto nos impacta no dia a dia.

– Como usar a Intenção para influenciar as probabilidades futuras (cocriação). Qual o mecanismo da influência em acontecimentos futuros nesta ou naquela direção.

– Navegando entre os Pacotes de Experiência ou Vidas. Há vida após a vida? De onde viemos e para onde vamos?

– Interação e Relacionamentos como Oportunidades de Aprendizado. A maior pare de nossa vivência ocorre nos relacionamentos com outros seres humanos. Entender o mecanismo reduz sofrimento ou aumenta a possibilidade de felicidade.

Baixa Entropia e Amor – qual é a conexão? Medo, crenças, ego, confusão, alta entropia estão em uma ponta… Amor, liberdade, organização, menor entropia estão na outra! Como interagir com isso?

Como se livrar do medo: como descobrir seus medos e trazê-los para o consciente, e quais as alternativas para se livrar deles, levando uma vida mais leve?


Experimentação prática decidida na hora com os participantes (cura a distância, visão remota ou outra) e conduzida pelo Tom..

Perguntas & Respostas conforme o interesse dos presentes. Em geral é um dos pontos altos desta oportunidade, em especial por não ser um grupo muito grande facilitando a interação.

A realidade virtual explicando a física quântica!

TOM CAMPBELL é um Físico Nuclear que se especializou em criar simulações para a NASA e o Departamento de Defesa nos EUA.

Desde os anos 70 iniciou também seu desenvolvimento e estudo em Consciência e seus estados alterados. Desta forma pesquisou cientificamente e extraiu conclusões e usos práticos para isso, que influenciaram até na possibilidade de resolver problemas em seus “códigos” de forma excepcional.

Com toda essa experiência de mais de 35 anos nos temas consciência e simulação, desenvolveu sua Teoria de Tudo (exposta nos livros My Big TOE) que é realmente completa e responde a várias das inquietações do ser humano, dentre as quais as listadas ai como tema da conferência e workshop em São Paulo.

Quem somos? De onde viemos (nós e o universo)? Existe vida após a vida? O que estamos fazendo aqui?

A teoria tem apenas dois pressupostos: uma Consciência Fundamental e o Processo Evolutivo sob o qual tudo está submetido.

É uma teoria da Consciência como sendo digital e responsável por toda a criação… e suas implicações para nós, nas formas das “Regras do Jogo” ou “Rules of Engament” em que estamos envolvidos.

Será que entender nosso papel nesse cenário grandioso é importante? Será que entender isso melhor nos ajuda a expandir nossa própria consciência e viver melhor?

Entre outras coisas My Big TOE tem explicações lógicas e transparentes para os famosos bugs da Ciência: Porque a Velocidade da Luz é constante e limite máximo? Porque ainda não encontramos a menor partícula sólida da matéria? Porque as “partículas supostamente materiais” se comportam como onda? Como os pares de partículas “emaranhados” parecem violar o limite da velocidade da luz?

Existe Livre Arbítrio? É possível influenciar os acontecimentos? Como se explica o funcionamento das curas “energéticas” ou “alternativas”? Como esse processo funciona? O que o facilita ou dificulta? Qual o papel da Incerteza (sob o ponto de vista My Big TOE) nessas possibilidades?

Venha descobrir isto e mais nesta oportunidade única no Brasil da vinda dele ao Brasil em Agosto.

Mario Jorge P. dos Santos – Coordenador da Tradução da My Big TOE e responsável pelo evento de Agosto.

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Para receber em primeira mão todas as informações utilize o formulário exclusivo sobre o evento. Assim se iniciem as vendas dos ingressos SERÁ DADA PREFERÊNCIA a quem já tenha manifestado seu interesse através do CADASTRO FEITO AQUI.

Fique tranquilo! Somente enviaremos conteúdos relevantes ao tema!

Clique na Imagem para ver a 1a parte da entrevista!

Local: Próximo ao Metro Paraíso ou Vila Mariana (Linha Norte Sul).

EVENTO SIMILAR RECENTE NA POLÔNIA:

Um dos eventos do Tom pelo mundo, este na Polônia, bem similar ao planejado para o Brasil.

EVENTOS PROGRAMADOS PELO MUNDO:

Para ver os eventos programados atualizados para o Tom Campbell em todo o mundo, visite este link: https://www.mbtevents.com/future-events.html

Matrix, Avatar, Os Substitutos, 13 Andar – Um com o uno – my Big toe

Matrix, Avatar, Os Substitutos, 13o Andar

Algum destes filmes já te deu o que pensar?

Talvez você esteja familiarizado com o conceito Veda de Maya (ilusão) e talvez também esteja tomando contato com o domínio emergente da Realidade Virtual (como vemos tanto na indústria dos Jogos Eletrônicos nestes dias). Ou você pode talvez ter ficado paralisado com os conceitos explorados na trilogia de filmes Matrix? Talvez você tenha experimentado um sentido de déjà vu e ficou imaginando como relacionar estes “conceitos” a sua “existência”?

Deixe-me começar apresentando uma visão alternativa para que você veja a si mesmo como um com toda a criação (da qual a Realidade Física Material ou PMR em inglês, é apenas uma pequena “lasca” virtual). Você é “Um com O UNO/Único” – Um subconjunto único do todo, mas ao mesmo tempo, uma porção que é bem integrada com o todo (onde o todo é o Sistema Mais Amplo de Consciência ou LCS (Larger Consciousness System). Em termos ciência da informação, você é um subconjunto particionado de memória dinâmica alocada e recursos computacionais compartilhados usados para angariar experiência e exercitar a intenção enquanto engajado em “simulador de treinamento de realidade virtual (VR)” multijogadores visando redução de entropia.

Diferenciar o eu/self do outro é mais como diferenciar seu sistema digestivo do seu sistema circulatório – ambos são partes integralmente interdependentes de um ser – não duas coisas separadas, cada uma com sua existência independente. É uma questão de ponto de vista – de como você pensa sobre algo. É o contexto que muda, não os fatos.

O LCS se auto-projeta (auto-desenha) para otimizar a redução da sua entropia – isto é, para facilitar sua própria evolução. Você obtém toda a ajuda que possa lucrativamente usar, para evoluir a qualidade da sua consciência porque é da natureza do sistema suportar a necessidade evolucionaria de suas partes. Da sua perspectiva na PMR (Realidade Física Material) você é levado a categorizar e definir esta ajuda como vindo de “entidades especificas independentes – guias, Eu Superior, Eu Maior, Eu lá, super-alma, superego, e muitas outras categorizações similares, porque como um residente da PMR, você só pode relacionar sua interação com “outro” à entidades específicas independentes que são/estão fora de você (não são você).

Você não pode pensar em termos de ser um com O UNO – integralmente interconectado – um subconjunto virtual apenas por definição, por partição, por função e intenção. Quando você tenta descrever os detalhes de sua interação com o Sistema Mais Amplo de Consciência, enquanto limitando a sua conceituação  daquela interação às formas físicas (usando a linguagem da PMR), seu modelo de conexão com o todo será sempre em termos de você como um indivíduo separado, interagindo com outra entidades separadas.

Dentro de nossas mentes, nós damos a cada uma de nossas metáforas e símbolos separados de nossa estrutura “lógica” imaginada do todo, uma existência factual independente, criamos nomes (percepção PMR, percepção da Realidade Não Física Material “NMPR”, Eu Superior, Eu Maior, super-alma, anjo, ancestral, guia, espirito ou Deus), e então tentamos trabalhar com as relações entre todas estas entidades individualizadas e deduzir o organograma hierárquico apropriado que explique tudo isso.

Sem dúvida, levamos a nós mesmos à uma confusão retorcida, no processo  de tentar ser mais e mais específicos  em como descrever o sistema mais amplo de consciência, em termos destes conceitos PMR altamente limitados e que são inerentemente incapazes de descrever acuradamente o LCS (Sistema Mais Amplo de Consciência).

Nós inevitavelmente geramos problemas lógicos e inconsistências nos detalhes de nosso mapeamento hierárquico das responsabilidades e papéis individuais. Não parecemos hábeis para fazer isso direito, quando tentamos ser muito específicos por causa de nossa conceituação, que requer que tudo esteja em sua própria “casinha de pombo” (sua caixinha ou classificação).

Temos esta necessidade premente de saber, “E como ficamos nós? A mente de nosso AVATAR, alma ou personalidade (nossa identidade pessoal nesta realidade “PMR”) sobrevive intacta”? Por causa de nosso MEDO e EGO, colocamos nossa percepção local “PMR” no verdadeiro “centro” mais fundamental de nossa existência.  

Vemos a nós mesmos apenas como esta percepção individual particular separada nesta realidade (PMR), muito mais do que como uma parte de algo maior e grandioso. E nos preocupamos de perder esta separação individual ser morrermos de forma absoluta – um evento que tornaria nossa vida atual na PMR (esta realidade) sem nenhum valor ou significância.  

Aquela separatividade individual à qual você chama de “você” na verdade não existe (nunca existiu) como um ser separado independente fundamental. Ela existe apenas como um personagem virtual cujos pensamentos , intenções e escolhas são feitas por um subconjunto individualizado temporário de consciência (denominado “Unidade de Percepção e Livre Arbítrio” – FWAU do inglês) “jogando” em um simulador evolucionário (de redução de entropia) específico.

Contudo, cada pensamento, sentimento, ação e intenção daquele “personagem” virtual (você) é salvo (vive para sempre) na base de dados históricos. E cada pequena redução na entropia ganho por este personagem é um prêmio muito significativo para o ser virtual individuado, o processo interativo que criou esta oportunidade, e para todo o sistema – um sucesso crítico digno de ser lembrado e emulado.

Tente ver este LCS ou Sistema Mais Amplo de Consciência como um único sistema interativo, não uma coleção de partes individuais separadas.

Em sua maior parte, este é o tema de desenvolver uma Visão Mais Ampla (Bigger Picture), uma perspectiva maior. Os “fatos” de sua perspectiva individual permanecem os mesmos mas agora são reinterpretados (recontextualizados) sob a luz de uma visão mais ampla.

Se esta discussão arrastou você para áreas que ainda não se sente preparado para ir vantajosamente, esqueça isto, abandone as ideias e trabalhe dentro de modelos com os quais se sinta confortável.

Aprender é um processo interativo e abraçar modelos de existência que tragam desconforto e confusão não está no caminho exitoso de evolução da consciência para ninguém.

Você precisa explorar seu caminho na direção da completude, indo a um passo de cada vez, absorvendo e integrando nova compreensão em seu “ser” (como oposto a apenas seu intelecto) que melhore a qualidade de sua vida diária.

Em um nível metafórico mais alto, os conceitos de um Eu Maior, super-alma, etc., são muito úteis e de ajuda – eles geram uma expressão “física” (modelo de processo em termos da linguagem e conceitos “desta realidade” – PMR) que explicam como somos completamente conectados/integrados ao todo em uma forma que a percepção (consciência) “restrita” na “PMR” pode entender.

Integração é na verdade muito mais simples – não tem de existir mecanismos intermediários entre nós e o sistema mais amplo – já estamos completamente integrados com aquele sistema. Nós apenas não conseguimos ver nossos eus (selfs) de qualquer outra forma que não seja separada – nós versus eles – se não formos nós da “pequena visão” (little picture), então devem ser “eles” ou qualquer outro.

Nós somos unidades individuadas (particionadas) de consciência, e somos/estamos mais interconectados ao sistema mais amplo do que pensamos.

Procure pelos próximos blogs, à medida que formos mergulhando mais profundamente no que o LCS é e como os conceitos da “My Big TOE”, a trilogia de livros pode ajudar você a decifrar suas próprias verdades. É a tarefa desta trilogia prover uma fundação conceitual direta sobre a qual você poderá, clara e completamente, construir o contexto de sua existência pessoal a partir de sua própria experiência, evoluir sua consciência, e mais fundamentalmente compreender seu mundo, sua ciência, seu propósito e a você mesmo, em uma forma geral, lógica e científica, que explique de forma abrangente, todos os seus dados pessoais e profissionais  que coletou durante toda uma vida.

Fique ligado!

Tom Campbell – autor de My Big TOE – Minha Grande Teoria de Tudo – (Tradução – Mario Jorge)

Tom Campbell e a trilogia My Big TOE

Mecânica Quântica, Dupla fenda e livre arbítrio

E o que Mecânica Quântica e Livre Arbítrio poderiam ter a ver um com o outro?

Brincando um pouco com o tema, poderíamos dizer que uma “suposta partícula”, em um experimento de Dupla Fenda,  se comporta de forma incerta entre “ser partícula” e “ser onda”, ou seja, ainda “pode escolher” para ser qualquer destas coisas… E depois que alguém (“um ser consciente”) toma conhecimento da medição feita sobre “aquilo”, o comportamento é fixado e a opção deixa de existir para aquele evento. Ele se colapsa, materializa ou (como prefiro) é renderizado. É claro que dizer que o ‘livre arbítrio” sobre a dualidade ao nível quântico feita aqui, é uma figura de expressão mas veremos a conexão.

Brincadeiras a parte, a situação não deixa de guardar certa semelhança com as escolhas (livre arbítrio) que temos para fazer, desde as decisões pequenas até as grandes, enquanto elas não são tomadas. As opções ou alternativas permanecem abertas, mas depois da decisão, só uma delas foi efetivamente levada adiante. As demais alternativas permanecerão como potenciais não realizados e a decisão tomada fica “fixada” como parte da história “ocorrida”.

As decisões que tomamos no “mundo real” são, antes de ser executadas, apenas potenciais com probabilidades de ocorrência. Como na MQ, podem ser tratadas estatisticamente. Se observamos bem, vemos que a “realidade” parece ser muito mais estatística do que matematicamente formulada. Pareceria sim, talvez para desgosto do Dr. Einstein, que “Deus” (ou o Sistema Mais Amplo de Consciência – LCS), permite a geração de Tudo O Que É (ou que pode vir a ser, para o que ainda não foi decidido) a partir de distribuições estatísticas de probabilidade.

E o Livre Arbítrio, será que ele realmente existe?

Muitas vezes, parece que as coisas estão bastante pré-determinadas, dando a impressão que vão acontecer, não importa o que façamos. Não fosse assim não passaríamos, por decisão própria, por uma várias situações. Já outras vezes, parece que “sim” temos alguma liberdade para escolher o que queremos. Vamos considerar algumas destas possibilidades.

Na “realidade” que percebemos, parecem existir três tipos de coisas: objetos (coisas inanimadas como pedras), energia (eletricidade, movimento das águas, do ar, da terra, onda de impacto de explosões, etc.) e seres (humanos, animais e o que mais aceite nesta categoria).

Para começar, talvez possamos concordar que os dois primeiros tipos não têm poder para decidir por si, nenhum livre arbítrio próprio. Podemos interagir com os objetos, mas por ações partindo de nossa inciativa ou por consequência de terem sido afetados por alguma energia (e por isso postos em movimento). Isto é evidente, para objetos (primeiro tipo) como pedras por exemplo, ou qualquer outro.

Com a energia (o segundo tipo) podemos interagir direto com ela, ou seus efeitos. Ainda que a mesma não demonstre ter livre arbítrio, parece ter um claro componente aleatório (estatístico) e pode interagir conosco nos afetando bastante. Quando isso ocorre, parece haver algum livre arbítrio a aplicar, mas apenas por nosso lado e como reação. São eventos que podemos chamar de “força maior”, e viramos quase expectadores do seu impacto em nós. Exemplos seriam terremotos, deslizamentos de terra, enchentes, queda de raios, etc. Isto deixaria clara a ação da energia nos impactando diretamente ou através dos objetos que ela move, tudo aparentemente fora de nosso campo decisório.

Por fim temos os seres vivos, mais ou menos conscientes (conforme queira avaliar), com os quais podemos interagir por decisão própria ou iniciativa do outro, além também de componentes aleatórios. No caso da iniciativa ter sido nossa, “talvez” tenhamos usado o livre arbítrio (ou não, como veremos). No caso da iniciativa ter sido do outro, nos resta apenas a livre escolha de como reagiremos ou nos sentiremos a respeito disso (também veremos em mais detalhe).

Por aí já dá para ver, que o “campo” deixado para seu livre arbítrio, vai perdendo algum espaço em relação àquilo em que não podemos ter muita opção.

O que vai sobrando para o livre arbítrio?

Vejo, e talvez você concorde comigo, que ainda parecem existir outros grupos de barreiras ao nosso “suposto” livre arbítrio: 1) O que percebo dentre as opões que podem estar disponíveis; 2) O quanto estou optando mecanicamente, sem qualquer atenção real da minha parte, e; 3) O que meus condicionamentos, crenças culturais e pressão dos pares me força a escolher (talvez até contra vontade).

Ou seja, no primeiro ponto pode estar claro que em função da sua experiência, grau de consciência ou qualidade de ser a que chegou, podem existir opções que você simplesmente “não esteja enxergando” e que pareçam óbvias (em maior ou menor grau) para outra pessoa, olhando “de fora”, com diferente percepção.

No segundo caso, você pode estar tão “embrenhado” nos próprios pensamentos, que está alheio a quase tudo a sua volta, atormentado por problemas reais ou imaginários. Em uma situação típica, vai andando pela rua e de repente chega em casa, sem sequer saber que caminho fez. Isto já te aconteceu? O grau de “distanciamento” da realidade aparente, pode variar bastante, mas deveria ser inegável como possibilidade real. Quem já não passou por isso? Nesta situação, estamos mesmo praticando algum livre arbítrio?

Por fim no terceiro caso, podemos ter ainda os variados graus de influência da família, professores, amigos, agrupamentos variados dos quais participamos (clubes, associações pessoais e profissionais, empresas, partidos, igrejas e por aí afora), que geram raízes tão profundas que sequer percebemos sua influência, na decisão tomada (são apenas uso de ideias alheias que se tornaram crenças sem base, automaticamente praticadas). “Aquela” decisão foi realmente sua, ou no fundo talvez consiga se ver (por exemplo) literalmente repetindo algo que já viu “seu pai” fazendo?

Tom Campbell e My Big TOE

E o ponto de partida (as condições iniciais)?

Outro tema comum quando se fala em livre arbítrio é pensar que podemos tudo! Mas tudo o que? Será que você pode decidir se tornar filho do Bill Gates? Ou quem sabe ir fisicamente até Marte amanhã? Assim, parece que claramente o que podemos decidir é limitado, e as limitações são impostas pela “posição de partida” em que estamos agora. O ponto onde as alternativas de decisões possíveis estão sendo analisadas. Poderíamos chamar isto de “condições iniciais” do ponto da decisão (onde o jogo começa). A análise pode tanto ser para algo que estamos por decidir agora, como podemos estar analisando também as condições iniciais da nossa vida, no “momento e local” onde nascemos. Assim, podemos ter nascido como filhos do Bill Gates, como podemos ter nascido de pais mais humildes, em qualquer lugar no Brasil por exemplo. É claro que para qualquer das duas situações dadas, vamos ter opções e decisões a tomar, mas o espectro de decisões possíveis será muito diferente.

Mas parece que ainda sobra um algum campo de ação, onde as decisões sim “podem ser nossas”. Posso talvez escolher com quem me casar, ou, me casar ou não com alguém que já estou namorando. Posso fazer dois ou três caminhos diferentes (que estejam disponíveis) para ir de um lugar a outro. Posso escolher entre ir de automóvel, ônibus ou avião. Posso dar um conselho a alguém com quem me importo, ajudando a pessoa a analisar as alternativas que tem ou posso me omitir. Mas é preciso estar atento ao momento, presente, consciente, analisar as opções que percebo contra os meus valores, minha bússola e com relação aos impactos que posso prever. Fazer isto conscientemente, inclusive das minhas intenções e não apenas seguir deixando no automático. Ainda que opte por não decidir, foi uma opção.

Posso também sempre e em qualquer caso (daquilo em que tenha tido alternativas ou não), escolher (exercer meu livre arbítrio sobre) como vou me sentir e reagir a respeito do ocorrido. Se vou tornar a minha vida e a das pessoas ao meu redor melhor ou mais miserável, por conta de como decidi reagir àquilo.

E você, o que pensa disto?

As decisões sobre as possibilidades que percebemos como alternativas, são realmente nossas? Quando estamos avaliando a nossas possibilidades e alternativas, parecemos ou não, estar em um campo quântico antes de fazer e observar uma medição das “supostas partículas”? Este tema de decisão, não lembra de alguma forma o Experimento da Dupla Fenda?

Deixe sua opinião abaixo….

Novos Experimentos Dupla Fenda e Realidade Virtual – Revista Superinteressante

Novos Experimentos Dupla Fenda e Realidade Virtual – Revista Superinteressante

Experimento Dupla Fenda proposto por Tom, para gerar evidencias da Realidade Como Virtual

 

Como já é conhecido da Física Quântica, tanto a luz como as partículas (com suposta massa), quando submetidas ao experimento da Dupla Fenda tradicional (que nunca foi associado a Realidade Virtual, se comportam como “onda”,  se o seu caminho não é medido/confirmado (sobre ter passado por uma fenda ou outra) e geram um padrão de interferência no anteparo final, após passarem pela dupla fenda, como se tivessem passado pelas duas. Também já é sabido, que se a medição é gravada e depois observada, o resultado mostra um comportamento de partícula. Ocorre ainda que se os dados dessa medição do caminho usado, são eliminados por um apagador quântico (que embaralha estes dados impossibilitando sua leitura), quando se observa o comportamento, ele se mostra como onda, em vez da esperada partícula, já que a medição foi feita (mesmo tendo sido apagada). Esta é um dos famosos comportamentos estranhos das partículas.

Qual é a diferença do novo experimento descrito (em relação ao mais antigo e já existente)?

 

Começa por seu objetivo: o experimento antigo tem como objetivo, apenas estudar e entender os fenômenos misteriosos ao nível quântico, considerando que vivemos em um universo físico feito de “matéria/massa”, e eles seguem se mostrando misteriosos, nesta e em outras variações do experimento tradicional; Já os vários experimentos propostos por Tom Campbell, consideram que a “realidade” é virtual, digital e informacional, um ponto de vista completamente diferente que jamais foi abordado em experimentos antes. E em vez de apagadores quânticos (no mesmo nível das partículas sob exame) a proposta é destruir a informação já ao nosso macro nível, destruindo o pendrive que armazenaram a “informação resultante do teste” ou até mesmo os PC s que os manipularam.

Figura: Paper do Tom suportado por Cientistas descrevendo os Experimentos e seus objetivos (Pode ser encontrado na internet se pesquisado pelo titulo).

Isto é sem precedentes e busca encostar o possível “sistema” que geraria esta “realidade virtual”,  “contra a parede” por evidências de que, se a informação é destruída, a “realidade” não precisa ser “renderizada” (ou nos termos que muitos gostam: “colapsada”) e portanto segue atuando como onda e não como partícula.

Já se pensou faz muito tempo que a “matéria” era algo sólido. Faz muito tempo a ciência já provou que ele é muito mais espaço vazio de uma energia aparentemente condensada que outra coisa. Este agora pode ser o passo final para uma explicação completamente diferente, da realidade como informacional, digital e virtual. Se parece ainda como parecia antes, mas explicada por um mecanismo completamente diferente.

Como seria um dos experimentos voltados a extrair evidências de uma realidade virtual?

 

Figura: Novo experimento proposto por Tom Campbell (em entre vários).

Explicamos aqui a figura acima, seguindo os passos conforme segue:

 

– como sempre ocorre nestes experimentos, são atirados fótons ou partículas contra uma placa com duas fendas, onde cada partícula pode seguir qualquer dos dois caminhos.

– nestas fendas é colocado o detector que informará (quando esteja acionado) por qual das fendas a partícula passou (a famosa medição).

– na sequencia temos o anteparo onde a onda ou partícula bate e ou gera o padrão de onda ou partícula (se estiver sendo medida/registrada ou não);

– a seguir temos dois computadores, o 1º registrando o padrão que se forma no anteparo (se onda ou se partícula, conforme o caso), e o 2º registrando as medições do detector, se acionado ou não e, quando acionado se passou por uma fenda ou por outra.

– o experimento começa e pode se alternar com o detector acionado por algum tempo e desligado por algum tempo alternadamente.

– quando o detector esta desligado isso deveria ficar registrado no PC 2 e o PC 1 deveria registrar um padrã/comportamento de onda.

– quando o detector esta ligado isso deveria ficar registrado assim como por que fenda a partícula/fóton passou. Enquanto o detector está ligado, o PC 1 deveria estar registrando nesses momentos, o comportamento mostrado na placa final como sendo de partícula.

– isto pode se alternar algumas vezes durante o tempo da experiencia.

– como descrito acima, em um “universo supostamente material”, se destruíssemos a informação, os dados gravados no PC 2 (ou em um pen drive que ele diretamente gravasse seus resultados), pela destruição física do PC ou do pen drive, isto em nada deveria afetar os resultados gravados no PC 1 e quando verificássemos, deveríamos encontrar ali gravadas todas as alterações de comportamento entre períodos de detector acionado com resultado de comportamento de partícula e períodos de detector não acionado, como resultado de comportamento de onda. Isto porque, a única coisa que foi destruída aqui foi informação sobre o evento em nível físico.

–  agora se a realidade é gerada “virtual”, “digital” e “computacionalmente”, a destruição da “informação” ao nível macro, “desobrigaria” o “sistema” de “gerar/renderizar” os períodos de “comportamento de partícula” que estão supostamente gravados no PC 1, para quando fossem observados. Em outras palavras, após a destruição do PC2, quando checamos os dados do PC1 encontramos apenas o comportamento de onda, independente de quantas vezes e por quanto tempo, o dispositivo tenha sido acionado.

Artigo escrito por  Celso Jr e Mário Jorge P. Santos (em complemento e expansão as explicações parcialmente fornecidas na Superinteressante de Set. 2018).

 

Nota: As figuras abaixo retratam os experimentos de dupla fenda mais tradicionais e foram extraídas do mesmo artigo da Super.

Veja aqui mais detalhes sobre os experimentos nas palavras do próprio Tom Campbell:

Para mais detalhes sobre o experimento original da dupla fenda veja o artigo abaixo:

O Experimento da Dupla Fenda – Física Quântica

O Experimento da Dupla Fenda – Física Quântica

Os mistérios do experimento da Dupla Fenda.

Preparado por: Celso Junior!

Em meados do século 18, o físico, médico e egiptólogo britânico Thomas Young (1773 – 1829) conseguiu refutar umas das afirmações de Isaac Newton. A de que a Luz era composta por “corpúsculos” ( unidades quantificadas – o que hoje se chamaria de partículas subatômicas ).

Para fazer isso ele realizou um experimento muito simples: Usando uma grande caixa fechada, ele inseriu um  visor e duas pequenas fendas por onde a luz do sol deveria entrar. Ao olhar pelo visor ele observaria a luz projetada para dentro da caixa, refletida em uma das paredes internas. Existiriam 2 possibilidades, a luz seria composta ou de uma onda contínua   (como ondas eletromagnéticas de energia ou as ondas em um lago) ou  por unidades discretas (como defendia Newton no seu modelo corpuscular da luz ).

Eis o experimento:

Fig 1Caso a luz fosse composta de pequenas unidades de matéria (partículas), que é o que o desenho acima simula,  ela iria se comportar passando por uma pequena fresta ou por outra, seguindo em linha reta e apresentando o seguinte padrão no fundo da caixa:

Fig 2Caso a luz fosse composta de uma onda, ao invés de partículas, ela se comportaria desta forma:

Como ondas se propagam através de uma frequência e intensidade, quando a crista da onda que estivesse passando pela fenda esquerda entrasse me contato com crista da onda (parte mais alma ou mais intensa) propagada pela fenda da direita, então elas se somariam e formariam uma onda mais forte. Já se a crista de uma onda entrasse em contato com  o vale da outra (parte mais baixa ou menos intensa) então as duas se anulariam.

Pensando assim, se luz fosse onda, então o padrão exibido no fundo da caixa seria o que é chamado de Padrão de Interferência:

Fig 4Este padrão denotaria que a luz era composta de Ondas e não de Partículas e foi exatamente o que o experimento demonstrou, encerrando a dúvida sobre a natureza da Luz, pelo menos por um tempo.

Porém existiam outros fenômenos observados que não condiziam com o fato da luz ser uma onda. O Efeito Fotoelétrico é um deles.

Descoberto por A. E. Becquerel em 1839 e confirmado por Heinrich Hertz em 1887, ele demonstra que um material metálico desloca elétrons (partícula já bem conhecida na época) ao ser exposto a um feixe de luz. O que foi observado era que ao aumentar a intensidade da luz, ao invés de se emitirem elétrons com maior energia cinética (algo esperado pelo fato da luz ser considerada uma onda eletromagnética) na verdade o que aumentava era a quantidade de elétrons movimentados.

Isso implicava que, de alguma forma, a Luz tinha propriedades de onda e também corpusculares, já que a explicação mais plausível era a de que a luz, se fosse composta por partículas, deslocaria mais elétrons do metal porque o que aumentava-se era a quantidade de “unidades” de luz, aumentando assim as chances de elétrons serem colididos e movimentados.

Nasce aí o fóton, com descrito por Einstein em 1905 (O que lhe rendeu o Nobel em Física em 1921).

Com o advento dos estudos aprofundados e descobertas da mecânica quântica e da ciência moderna, resolveu-se tirar a dúvida, de uma vez por todas, sobre a natureza real da Luz, pois mesmo constatando o efeito fotoelétrico, a luz em outras ocasiões também se portava igual a uma onda.

Resolveram então criar uma variação do experimento de Young, usando um raio laser que era interrompido por uma placa com duas finas fendas bem próximas, um experimento Idêntico ao primeiro, porém com um Laser seria possível controlar a quantidade e a intensidade das partículas de Luz (já se admitia que a Luz era composta de partículas, porém tentava-se explicar do porquê da luz ainda se comportar como onda em algumas ocasiões).

Acreditava-se que quando as partículas passavam por uma das fendas, elas deviam colidir com as paredes das fendas, mudando sua trajetória e colidindo com outras partículas de luz, fazendo o padrão de interferência que fazia a luz “parecer” se comportar como onda no experimento. Resolveram então lançar um fóton (partícula de luz) por vez. Acreditava-se assim que as partículas não teriam como colidir umas com as outras, anulando o padrão de interferência e fazendo com que as partículas fizessem uma trajetória retilínea, criando apenas duas ‘bandas’ de luz. Com o tempo, o resultado acumulado e uma placa fotossensível é a imagem abaixo:

Fig 5Isso demonstra que as partículas, mesmo individualmente, criavam um padrão de interferência que não poderia ser explicado por meios habituais. Uma vez que mesmo soltando uma partícula de cada vez, ela ainda tinha um comportamento de “onda”. Foi então que levantou-se a hipótese da posição da partícula estar se comportando como uma nuvem de probabilidades ao invés de uma posição definida no espaço. Schrödinger, em seu modelo do átomo e o princípio de incerteza de Heisenberg, demonstram que é impossível ter-se certeza da posição e velocidade de uma partícula no espaço (fóton ou elétron por exemplo ), apenas sobre a probabilidade dela estar em determinada faixa ao redor do átomo ou não.

O problema é que, mesmo sabendo-se dessa incerteza através dos experimentos, o que de fato ocorria com a partícula individual ao passar pela dupla fenda? Não se saberia ao certo por qual fenda cada partícula passaria ou se ela se chocaria em alguma parte da placa antes de passar, mas isso não seria o suficiente para fazer com que a partícula gerasse um padrão de onda. Estaria então a partícula (sendo probabilidade) sobre-posicionando essas 3 possibilidades ao mesmo tempo e  essa probabilidade interferindo consigo mesma? Isso seria difícil de acreditar porque até então a realidade seria composta de elementos objetivos (matéria, energia, interações físicas) e probabilidade está mais no campo informacional do que na realidade manifestada.

Os físicos ficaram intrigados com essa dúvida e resolveram tirar a prova. Colocaram sensores (células fotossensíveis) próximos das fendas, que iriam medir realmente por qual fenda cada partícula passaria. Não seria possível que uma partícula estivessem em dois lugares ao mesmo espaço-tempo e isso precisaria ser verificado.

Ao realizarem o experimento medindo por qual fenda cada partícula passaria, veja o resultado

Fig 6O padrão de interferência havia desaparecido! Isso era inesperado. O simples fato de medirem por qual fenda cada partícula passaria, para tentar entender o porquê das partículas individuais estarem criando um padrão de onda, causou o colapso do padrão anterior, fazendo com que as partículas se comportassem, dessa vez, como partículas, em uma trajetória, praticamente, retilínea.

Repetiram os mesmos experimentos com elétrons e, novamente, os mesmos comportamentos foram constatados, ou seja, todas as partículas conhecidas apresentam a dualidade onda/partícula e tudo dependia do momento onde a informação sobre sua posição é medida.

Isso implica dizer que se, na experiência, a medição for feita na placa no fundo da caixa, então podemos ter a onda de probabilidades manifestada, logo, através de um padrão de interferência – se medirmos nas fendas, ou seja, se colhermos a informação sobre a partícula no momento onde ela poderia apresentar uma onda de probabilidades, essa onda desaparece e o que temos é a realidade “re-renderizada”, é como se a realidade se adequasse ao momento da obtenção da informação, ou, o momento onde a realidade é observada.

 O que deixou a coisa mais complicada, foi o fato dos físicos não admitirem que a simples obtenção da informação (medir a posição da partícula) anularia a onda de probabilidades, então ocorreu uma busca em tentar entender qual o tipo de interferência OBJETIVA o ato de medir estaria causando. Acreditava-se que os sensores elétricos ou fotoelétricos, de alguma maneira estavam criando alguma interferência nas partículas.

Porém, hoje já se sabe que a questão é muito mais profunda. Outros experimentos foram capazes de ‘embaralhar” a informação já medida, como o Apagador Quântico de Escolha Atrasada, que consegue medir por qual fenda cada partícula passou, mas tira a certeza da medição após ter sido feita, isso faz com que o padrão de disposições dos elétrons ou dos fótons se comporte exatamente como uma onda e o padrão de interferência retorna, ou seja, a onda de probabilidades volta à Realidade, caso a informação da medição seja perdida ou inutilizada.

Resumindo, mesmo quando medimos por qual fenda a partícula passou, se não tivermos como “ler” essa informação (mesmo se essa leitura ocorrer no FUTURO), a partícula não se comporta como unidade corpuscular e torna-se uma nuvem de probabilidades no PRESENTE, gerando um padrão de interferência na tela. Por outro lado, se tivermos certeza (e como ‘ler’ essa informação) sobre a posição da partícula, o padrão de interferência desaparece.

As implicações disso são tamanhas que fizeram com que a física quântica se tornasse mais uma ciência Informacional do que sobre a física objetiva (embora seus resultados sejam mensuráveis no mundo “Real” ), porque constatou-se que tudo (e quando digo tudo eu me refiro a TODA a realidade que podemos observar) é uma questão de como percebemos e medimos a realidade e seus fenômenos e que essa medição (a obtenção da informação) é o que, em última análise, compõe a realidade e não o contrário. Isso abala as fundações de uma realidade objetiva e nos coloca não como espectadores, mas como ELEMENTO FUNDAMENTAL da realidade, ou, nas palavras de Eugene Wigner (Nobel de Física):

“Continuará sendo impressionante, não importa os caminhos que nossos conceitos futuros irão nos levar, que todo o estudo do mundo externo nos leva a conclusão científica que o conteúdo da consciência é a realidade universal definitiva .

E nas de Max Planck (Nobel de Física e considerado Pai da Física Quântica):

“A ciência não pode resolver o mistério derradeiro da natureza porque, em última análise, nós mesmos somos parte do mistério que estamos tentando resolver“.

Para entender melhor, assista ao vídeo de Thomas Campbell onde ele esmiúça bem o experimento da dupla fenda no vídeo (em inglês):

http://www.youtube.com/watch?v=LW6Mq352f0E

Fig 7

Ou este clipe do documentário “Quem somos nós?”

http://www.youtube.com/watch?v=u7VctogNgU4 

Veja o novo artigo sobre os NOVOS EXPERIMENTOS de Dupla Fenda que buscam evidencias sobre a realidade ser VIRTUAL

Novos Experimentos Dupla Fenda e Realidade Virtual – Revista Superinteressante

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