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O Caminho: Depois da vida – The Path Aferlife – OM Times entrevista Tom Campbell

O Caminho: Depois da vida – The Path Aferlife – OM Times entrevista Tom Campbell

By OMTimes

Breve biografia de Tom Campbell:

Tom se graduou em 1966 com honras e qualificações extraordinárias em Matemática e Física pelo Faculdade Bethany, uma pequena faculdade em West Virgínia que tem distinção nacional. Na sequência Tom recebeu completou um Mestrado em Física, pela Universidade de Purdue em 1968. Depois começou seu Doutorado na Universidade da Virginia.  A especialização dele foi em física nuclear experimental e sua tese explorou os estados excitados do núcleo NA21. Tom deixou a Universidade antes de completar seu doutorado para trabalhar com contratados pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos no programa nacional de defesa com mísseis. Depois de se aposentar formalmente lá, na maior parte do tempo trabalhou como consultor da NASA dentro do programa Aries I (a continuação do ônibus espacial) avaliando e resolvendo problemas de risco e vulnerabilidade para assegurar a missão e a tripulação, sobrevivência e sucesso.

Tom Campbell começou a pesquisar os estados alterados de consciência com Bob Monroe (Livros: Viagens Fora do Corpo, Viagens Distantes, e A Última Jornada) nos Laboratórios Monroe no início dos anos 70, onde ele e uns poucos outros foram instrumentais montar e colocar para rodar este laboratório, para o estudo da consciência. Estes pioneiros dos estudos iniciais da consciência (sem uso de drogas) ajudaram a projetar experiencias, desenvolver a tecnologia para criar estados alterados específicos, e foram os principais sujeitos de estudo (ratos de laboratório) tudo ao mesmo tempo. Campbell tem experimentado com, e explorado a mente objetiva e subjetiva desde então. Pelos últimos 30 anos, Campbell tem se concentrado em explorar cientificamente as propriedades, fronteiras e habilidades da consciência.

Durante o mesmo período ele teve uma excelente carreira trabalhando como cientista, um físico profissional dedicado a empurrar as fronteiras da tecnologia de ponta em, simulação de grandes sistemas, desenvolvimento da tecnologia e integração, e análise e riscos de vulnerabilidade em sistemas complexos. Atualmente, e pelos últimos 20 anos, ele tem estado no coração do desenvolvimento dos sistemas americano de defesa de misseis.

Tom é o físico apresentado de forma abreviada como “TC” no segundo livro do Bob Monroe, Jornadas Distantes, e tem sido um sério explorador das fronteiras da realidade, da mente, consciência e fenômenos psíquicos desde o início dos 70. Minha Grande Teoria de Tudo (My Big TOE) é um modelo de existência e realidade baseado diretamente na pesquisa cientifica e experiencia em primeira mão de Campbell. Ela representa os resultados e conclusões de trinta anos de exploração científica cuidadosa nas fronteiras e conteúdo da realidade, pelos pontos de vista tanto físicos como metafísicos. O autor tem feito todos os esforços para avaliar suas explorações sem preconceitos ou noções pré-concebidas. Não existe sistema de crença, dogma credo ou pressupostos pouco usuais na raiz da My Big TOE. 

OM Times Magazine tem o prazer de anunciar uma entrevista exclusive com Thomas Campbell sobre a Natureza da Consciência Humana e outras experiencias extraordinárias:

 

OMTIMES: Como você  conciliou a carreira de físico com a integração da Tecnologia da Espiritualidade ou habilidades de consciência?

TC:  Nenhuma reconciliação é necessária, tanto a física como o espírito são totalmente explicados em detalhes pela mesma compreensão abrangente da realidade. Em outras palavras, meu trabalho deriva tanto a física como a metafísica como um fenômeno natural lógico sem conflitos entre eles a partir de uma visão mais acurada da natureza da realidade. A mesma teria geral MBT (uma compreensão (modelo) da realidade como publicado na trilogia My Big TOE e vídeos associados no youtube) que explicam metafísica, espiritualidade, amor, experiencia subjetiva, espirito, nossas origens e propósito, assim como o paranormal. Ela também deriva a relatividade e a mecânica quântica dos princípios básicos e resolve um batalhão de outros problemas e paradoxos da física. Esta é uma verdadeira grande TOE (Teoria de Tudo). Ela é “Grande” porque não apenas explica a realidade objetiva e os principais mistérios atuais da física, mas também explica a consciência – que por sua vez explica a realidade subjetiva e a metafísica.

 OMTIMES: Como você diferencia o que pertence aos reinos do crescimento espiritual e experiencias fora do corpo a partir das experiencias paranormais?

TC: Eles são atributos naturais da consciência. Crescimento espiritual é um termo para evolução positiva da qualidade de consciência – mais especificamente, ele representa um redução na entropia da consciência individual ou coletiva. OOBE (experiencia fora do corpo) que ocorre quando alguém muda sua percepção do quadro do fluxo de dados da realidade “física”, para um quadro de fluxo de dados da realidade “não-física”. Experiencias paranormais ocorrem na interface entre os quadros das realidades do “físico” e do “não-físico”. Estas são respostas curtas e diretas para a questão. Para habilitar o leitor a entender completamente estas respostas tomaríamos, muitas, muitas, páginas. Alguns dos conceitos necessários são realidade como informação, consciência como um sistema de informação digital não-físico, a conexão entre amor, consciência e entropia, a conexão e interface entre consciência e realidade física, o próximo nível de relatividade onde não existe um quadro de realidade preferida – onde a realidade física ou não-física parece ser depende apenas do observador, e do conceito da realidade como sendo virtual (uma ideia que a física está começando a abraçar).

OMTIMES: Como você aconselharia alguém que desejasse ter uma relação pessoal com suas almas e crescimento espiritual? Como alguém se prepara para ter estas experiencias?

TC: A Resposta depende fortemente do indivíduo. Contudo, em geral há muitas formas que esta pessoa possa lucrativamente se focar. Primeiro, se sua energia mental está espalhada, deveriam começar meditação regular. Segundo, deveriam entender que crescimento/mudança devem ocorrer ao nível do ser, não ao nível intelectual (ninguém pode chegar ao crescimento espiritual apenas pelo estudo). Terceiro, deveriam começar um programa para reduzir seu medo, ego, crenças e expectativas e eu lhes daria um processo para atingir isto. Por último, despois que tivessem atingido parte do acima, eu explicaria as muitas formas em que alguém “têm uma relação pessoal com sua alma e crescer sua espiritualidade”. E então deixá-los me contar que tipo de relação e crescimento eles quereriam experimentar. Eu poderia então ajuda-los a conectar suas expectativas com a forma como a realidade/consciência/espiritualidade na verdade funciona. Finalmente, juntos, desenvolveríamos um plano pessoal para ele com uma série de estágios que pudessem leva-los ondem querem chegar – ao que querem experimentar/se tornar.

OMTIMES: Lidando com tantas experiencias espirituais e paranormais, pela ótica da consciência, como você conecta esta tecnologia espiritual com sua contraparte / dados / informação fornecida largamente pela teoria da conspiração?

TC: Que teoria da conspiração e que dados ela fornece? Não estou certo de ter compreendido sua questão mas vou tentar uma resposta geral. Se você desejar redirecionar meu foco, apenas complete com mais alguma explicação do que está pretendendo.

Teoria da Conspiração não tem relacionamento fundamental com a consciência ou o paranormal. Teoria da Conspiração, como a que vemos na internet, tende a ser energizada e alimentada pelo medo. E se “eles” estiverem fazendo isto conosco e nos manipulando/enganando. Como a música da Doroty e do Totó: “Leões, tigres e ursos”! Oh não”!

Quer as teorias da conspiração sejam focadas no paranormal, ou no governo, ou nos OVNIs, não faz diferença. Medo é um problema; raramente ele jamais se torna, ou adiciona a, uma solução efetiva. Isto não significa que conspirações reais não existam, apenas que “educação” através do medo, conjectura, ignorância e pressupostos baseados em fofoca, não são úteis. Medo é uma ferramenta de manipulação, ela suga as pessoas para ela…. combater medo com contra medo, não é produtivo. Eu abordo tudo com ceticismo de mente aberta, não existe outra forma de lidar efetivamente com a incerteza. Se sentir compelido a acreditar ou não é algo, é imprudente.

THE PATH: BEYOND THE PHYSICAL

O Caminho: Além do Físico, (o filme) investiga tópicos sobre a vida após a morte, experiencias fora do corpo, múltiplas-dimensões, visão remota, consciência e todos os reinos que ficam além dos nossos corpos físicos.

O filme BTP foca nas formas pelas quais os humanos mudam sua consciência a fim de experimentar os aspectos não-físicos de sua existência enquanto vivendo em um corpo físico. O filme levará a audiência através de uma jornada de 93 minutos com alguns dos primeiros exploradores das experiencias fora-do-corpo como Robert Monroe, até ao que foi uma vez classificado como projeto militar classificado, da visão remota, enquanto os especialistas participantes educam, a audiência sobre ferramentas como sons hemi-sync que pode facilitar a experiencia fora do corpo.

Toda a Série de DVD do Documentário Caminho (Path) estará apresentando o conhecimento e opiniões de muitos especialistas, como  o Presidente e Diretor Executivo do Instituto Monroe de Faber, VA, uma organização não lucrativa educacional e de pesquisa, dedicada a exploração da consciência humana que é internacionalmente conhecida por seu trabalho com padrões de áudio sonoros que tem efeitos dramáticos sobre os estados de consciência, junto com seu especialista líder, William Buhlman e o físico nuclear da NASA, reconhecido palestrante e explorador da consciência Thomas Campbell, de Huntsville, Alabama.

O tópico da morte é um dos mais misteriosos, e ao mesmo tempo um tópico tabu em nossa sociedade. A maioria dos seres humanos vivem uma vida de grande medo da morte, vendo isto como algo negativo a ser evitado a todo custo. Mas e se entendemos tudo errado? E se fizemos um mal entendido do processo e propósito da morte? Estas são as verdadeiras questões e ideias que são exploradas através do documentário chamado “O Caminho: Depois da Vida”.

O Caminho: Depois da Vida é um documentário que foi dirigido por Michael Habering e produzido por April Hannah. Ambos compartilham um único interesse em temas que tratam da metafísica e portanto foram compelidos a trabalhar juntos e produzir filmes, que serviriam para elevar os níveis vibracionais do universo.

O Caminho: Depois da Vida foi o primeiro de diversos filmes que eles produzirão nesta série, na qual cada um lida de forma única com o propósito para a alma, nossa vida, cura e outros tópicos metafísicos.

O filme apresenta 12 professores especialistas, que têm todos uma riqueza de conhecimento para contribuir onde temas da alma, cura, vida, morte e a ciência por trás deles está envolvida. Alguns deles são: Thomas Campbell, físico nuclear; Skip Atwater, presidente do Instituto Monroe; e o médico Dr. Robert Weissberg. Veja depois a lista completa de participantes e suas áreas de expertise.

O objetivo do filme é tanto remover alguns dos estigmas e medo associados com a morte, bem como explorar e despertar as pessoas para expandir as ideias sobre alma, morte, cura, reinos espirituais e pós-morte. Ao fazer isto, ele se esforça para responder as questões básicas fundamentais que todos temos sobre vida, morte e depois da morte.

O filme apresenta uma serie de entrevistas com especialistas, filmagem de suporte bem como uma narração de ponta a ponta.

Outros links para outros trailers do Caminho: Depois da Vida! 

http://www.path11productions.com/the-films/afterlife/

https://www.gaia.com/video/path-afterlife?fullplayer=preview

Vivemos em uma simulação

Veja outros temas relacionados as teorias do Tom, em especial ao fato de que vivemos em uma simulação digital, realidade virtual e suas consequências…

Vivemos em uma Simulação, como isto nos afeta?

Simpósio Despertar no Brasil com a participaçao de Tom Cambpell

Simpósio Despertar no Brasil com a participaçao de Tom Cambpell

O Simpósio foi anunciando como suspenso, nesta segunda feira 07 de Agosto de 2017, pela Ética Congressos que o estava organizando. Foi informado de devido a crise, a procura estava muito baixa e portanto decidiu-se, pela postergação. O novo plano da Ética é remarcar todo o Congresso para Setembro de 2018.

Simpósio Despertar no Brasil com a participaçao de Tom Cambpell

Simpósio Despertar

Vivemos em uma Simulação, como isto nos afeta?

Vivemos em uma Simulação (digital e virtual), como isto nos afeta?

Cientista formula teoria de que realmente vivemos em uma simulação.

Físico  e pesquisador da consciência, propõem teoria sobre nossa realidade como sendo digital e virtual, e explica os impactos para você.

Sim, pareceria que nós seres humanos somos no fundo “unidades de consciência” e sim: Vivemos em uma simulação.

E isto que somos então, habitaria estes avatares (personagens,  corpos) em uma realidade virtual digital, que é no fundo é como um “programa de computador“.

E onde estaria “rodando” este programa?

Segundo Tom Campbell em uma imensa Consciência Fundamental que permeia e origina tudo.

Como uma enorme “mente” onde em parte dela (como uma partição de um disco rígido ou HD) como num computador,  “rodaria” esta simulação de realidade.

Soa muito louco, ou muito “fora da realidade” para você?

Pois é, mas pode não ser bem este o caso!

E compreender este contexto ou argumento de simulação para o funcionamento da realidade, pode trazer benefícios interessantes.

Para você em seu dia a dia, e entre outras coisas, para sua saúde mental e física, e seus relacionamentos diários.

E não, isto não se trata de mais uma destas ideias que cita física quântica para parecer moderna e fundamentada. E dizer então que você pode  fazer qualquer coisa, inclusive fazer aparecer coisas.

Tampouco está sendo propagada por um “guru místico” baseado apenas no que parecem ser opiniões (sem método e análise), e tiradas sabe-se lá de onde.

Além deste tipo de ideia por vezes ser vendida algum tipo de “xarope mágico” para solução de todos os males.

Quem é Thomas (Tom) Campbell ?

Tom Campbell, o criador deste novo modelo, é um Físico Nuclear americano, que teve sua carreira profissional trabalhando com êxito no desenvolvimento de simulações em computadores, para a NASA e outras organizações.

Como interesse pessoal estudando de forma cientifica a Consciência e seus estados “alterados” (sem uso de drogas), buscando evidencias, resultados e dados objetivos.

Estes dois ramos de interesse iniciaram-se praticamente em conjunto após sua formação na universidade e início no trabalho, lá nos anos 70.

Robert Monroe dos Laboratórios Monroe, depois The Monroe Institute

Tom naquela época, conheceu Robert Monroe e o ajudou a montar seu primeiro laboratório para estudo formal e cientifico da consciência (Originalmente Laboratórios Monroe e hoje Instituto Monroe (TMI).

E nestes mais de 30 anos, acabou por desenvolver  seu modelo descrevendo o funcionamento da nossa realidade e publicado a Trilogia My Big TOE – Minha Grande Teoria de Tudo: Despertar, Descoberta e Funcionamento Interno.

A linguagem do livro é clara, direta e moderna, envolvendo simulação, computadores, vídeo-games, partições de memória, sub-rotinas, e por aí adiante, com exemplos atuais e nenhum tipo de misticismo.

Busca responder as grandes questões da humanidade: de onde viemos, quem somos, para onde vamos, e como todo o processo funciona.

Tom Campbell e nossa versão do livro em português.

Você precisa ou deve acreditar nisto?

O mais interessante de tudo é que ele não propõem que acreditemos em nada, mas sim que usemos o modelo como um mapa que nos ajude a guiar em nossas próprias descobertas.

Ele propõem que em tudo, inclusive sobre o seu modelo, mantenhamos sempre uma atitude de “mente aberta” para as novas possibilidades, e “ceticismo” (até avaliarmos cientificamente a validade por nossa própria experiência).

O Ponto de Partida:

Suas hipóteses básicas (pressupostos), são duas:

  1. A existência de uma imensa (porém não infinita) consciência potencial básica inicial;
  2. A “pressão” de um “Processo Evolucionário” que atuaria sobre tudo, inclusive esta consciência potencial original.

Este processo evolucionário, funcionaria na direção da busca da auto melhoria, da otimização, da maior organização, da menor entropia, e do amor (sim do amor, explico mais adiante).

Não apenas da sobrevivência da espécie, a forma em que se manifesta, em menor escala em nosso ecossistema – um reflexo menor e físico, do processo na Visão Mais Ampla.

A partir disto, tudo o mais é deduzido (se desenvolve), começando com o funcionamento digital (+ ou -, 0 ou 1,) desta consciência fundamental.

Em seguida, de sua evolução até o ponto de poder gerar simulações como a nossa.

Verdadeiro laboratório de aprendizado (como um simulador de treinamento de voo para pilotos) em 3D no espaço-tempo, com “regras do jogo” claras (leis físicas e matemáticas).

Deduz a criação do tempo e do espaço, dá suporte para entendimento dos mistérios da física quântica. A explicação da possibilidade da manipulação da energia pela mente (consciência). Da cura de doenças, dos efeitos PSI, da existência de múltiplas realidades ou universos, e muito mais.

Albert Einstein (faltou conhecimento sobre simulações e incluir a consciência).

Claro, trata-se de uma TOE, Teoria de Tudo, aquilo que cientistas como Einstein e Hawking tem procurado por tanto tempo.

E que inclui o fator “consciência”, ou observação, observador, que por tanto tempo têm mistificado os cientistas, que não “fecham o circuito”, justo por tentar deixar isto de fora.

Entenda  melhor o mundo, com exemplos que falam de coisas, como The Sims, World of Warcraft, linguagem voltada a objetos de programação, Simulação, Realidade Virtual, Física Quântica, e por ai afora.

Quem mais está falando sobre a hipótese da simulação?

Nick Bostrom (filósofo, matemático, cientista) – Argumento da Simulação

Hoje, já há bom número de cientistas concluindo que podemos fazer parte de uma realidade virtual simulada. Acima uma foto de Nick Bostrom, um dos cientistas e filósofos envolvidos com estas hipóteses.  Só não imaginam qual o mecanismo de funcionamento disso.

Veja depois neste link um artigo da revista Galileo / Globo sobre a “hipótese da simulação”, e vários dos envolvidos.

E há até alguns mega milionários práticos e visionários como Elon Musk, acreditando que vale investir dinheiro em pesquisa para “nos libertar da simulação”. Só falta mesmo esta conexão com a consciência, e que é origem de tudo, para completar o cenário.

Cientista James Gates encontra sinais de “programação” que pode ser evidencia que vivemos em uma simulação. Debate coordenado por Neil DeGrase Tyson (cientista da nova série Comos). Link de vídeo abaixo:

Como tudo isto pode te servir?

Conhecer melhor todo este mecanismo, faz com que você possa compreender as “regras do jogo”. Neste nível (fase) assim como em níveis superiores, isto permite uma Visão Mais Ampla. Assim como objetivos mais claros na busca da evolução pessoal.

Melhor domínio sobre sua vida, corpo, mente e relacionamos, e melhor oportunidade de êxito em sua evolução.

Não entender como funciona o jogo, deixa você a margem. Participando de um jogo que não compreende, com regras complexas e desconhecidas, e minimizando suas possibilidades de êxito.

Existe Livre Arbítrio, e como se aplica a nós? 

Segundo o modelo My Big TOE, sem dúvida que existe. O Universo não é determinístico. O livre arbítrio e a consciência já nascem entrelaçados. Um não existe sem o outro.

Um dos requisitos para existir a consciência é que ela tenha um número significativo de escolhas que possa fazer. Com isto decidir e dentro da causalidade, com as consequências, aprender algo, crescer com o processo.

Afinal isto é um laboratório de aprendizado virtual digital, uma pré escola virtual. Sem o livre arbítrio tudo já estaria determinado, não haveria escolhas e portanto não haveria aprendizado.

Ter Livre Arbítrio significa que podemos fazer o que quisermos?

Não é assim tão simples. As escolhas não são infinitas. Em uma realidade virtual interativa como a nossa existem muitas possibilidades.

Nos ambientes externos, com outras pessoas e objetos, e no ambiente interno, conosco mesmo (afinal podemos inclusive nos auto modificar).

Com todas estas interações,  mais alguma coisa que é atirada ai pelo sistema mais amplo de consciência, geram-se muitas situações e opções a ser escolhidas, inclusive escolher sobre a intenção da decisão e ação.

Outro ponto é o nível de qualidade de consciência que temos. Isto determina o que conseguimos perceber (ou não) das opções que estão ao nosso redor. Se não vemos ou não entendemos uma opção, ela na verdade não está disponível a nós. Isto por nossas próprias barreiras, pontos cegos.

Enfim, vamos poder escolher dentro daquilo que percebemos, dentre aquelas situações com as quais estamos interagindo.

Tomando um exemplo negativo drástico, decida que quer ser filho do Bill Gates por exemplo, e veja o que acontece….

Existe vida após a morte ? 

Segundo esta visão, sem dúvida.  A pergunta talvez nem faça sentido. Se estamos em uma realidade virtual, se vivemos em uma simulação,  morte é apenas o oposto de nascimento, neste caminho ilusório, voltado ao aprendizado. Morte não seria o oposto a VIDA. Vida, é o que aquilo que você realmente é, dispõe sempre. Os personagens são apenas personagens, no “video game”.  Veja mais sobre isto em nosso post sobre a entrevista de Tom para a revista OMTIMES, sobre o vídeo que trata deste tema: O CAMINHO: DEPOIS DA VIDA

O Caminho: Depois da vida – The Path Aferlife – OM Times entrevista Tom Campbell

Como avaliar ou encarar tudo isto que o autor apresenta?

Regra principal do jogo quanto ao conteúdo deste modelo (My Big TOE): não acredite em ninguém, nem no autor do livro.  Como aliás ele mesmo recomenda várias vezes. E claro nem em mim, autor deste artigo.

  • Mantenha sua mente aberta às possibilidades.
  • Sempre com ceticismo saudável.
  • Seja um cientista, busque suas próprias experiencias e resultados.
  • Experimente o pudim.
  • E então tire suas próprias conclusões.

Minha opinião pessoal (autor do artigo): lembro do tema principal das séries Jornada nas Estrelas. Corajosamente indo, onde nenhum homem jamais esteve”. Foi algo que sempre me empolgou.

Esta teoria te leva mais longe, em uma verdadeira aventura de exploração. Fantástico!!!

Físicos afirmam que nosso universo é um holograma

Alguns físicos já descrevem nosso universo como sendo um holograma. Ou seja que de alguma forma tudo isto é uma simulação digital. Veja mais neste link (abaixo) aqui em nosso próprio site.

Físicos afirmam que nosso universo não passa de um holograma – Galileu | Ciência

Veja também o site americano do autor: www.my-big-toe.com

Site do Autor Americano: Tom Campbell

Nossa página no Facebook:

https://www.facebook.com/MyBigToeBrasil/

Página de Novidades sobre a Tradução no Facebook.
Livro 1: Minha Grande Teoria de Tudo: Despertar (publicado em português em Fev/2017)

Veja mais detalhes sobre a obra na sinopse que cobre informações sobre os três livros da trilogia.

Sinopse – My Big ToE (Theory of Everything) MBT

Livro 2: Minha Grande Teoria de Tudo: Descoberta  (sendo traduzido no momento)
Minha Grande Teoria de Tudo: Descoberta
Este livro já teve varias edições americanas e também foi publicado recentemente na Alemanha (capa verde):

Nick Bostrom – Há boas chances de que você seja uma pessoa simulada (em uma realidade virtual na Matrix

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Há boas chances de que você seja uma pessoa simulada (em uma realidade virtual na Matrix).

Há boas chances de que você seja uma pessoa simulada – No início do século XX, havia uma grande resistência à novas ideias. Mesmo a famosa teoria da relatividade, de Einstein, foi fortemente rejeitada a princípio. Somente foi levada a sério quando seu criador conseguiu provar seu ponto de vista de forma prática: através da medição do desvio dos raios de luz das estrelas que passavam próximos ao Sol durante um eclipse. Hoje a situação é um pouco diferente – ainda que a resistência não tenha diminuído de forma tão significativa.

Em recentes matérias no Site Mistérios do Mundo, foram levantadas discussões que expunham diversas das teorias que hoje são consideradas como possíveis pelos cientistas. Duas delas foram: Cientistas propõem teste para sabermos se nosso universo é uma Matrix ) e ( 10 razões que indicam que vivemos em uma simulação de computador ).

Elas buscam mostrar as variadas proposições discutidas pelos cientistas: teorias sobre múltiplos universos, o universo holográfico, e até mesmo um universo virtual executado a partir de um “supercomputador” de uma civilização mais avançada.

Esta ideia da “simulação” foi aprofundada pelo filósofo Nick Bostrom, da Universidade de Oxford, que propôs o chamado “Argumento da Simulação” analisando os motivos e a probabilidade de que estejamos vivendo em uma simulação (Matrix).

Nick Bostrom propõe que a ideia do filme Matrix sobre a forma como os humanos são usados como fonte de energia é absurda, mas acabou por trazer à tona ao grande público a possibilidade da simulação. Também fez com que passássemos a questionar e refletir mais sobre a natureza da nossa realidade.

E que base, aponta ele, temos para considerar isto mais a sério?

Como qualquer hipótese, o Sr. Bostrom parte de pressupostos iniciais, que simplificamos aqui: 1) Que as simulações, existindo, partem necessariamente de civilizações mais avançadas, ou seja, com condições de gerar simulações muito melhores (que nossos jogos por exemplo) e que para nós seriam realísticas a ponto de ser indiferenciáveis daquilo que consideramos realidade, e; 2) Que seja possível ter consciências ou mentes, implantadas tanto em criaturas de carbono (como nós mesmos) como em seres artificiais, baseados em avançados processadores de silicone. Sendo tudo isto considerado plausível de ser deduzido a partir do que vemos ser possível fazer hoje com nossa própria ciência.

Com esta base ele parte para 3 alternativas, inicialmente de igual peso em possibilidade, que seriam:

(a) Que as chances de que uma espécie em nosso nível atual de desenvolvimento possa evitar se extinguir antes de se tornar tecnologicamente madura são extremamente pequenas;

(b) Que quase nenhuma civilização tecnologicamente madura estaria interessada em “rodar” e participar de simulações de computador sobre mentes como as nossas (bem mais primitivas);

(c) E alternativamente, que você esta quase certamente dentro de uma simulação.

Cada uma destas alternativas pode parecer à primeira vista absurda, ainda assim uma delas deve ser verdadeira, uma vez que “nós estamos aqui”. E estamos (c) ou não (a e b) em uma simulação.

Analisando de forma intuitiva:

Supondo que (a) é falso, então uma boa parte das espécies de nosso nível de desenvolvimento se torna tecnologicamente madura. Supomos ainda que (b) é falso também. Então uma parte significante das espécies que chegam a maturidade tecnológica vai usar seu potencial computacional para rodar simulações para experimentar mentes como as nossas. Mas, o número de mentes simuladas que teriam de “rodar” seria astronomicamente grande. Então pelo “fraco princípio da indiferença”, você teria de pensar que será mais fácil que você seja uma destas mentes simuladas, do que realmente ser uma das exceções usando neurônios biológicos. Ou seja, existindo a possibilidade de simulação é mais provável que sejamos uma das muitas pessoas simuladas que uma das poucas “reais” participando.

Então, se você pensa que (a) e (b) são falsas, deveria aceitar a opção (c). Não é coerente rejeitar as três proposições. Na verdade não temos informação suficiente para dizer qual das três é verdadeira.

Vamos considerar as opções com um pouco mais de detalhe. A possibilidade (a) é relativamente direta. Por exemplo, talvez exista uma tecnologia altamente perigosa que cada civilização avançada desenvolva, e que então a destrua. Esperemos que não seja o caso, mas se for, não somos uma simulação e possivelmente nos destruiremos em breve.

A possibilidade (b) requer que exista uma alta convergência entre as civilizações altamente avançadas: que elas não queiram rodar simulações de mentes como as nossas, e que quase nenhuma delas tenha indivíduos relativamente ricos que estejam desejando participar e estejam livres para fazê-lo. Podemos imaginar varias razões que possam levar algumas civilizações a não “rodar” simulações, mas para (b) ser a verdadeira, virtualmente todas as civilizações teriam de fazer isto. Se isto fosse verdade, iria constituir uma interessante restrição à futura evolução de vida avançada inteligente. Ou seja, parece mais viável que se (b) é a verdadeira há fortes chances de que pelo menos alguma “rodaria simulações”, aumentado nossas chances de estar dentro de uma.

A terceira possibilidade é filosoficamente mais intrigante. Se (c) é correta, você esta quase certamente agora vivendo em uma simulação de computador criada por uma civilização avançada.

Que tipo de implicação empírica isto teria? Como isto ia mudar seu estilo de vida?

Primeiro, fica bem claro que não faz sentido mudar sua vida nem fazer loucuras, seja qual for a verdade.

Se os “supostos simuladores” não quiserem que saibamos disto, provavelmente jamais descobriremos algo significativo. Mas se eles decidirem se revelar, facilmente poderiam fazê-lo. Talvez eles te mandassem uma mensagem em uma tela “pop-up” que se abriria diante de você ou te fizessem um “upload” para o mundo deles.

Outro ponto que nos permitiria concluir com alto grau de confiança que estamos em uma simulação seria se chegássemos nós mesmos ao ponto de gerar nossas próprias simulações . Se fizéssemos isto, seria uma forte evidência contra (a) e (b). E isto nos deixaria somente com (c).

Isto tudo pode ficar bem complexo, mas supondo probabilidades iguais 33% para cada uma das 3 proposições, e como as duas seguintes são favoráveis a simulação, uma conclusão preliminar sem dados adicionais, nos estimaria a grosso modo 66% de chance que você seja um ser simulado.

Um com O UNO – One with the One

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Um com O UNO – One with the One

Talvez você esteja familiarizado com o conceito veda de Maya (ilusão) e talvez também esteja tomando contato com o domínio emergente da Realidade Virtual (como vemos tanto n indústria dos Jogos Eletrônicos nestes dias). Ou você pode talvez ter ficado paralisado com os conceitos explorados na trilogia de filmes “Matrix”? Talvez, você tenha experimentado um sentido de déjà vu e imaginou como relacionar estes “conceitos” a sua “existência”?

Maybe you are familiar with the Vedic concept of Maya (illusion) and are also getting acquainted with the emerging domains of Virtual Reality (as we see so much of in the Gaming industry these days). Or you could have remained transfixed with the concepts explored in The Matrix movies? Maybe, you have experienced a sense of déjà vu and thought how these ‘concepts’ might relate to your own ‘existence’?

Deixe-me começar apresentando uma visão alternativa para que você veja a si mesmo como um com toda a criação (da qual a Realidade Física Material ou PMR em inglês, é apenas uma pequena “lasca” virtual). Você é “Um com O UNO/Único” – Um subconjunto único do todo, mas ao mesmo tempo, uma porção que é bem integrada com o todo (onde o todo é o Sistema Mais Amplo de Consciência ou LCS (Larger Consciousness System). Em termos ciência da informação (informática), você é um subconjunto particionado de memória dinâmica alocada e recursos computacionais compartilhados usados para angariar experiência e exercitar a intenção enquanto engajado em “simulador de treinamento de realidade virtual (VR)” multijogadores visando redução de entropia.

Let me begin by presenting an alternate view for you to see yourself as one with all creation (of which Physical Matter Reality or PMR is a tiny virtual sliver).  You are ‘One with The One’ — A unique subset of the whole, but at the same time, a portion that is well integrated with the whole (where the whole is the Larger Consciousness System or LCS).   In information science terms, you are a partitioned subset of dynamically allocated memory and shared computational resources used to gather experience and exercise intent while engaged in a multiplayer, entropy reduction, virtual reality (VR) trainer.

Diferenciar o eu/self do outro é mais como diferenciar seu sistema digestivo do seu sistema circulatório – ambos são partes integralmente interdependentes de um ser – não duas coisas separadas, cada uma com sua existência independente. É uma questão de ponto de vista – de como você pensa sobre algo. É o contexto que muda, não os fatos.

Differentiating self from other is more like differentiating your digestion system from your circulatory system — both are integral interdependent parts of one being — not two separate things each with their independent existence.  It is a matter of perspective – of how you think of something.  It is the context that changes, not the facts.

 O LCS se auto projeta (auto desenha) para otimizar a redução da sua entropia – isto é, para facilitar sua própria evolução. Você obtém toda a ajuda que possa lucrativamente usar para evoluir a qualidade da sua consciência porque é da natureza do sistema suportar a necessidade evolucionária de suas partes. Da sua perspectiva na PMR (Realidade Físico Material) você é levado a categorizar e definir esta ajuda como vindo de “entidades especificas independentes – guias, Eu Superior, Eu Maior, Eu lá, super-alma, superego, e muitas outras categorizações similares porque como um residente da PMR você só pode relacionar sua interação com “outro” à entidades específicas independentes que são/estão fora de você (não você). Você não pode pensar em termos de ser um com O UNO – integralmente interconectado – um subconjunto virtual apenas por definição, por partição, por função e intenção. Quando você tenta descrever os detalhes de sua interação com o Sistema Mais Amplo de Consciência, enquanto limitando a sua conceituação  daquela interação às formas físicas (usando a linguagem da PMR) seu modelo de conexão com o todo será sempre em termos de você como um indivíduo separado interagindo com outra entidades separadas.

The LCS is self-designed to optimize its entropy reduction — i.e., to facilitate its own evolution.  You get all the help you can profitably use to evolve the quality of your consciousness because it is the nature of the system to support the evolutionary needs of its parts.  From your PMR perspective, you are driven to categorize and define this help as coming from specific independent entities — guides, higher-self, I-there, over-soul, super-ego, and many other such characterizations because as a resident of PMR you can only relate your personal interaction with “other” to specific independent entities that are outside of you (not you).  You cannot think in terms of being one with The One – integrally interconnected – a virtual subset only by definition, by partition, by function and intent.  When you try to describe the details of your interaction with the larger consciousness system while limiting your conceptualization of that interaction to physical forms (using PMR language), your model of your connection with the whole will always be in terms of you as a separate individual interacting with other separate entities. 

Dentro de nossas mentes, nós damos a cada uma de nossas metáforas e símbolos separados de nossa estrutura “lógica” imaginada do todo, uma existência factual independente, criamos nomes (percepção PMR, percepção da Realidade Não Física Material “NMPR”, Eu Superior, Eu Maior, super-alma, anjo, ancestral, guia, espirito ou Deus), e então tentamos trabalhar com as relações entre todas estas entidades individualizadas e deduzir o organograma hierárquico apropriado que explique tudo isso. Sem dúvida, levamos a nós mesmos à confusão retorcida no processo  de tentar ser mais e mais específicos  em como descrever o sistema mais amplo de consciência em termos destes conceitos PMR altamente limitados que são inerentemente incapazes de descrever acuradamente o LCS (Sistema Mais Amplo de Consciência). Nós inevitavelmente geramos problemas lógicos e inconsistências nos detalhes de nosso mapeamento hierárquico das responsabilidades e papéis individuais. Nós não parecemos hábeis para fazer certo quando tentamos ser muito específicos por causa de nossa conceituação, a qual requer que tudo esteja em sua própria “casinha de pombo” (caixinha, classificação).

Within our minds, we give each of the separate metaphors and symbols of our imagined “logical” structure of the whole an independent factual existence, make up names (PMR awareness, Non-Physical Matter Reality or NPMR awareness, higher-self, highest-self, over-soul, angel, ancestor, guide, spirit, or god), and then try to work out the relationships between all these individuated entities and derive the proper hierarchal organization chart that explains it all.  Of course, we drive ourselves into twisted confusion in the process of trying to be more and more specific in how we describe the larger consciousness system in terms of these highly limited PMR concepts that are inherently unable to accurately describe the larger Consciousness System.  We inevitably generate logical problems and inconsistencies in the details of our hierarchical mapping of individual roles and responsibilities.  We don’t seem able to get it right when we try to be very specific because our conceptualization, which requires everything to be in its own separate pigeon hole, is fundamentally incorrect. 

Temos esta necessidade premente de saber, “E sobre nós? A mente de nosso AVATAR, alma ou personalidade (nossa identidade pessoal nesta realidade “PMR”) sobrevive intacta”? Por causa de nosso MEDO e EGO, colocamos nossa percepção local “PMR” no verdadeiro “centro” mais fundamental de nossa existência.  Vemos a nós mesmos apenas como esta percepção individual particular separada nesta realidade (PMR), muito mais do que como uma parte de algo maior e grandioso. E nos preocupamos de perder esta separação individual ser morrer absolutamente – um evento que tornaria nossa vida atual na PMR (esta realidade) sem nenhum valor ou significância.   

We have this burning need to know, “What about us?  Does our avatar’s mind, soul, or personality (our personal PMR identity) survive intact?”  Because of our fear and ego, we place our local PMR awareness at the very core of our most fundamental existence.   We see ourselves only as this particular individual separate PMR awareness rather than as a part of something larger and grander. And we worry that losing that individual separateness is to die absolutely – an event that many believe would make our present PMR life of no value or significance. 

Aquela separatividade individual à qual você chama de você na verdade não existe (nunca existiu) como um ser separado independente fundamental. Ela existe apenas como um personagem virtual cujos pensamentos , intenções e escolhas são feitas por um subconjunto individualizado temporário de consciência (nominado “unidade de percepção e livre arbítrio” – FWAU do inglês) “jogando” em um simulador/treinador evolucionário (de redução de entropia) específico. Contudo, cada pensamento, sentimento, ação e intenção daquele “personagem” virtual (você) é salvo (vive para sempre) na base de dados históricos. E cada pequena redução na entropia ganho por este personagem é um prêmio muito significativo para o ser virtual individuado, o processo interativo que criou esta oportunidade, e para todo o sistema – um sucesso crítico digno de ser lembrado e emulado. Tente ver este LCS ou Sistema Mais Amplo de Consciência como um único sistema interativo, não uma coleção de partes individuais separadas. Em sua maior parte, este é um tema de desenvolver uma Visão Mais Ampla (Bigger Picture), uma perspectiva maior. Os “fatos” de sua perspectiva individual permanecem os mesmos mas agora são reinterpretados (recontextualizados) sob a luz de uma visão mais ampla.

That individual separateness you call you doesn’t actually exist (never has existed) as an independent fundamental separate being.  It exists only as a virtual character whose thoughts, intents, and choices are made by a temporary individuated subset of consciousness [called a free will awareness unit (FWAU)] playing in a specific evolutionary entropy reduction trainer.   Yet, every thought and feeling and action and intent of that virtual character (you) is saved (lives forever) in the historical database.  And every tiny decrement in entropy earned by that character is a very significant prize for the individuated virtual being, the interactive process that created the opportunity, and for the whole system – a critical success worth remembering and emulating.  Try to see the Larger Consciousness System as a single interactive system, not a collection of individual separate parts.  For the most part, this is a matter of developing a bigger picture, a larger perspective.  The “facts” of your individual perspective remain the same but now they get reinterpreted in light of a bigger picture.

Se esta discussão arrastou você para áreas que ainda não se sente preparado para ir vantajosamente, esqueça isto, abandone, e trabalhe dentro de modelos com os quais você se sinta confortável. Aprender é um processo interativo e abraçar modelos de existência que tragam desconforto e confusão não está no caminho exitoso de evolução da consciência para ninguém. Você precisa explorar seu caminho na direção da completude a um passo de cada vez, absorvendo e integrando nova compreensão em seu “ser” (como oposto a seu intelecto) que melhore a qualidade de sua vida diária.

If this discussion has dragged you into areas where you are not prepared to profitably go, forget about it, let it go, and work within models with which you feel comfortable.  Learning is an iterative process, embracing models of existence that are discomforting and confusing is not on anyone’s path to successful consciousness evolution.  You must explore your way to wholeness one step at a time by absorbing and integrating new understanding into your being (as opposed to your intellect) that improves the quality of your everyday life.

Em um nível metafórico mais alto, os conceitos de um Eu Maior, super-alma, etc., são muito úteis e de ajuda – eles geram uma expressão “física” (modelo de processo em termos da linguagem e conceitos “desta realidade” – PMR) que explicam como nós somos completamente conectados/integrados ao todo em uma forma que a percepção (consciência) “restringida” na “PMR” pode entender. Integração é na verdade muito mais simples – não tem de existir mecanismos intermediários nós e o sistema mais amplo – nós já estamos completamente integrados com aquele sistema. Nós apenas não conseguimos ver nossos eus (selfs) de qualquer forma que não seja separada – nós versus eles – se não formos nós da “pequena visão” (little picture), então devem ser “eles” ou qualquer outro. Nós somos unidades individuadas (particionadas) de consciência, e somos/estamos mais interconectados ao sistema mais amplo do que pensamos.

At a higher metaphorical level, the concepts of higher-self, over-soul, etc., are very useful and helpful — they generate a “physical” expression (process models in terms of PMR language and concepts) that explains how we are connected/integrated to the whole in a way that PMR constrained awareness’s can understand.  Integration is actually much simpler — there doesn’t have to be intermediary mechanisms between us and the larger system — we are already fully integrated with that larger system.  We just cannot see our separate selves as anything but separate — us versus them — if it is not little picture PMR us, then it must be “them” or somebody else.  We are individuated (partitioned) units of consciousness as opposed to individual (separate) units of consciousness, and are more directly interconnected to the larger system than we think.

Procure pelos próximos blogs, à medida que formos mergulhando mais profundamente no que o LCS é e como os conceitos da “My Big TOE”, a trilogia de livros pode ajudar você a decifrar suas próprias verdades. É a tarefa desta trilogia prover uma fundação conceitual direta sobre a qual você poderá clara e completamente construir o contexto de sua existência pessoal a partir de sua própria experiência, evoluir sua consciência, e mais fundamentalmente compreender seu mundo, sua ciência, seu propósito, e a você mesmo, em uma forma geral, lógica e cientifica, que explique compreensivamente todos os dados pessoais e profissionais  que você coletou durante toda uma vida. Fique sintonizado!  

Look out for the next blogs, as we delve deeper into what the LCS is and how My Big TOE, the trilogy of books written by me can help you decipher your own truths. It is the task of this trilogy to provide a straightforward conceptual foundation upon which you can clearly and completely construct the context of your personal existence from your personal experience, evolve your consciousness, and more fundamentally understand your world, your science, your purpose, and yourself in a general, logical, scientific way that comprehensively explains all the personal and professional data you have collected during a lifetime. Stay tuned!

Um com O UNO – One with the One

(publicação original): 

http://www.speakingtree.in/blog/one-with-the-one-625479

Página no Facebook:

https://www.facebook.com/MyBigToeBrasil/

Videos Legendados no Youtube:

https://www.youtube.com/channel/UCp9Dxx59qjwPRKFwWNa7lkw

Tom Campbell – Entrevista (Buda na Bomba de Gasolina)

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Tom Campbell – Entrevista (Buda na Bomba de Gasolina)

Clique na figura acima, que contém um link para o site onde a entrevista foi dada, com vídeo ou apenas áudio!

Em fevereiro de 2003, Tom publicou a trilogia My Big TOE (MBT) a qual representa o resultado e conclusão de sua exploração científica da natureza da existência. Este super abrangente modelo de realidade, mente e consciência explica tanto o paranormal como o normal, coloca a espiritualidade dentro de um contexto científico, resolve toda uma hoste de paradoxos científicos e prove direção para aqueles que buscam experimentar pessoalmente uma percepção expandida do “Tudo Que É/Há”. O modelo da realidade da MBT explica a metafísica, a espiritualidade, o amor, e o propósito do homem ao seu nível mais fundamental, prove uma teoria completa da consciência e resolve problemas destacados da física de nosso tempo, derivando ambos, teoria da relatividade e mecânica quântica, dos princípios iniciais – uma coisa que a física tradicional ainda não pode fazer. Um trabalho de ciência baseado em lógica, My Big TOE não tem base em crença ou dogma.

266. Tom Campbell

Tom CampbellIn February of 2003, Tom published the My Big TOE trilogy (MBT) which represents the results and conclusions of his scientific exploration of the nature of existence. This overarching model of reality, mind, and consciousness explains the paranormal as well as the normal, places spirituality within a scientific context, solves a host of scientific paradoxes and provides direction for those wishing to personally experience an expanded awareness of All That Is. The MBT reality model explains metaphysics, spirituality, love, and human purpose at the most fundamental level, provides a complete theory of consciousness, and solves the outstanding fundamental physics problems of our time, deriving both relativity theory and quantum mechanics from first principles – something traditional physics cannot yet do. As a logic-based work of science, My Big TOE has no basis in belief, dogma, or any unusual assumptions.

Interview recorded 11/14/2014.

Tom Campbell – Entrevista (Buda na Bomba de Gasolina)

Consciência e Evolução

Consciência e Evolução

Women face in pixel windHá muito tempo os físicos, filósofos e teóricos em geral vem buscando teorias e modelos que expliquem a “nossa realidade” de uma forma abrangente e compreensível. O que se procura é depender menos de um “ato mágico” de origem desconhecida ou um ser onisciente e todo poderoso, e que após esta criação estaria monitorando cada mínimo detalhe daquilo que consideramos nosso cotidiano, tomando notas de nossas atitudes, para depois emitir seu parecer, quando cheguemos ao fim desta caminhada. Realmente tudo místico demais, para o gosto de muita gente.

Os físicos em especial fizeram progressos extraordinários nesta direção, conseguindo criar modelos que expliquem melhor o porque das coisas serem como são. Infelizmente, até aqui nada muito completo que fechasse as pontas soltas que constantemente aparecem para atormentar os criadores destas teorias.
O próprio Albert Einstein, definitivamente um gênio por qualquer parâmetro, fez avanços incríveis e verdadeiros saltos “milagrosos” em nossa compreensão das coisas como elas são. Mas por fim entregou também os pontos quanto a chegar a uma Teoria Unificadora (o Santo Graal da física). Algo que pudesse ser usado como um modelo sem “furos” para explicar o universo e nossa existência, tanto ao nível macro (dos planetas, das estrelas, galáxias, quasares, etc.) como ao nível micro (moléculas, átomos, e a infinidade de sub partículas hoje conhecidas), e o campo da física quântica.
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Einstein2Albert Einstein (Físico)
Albert Einstein, David Bohm e uma troca de ideias sobre a Teoria do Campo Unificado na primeira metade do século anterior:

– “A realidade é uma mera ilusão, ainda que seja uma verdadeiramente persistente.” – Albert Einstein

– “ Por isso está claro que o espaço da física não é, em ultima análise, nada que seja dado pela natureza ou que seja independente do pensamento humano. Ele é uma função do nosso esquema conceitual (mente). O espaço como concebido por Newton provou ser uma ilusão, ainda que para os objetivos práticos uma ilusão muito frutífera.” – Albert Einstein

David_BohmDavid Bohm (Físico)

– “Para dar conta do desafio diante de nós, nossas noções de cosmologia e da natureza geral  da realidade, precisam abrir espaço dentro delas para permitir que a consciência seja levada em conta de forma consistente. E de forma inversa, nossas noções de consciência devem igualmente abrir espaço para entender o que significa para seu conteúdo ser “realidade como um todo”. Os dois conjuntos de noções deveriam então ser tais que permitissem um entendimento sobre como a consciência e a realidade estão relacionadas.” – David Bohm  (Físico)
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Tom Campbell e a Teoria de Tudo (Big ToE)

 

Thomas Warren CampbellThomas Warren Campbell (Físico)

O Físico nuclear norte americano Thomas (Tom) Campbell acredita ter encontrado a forma de chegar onde os demais ainda não tinham chegado, quanto a uma teoria que possa explicar a totalidade do nosso universo inclusive seu nascimento e sua natureza, sem falar na inclusão da consciência no cenário, como buscava Einstein.

Para chegar a isto seu principal salto conceitual foi concluir que não é possível descrever o nascimento de um universo considerando apenas pressupostos que estejam dentro deste mesmo universo. Daí viria a dificuldade de toda comunidade física para chegar a modelos válidos que se demonstrem funcionais para todas as situações do nosso universo. Seria uma situação como um “patinho” tentando descrever o ovo antes de sair dele e ter uma visão ampla do mesmo.

Para descrever seu  “modelo da realidade”, Tom Campbell parte tudo de apenas dois pressupostos: o primeiro deles é que existe um Processo Evolutivo Fundamental aplicado a tudo que é consciente, e do qual a teoria da evolução aplicada aos seres biológicos que conhecemos seria apenas um caso específico; o segundo pressuposto seria a existência inicial de uma enorme Consciência Potencial inicial e digital, composta de (para todos os propósitos) infinitas unidades binárias (possíveis de assumir dois estados) e possíveis de ser combinadas de forma infinita.

Este processo evolutivo fundamental se aplicaria inclusive a esta consciência digital fundamental, que passaria a experimentar suas diversas possibilidades de combinação, buscando sempre estados mais evoluídos, ou como explica Campbell: estados de menor entropia (maior organização, o que equivale a dizer, mais evoluído no seu conceito).

A partir desta evolução, chegaríamos ao desenvolvimento do tempo e do espaço com suas diversas limitações (leis naturais, como a velocidade da luz) eventualmente “rodando” em partições desta consciência digital praticamente infinita, onde cada universo estaria sendo “simulado” como experiências em “realidades virtuais”. Dentro deste modelo da realidade cada um de nós seria um pedaço desta consciência, vivendo experiências de vidas virtuais como se estivéssemos participando de um jogo (como The Sims, Assassin’s Creed, ou outro), claro que de muito melhor definição e qualidade. Tudo isto com o objetivo de evolução destas consciências obedecendo ao pressuposto básico do Processo Evolucionário Fundamental. Com as evoluções individuais contribuindo para a evolução global. Nossa percepção desta realidade como sendo sólida, advém então do fato de estarmos imersos em “nosso jogo”, com um conjunto de restrições ou regras que nos fariam perceber a realidade assim.

Existem muito mais detalhes sobre esta atraente teoria e modelo do Tom Campbell que são detalhadamente explicados em sua trilogia My Big ToE (Minha Grande Teoria de Tudo), já publicada. Mas fica patente também a utilização de terminologia moderna, em especial a linguagem específica da Tecnologia da Informação, da Realidade Virtual e inclusive dos jogos eletrônicos, que muito facilita a compreensão das explicações nela oferecidas. Querendo conhecer mais sobre o tema, pesquise aqui mesmo no site da tradução ao Português da My Big ToE, ou no site em inglês do autor, Thomas Campbell.

E lembre-se, a existência de consciência e evolução estão sempre na base de todas as coisas.

Consciência e Evolução