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Simpósio Despertar no Brasil com a participaçao de Tom Cambpell

Simpósio Despertar no Brasil com a participaçao de Tom Cambpell

O Simpósio foi anunciando como suspenso, nesta segunda feira 07 de Agosto de 2017, pela Ética Congressos que o estava organizando. Foi informado de devido a crise, a procura estava muito baixa e portanto decidiu-se, pela postergação. O novo plano da Ética é remarcar todo o Congresso para Setembro de 2018.

Simpósio Despertar no Brasil com a participaçao de Tom Cambpell

Simpósio Despertar

Compaixão e Equilibrio na Realidade Virtual

Compaixão e Equilibrio na Realidade Virtual

“Compaixão é uma coisa boa — de fato muito boa — uma parte essencial de nossa conexão aos demais, a medida que superamos nosso ego. Compaixão e equilíbrio são ambos atributos são ambos atributos de um amor atencioso / cuidadoso.

Contudo, uma pessoa precisa aceitar que a realidade VIRTUAL PMR (realidade física material), este “pacote” gerador de oportunidade que chamamos de “lar”, DA MANEIRA COMO ELE SE DESENVOLVEU — porque ele nos reflete. Nos reflete muito precisamente.

Ficar irado com depravação, a miséria e especialmente a dor inocente, ou torcer constantemente as mãos em exasperação ou chorar por causa disto, não é produtivo e ainda são formas de apego. A PMR  (realidade física material) é como é, porque nós somos como somos — a pessoa precisa ir em frente com seu aprendizado e crescimento pessoal dentro desta experiencia de realidade virtual e evitar acabar perdido em um apego a tristeza, o sofrimento dos outros — ainda que isto seja difícil (especialmente para uma pessoa sensível e atenciosa). Equilíbrio é tão importante quanto compaixão.

Os participantes desta realidade virtual são todos voluntários. Muitos escolhe pacotes de experiencia com os quais podem aprender o que mais precisam. Existem muitas formas de experiencia virtual, cada uma tendo seu próprio conjunto de oportunidades e desafios. Estas oportunidades podem nem sempre estar clara para nós, a partir da perspectiva da PMR. Dentro da visão mais ampla, cada tipo de experiencia virtual PMR tem algumas vantagens de aprendizado, ou ninguém com liberdade aceitaria tal papel. Todos os papéis são aceitos livremente.

Estar confortável e feliz na PMR não é o “jogo principal” , redução da entropia pessoal é o jogo principal — A PMR é apenas uma ferramenta, ferramenta virtual usada por cada entidade aqui, para atingir o crescimento necessário pela experiência direta.

A dor em seu coração devido ao sofrimento dos outros é real, valorize-a, aceite-a, e siga em frente. Grande compaixão e tristeza crescendo a partir do coração, é um atributo muito valioso de alguém que realmente se importa, de quem realmente ama — contudo, também podem se tornar uma expressão de necessidade, desejo, culpa e medo — isto é, um apego, uma armadilha. Equilíbrio é também um atributo do amor — não confunda o equilíbrio com falta de compaixão.

Eu realmente espero que você veja isto mais como ajuda do que sal na ferida. Sofrer — ser um com o mundo — é um caminho difícil a trilhar porque ele te “espalha de forma tão fina” que equilíbrio e crescimento se tornam excepcionalmente desafiadores. Seu ponto de equilíbrio pessoal é único seu. Encontre-o, onde quer que ele esteja e faça paz com sua existência”.

Tom Campbell
Dec 20 2007

Compaixão e Equilibrio na Realidade Virtual

Um com O UNO – One with the One

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Um com O UNO – One with the One

Talvez você esteja familiarizado com o conceito veda de Maya (ilusão) e talvez também esteja tomando contato com o domínio emergente da Realidade Virtual (como vemos tanto n indústria dos Jogos Eletrônicos nestes dias). Ou você pode talvez ter ficado paralisado com os conceitos explorados na trilogia de filmes “Matrix”? Talvez, você tenha experimentado um sentido de déjà vu e imaginou como relacionar estes “conceitos” a sua “existência”?

Maybe you are familiar with the Vedic concept of Maya (illusion) and are also getting acquainted with the emerging domains of Virtual Reality (as we see so much of in the Gaming industry these days). Or you could have remained transfixed with the concepts explored in The Matrix movies? Maybe, you have experienced a sense of déjà vu and thought how these ‘concepts’ might relate to your own ‘existence’?

Deixe-me começar apresentando uma visão alternativa para que você veja a si mesmo como um com toda a criação (da qual a Realidade Física Material ou PMR em inglês, é apenas uma pequena “lasca” virtual). Você é “Um com O UNO/Único” – Um subconjunto único do todo, mas ao mesmo tempo, uma porção que é bem integrada com o todo (onde o todo é o Sistema Mais Amplo de Consciência ou LCS (Larger Consciousness System). Em termos ciência da informação (informática), você é um subconjunto particionado de memória dinâmica alocada e recursos computacionais compartilhados usados para angariar experiência e exercitar a intenção enquanto engajado em “simulador de treinamento de realidade virtual (VR)” multijogadores visando redução de entropia.

Let me begin by presenting an alternate view for you to see yourself as one with all creation (of which Physical Matter Reality or PMR is a tiny virtual sliver).  You are ‘One with The One’ — A unique subset of the whole, but at the same time, a portion that is well integrated with the whole (where the whole is the Larger Consciousness System or LCS).   In information science terms, you are a partitioned subset of dynamically allocated memory and shared computational resources used to gather experience and exercise intent while engaged in a multiplayer, entropy reduction, virtual reality (VR) trainer.

Diferenciar o eu/self do outro é mais como diferenciar seu sistema digestivo do seu sistema circulatório – ambos são partes integralmente interdependentes de um ser – não duas coisas separadas, cada uma com sua existência independente. É uma questão de ponto de vista – de como você pensa sobre algo. É o contexto que muda, não os fatos.

Differentiating self from other is more like differentiating your digestion system from your circulatory system — both are integral interdependent parts of one being — not two separate things each with their independent existence.  It is a matter of perspective – of how you think of something.  It is the context that changes, not the facts.

 O LCS se auto projeta (auto desenha) para otimizar a redução da sua entropia – isto é, para facilitar sua própria evolução. Você obtém toda a ajuda que possa lucrativamente usar para evoluir a qualidade da sua consciência porque é da natureza do sistema suportar a necessidade evolucionária de suas partes. Da sua perspectiva na PMR (Realidade Físico Material) você é levado a categorizar e definir esta ajuda como vindo de “entidades especificas independentes – guias, Eu Superior, Eu Maior, Eu lá, super-alma, superego, e muitas outras categorizações similares porque como um residente da PMR você só pode relacionar sua interação com “outro” à entidades específicas independentes que são/estão fora de você (não você). Você não pode pensar em termos de ser um com O UNO – integralmente interconectado – um subconjunto virtual apenas por definição, por partição, por função e intenção. Quando você tenta descrever os detalhes de sua interação com o Sistema Mais Amplo de Consciência, enquanto limitando a sua conceituação  daquela interação às formas físicas (usando a linguagem da PMR) seu modelo de conexão com o todo será sempre em termos de você como um indivíduo separado interagindo com outra entidades separadas.

The LCS is self-designed to optimize its entropy reduction — i.e., to facilitate its own evolution.  You get all the help you can profitably use to evolve the quality of your consciousness because it is the nature of the system to support the evolutionary needs of its parts.  From your PMR perspective, you are driven to categorize and define this help as coming from specific independent entities — guides, higher-self, I-there, over-soul, super-ego, and many other such characterizations because as a resident of PMR you can only relate your personal interaction with “other” to specific independent entities that are outside of you (not you).  You cannot think in terms of being one with The One – integrally interconnected – a virtual subset only by definition, by partition, by function and intent.  When you try to describe the details of your interaction with the larger consciousness system while limiting your conceptualization of that interaction to physical forms (using PMR language), your model of your connection with the whole will always be in terms of you as a separate individual interacting with other separate entities. 

Dentro de nossas mentes, nós damos a cada uma de nossas metáforas e símbolos separados de nossa estrutura “lógica” imaginada do todo, uma existência factual independente, criamos nomes (percepção PMR, percepção da Realidade Não Física Material “NMPR”, Eu Superior, Eu Maior, super-alma, anjo, ancestral, guia, espirito ou Deus), e então tentamos trabalhar com as relações entre todas estas entidades individualizadas e deduzir o organograma hierárquico apropriado que explique tudo isso. Sem dúvida, levamos a nós mesmos à confusão retorcida no processo  de tentar ser mais e mais específicos  em como descrever o sistema mais amplo de consciência em termos destes conceitos PMR altamente limitados que são inerentemente incapazes de descrever acuradamente o LCS (Sistema Mais Amplo de Consciência). Nós inevitavelmente geramos problemas lógicos e inconsistências nos detalhes de nosso mapeamento hierárquico das responsabilidades e papéis individuais. Nós não parecemos hábeis para fazer certo quando tentamos ser muito específicos por causa de nossa conceituação, a qual requer que tudo esteja em sua própria “casinha de pombo” (caixinha, classificação).

Within our minds, we give each of the separate metaphors and symbols of our imagined “logical” structure of the whole an independent factual existence, make up names (PMR awareness, Non-Physical Matter Reality or NPMR awareness, higher-self, highest-self, over-soul, angel, ancestor, guide, spirit, or god), and then try to work out the relationships between all these individuated entities and derive the proper hierarchal organization chart that explains it all.  Of course, we drive ourselves into twisted confusion in the process of trying to be more and more specific in how we describe the larger consciousness system in terms of these highly limited PMR concepts that are inherently unable to accurately describe the larger Consciousness System.  We inevitably generate logical problems and inconsistencies in the details of our hierarchical mapping of individual roles and responsibilities.  We don’t seem able to get it right when we try to be very specific because our conceptualization, which requires everything to be in its own separate pigeon hole, is fundamentally incorrect. 

Temos esta necessidade premente de saber, “E sobre nós? A mente de nosso AVATAR, alma ou personalidade (nossa identidade pessoal nesta realidade “PMR”) sobrevive intacta”? Por causa de nosso MEDO e EGO, colocamos nossa percepção local “PMR” no verdadeiro “centro” mais fundamental de nossa existência.  Vemos a nós mesmos apenas como esta percepção individual particular separada nesta realidade (PMR), muito mais do que como uma parte de algo maior e grandioso. E nos preocupamos de perder esta separação individual ser morrer absolutamente – um evento que tornaria nossa vida atual na PMR (esta realidade) sem nenhum valor ou significância.   

We have this burning need to know, “What about us?  Does our avatar’s mind, soul, or personality (our personal PMR identity) survive intact?”  Because of our fear and ego, we place our local PMR awareness at the very core of our most fundamental existence.   We see ourselves only as this particular individual separate PMR awareness rather than as a part of something larger and grander. And we worry that losing that individual separateness is to die absolutely – an event that many believe would make our present PMR life of no value or significance. 

Aquela separatividade individual à qual você chama de você na verdade não existe (nunca existiu) como um ser separado independente fundamental. Ela existe apenas como um personagem virtual cujos pensamentos , intenções e escolhas são feitas por um subconjunto individualizado temporário de consciência (nominado “unidade de percepção e livre arbítrio” – FWAU do inglês) “jogando” em um simulador/treinador evolucionário (de redução de entropia) específico. Contudo, cada pensamento, sentimento, ação e intenção daquele “personagem” virtual (você) é salvo (vive para sempre) na base de dados históricos. E cada pequena redução na entropia ganho por este personagem é um prêmio muito significativo para o ser virtual individuado, o processo interativo que criou esta oportunidade, e para todo o sistema – um sucesso crítico digno de ser lembrado e emulado. Tente ver este LCS ou Sistema Mais Amplo de Consciência como um único sistema interativo, não uma coleção de partes individuais separadas. Em sua maior parte, este é um tema de desenvolver uma Visão Mais Ampla (Bigger Picture), uma perspectiva maior. Os “fatos” de sua perspectiva individual permanecem os mesmos mas agora são reinterpretados (recontextualizados) sob a luz de uma visão mais ampla.

That individual separateness you call you doesn’t actually exist (never has existed) as an independent fundamental separate being.  It exists only as a virtual character whose thoughts, intents, and choices are made by a temporary individuated subset of consciousness [called a free will awareness unit (FWAU)] playing in a specific evolutionary entropy reduction trainer.   Yet, every thought and feeling and action and intent of that virtual character (you) is saved (lives forever) in the historical database.  And every tiny decrement in entropy earned by that character is a very significant prize for the individuated virtual being, the interactive process that created the opportunity, and for the whole system – a critical success worth remembering and emulating.  Try to see the Larger Consciousness System as a single interactive system, not a collection of individual separate parts.  For the most part, this is a matter of developing a bigger picture, a larger perspective.  The “facts” of your individual perspective remain the same but now they get reinterpreted in light of a bigger picture.

Se esta discussão arrastou você para áreas que ainda não se sente preparado para ir vantajosamente, esqueça isto, abandone, e trabalhe dentro de modelos com os quais você se sinta confortável. Aprender é um processo interativo e abraçar modelos de existência que tragam desconforto e confusão não está no caminho exitoso de evolução da consciência para ninguém. Você precisa explorar seu caminho na direção da completude a um passo de cada vez, absorvendo e integrando nova compreensão em seu “ser” (como oposto a seu intelecto) que melhore a qualidade de sua vida diária.

If this discussion has dragged you into areas where you are not prepared to profitably go, forget about it, let it go, and work within models with which you feel comfortable.  Learning is an iterative process, embracing models of existence that are discomforting and confusing is not on anyone’s path to successful consciousness evolution.  You must explore your way to wholeness one step at a time by absorbing and integrating new understanding into your being (as opposed to your intellect) that improves the quality of your everyday life.

Em um nível metafórico mais alto, os conceitos de um Eu Maior, super-alma, etc., são muito úteis e de ajuda – eles geram uma expressão “física” (modelo de processo em termos da linguagem e conceitos “desta realidade” – PMR) que explicam como nós somos completamente conectados/integrados ao todo em uma forma que a percepção (consciência) “restringida” na “PMR” pode entender. Integração é na verdade muito mais simples – não tem de existir mecanismos intermediários nós e o sistema mais amplo – nós já estamos completamente integrados com aquele sistema. Nós apenas não conseguimos ver nossos eus (selfs) de qualquer forma que não seja separada – nós versus eles – se não formos nós da “pequena visão” (little picture), então devem ser “eles” ou qualquer outro. Nós somos unidades individuadas (particionadas) de consciência, e somos/estamos mais interconectados ao sistema mais amplo do que pensamos.

At a higher metaphorical level, the concepts of higher-self, over-soul, etc., are very useful and helpful — they generate a “physical” expression (process models in terms of PMR language and concepts) that explains how we are connected/integrated to the whole in a way that PMR constrained awareness’s can understand.  Integration is actually much simpler — there doesn’t have to be intermediary mechanisms between us and the larger system — we are already fully integrated with that larger system.  We just cannot see our separate selves as anything but separate — us versus them — if it is not little picture PMR us, then it must be “them” or somebody else.  We are individuated (partitioned) units of consciousness as opposed to individual (separate) units of consciousness, and are more directly interconnected to the larger system than we think.

Procure pelos próximos blogs, à medida que formos mergulhando mais profundamente no que o LCS é e como os conceitos da “My Big TOE”, a trilogia de livros pode ajudar você a decifrar suas próprias verdades. É a tarefa desta trilogia prover uma fundação conceitual direta sobre a qual você poderá clara e completamente construir o contexto de sua existência pessoal a partir de sua própria experiência, evoluir sua consciência, e mais fundamentalmente compreender seu mundo, sua ciência, seu propósito, e a você mesmo, em uma forma geral, lógica e cientifica, que explique compreensivamente todos os dados pessoais e profissionais  que você coletou durante toda uma vida. Fique sintonizado!  

Look out for the next blogs, as we delve deeper into what the LCS is and how My Big TOE, the trilogy of books written by me can help you decipher your own truths. It is the task of this trilogy to provide a straightforward conceptual foundation upon which you can clearly and completely construct the context of your personal existence from your personal experience, evolve your consciousness, and more fundamentally understand your world, your science, your purpose, and yourself in a general, logical, scientific way that comprehensively explains all the personal and professional data you have collected during a lifetime. Stay tuned!

Um com O UNO – One with the One

(publicação original): 

http://www.speakingtree.in/blog/one-with-the-one-625479

Página no Facebook:

https://www.facebook.com/MyBigToeBrasil/

Videos Legendados no Youtube:

https://www.youtube.com/channel/UCp9Dxx59qjwPRKFwWNa7lkw

Conheça Tom Campbell – Video com breve apresentação!

Thomas Campbell

Conheça Tom Campbell – Video com breve apresentação!

Link Youtube

Olá! Eu sou Tom Campbell.

 

Em 1972 eu era um físico aplicado durante o dia todo e um pesquisador da consciência durante parte da noite e nos fins de semana.

Como físico eu me especializei em modelar grandes sistemas complexos dentro de computadores.

Como um pesquisador da consciência, defini e explorei estados alterados da consciência “sem uso de drogas” e investiguei as habilidades e limitações da consciência.

Eventualmente eu consegui fundir o estudo e a aplicação de ambos, a física e a consciência em um modelo geral da realidade.

O resultado desta pesquisa une os mundos da experiência objetiva e subjetiva, assim atingindo o objetivo de gerar uma teoria unificada e compreensiva de tudo, que

é uma TOE. Uma TOE que liga a metafísica e a física em um único entendimento científico.

O resultado deste trabalho foi publicado na forma da Trilogia “My Big TOE” (Minha Grande Teoria de Tudo) e já tem mais de 200 vídeos no Youtube dos meus workshops, conferencias e entrevistas.

O “Minha” da “Minha Grande Teoria de Tudo”, não representa orgulho da autoria, mas antes o fato de que no mundo subjetivo da sua consciência, “se não for por sua própria experiência” não pode ser sua verdade. O “Minha” do Minha Grande TOE te lembra que você precisa desenvolver sua própria Big TOE a partir da própria experiência.

A Trilogia MBT desenvolve uma derivação completa a partir da consciência. Esta Derivação começa com 2 pressupostos e então prossegue deduzindo logicamente todos os atributos, limitações, propriedades, qualidades e mecânica da consciência e da realidade mais ampla. O que é, de onde veio e como ela funciona.

Os dois pressupostos são 1) “que a consciência existe” assim como nós a experimentamos, e que é um sistema baseado-em-informação, autoconsciente e automodificante, e que 2) a evolução existe assim como a experimentamos e é um processo de seleção natural, um processo que ao longo do tempo leva um sistema auto modificável a melhor se acomodar tanto aos ambientes internos como os externos. A partir destes 2 pressupostos, todo o resto se desdobra logicamente, chegando a que a consciência é fundamental e tudo mais se deriva a partir daí.

A metafísica que é ontologia e epistemologia, cosmologia e teologia e os conceitos de Deus, espiritualidade, amor, moralidade e livre arbítrio, assim como o objetivo humano e seu potencial, são todos facilmente derivados como consequências lógicas da teoria da consciência MBT.

Da mesma forma, mas surpreendentemente, a física moderna também é uma derivação lógica e consequência da consciência. Esta física e metafísica unificadoras, são como subconjuntos de um único entendimento mais completo, de uma realidade muito maior.

Problemas e paradoxos de ambas, física e metafísica, são resolvidos simples e completamente aplicando-se esta nova perspectiva.

A teoria da MBT prevê acuradamente os resultados de experimentos científicos e faz novas predições que são experimentalmente verificáveis. Ela explica os resultados acumulados pela Pesquisa de Anomalias de Engenharia de Princeton (PEAR) em seus laboratórios nas ultimas décadas.

Ela explica o efeito placebo e como ele funciona. O que precedeu ao “Big Bang”. O Universo em expansão. Como a “Intenção” pode afetar a realidade. A nossa origem, natureza e objetivo, assim como os do nosso universo. O que acontece depois que morremos. Porque a velocidade da luz é constante, sob o movimento da sua fonte. Qual é a chave deduzindo a relatividade e porque as partículas são provavelmente na verdade distribuições de probabilidade. Qual é a chave para deduzir a mecânica quântica.

A teoria MBT explica porque e como, o experimento da dupla-fenda e o entrelaçamento de partículas funcionam e porque os sonhos precognitivos e visão remota funcionam, assim como vários outros

mistérios científicos de longa data.

A mesma lógica e ciência MBT que entrega uma melhor compreensão da física, também entrega um modelo de consciência e um melhor entendimento da metafísica. O que é considerado agora “paranormal” se torna simplesmente normal e a fundação de lógica é vista suportar tanto as experiências subjetivas como as objetivas, além de todos os temas anteriores.

MBT explica e define amor, e como e porque, o amor é a resposta para os problemas mais prementes da humanidade.

Ela explica o que cada indivíduo pode fazer para encontrar paz, felicidade e satisfação na sua vida.

Ela responde as questões sobre o que é espiritualidade e como alguém se desenvolve. De acordo com esta teoria, consciência, o Sistema Mais Amplo de Consciência é a fonte, o núcleo, o criador de tudo o mais. A tarefa posta à frente da humanidade, é evoluir de forma mais cooperativa, cuidadosa e com compaixão, em sua interação com ela mesma, com outras espécies e com a própria terra, para se tornar um sistema mais amplo e efetivo.

Esta pressão para implantar uma união cooperativa e cuidadosa, representa o vetor do progresso evolucionário dentro de um sistema de consciência em evolução, que sentimos como um empurrão inato para nos afastarmos de uma competição existencial mais restritiva, para uma expansão cooperativa mais livre. Uma de ser auto focado para ser focado no outro, e que esteja se distanciando do medo, do EGO, das crenças e indo na direção do amor.

Este processo tem sido chamado de “crescimento espiritual”, “melhorar a qualidade” ou “reduzir a entropia” de uma consciência, é crescer e viver na “Visão Mais Ampla”, dentro da realidade maior da consciência e expressando unicidade com todos os seres dentro do “Sistema Mais Amplo de Consciência”.

É um fato que toda mudança significativa deve ser feita ao nível individual, de forma que cada um como indivíduo consiga implantar esta profunda metamorfose evolucionária.

Como você pode deixar de ser parte do problema para se tornar parte da solução?

Gandhi disse que é melhor simplesmente ser a mudança que você quer ver no mundo!!

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Conheça Tom Campbell – Video com breve apresentação!

Video MBT Boston Legendas em Português – perguntas e respostas por Tom Campbell

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Video MBT Boston Legendas em Português – perguntas e respostas por Tom Campbell

Este vídeo recente está super interessante.

Tom faz uma breve exposição sobre sua mais recente atividade e objetivo, em uma breve introdução, e depois abre uma seção para responder a qualquer pergunta dos participantes presentes.

Na introdução explica sobre os experimentos que está projetando (tipo experimentos de Dupla-Fenda), com o objetivo de permitir confirmar em laboratório, que o modelo MBT de Realidade Virtual permite responder muitas das questões, ainda hoje pendentes, sobre o funcionamento da Física Quântica.

Na sequencia, e talvez ainda mais interessante, responde a várias questões diretas sobre a metafísica da MTB e suas explicações para temas tão controversos e interessantes como: OBE (viagens fora do corpo) e porque é mais fácil para alguns conseguir ou não, além do que fazer para chegar lá, conexão com o Todo (Amor), percepções, consciência pontual, meditação, consciência em animais, e muito mais…

Vale ver.   (Mario Jorge)

Link para o video completo no Youtube em Português (clique aqui).

Video MBT Boston Legendas em Português – perguntas e respostas  por Tom Campbell

Tom Campbell – Entrevista (Buda na Bomba de Gasolina)

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Tom Campbell – Entrevista (Buda na Bomba de Gasolina)

Clique na figura acima, que contém um link para o site onde a entrevista foi dada, com vídeo ou apenas áudio!

Em fevereiro de 2003, Tom publicou a trilogia My Big TOE (MBT) a qual representa o resultado e conclusão de sua exploração científica da natureza da existência. Este super abrangente modelo de realidade, mente e consciência explica tanto o paranormal como o normal, coloca a espiritualidade dentro de um contexto científico, resolve toda uma hoste de paradoxos científicos e prove direção para aqueles que buscam experimentar pessoalmente uma percepção expandida do “Tudo Que É/Há”. O modelo da realidade da MBT explica a metafísica, a espiritualidade, o amor, e o propósito do homem ao seu nível mais fundamental, prove uma teoria completa da consciência e resolve problemas destacados da física de nosso tempo, derivando ambos, teoria da relatividade e mecânica quântica, dos princípios iniciais – uma coisa que a física tradicional ainda não pode fazer. Um trabalho de ciência baseado em lógica, My Big TOE não tem base em crença ou dogma.

266. Tom Campbell

Tom CampbellIn February of 2003, Tom published the My Big TOE trilogy (MBT) which represents the results and conclusions of his scientific exploration of the nature of existence. This overarching model of reality, mind, and consciousness explains the paranormal as well as the normal, places spirituality within a scientific context, solves a host of scientific paradoxes and provides direction for those wishing to personally experience an expanded awareness of All That Is. The MBT reality model explains metaphysics, spirituality, love, and human purpose at the most fundamental level, provides a complete theory of consciousness, and solves the outstanding fundamental physics problems of our time, deriving both relativity theory and quantum mechanics from first principles – something traditional physics cannot yet do. As a logic-based work of science, My Big TOE has no basis in belief, dogma, or any unusual assumptions.

Interview recorded 11/14/2014.

Tom Campbell – Entrevista (Buda na Bomba de Gasolina)

On Love and Sadness – Sobre o Amor e a Tristeza

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On Love and Sadness – Sobre o Amor e a Tristeza, e os impactos da situação do mundo sobre você!

Nota: Este esclarecimento foi feito em função de pergunta feita sobre o sofrimento sentido pelas pessoas que tem uma maior percepção / semsibilidade ao ver o sofrimento alheio em casos fortes com guerras, terror,  miséria, fome doença …

Compaixão é uma coisa boa – muito boa – uma parte essencial de nossa conectividade aos outros, na medida em que crescemos e ultrapassamos nosso ego. Compaixão e equilíbrio são ambos atributos de um amor carinhoso.

Contudo, a pessoa precise aceitar esta realidade VIRTUAL (nossa realidade física-material – PMR), este pacote de experiências e gerador de oportunidades que nós chamamos lar, DA FORMA QUE ELE EVOLUIU – porque ele é uma reflexão de nós mesmos. Nos reflete com muita precisão. Aceite-o e deixe-o ir e ser o que seja – a tristeza do amor é um resultado direto do carinho e da compaixão. Ficar furioso com a depravação, miséria e especialmente a dor dos inocentes, ou o constante torcer de mãos em exasperação ou chorar sobre isto, não é produtivo e acaba sendo em si mesmo uma forma de apego. PMR (nossa realidade física) é como é, porque nós somos como somos – a pessoa precisa seguir adiante com seu aprendizado e crescimento pessoais dentro desta experiência em realidade virtual e evitar perder-se no apego a tristeza, ao sofrimento dos outros – mesmo que seja muito difícil faze-lo (especialmente para uma pessoa sensível e carinhosa). Equilíbrio é tão importante quanto compaixão.

 Os participantes desta realidade virtual são todos voluntários. Muitos escolheram pacotes de experiência com os quais eles possam aprender aquilo que mais precisam. Existem muitas formas de experiência virtual cada uma tendo seu próprio conjunto de oportunidades e desafios. Estas oportunidades podem ou não ser sempre claras para nós pela perspectiva da nossa realidade (PMR). Dentro de uma visão mais ampla (big picture) cada tipo de experiência virtual PMR tem algumas vantagens de aprendizado ou ninguém teria aceito tal papel de bom grado. Todos os papéis são aceitos de bom grado.

Estar confortável e feliz em nossa realidade PMR não é o “jogo principal”, redução da entropia pessoal (evolução) é o “jogo principal” – a nossa realidade PMR é apenas uma ferramenta (oportunidade) usada para que cada entidade aqui, possa atingir o crescimento necessário através de experiência direta.

A dor em seu coração devido ao sofrimento alheio é real, valorize-a, aceite-a, e siga adiante, com o que você tenha de fazer aqui. Grande compaixão e tristeza surgindo do coração é um atributo muito valioso de alguém que realmente se importa, alguém que realmente ame – ainda assim, elas podem também tornar-se uma expressão de necessidade, desejo, culpa, pena, medo – isto é, um apego, uma armadilha. Equilíbrio é também um atributo de amor – não confunda equilíbrio com falta de compaixão.

Eu realmente espero que você veja isto mais como um comentário de ajuda do que como sal na sua ferida. Sofrer – sentindo-se um com o mundo – é um caminho duro para seguir porque ele te envolve de tal forma, em tal nível (você acaba ficando proporcionalmente fino pelo espalhamento por todo o problema) que o seu equilíbrio e crescimento se torna excepcionalmente desafiador. Seu ponto de equilíbrio pessoal é algo totalmente pessoal. Encontre-o, onde quer que ele esteja e faça as pazes com sua existência.

Tom C

Compaixão e cuidado são atributos muito bons, isto é, são necessários para dar coragem e e crescer. Até onde sua compaixão e cuidado seja sobre eles (o objeto da sua compaixão) e não sobre você (as necessidades do doador) não há problema. Quando a compaixão e o cuidado é também sobre você tanto quanto pelos outros, quando este sentimentos estão preenchendo o seu ego (necessidades) tanto quando as necessidades físicas e espirituais deles, isto pode se tornar uma armadilha. A diferença está na intenção. Intenção expressa quem você é dentro do contexto dos outros – seu objetivo é crescer através da interação. Se o ego está envolvido, a intenção tende a expressar quem você pensa que deveria ser em termos da ação. Ação correta é vista como o gerador de qualidade de consciência (de ser). De fato, a verdade é a oposta – crescimento pessoal (qualidade de consciência) é o gerador da ação correta. Suas ações expressam e assim seguem o seu crescimento. Não é frequente que a ação lidere e assim gere o crescimento – pensar que ela o faça, cria uma armadilha.

 Atendendo as necessidades físicas dos outros e as necessidades de ego do eu (self), enquanto negligenciando as necessidades espirituais de ambos, os outros e o eu (self), geralmente não é o caminho ótimo (melhor) para nenhum dos envolvidos. Estes são os pontos que estou fazendo aqui. Compaixão e carinho são aquilo sobre o que o amor é. Tornar-se amor, é sua missão.

Tom C

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On Love and Sadness

Compassion is a good thing — a very good thing — an essential part of our connectedness to others as we outgrow ego. Compassion and balance are both attributes of a caring love.

However, one must accept this PMR VIRTUAL reality, this experience packet and opportunity generator we call home, AS IT HAS EVOLVED — because it reflects us. Very accurately reflects us. Accept it and let it go to be what it is — the sadness of love is a direct result of caring and compassion. Raging at depravity, misery and especially innocent pain, or constantly wringing one’s hands in exasperation or weeping over it, is not productive and is itself a form of attachment. PMR is as it is, because we are as we are — one must go on with one’s learning and personal growth within this virtual reality experience and avoid getting lost in an attachment to the sadness, the suffering of others — however difficult that is to do (especially for a sensitive caring person). Balance is equally as important as compassion.

Participants in this virtual reality are all volunteers. Most choose experience packets from which they can learn what they need most to learn. There are many forms of virtual experience each having its own set of opportunities and challenges. These opportunities may not always be clear to us from the perspective of PMR. In the big picture each type of PMR virtual experience has some learning advantages or no one would willingly accept such a role. All roles are accepted willing.

Being comfortable and happy in PMR is not the main game, personal entropy reduction is the main game — PMR is just a tool, a virtual tool used by every entity here, to achieve needed growth from direct experience.

The pain in your heart due to other’s suffering is real, treasure it, accept it, and go on, with what you are here to do. Great compassion and sadness welling up from the heart, is a very valuable attribute of one who truly cares, one who truly loves — nevertheless, it can also become an expression of need, desire, guilt, pity, fear — i.e., an attachment, a trap. Balance is also an attribute of love — don’t misinterpret balance as a lack of compassion.

I truly hope you find this more a helpful comment than salt in a wound. Suffering — one with the world — is a hard path to walk because it spreads you so thin that balance and growth become exceptionally challenging. Your personal balance point is yours alone. Find it, wherever it lies, and make your peace with existence.

Tom C

Compassion and caring are very good attributes, i.e., necessary attributes to encourage and grow. As long as your compassion and caring is about them (the object of your compassion) and not about you (the needs of the giver) there is no problem. When compassion and caring is also about you as well as them, when it is fulfilling your (ego) needs as well as their physical and spiritual needs, it can become a trap. The difference is in the intent. Intent expresses who you are within the context of others — your goal is to grow through interaction. If ego is involved, intent tends to expresses who you think you should be in terms of action. Right action is seen as the generator of consciousness quality. In fact, the opposite is true — Personal growth (consciousness quality) is the generator of right action. Your actions express and thus follow your growth. Action does not often lead and thus generate growth — to think that it does, creates the trap.

Tending to physical needs of others and the ego needs of self, while neglecting spiritual needs of both others and self, is generally not the most optimal growth path for anyone involved. These are the points I am making here. Compassion and caring are what love is all about. Becoming love, is your mission.

Tom C